Questões de Concurso Para professor - artes

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Q2407849 Pedagogia

Para Veiga (1995, p. 167), “o Projeto Político Pedagógico, ao propiciar a estruturação de novas formas de organização de trabalho, enfatiza o fortalecimento da equipe escolar, a gestão democrática, alicerçada na decisão coletiva e na corresponsabilidade do grupo”, e deve ter as seguintes características:


I. Ser processo tomada de decisões unicamente da equipe gestora;

II. Explicitar princípios baseados na autonomia da escola, na solidariedade entre os agentes educativos e no estímulo à participação de todos no projeto comum e coletivo;

III. Conter opções explícitas na direção de superar problemas no decorrer do trabalho educativo voltado para uma realidade específica;

IV. Explicitar o compromisso com a formação do cidadão;

V. Preocupar-se em instaurar uma forma de organização de trabalho pedagógico que desvele os conflitos e as contradições.


Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2407845 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

Assinale a alternativa que complete CORRETAMENTE as lacunas das orações abaixo com (a, as, há, à):


I. Daqui ___ 20 anos serão sentidos os impactos destas medidas.

II. Gosto das roupas desta loja, pois são feitas ___ mão.

III. Na última black friday, aumentou em 20% as compras ___ prazo.

IV. ___ 5 anos não vou ___ minha terra natal.


Alternativas:

Alternativas
Q2407844 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

As conjunções são importantes ferramentas de coesão textual e sem elas não seria possível dar unidade e construir um texto significativo. Observe as orações abaixo e assinale a alternativa em que a conjunção destacada apresenta classificação semântica correta entre parênteses:

Alternativas
Q2407843 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

Observe o excerto abaixo extraído do texto bem como a palavra destacada e assinale a alternativa que apresente vocábulo que poderia, sem prejuízo gramatical e semântico, substituir dada palavra:


É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe?


Alternativas:

Alternativas
Q2407842 Português

Leia o texto abaixo para responder às próximas questões:


Preconceito de linguagem


Na Romênia, segundo dizem os jornais franceses, que agora muito se interessam por tudo quanto diz respeito aos moldo-valáquios, na Romênia há certas palavras que em todas as outras línguas cultas têm significação nobre e que entre os romenos têm significação pejorativa. Chamar, por exemplo, a algum romeno marquês, ou condessa a alguma romena, é cometer injúria e grande. Entre eles, não se diz príncipe em romaico, porque esta palavra tem a significação analógica de jogral; de sorte que adotaram lá a palavra francesa prince, para designar qualquer membro da família real. A palavra rei também é injuriosa. Tanto assim que, na tradução do livro bíblico dos Reis, escrevem os romenos Livro dos Imperadores!

Em português há também palavras de significação primitivamente honesta e que entretanto agora não podem ser pronunciadas diante de pessoas de respeito. No norte de Minas, por exemplo, como no Norte de todo o país, chamar dama a uma senhora é arriscar a pele. Dama, lá por aquelas plagas, é “mulher perdida”.

A palavra moça pode ser pronunciada diante de quem quer que seja. “Esta menina está ficando moça” — “Sua filha é uma bela moça” — são expressões correntes. Entretanto, querendo alguém referir-se à amásia de alguém diz: “A moça de Fulano”!

Rapariga! É uma das palavras mais lindas da nossa língua.

Em Minas, entretanto, rapariga aplica-se mais às mulheres do serviço doméstico, isto é, amas, cozinheiras, arrumadeiras, etc. Aqui, já vai tendo significação pejorativa: casa de raparigas é o mesmo que bordel. Ora, é um absurdo isso. Rapariga é simplesmente feminino de rapaz. Seria encantador poder toda gente dizer, como ainda há dias ouvi dizer a um espírito eminente, que me dá a honra da sua amizade: “V. não imagina que rapariga valente é minha mulher”

Mãe! Não se discute a beleza desta suavíssima palavra. Pois também a palavra mãe vai assumindo significação equívoca. Em certas locuções é um vocábulo pelo menos suspeito. Os jornais já começam a substituí-lo por progenitora. É incrível! Que qualquer palavra possa derrancar com o tempo compreende-se; mas a palavra mãe? O noticiário elegante tem receio de dizer: “Faz anos hoje a Sra. Dona Fulana, muito digna mãe do nosso amigo Sr. Beltrano”. Em vez de mãe, escrevem progenitora, que é uma palavra erudita, seca, como todas as coisas eruditas, fria e pernóstica. Mãe é alguma coisa tépida, doce, nobre como o colo materno. Progenitora é simplesmente uma delicadeza de moleque bem-falante.

Mãe, colegas, mãe! Devemos escrever “a mãe do Sr. Fulano”, da mesma forma que escrevemos “O pai do Sr. Beltrano” e “o filho de Dona Sicrana”. Ninguém diz na intimidade — “vou beijar minha progenitora”, mas simplesmente — “vou beijar minha mãe”.

É para desejar que os jornais abandonem de uma vez a palavra progenitora, que é, etimologicamente, muito mais grosseira do que mãe. Progenitora compõe-se do prefixo pro e da raiz genite, de gigno, gignis, genui, genitum, gignere, que quer dizer gerar. De maneira que, posta em bom vernáculo, progenitora é a pró ou antegeradora do Sr. Fulano. Não sei onde está a delicadeza desta expressão…. Por conseguinte, de uma vez para sempre, estabeleçamos que os homens têm virtuosas e dignas mães, e não ridículas e pernósticas progenitoras.


Antônio Torres

Todo texto possui uma função. Dentre as funções da linguagem previstas pela gramática da língua portuguesa, a que mais se evidencia neste texto é:

Alternativas
Q2404049 Educação Artística

Do ponto de vista do ensino de teatro, o plano de uma aula ou oficina é um guia cuja função é orientar a prática criativa de diferentes sujeitos em ambientes de interação constante proporcionada por jogos e por exercícios de criação de cena.


CANDA, Cilene Nascimento. Ensino de Teatro: fundamentos e didática (e-book). Salvador/BA: UFBA, Escola de Teatro; Superintendência de Educação a Distância, 2020, p. 62, com adaptações.


A respeito do plano de aula da disciplina de teatro para a educação básica, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404048 Artes Cênicas

As aulas de teatro ou sessões com jogos teatrais propostas aqui tendem a seguir determinada rotina, uma espécie de ritual.


JAPIASSU, Ricardo Otoni Vaz. Metodologia do Ensino de Teatro. Campinas/SP: Papirus, 2001, p. 71, com adaptações.


Assinale a alternativa que indica uma etapa utilizada nas rotinas metodológicas de ensino de teatro para as séries iniciais.

Alternativas
Q2404047 Artes Cênicas

Spolin propõe a organização dos jogos teatrais no formato palco/plateia para que todos os jogadores passem pelas duas posições: ora são plateia (observadores), ora são jogadores em cena (atuantes). Essa forma de organização contribui tanto para o desenvolvimento de técnicas teatrais na formação do ator, como para a formação de plateia para o teatro, pois o educando/jogador vivencia o ser ator e o ser plateia, ambos (plateia e palco) com função definida no momento do jogo.


RAMALDES, Karine V. Os Jogos Teatrais de Viola Spolin: uma pedagogia da experiência. Dissertação de mestrado orientada pelo Prof. Dr. Robson Camargo. Universidade Federal de Goiás, Escola de Música e Artes Cênicas, Programa de Pós-Graduação em Performances Culturais, Goiânia, 2015, p. 83, com adaptações.


Tendo em vista as informações do texto, assinale a alternativa correspondente ao trabalho do professor de teatro por meio dos jogos no ensino básico.

Alternativas
Q2404046 Artes Cênicas

O ensino de teatro está ligado à educação simbólica e estética, que incide no desenvolvimento dos sentidos ao ler, capturar e significar a realidade, representando-a. Essa proposta de formação lida com outros modos de conhecer, de fazer e de se relacionar, que não sejam apenas resultantes do discurso verbal.


CANDA, Cilene Nascimento. Ensino de Teatro: fundamentos e didática (ebook). Salvador/BA: UFBA, Escola de Teatro; Superintendência de Educação a Distância, 2020, p. 54, com adaptações.


Acerca do tema do texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404043 Artes Cênicas

O ensino de teatro para os estudantes do ensino médio fundamenta-se na concepção do teatro como linguagem e conhecimento que possuem natureza e sentido próprios, demandando procedimentos pedagógicos específicos para a respectiva efetivação no ambiente escolar.


Disponível em: <www.cee.go.gov.br/files/DOCUMENTO-CURRICULAR-PARA- GOIAS-ETAPA-ENSINO-MEDIO.pdf>. Acesso em: 31 ago. 2022, com adaptações.


De acordo com o Documento Curricular para Goiás – Etapa Ensino Médio, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404041 Artes Cênicas

Com relação à obra Jogos Teatrais: fichário de Viola Spolin, assinale a alternativa que apresenta o conteúdo das fichas de jogos.

Alternativas
Q2404038 Artes Cênicas

Em conformidade com o Documento Curricular para Goiás – Ampliado (DC - GO Ampliado), subcapítulo Arte, assinale a alternativa que habilidades a serem desenvolvidas pelo teatro.

Alternativas
Q2404036 Direito do Trabalho

Segundo o capítulo I da Lei no 11.788/2008, que dispõe acerca do estágio de estudantes, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404035 Artes Cênicas

A experiência no estágio curricular supervisionado em teatro constitui-se em um importante espaço pedagógico no percurso formativo dos licenciados em teatro, pois a atividade vincula-se à presença do futuro professor na sala de aula. Nela instaura-se a experiência docente, capaz de motivar um conjunto de discussões e de reflexões acerca da práxis do ensino de teatro no território escolar.


ALMEIDA JÚNIOR, J. S. de. Reflexões acerca do estágio curricular na formação do professor licenciado em teatro. In: Educação em Revista. Belo Horizonte/MG: Faculdade de Educação da UFMG, 2013, v. 29, n. 2, pp. 43-64, com adaptações.


Considerando o referido texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404034 Artes Cênicas

De acordo com o Documento Curricular para Goiás-Ampliado (DC-GO Ampliado), subcapítulo Arte, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404033 Artes Cênicas

Importante meio de comunicação e expressão que articula aspectos plásticos, audiovisuais, musicais e linguísticos em sua especificidade estética, o teatro passou a ser reconhecido como forma de conhecimento capaz de mobilizar coordenando as dimensões sensoriomotoras, simbólicas, afetivas e cognitivas do educando, tornando-se útil na compreensão crítica da realidade humana culturalmente determinada.


JAPIASSU, Ricardo Otoni Vaz. Metodologia do Ensino de Teatro. Campinas/SP: Papirus, 2001, p. 28, com adaptações.


Com base no texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404032 Artes Cênicas

O teatrólogo goiano Hugo Zorzetti (1942-2017) foi um dos principais nomes da cena teatral no estado de Goiás, notadamente no campo da formação de profissionais em artes cênicas.


Assinale a alternativa que corresponde a uma das realizações de Hugo Zorzetti.

Alternativas
Q2404031 Educação Artística

Durante os anos de 1980, o quadro da educação artística polivalente – e, portanto, das artes cênicas – transfigurou-se aos poucos. Foram implantados cursos superiores em proporção geométrica, os professores tomaram as rédeas da própria história, ao tempo em que surgiram pesquisas acerca do teatro na educação fundamental, dando início a uma profusão de ideias e práticas que atualmente vêm sendo avaliadas.


Disponível em: <http://www.edufu.ufu.br/catalogo/ebooks-gratuitos/ cartografiasdo-ensino-do-teatro>. Acesso em: 31 ago. 2022, com adaptações.


A respeito desse assunto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404030 Artes Cênicas

No contexto da educação básica, o ensino de teatro possui algumas peculiaridades. Tendo em vista as características intrínsecas à pedagogia do teatro e ao ensino formal, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2404028 Artes Cênicas

A obrigatoriedade de formação em nível superior para o exercício da docência em teatro foi instituída durante o governo militar, em uma perspectiva de educação tecnicista. A esse respeito, assinale a alternativa que indica o efeito positivo da exigência da formação universitária para o campo do teatro/educação.

Alternativas
Respostas
16481: B
16482: B
16483: A
16484: C
16485: E
16486: D
16487: A
16488: E
16489: C
16490: E
16491: B
16492: D
16493: A
16494: C
16495: D
16496: A
16497: E
16498: B
16499: D
16500: A