Questões de Concurso Para professor - artes

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Q3171003 Português
A sentença “este é o time que todos torciam naquela época” apresenta uma incorreção quanto ao pronome relativo empregado. Para que estivesse em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, a expressão relativa deveria ser substituída por:
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Q3171002 Português
Considere o emprego do advérbio “logo” na sentença “Os meninos, logo que chegaram, tiraram os sapatos”. O mesmo uso se verifica em: 
Alternativas
Q3171001 Português
Analise o excerto a seguir e assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas apresentadas.

__ anos não se encontravam. Mesmo assim, sentaram-se __ mesa e falaram sobre tudo, __ começar por seus casamentos. 
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Q3171000 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tarde a multidão


       Todos estão tristes às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. São muitas pessoas e todos os rostos são apreensivos. É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior. Todos caminham amargurados às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.


       Por quê, se não vai chover e se o mar não vai transbordar? Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar? 


     Tempos atrás, passei pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, todos eram felizes. O amargurado era eu. Hoje, na multidão, não tenho mais que dois problemas. Dói-me a botina nova, no pé esquerdo, e vou comprar um ferro elétrico. Quanto à botina, bastará descalçá-la quando chegar em casa. E sentir a dor passando, que é um prazer muito maior que o de nunca ter tido dor nenhuma. Mas, o ferro elétrico? E o ferro elétrico? Como é que se compra um ferro elétrico? 


       Pergunta-me o homem do balcão:


       — Como é que o senhor quer o ferro elétrico?


       Hesito e respondo, na medida do possível:


       — Um que seja bem elétrico. 



      Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos. 


      Volto à rua e as pessoas estão ainda mais aflitas às 5h15 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. A tarde vã, desperdiçada, no rosto de cada semelhante. Como se cada um tivesse uma coisa sem remédio na parte alta da cavidade torácica. Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival. 


       Falta de exercício respiratório. Nada mais que isso. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar. É preciso aspirar, no mínimo, quatro litros de oxigênio em cada tomada de ar. O homem de hoje não respira, ofega. Como os cachorros. E isto altera o equilíbrio moral de cada um. 


      Aflige-me o pobre olhar das multidões. Por nada. Não há culpa ou causa comum. Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular, porque na angústia, no fundo da grande angústia, há uma cômoda preguiça, um estágio de lânguido torpor como o do ópio. Não há nada a fazer pelas pessoas da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. 


MARIA, A. A tarde e a multidão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 122-123. 

A conjugação do verbo “haver”, empregado no trecho “É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior”, se apresenta no: 
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Q3170999 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tarde a multidão


       Todos estão tristes às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. São muitas pessoas e todos os rostos são apreensivos. É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior. Todos caminham amargurados às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.


       Por quê, se não vai chover e se o mar não vai transbordar? Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar? 


     Tempos atrás, passei pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, todos eram felizes. O amargurado era eu. Hoje, na multidão, não tenho mais que dois problemas. Dói-me a botina nova, no pé esquerdo, e vou comprar um ferro elétrico. Quanto à botina, bastará descalçá-la quando chegar em casa. E sentir a dor passando, que é um prazer muito maior que o de nunca ter tido dor nenhuma. Mas, o ferro elétrico? E o ferro elétrico? Como é que se compra um ferro elétrico? 


       Pergunta-me o homem do balcão:


       — Como é que o senhor quer o ferro elétrico?


       Hesito e respondo, na medida do possível:


       — Um que seja bem elétrico. 



      Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos. 


      Volto à rua e as pessoas estão ainda mais aflitas às 5h15 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. A tarde vã, desperdiçada, no rosto de cada semelhante. Como se cada um tivesse uma coisa sem remédio na parte alta da cavidade torácica. Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival. 


       Falta de exercício respiratório. Nada mais que isso. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar. É preciso aspirar, no mínimo, quatro litros de oxigênio em cada tomada de ar. O homem de hoje não respira, ofega. Como os cachorros. E isto altera o equilíbrio moral de cada um. 


      Aflige-me o pobre olhar das multidões. Por nada. Não há culpa ou causa comum. Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular, porque na angústia, no fundo da grande angústia, há uma cômoda preguiça, um estágio de lânguido torpor como o do ópio. Não há nada a fazer pelas pessoas da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. 


MARIA, A. A tarde e a multidão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 122-123. 

Analise o emprego do vocábulo “se” nas sentenças a seguir, retiradas do texto:

I. Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar?
II. Como é que se compra um ferro elétrico?
III. Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor.
IV. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar.
V. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos.

Verifica-se o emprego do vocábulo como conjunção condicional apenas em: 
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Q3170998 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tarde a multidão


       Todos estão tristes às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. São muitas pessoas e todos os rostos são apreensivos. É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior. Todos caminham amargurados às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.


       Por quê, se não vai chover e se o mar não vai transbordar? Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar? 


     Tempos atrás, passei pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, todos eram felizes. O amargurado era eu. Hoje, na multidão, não tenho mais que dois problemas. Dói-me a botina nova, no pé esquerdo, e vou comprar um ferro elétrico. Quanto à botina, bastará descalçá-la quando chegar em casa. E sentir a dor passando, que é um prazer muito maior que o de nunca ter tido dor nenhuma. Mas, o ferro elétrico? E o ferro elétrico? Como é que se compra um ferro elétrico? 


       Pergunta-me o homem do balcão:


       — Como é que o senhor quer o ferro elétrico?


       Hesito e respondo, na medida do possível:


       — Um que seja bem elétrico. 



      Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos. 


      Volto à rua e as pessoas estão ainda mais aflitas às 5h15 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. A tarde vã, desperdiçada, no rosto de cada semelhante. Como se cada um tivesse uma coisa sem remédio na parte alta da cavidade torácica. Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival. 


       Falta de exercício respiratório. Nada mais que isso. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar. É preciso aspirar, no mínimo, quatro litros de oxigênio em cada tomada de ar. O homem de hoje não respira, ofega. Como os cachorros. E isto altera o equilíbrio moral de cada um. 


      Aflige-me o pobre olhar das multidões. Por nada. Não há culpa ou causa comum. Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular, porque na angústia, no fundo da grande angústia, há uma cômoda preguiça, um estágio de lânguido torpor como o do ópio. Não há nada a fazer pelas pessoas da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. 


MARIA, A. A tarde e a multidão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 122-123. 

A expressão “malgrado”, no contexto “Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival”, significa o mesmo que: 
Alternativas
Q3170997 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tarde a multidão


       Todos estão tristes às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. São muitas pessoas e todos os rostos são apreensivos. É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior. Todos caminham amargurados às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.


       Por quê, se não vai chover e se o mar não vai transbordar? Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar? 


     Tempos atrás, passei pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, todos eram felizes. O amargurado era eu. Hoje, na multidão, não tenho mais que dois problemas. Dói-me a botina nova, no pé esquerdo, e vou comprar um ferro elétrico. Quanto à botina, bastará descalçá-la quando chegar em casa. E sentir a dor passando, que é um prazer muito maior que o de nunca ter tido dor nenhuma. Mas, o ferro elétrico? E o ferro elétrico? Como é que se compra um ferro elétrico? 


       Pergunta-me o homem do balcão:


       — Como é que o senhor quer o ferro elétrico?


       Hesito e respondo, na medida do possível:


       — Um que seja bem elétrico. 



      Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos. 


      Volto à rua e as pessoas estão ainda mais aflitas às 5h15 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. A tarde vã, desperdiçada, no rosto de cada semelhante. Como se cada um tivesse uma coisa sem remédio na parte alta da cavidade torácica. Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival. 


       Falta de exercício respiratório. Nada mais que isso. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar. É preciso aspirar, no mínimo, quatro litros de oxigênio em cada tomada de ar. O homem de hoje não respira, ofega. Como os cachorros. E isto altera o equilíbrio moral de cada um. 


      Aflige-me o pobre olhar das multidões. Por nada. Não há culpa ou causa comum. Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular, porque na angústia, no fundo da grande angústia, há uma cômoda preguiça, um estágio de lânguido torpor como o do ópio. Não há nada a fazer pelas pessoas da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. 


MARIA, A. A tarde e a multidão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 122-123. 

No trecho “— Um que seja bem elétrico”, o advérbio “bem” exprime: 
Alternativas
Q3170996 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tarde a multidão


       Todos estão tristes às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. São muitas pessoas e todos os rostos são apreensivos. É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior. Todos caminham amargurados às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.


       Por quê, se não vai chover e se o mar não vai transbordar? Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar? 


     Tempos atrás, passei pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, todos eram felizes. O amargurado era eu. Hoje, na multidão, não tenho mais que dois problemas. Dói-me a botina nova, no pé esquerdo, e vou comprar um ferro elétrico. Quanto à botina, bastará descalçá-la quando chegar em casa. E sentir a dor passando, que é um prazer muito maior que o de nunca ter tido dor nenhuma. Mas, o ferro elétrico? E o ferro elétrico? Como é que se compra um ferro elétrico? 


       Pergunta-me o homem do balcão:


       — Como é que o senhor quer o ferro elétrico?


       Hesito e respondo, na medida do possível:


       — Um que seja bem elétrico. 



      Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos. 


      Volto à rua e as pessoas estão ainda mais aflitas às 5h15 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. A tarde vã, desperdiçada, no rosto de cada semelhante. Como se cada um tivesse uma coisa sem remédio na parte alta da cavidade torácica. Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival. 


       Falta de exercício respiratório. Nada mais que isso. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar. É preciso aspirar, no mínimo, quatro litros de oxigênio em cada tomada de ar. O homem de hoje não respira, ofega. Como os cachorros. E isto altera o equilíbrio moral de cada um. 


      Aflige-me o pobre olhar das multidões. Por nada. Não há culpa ou causa comum. Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular, porque na angústia, no fundo da grande angústia, há uma cômoda preguiça, um estágio de lânguido torpor como o do ópio. Não há nada a fazer pelas pessoas da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. 


MARIA, A. A tarde e a multidão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 122-123. 

Ao dizer “um estágio de lânguido torpor como o do ópio” para tratar da angústia, o narrador se refere: 
Alternativas
Q3170995 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A tarde a multidão


       Todos estão tristes às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. São muitas pessoas e todos os rostos são apreensivos. É como se houvesse uma causa comum, essencial, anterior. Todos caminham amargurados às 4h25 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana.


       Por quê, se não vai chover e se o mar não vai transbordar? Por que esse ar de todos, tão aflito, de quem não se sabe achar? 


     Tempos atrás, passei pela avenida Nossa Senhora de Copacabana, todos eram felizes. O amargurado era eu. Hoje, na multidão, não tenho mais que dois problemas. Dói-me a botina nova, no pé esquerdo, e vou comprar um ferro elétrico. Quanto à botina, bastará descalçá-la quando chegar em casa. E sentir a dor passando, que é um prazer muito maior que o de nunca ter tido dor nenhuma. Mas, o ferro elétrico? E o ferro elétrico? Como é que se compra um ferro elétrico? 


       Pergunta-me o homem do balcão:


       — Como é que o senhor quer o ferro elétrico?


       Hesito e respondo, na medida do possível:


       — Um que seja bem elétrico. 



      Sim, porque se vou comprar um ferro elétrico, quanto mais elétrico for, melhor. Se fosse comprar um quadro-negro, tinha que ser o mais negro de todos. 


      Volto à rua e as pessoas estão ainda mais aflitas às 5h15 da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. A tarde vã, desperdiçada, no rosto de cada semelhante. Como se cada um tivesse uma coisa sem remédio na parte alta da cavidade torácica. Uma angústia, uma falta de ar, malgrado a tarde estival. 


       Falta de exercício respiratório. Nada mais que isso. O homem se desentende consigo mesmo porque se esquece de respirar. É preciso aspirar, no mínimo, quatro litros de oxigênio em cada tomada de ar. O homem de hoje não respira, ofega. Como os cachorros. E isto altera o equilíbrio moral de cada um. 


      Aflige-me o pobre olhar das multidões. Por nada. Não há culpa ou causa comum. Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular, porque na angústia, no fundo da grande angústia, há uma cômoda preguiça, um estágio de lânguido torpor como o do ópio. Não há nada a fazer pelas pessoas da tarde, na avenida Nossa Senhora de Copacabana. 


MARIA, A. A tarde e a multidão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 122-123. 

A expressão “calvário particular”, que ocorre no texto ‒ “Cada qual carrega o seu deserto, seu calvário particular” ‒, se refere: 
Alternativas
Q3166818 Educação Artística
O Romantismo:
I. Teve sua gestação na Europa e pode definir-se sumariamente como uma reação ao Classicismo e suas derivações.
II. Elegeu a emoção, a individualidade, a alma, os sentimentos e as manifestações exageradas de afeição como forma de expressão artística.
III. Relegou para segundo plano os padrões rígidos coletivos, o equilíbrio e a razão.
São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3166817 Educação Artística
Indiscutivelmente, dois manifestos contribuíram para preservar as ideias da semana modernista: Poesia Pau Brasil e Antropofágico, lançados em 1924. Quem redigiu os manifestos?
Alternativas
Q3166816 Educação Artística
Sobre os reflexos dos movimentos europeus no Brasil, julgue as seguintes afirmativas:
I. No Brasil, a maior parte das produções artísticas próximas do período da Independência (1822) manifestou de modo idealizado o nacionalismo, o heroísmo e o historicismo.
II. A pintura acadêmica da Academia Imperial de Belas Artes mesclou todo o rigor neoclássico a elementos românticos e realistas adaptados à realidade nacional.
III. Meirelles expressou em suas obras a idealização tanto dos colonizadores, como heróis nacionais, quanto dos indígenas, geralmente retratados como puros e ingênuos.
São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3166815 Educação Artística
A arte gótica, ou o estilo gótico foi assim nomeada pelos renascentistas pois: 
Alternativas
Q3166814 Educação Artística
É o mais antigo tipo de arte da História. Esse tipo de arte teve início no período Paleolítico Superior e é encontrada em todos os continentes. Seu estudo favoreceu o conhecimento de pesquisadores em relação aos hábitos dos povos da Antiguidade e a sua cultura. Trata-se:
Alternativas
Q3166813 Artes Cênicas
Julgue as seguintes afirmativas sobre o teatro:
I. Consiste em manifestação artística que envolve a ação física.
II. Suas narrativas são construídas por meios exclusivamente verbais.
III. Normalmente, o teatro é desenvolvido de modo coletivo e colaborativo, embora também possa ser individual.
IV. É composto de elementos como as personagens, o espaço cênico, a ação e o público.
São corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3166358 História e Geografia de Estados e Municípios
Recentemente o município de Lavrinhas começou a contar com uma Rampa de Voo Livre denominada Rampa do Jacu, pois: 
Alternativas
Q3166357 História e Geografia de Estados e Municípios

São belezas naturais da cidade de Lavrinhas:


I. Cachoeira da Pedreira.


II. Poço Azul.


III. Cachoeira do Major.


IV. Pedra da Mina.


V. Pico Agudo.


São corretas as afirmativas:

Alternativas
Q3166354 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Representar judicial e extrajudicialmente o Município é função institucional:
Alternativas
Q3166353 Matemática
Uma torneira com vazamento demora 20 minutos para encher um copo com 200ml. Sabendo que o vazamento foi percebido apenas após 30 dias, quanto de água foi desperdiçado?
Alternativas
Q3166352 Raciocínio Lógico
Sabendo que o vigésimo evento das flores de uma determinada cidade ocorreu em 2024 e que a cada quatro anos o evento se repete, em qual ano será realizada a edição de número 35 do evento?
Alternativas
Respostas
6661: E
6662: B
6663: A
6664: D
6665: C
6666: E
6667: B
6668: D
6669: B
6670: D
6671: C
6672: D
6673: B
6674: A
6675: B
6676: B
6677: D
6678: C
6679: C
6680: C