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Q1020555 Português

Leia o texto a seguir.


Amou daquela vez como se fosse a última

Beijou sua mulher como se fosse a última

E cada filho seu como se fosse o único

E atravessou a rua com seu passo tímido


Subiu a construção como se fosse máquina

Ergueu no patamar quatro paredes sólidas

Tijolo com tijolo num desenho mágico

Seus olhos embotados de cimento e lágrima


Sentou pra descansar como se fosse sábado

Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe

Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago

Dançou e gargalhou como se ouvisse música


E tropeçou no céu como se fosse um bêbado


E flutuou no ar como se fosse um pássaro

E se acabou no chão feito um pacote flácido

Agonizou no meio do passeio público


Morreu na contramão, atrapalhando o tráfego

[...]            (“Construção” – Chico Buarque)


Quanto à relação entre o gênero desse texto e sua tipologia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1020554 Português

Leia a sentença a seguir.


“Denise era inteligente, mas especialmente sagaz”.


Nesse caso, a conjunção destacada tem valor

Alternativas
Q1020552 Português

Analise a tirinha a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

                      


A respeito da linguagem utilizada nesse texto, é correto afirmar:

Alternativas
Q1020551 Português

Leia a sentença a seguir.


“Julia e Adriano não têm noção de quanto são estimados pelos amigos.”


O acento atribuído à palavra destacada justifica-se pois

Alternativas
Q1020550 Português

Leia o trecho a seguir.


“Quando fui ____ Bahia, fiquei hospedada ____ 500 metros da Praia de Itapuã, em Salvador. Em relação ___ atrações turísticas, gostei muito da cidade. Aproveitei para me exercitar e andar ___ pé pela orla.”


Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas anteriores.

Alternativas
Q1020549 Português

                                      Óleo de rícino


Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.

Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão, já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto por médicos tradicionais como pela autodenominada medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a receita vinha de um renomado professor universitário, autor de um tratado de clínica médica adotado em várias faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava convencida de que, graças à ação do famigerado óleo, as dores entravam em períodos de acalmia.

Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática? É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele tempo oferecia poucos recursos e não era baseada em evidências experimentais. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente ou de acordo com ideias pré-concebidas e experiências pessoais. Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.

A explosão do conhecimento científico, que revolucionou a forma de praticar medicina na segunda metade do século 20, implantou o paradigma de que qualquer tratamento médico só pode ser adotado depois de haver demonstrado eficácia estatisticamente significante em estudos conduzidos com absoluto rigor científico. A experiência pessoal ou de terceiros é importante para ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é suficiente para substituí-los.

Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode trazer para algumas pessoas.

O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer.

Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de barragens. 

O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.

O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em nenhum estudo realizado.

[...]

A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir qual das opções é a mais adequada para seu caso.

Disponível em:<https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/oleo-de-ricino/>. Acesso em: 22 jul. 2019.

Releia o trecho a seguir.


“Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos [...]”


A palavra destacada, nesse contexto, tem sentido correspondente a:

Alternativas
Q1020548 Português

                                      Óleo de rícino


Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.

Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão, já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto por médicos tradicionais como pela autodenominada medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a receita vinha de um renomado professor universitário, autor de um tratado de clínica médica adotado em várias faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava convencida de que, graças à ação do famigerado óleo, as dores entravam em períodos de acalmia.

Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática? É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele tempo oferecia poucos recursos e não era baseada em evidências experimentais. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente ou de acordo com ideias pré-concebidas e experiências pessoais. Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.

A explosão do conhecimento científico, que revolucionou a forma de praticar medicina na segunda metade do século 20, implantou o paradigma de que qualquer tratamento médico só pode ser adotado depois de haver demonstrado eficácia estatisticamente significante em estudos conduzidos com absoluto rigor científico. A experiência pessoal ou de terceiros é importante para ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é suficiente para substituí-los.

Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode trazer para algumas pessoas.

O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer.

Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de barragens. 

O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.

O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em nenhum estudo realizado.

[...]

A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir qual das opções é a mais adequada para seu caso.

Disponível em:<https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/oleo-de-ricino/>. Acesso em: 22 jul. 2019.

Releia o trecho a seguir.


“O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.”


Considerando o contexto em que está inserido, pode-se afirmar que nesse trecho o autor

Alternativas
Q1020547 Português

                                      Óleo de rícino


Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.

Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão, já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto por médicos tradicionais como pela autodenominada medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a receita vinha de um renomado professor universitário, autor de um tratado de clínica médica adotado em várias faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava convencida de que, graças à ação do famigerado óleo, as dores entravam em períodos de acalmia.

Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática? É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele tempo oferecia poucos recursos e não era baseada em evidências experimentais. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente ou de acordo com ideias pré-concebidas e experiências pessoais. Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.

A explosão do conhecimento científico, que revolucionou a forma de praticar medicina na segunda metade do século 20, implantou o paradigma de que qualquer tratamento médico só pode ser adotado depois de haver demonstrado eficácia estatisticamente significante em estudos conduzidos com absoluto rigor científico. A experiência pessoal ou de terceiros é importante para ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é suficiente para substituí-los.

Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode trazer para algumas pessoas.

O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer.

Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de barragens. 

O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.

O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em nenhum estudo realizado.

[...]

A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir qual das opções é a mais adequada para seu caso.

Disponível em:<https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/oleo-de-ricino/>. Acesso em: 22 jul. 2019.

O texto propõe uma contraposição entre a medicina científica e a medicina antiga. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.


I. Segundo o texto, a experiência de outros pacientes não é importante para a conduta do médico na atualidade.

II. Até hoje utilizam-se práticas relacionadas à saúde que não têm comprovação científica.

III. O conhecimento científico corrobora a ideia de uma prática da medicina baseada em teorias pré-concebidas.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q1020546 Português

                                      Óleo de rícino


Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.

Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão, já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto por médicos tradicionais como pela autodenominada medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a receita vinha de um renomado professor universitário, autor de um tratado de clínica médica adotado em várias faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava convencida de que, graças à ação do famigerado óleo, as dores entravam em períodos de acalmia.

Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática? É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele tempo oferecia poucos recursos e não era baseada em evidências experimentais. Os médicos adotavam condutas e receitavam remédios com base em teorias jamais comprovadas cientificamente ou de acordo com ideias pré-concebidas e experiências pessoais. Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores, complexos vitamínicos e de mirabolantes associações de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza, irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.

A explosão do conhecimento científico, que revolucionou a forma de praticar medicina na segunda metade do século 20, implantou o paradigma de que qualquer tratamento médico só pode ser adotado depois de haver demonstrado eficácia estatisticamente significante em estudos conduzidos com absoluto rigor científico. A experiência pessoal ou de terceiros é importante para ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é suficiente para substituí-los.

Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode trazer para algumas pessoas.

O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos 1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade, preveniria gripes, resfriados e até câncer.

Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de barragens. 

O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.

O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em nenhum estudo realizado.

[...]

A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir qual das opções é a mais adequada para seu caso.

Disponível em:<https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/oleo-de-ricino/>. Acesso em: 22 jul. 2019.

Quando o texto afirma que “A medicina baseada em evidências decretou o fim do médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em hieróglifos.”, é correto afirmar que o termo “hieróglifo” é tomado em seu sentido
Alternativas
Q1015250 Pedagogia
Aponte o que se pode afirmar a respeito das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (MEC, 2010):
Alternativas
Q1015249 Pedagogia
Quanto aos procedimentos de avaliação na Educação Infantil (MEC, 2010), pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1015248 Pedagogia

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, relacionando os conceitos, presentes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (MEC, 2010), às suas respectivas definições.


1ª Coluna

(I) Avaliação

(II) Educação Infantil

(III) Criança

(IV) Currículo


2ª Coluna

( ) é o conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico.

( ) é o sujeito histórico e de direitos que constrói sua identidade pessoal e coletiva e sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.

( ) é a primeira etapa da educação básica, oferecida em creches e pré-escolas, no período diurno, em jornada integral ou parcial.

( ) é o conjunto de procedimentos e registros para o acompanhamento do trabalho pedagógico e do desenvolvimento das crianças.


Marque a alternativa, observando a ordem atribuída na 2ª coluna.

Alternativas
Q1015247 Pedagogia

Assinale a questão que melhor se adequa à resposta seguinte.


E o plano orientador das ações da instituição e define as metas que se pretende para a aprendizagem e o ; desenvolvimento das crianças que nela são educados e cuidados.

(Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, j Brasília: MEC, 2010, p. 13)

Alternativas
Q1015246 Pedagogia

A que tipo de história infantil se refere a descrição a seguir?


Apresenta um evento desencadeador da narrativa, que a partir daí é contada de maneira repetitiva, ou seja, a mesma ação é realizada por diversos personagens: surge um personagem, que não consegue resolver a questão levantada pela história, aparece outro, que também não consegue, e assim sucessivamente. Esse tipo de estrutura facilita a antecipação dos acontecimentos por parte das crianças, tornando mais fácil a leitura da história.

(TRILHAS. Caderno de orientações. São Paulo: Ministério da Educação, 2011. p.2.)

Alternativas
Q1015245 Pedagogia

No que diz respeito à literatura infantil, coloque V para o que é verdadeiro e F para o que é falso.


( ) O trabalho com literatura no dia a dia das crianças é importante para que elas participem do mundo letrado e da linguagem escrita.

( ) Ao conhecer muitas histórias, a criança não vai compreendendo as características dos diversos tipos de narrativas.

( ) Na Educação Infantil, é essencial que o trabalho a ser feito com textos literários seja realizado só de forma espontânea.

( ) Histórias com repetição favorecem a compreensão e a memorização do texto pelas crianças, permitindo uma leitura autônoma.

( ) As situações de leitura participativa convidam a criança a assumir o papel de leitora, desafiando-a para novos aprendizados.


Assinale a alternativa, observando a ordem das respostas dadas acima.

Alternativas
Q1015244 Pedagogia
No que se refere ao papel do desenho no desenvolvimento da criança, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1015243 Pedagogia

Leia as asserções a respeito da educação inclusiva (BRASIL, 2015) e marque a alternativa que julgar pertinente.


I- O Atendimento Educacional Especializado é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria  escola ou em outra escola de ensino regular, como também em  Centro de Atendimento Educacional Especializado.

II- O Atendimento Educacional Especializado deve ser realizado no turno da escolarização do aluno como substitutivo às classes comuns.

III- A educação inclusiva prevê a elaboração, a disponibilização a avaliação de estratégias pedagógicas, de serviços e recursos de acessibilidade para a promoção efetiva do direito de todos à educação.

Alternativas
Q1015242 Pedagogia

Aponte os tipos de jogos, segundo Piaget, que completam, respectivamente, as três lacunas nas assertivas seguintes:


I- Jogo________ é a primeira forma de jogo que a criança conhece e aparece antes do desenvolvimento verbal completo; tem como característica o fato da criança brincar pelo prazer do conhecimento do objeto, da exploração e do desenvolvimento motor.

II- Jogo________ é uma forma de jogo em que a criança faz de conta que é outra pessoa ou se imagina em outra situação, ou atribui outra função a um objeto; é, de certa forma, uma maneira de a criança comunicar ao outro aquilo que sente.

III- Jogo________ é caracterizado pelo conjunto de leis que é seguido pelo grupo; necessita de parceiros que aceitem o cumprimento das obrigações pré-definidas; é um jogo estritamente social.

Alternativas
Q1015241 Pedagogia

Considerando o papel da música no contexto da Educação Infantil, marque a alternativa correta.


I- O trabalho com música envolve a exploração de sons, jogos com movimento e repertórios de canções.

II- As cantigas e brincadeiras cantadas, na fusão de gestos e sonoridades, tornam a atividade prazerosa.

III- As brincadeiras cantadas, tradicionais ou contemporâneas, são fontes de saberes culturais entre as gerações.

IV- Na criação de temas e melodias, as crianças somente são encorajadas a reproduzir ao invés de criar suas próprias canções.

Alternativas
Respostas
15161: D
15162: A
15163: B
15164: D
15165: D
15166: C
15167: A
15168: D
15169: B
15170: A
15171: D
15172: A
15173: C
15174: B
15175: A
15176: D
15177: B
15178: C
15179: C
15180: A