Questões de Concurso
Para professor - educação infantil
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Assim, entre outros objetivos este documento visa:
I. Todos os equipamentos sejam liberados para uso irrestrito do estudante no ambiente escolar.
II. O estudante seja conscientizado de que o auxílio da tecnologia é destinado a fins pedagógicos.
III. Todos os estudantes tenham acesso igualitário aos aparatos.
IV. O uso do equipamento esteja vinculado ao grau de importância da disciplina.
É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente (EXCETO):
I. A avaliação for para classificar e não para promover.
II. As atividades avaliativas valorizarem parâmetros comparativos sem levar em consideração as particularidades de cada indivíduo.
III. As instituições educacionais se preocuparem mais com a aprendizagem significativa dos estudantes ao invés de prepará-los para a realização de exames nacionais e seus percentuais de aprovação e reprovação.
IV. As instituições de ensino intensificarem a reflexão sobre práticas discriminatórias aos estudantes com déficits cognitivos e o impacto causado no processo avaliativo.
Classificando as afirmações acima de acordo com o critério de veracidade (Verdadeira ou Falsa), a sequência I, II, III e IV nesta ordem é classificada como:
Nesta frase, Cipriano Carlos Luckesi destaca a transformação como sendo o principal objetivo em um processo de aprendizagem e sugere que para alcançá-lo é fundamental que todo planejamento seja baseado na intencionalidade.
Contextualizado no processo de avaliação escolar, este pensamento propõe que:
No dia 1º, o fiscal me impediu de expor na feira do Trianon. Me inscrevi em 2004, fiz teste de aptidão, paguei taxas de uso de solo e de licença, e comecei a trabalhar na semana seguinte. O juiz que cassou a liminar provavelmente nem leu o processo. Nossa advogada anexou documentos provando a legalidade dos expositores - que estão com problemas porque funcionários da Prefeitura perderam os documentos de quem fez teste em 2004. Nós, artesãos, criamos objetos de arte considerados cultura no mundo todo - menos no Brasil. E, aos 63 anos, não tenho perspectiva de conseguir outro trabalho. Andrea Matarazzo. Secretário das Subprefeituras e Subprefeito da Sé (São Paulo Reclama. O Estado de S. Paulo, 12 de agosto de 2007, p. C2) FONTE: SARESP, 2007
No trecho “Me inscrevi em 2004, fiz teste de aptidão, paguei taxas de uso de solo e de licença, e comecei a trabalhar na semana seguinte”, a palavra sublinhada possui a função de iniciar uma oração:
“Que semelhança mais perfeita existe entre nossas duas mãos! E, no entanto, que impressionante desigualdade! Para a mão direita vão as honras, as designações lisonjeiras, as prerrogativas: ela age, ordena e toma. A mão esquerda, ao contrário, é desprezada e reduzida ao papel de uma humilde auxiliar: sozinha nada pode fazer; ela ajuda, ela apoia, ela segura. A mão direita é o símbolo e o modelo de toda a aristocracia; a mão esquerda, de todas as pessoas comuns. Quais são os títulos de nobreza da mão direita? De onde vem a servidão da esquerda?” HERTZ, Robert. *Adaptado: Reforma Ortográfica.
No texto acima, a repetição de um termo fica subentendida, sem que isso prejudique a compreensão da sentença no seguinte período:
Poucas espécies de animais despertam tanto interesse nos cientistas como as que vivem nas áreas alagadas da Floresta Amazônica. Elas possuem adaptações genéticas poderosas que as fazem resistir a condições extremas – habitam, exemplo, pântanos que contêm ácido sulfúrico, gás metano e pouquíssimo oxigênio. Para desvendar o segredo dessa adaptação, cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia irão sequenciar o DNA dos animais das áreas inundadas (1,3 milhão de quilômetros). A verba para esse estudo, que levará três anos, é de R$ 7 milhões. Isto É. São Paulo: Três Editorial, ano 32, n. 2049, p. 100, 18 fev. 2009. Acessado em: 29/11/2019 *Adaptado: Reforma ortográfica.
Considerando as regras de acentuação gráfica, podemos afirmar que:
Não há nada mais gostoso do que o mim sujeito de verbo no infinito. Pra mim brincar. As cariocas que não sabem gramática falam assim. Todos os brasileiros deviam de querer falar como as cariocas que não sabem gramática. As palavras mais feias da língua portuguesa são quiçá, alhures e miúde. (BANDEIRA, Manuel. Seleta em prosa e verso. Org: Emanuel de Moraes.4. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. P. 19)
Apesar do escritor conhecer as normas que regem a colocação pronominal, ele prefere o português que emprega o “mim” como sujeito antes de um verbo no infinitivo por acreditar que essa construção seja mais eufônica. Também podemos observar o emprego do pronome mim em desacordo com a norma-padrão no seguinte período:
A Terra é frágil. Melhor, ficou frágil. Antigamente, quando caçava mamutes, o homem tinha medo da natureza: raios, trovões, inundações, rios e mares enormes, frio e calor. O homem não conhecia a natureza. À medida que a foi conhecendo, também a foi aniquilando, a tal ponto que a situação se inverteu: hoje ele tem medo da própria delicadeza da Terra, enfraquecida diante de sua hostilidade, com seus mecanismos naturais de autorregeneração destruídos pela capacidade desmedida. Declaramos guerra à natureza e somos os perdedores ao vencê-la. Se a tratássemos com amor, ela poderia ser infinita, desde que não fosse saqueada ao extremo de sua resistência e capacidade regenerativa. CHIAVENATO, Júlio José. O massacre da natureza. Disponível em: . Acesso em: 28 mar. 2010.
A partir da última reforma ortográfica, ocorrida no nosso idioma, modificaram-se algumas das regras de uso do hífen. O termo “autorregeneraçao” em destaque no texto passou a ser utilizado sem o hífen devido a seguinte alteração na regra anterior: