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Q3296799 Pedagogia
O planejamento pedagógico auxilia na coerência entre objetivos, conteúdos e avaliações, orientando o desenvolvimento de competências formativas. Assinale a alternativa que expõe um elemento fundamental do plano de ensino.
Alternativas
Q3296798 Pedagogia
As tendências pedagógicas no Brasil refletem disputas históricas, epistemológicas e ideológicas sobre o papel social da educação e o lugar da didática no processo formativo. Considerando esse contexto, avalie as proposições a seguir:

I. A pedagogia liberal renovada tende a valorizar a experiência do aluno, contudo, mantém-se atrelada à lógica meritocrática e à naturalização das desigualdades sociais no espaço escolar.
II. A pedagogia progressista histórico-crítica compreende a didática como mediação necessária entre o saber sistematizado e a realidade concreta do estudante, opondo-se ao espontaneísmo educativo.
III. A pedagogia tecnicista organiza o ensino com base em objetivos operacionais e métodos padronizados, priorizando eficiência técnica em detrimento da reflexão crítica. 
IV. A pedagogia libertadora propõe um exercício didático centrado na problematização da realidade vivida, favorecendo o diálogo e a autonomia na construção do conhecimento.


Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q3296797 Pedagogia
Uma professora observou conflitos constantes na sala, pois o ambiente disciplinar gerava tensão e pouca colaboração. Ela adotou práticas baseadas na participação, promovendo assembleias semanais e distribuição de tarefas coletivas. Entretanto, parte dos estudantes ainda demonstrava resistência, questionando a autoridade docente. Qual atitude fortalece o processo formativo?
Alternativas
Q3296796 Pedagogia
A didática impulsiona o processo de ensino, conectando teoria e prática para ampliar a qualidade da formação docente. Nessa perspectiva, o professor equilibra aspectos técnicos e políticos, considerando a realidade escolar. Marque a alternativa que expressa um enfoque compatível com essa visão.
Alternativas
Q3296795 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente, em consonância com a ortografia oficial do português:
Alternativas
Q3296794 Português
Na frase: “Ele enviou o relatório, mas não recebeu resposta alguma”, a conjunção “mas” estabelece relação de:
Alternativas
Q3296793 Português
Considere a estrutura: “Embora estivesse cansado, ele continuou trabalhando.” Podemos afirmar que:
Alternativas
Q3296789 Português
Marque a opção em que há erro de grafia segundo a ortografia oficial:
Alternativas
Q3296788 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente acentuadas de acordo com as normas vigentes:
Alternativas
Q3296787 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
No último parágrafo, o narrador observa que, apesar de um possível futuro empreendimento, “até lá, aquele mato continuará existindo”. Que conclusão essa passagem sugere?
Alternativas
Q3296786 Português
Leia o texto:


“O mato”


    Nas cercanias de um bairro antigo, há um terreno baldio coberto por uma profusão de plantas silvestres. De longe, parece apenas um emaranhado confuso de mato; mas, ao se aproximar, percebe-se a imensa variedade de folhas, flores e caules que ali brotam.

    O narrador, ao passar diante daquele terreno, sente um misto de curiosidade e encanto. Observa que, mesmo num espaço urbano, a natureza resiste e insiste em surgir onde há descuido ou abandono humano.

    Em meio aos arbustos, vislumbra borboletas e até alguns pássaros de pequeno porte, que ali encontram abrigo ou alimento. O lugar, antes visto como mero símbolo de desordem, revela-se também habitat de vida pulsante.

    Através de lembranças de infância, o narrador recorda quando explorava terrenos semelhantes para caçar vagalumes ou catar frutas caídas. Nesses devaneios, percebe o quanto a cidade se transforma, mas o mato continua a brotar, teimoso e gratuito.

    Às vezes, o mato é arrancado ou queimado para dar lugar a construções. Porém, enquanto não surgem paredes e cimento, a vegetação retorna, num ciclo quase inevitável. Para o narrador, essa força silenciosa contrasta com a pressa e a artificialidade urbanas.

    Ele considera o mato um lembrete de que a natureza não se rende facilmente: uma semente esquecida pode florescer, um espaço vazio pode se tornar um refúgio verde. E, nesse contraste, identifica uma forma de poesia espontânea.

    Há quem passe pelo lugar e o considere feio ou sujo. Outros sentem receio de bichos ou insetos que possam viver ali. O narrador, entretanto, enxerga a beleza que se esconde nos detalhes, nas cores e movimentos.

    Ao final, ele reflete sobre a finitude das coisas. Sabe que um dia o terreno será comprado, murado ou transformado em prédio. Mas, até lá, aquele mato continuará existindo como testemunha da vitalidade que a natureza mantém, mesmo em meio ao concreto.

Fonte: “O mato”, Rubem Braga. (Adaptado) 
Segundo o texto, qual a ideia central sobre o terreno baldio coberto de mato?
Alternativas
Q3290344 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

Infere-se do texto que a sua principal mensagem é:
Alternativas
Q3290343 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.


Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.


Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.


Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.


Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.


Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.


É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.


Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.


Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.


A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(Pertencer, Clarice Lispector)

Segundo o texto, de onde vem a vontade intensa de pertencer da autora?
Alternativas
Q3290338 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre grandes autores que influenciaram a educação de crianças e suas contribuições e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

( ) Jean Piaget concebe que a criança atinge o pensamento lógico-abstrato precocemente, atribuindo papel mínimo ao ambiente; para ele, a construção do conhecimento advém prioritariamente de fatores maturacionais inatos.
( ) Lev Vygotsky defende que o desenvolvimento cognitivo está fortemente vinculado às interações sociais e culturais, enfatizando a mediação de adultos ou pares mais experientes e o uso da linguagem como ferramenta de construção interna.
( ) Emília Ferreiro, ao investigar a aquisição da leitura e da escrita, demonstra que a criança formula sucessivas hipóteses sobre o sistema alfabético, partindo de desenvolvimentos pré-silábicos rumo ao alfabético, ressaltando o valor do conflito cognitivo ao confrontar suas concepções com a escrita convencional.
( ) Maria Montessori propõe um “ambiente preparado” que promova a autonomia das crianças, defendendo a observação atenta do professor e a apresentação sequenciada de materiais em consonância com períodos sensíveis de aprendizagem.
( ) Paulo Freire valoriza a leitura de mundo e a leitura da palavra desde os primeiros anos, postulando que a educação deve fomentar a consciência crítica, o diálogo e a transformação social, inclusive na infância.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3290337 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo sobre o desenvolvimento psicomotor na primeira infância.

I. O domínio do esquema corporal no início da infância implica progressivamente processos maturacionais e influências socioculturais, articulando percepção e ação.
II. A estimulação precoce de atividades psicomotoras, priorizando técnicas exaustivas, favorece a progressão global e mantém inalterada a percepção espacial, gerando maior uniformidade no desempenho motor.
III. A maturação neurológica, associada à exploração ativa do ambiente, propicia o desenvolvimento progressivo de habilidades como equilíbrio e produtividade fina.
IV. A reprodução de gestos isolados, independentemente de sua significação, promove a internalização rápida de padrões motores produzidos, viabilizando ampla transferência desses movimentos em diferentes contextos.
V. A integração sensório-motora ao longo da infância é influenciada pela qualidade das experiências lúdicas e pelo vínculo primeiramente estabelecido em situações interativas.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3290336 Pedagogia
Jean Piaget destacou a relação entre linguagem e estruturas cognitivas na infância, afirmando que, a:
Alternativas
Q3290335 Pedagogia
Com base na teoria de Jean Piaget sobre a formação de estruturas cognitivas na infância, que postula projetos de desenvolvimento em que uma criança constrói e reorganiza ativamente seus esquemas de pensamento, a ação CORRETA do professor para promover o desenvolvimento do raciocínio lógico em estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, é:
Alternativas
Respostas
4901: D
4902: D
4903: C
4904: A
4905: B
4906: D
4907: C
4908: A
4909: D
4910: C
4911: B
4912: B
4913: D
4914: C
4915: D
4916: B
4917: C
4918: A
4919: D
4920: B