Questões de Concurso Para relações públicas

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Q2077252 Relações Públicas
Sobre a identificação da missão, da visão e dos valores na formulação do plano estratégico de comunicação, relacione a coluna da direita com a da esquerda, numerando os parênteses:
(1) Razão de ser de uma organização e o papel que ela exerce na sociedade. (2) Está relacionada com o futuro. Espelha-se no futuro para agir no presente. (3) Convicções e princípios morais da cultura da organização que dão significado às suas normas de comportamento.
( ) VISÃO ( ) VALORES ( ) MISSÃO

A ordem numérica CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2077251 Relações Públicas
As doze etapas de um processo de planejamento aplicado à comunicação organizacional são ordenadas CORRETAMENTE.
(1) Implantação do planejamento (2) Identificação da realidade situacional (3) Levantamento de Informações (4) Adoção de estratégias (5) Determinação de objetivos e metas (6) Identificação dos públicos envolvidos (7) Análise dos dados e construção de um diagnóstico (8) Estabelecimento de ações necessárias (9) Fixação de técnicas de controle (10) Definição de recursos a serem alocados (11) Previsão de formas alternativas de ação (12) Avaliação dos resultados

A alternativa que apresenta o ordenamento CORRETO das etapas de planejamento de relações públicas é: 
Alternativas
Q2077250 Jornalismo
Sobre o composto da comunicação integrada, relacione a coluna da direita com a da esquerda:

(1) Rede formal e informal (2) Editoração multimídia (3) Feiras e exposições  (4) Intranet

( ) Comunicação Mercadológica ( ) Comunicação Institucional ( ) Comunicação Administrativa  ( ) Comunicação Interna
A ordem numérica CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2077249 Jornalismo
No composto da comunicação organizacional integrada, a que constrói uma personalidade creditiva e tem como proposta básica a influência político-social na sociedade é denominada, CORRETAMENTE,
Alternativas
Q2077248 Relações Públicas
Segundo Kunsch, o planejamento é inerente ao processo de gestão estratégica e, para compreender sua natureza essencial, é preciso levar em consideração quatro princípios: a contribuição aos objetivos, a função de precedência, a abrangência e a eficiência dos planos.
Sobre seus principais conceitos, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

(1) Significa fazer bem-feito, de maneira adequada, com redução de custos, desempenho competente e rendimento técnico. 
(2) Liga-se a resultados – em função dos quais é preciso escolher alternativas e ações corretas, usando para tanto conhecimento e criatividade para fazer o que é mais viável e certo.
(3) Relaciona-se com a permanência no ambiente e a perenidade no tempo, no contexto da obtenção dos objetivos globais. 

( ) EFETIVIDADE
( ) EFICIÊNCIA
( ) EFICÁCIA

A sequência numérica CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2077247 Relações Públicas
Coloque PE nas afirmativas relativas ao Planejamento Estratégico e AE nas relativas à Administração Estratégica
( ) Estabelece um posicionamento em relação ao ambiente ( ) Acresce capacitação estratégica ( ) Incorpora aspirações de pessoas ( ) Lida com fatos, ideias, probabilidades ( ) Culmina com um novo comportamento
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2077246 Relações Públicas
Sobre a evolução do planejamento estratégico direcionado para a comunicação organizacional, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2074415 Direito Constitucional
A Constituição, na relação entre as autoridades estatais e particulares, no Estado de Direito, tem por finalidade:
Alternativas
Q2074414 Direito Constitucional
A soberania, no âmbito do Estado como objeto de estudo e experiência moderna, expressa: 
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Q2074412 Português

Milly Lacombe

Minhas duas primeiras memórias de infância envolvem meu pai.

    Na primeira delas, estou em seus ombros, no meio de uma multidão que cantava, pulava e festejava. Enrolados em uma bandeira do Brasil que minha mãe havia feito na máquina de costura, que ficava no mesmo quarto da TV em branco e preto. Eu tinha três anos, ele tinha 43. A seleção tinha acabado de ser tricampeã mundial de futebol e meu pai e eu celebrávamos no meio de outras centenas de pessoas na rua General Glicério, em Laranjeiras, no Rio.

    Na segunda memória, estou subindo com ele a rampa do Maracanã. Eu tinha um pouco mais que três anos, mas não muito mais. Lembro-me da mão dele segurando a minha, lembro-me de olhar para cima e vê-lo ali sorrindo para mim. Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. Lembro-me das camisas e bandeiras misturadas: vermelho e preto em alguns; verde, branco e grená em outros. Ele e eu fazíamos parte desse segundo grupo de pessoas. Na minha outra mão, uma almofadinha com as cores do Fluminense, feita por minha mãe na máquina de costura que ficava no mesmo quarto da TV branco e preta. A almofadinha era uma solução à dureza do concreto da arquibancada.

    Subindo a rampa, lembro-me de ver, lá bem longe e já no topo, uma abertura para o céu. Era para lá que caminhávamos, meu pai e eu, de mãos dadas. O que haveria ali além do céu? Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado. Ao final da rampa, uma abertura para um campo verde, de marcas brancas e milhares de pessoas cantando ao redor.

    Capturada pela imensidão do momento, outra vez olhei para cima e vi meu pai. Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco, apenas sentindo a grandeza do momento, apenas absorvendo uma experiência inaugural de amor e paixão. Depois de um tempo, ele me pegou no colo e subimos os degraus da arquibancada, sendo abençoados por um tanto de pó de arroz a cada passo. Não me lembro de mais nada.

    Não me lembro do placar, não me lembro do que aconteceu em campo, não me lembro do que comemos, nem dos sorvetes que não pedi. Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia. Mas, mais que qualquer coisa, lembro-me da mão de meu pai na minha. Se fechar os olhos, posso sentir a temperatura e a textura de sua mão na minha. Se fechar os olhos, sinto outra vez a exata pressão que a mão dele fazia na minha, todas as vezes que andávamos assim pelas ruas, e sinto a segurança que aquelas mãos me davam.

    Meu pai não está mais aqui, mas a sensação de sua mão na minha está. Pouca coisa, aliás, se manteve presente além dessa sensação. Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão. O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.

    Anos depois, eu conduziria meu sobrinho pela mesma rampa, mas agora interpretando o papel feito por meu pai.

    O que é a vida se não esse contínuo trocar de lugares e essa perpétua caminhada que pode nos levar a encontros grandiosos? Não muita coisa, eu acho. Um passo atrás do outro, uma batalha atrás da outra. Conquistas, fracassos. Vitórias, derrotas. Dias bons, dias ruins. Partidas, chegadas. E lá vamos nós outra vez.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nosso-estranhoamor/2022/11/[...].shtml (Adaptado) Acesso em: 30 dez. 2022.

A crase é obrigatória em: 
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Q2074411 Português

Milly Lacombe

Minhas duas primeiras memórias de infância envolvem meu pai.

    Na primeira delas, estou em seus ombros, no meio de uma multidão que cantava, pulava e festejava. Enrolados em uma bandeira do Brasil que minha mãe havia feito na máquina de costura, que ficava no mesmo quarto da TV em branco e preto. Eu tinha três anos, ele tinha 43. A seleção tinha acabado de ser tricampeã mundial de futebol e meu pai e eu celebrávamos no meio de outras centenas de pessoas na rua General Glicério, em Laranjeiras, no Rio.

    Na segunda memória, estou subindo com ele a rampa do Maracanã. Eu tinha um pouco mais que três anos, mas não muito mais. Lembro-me da mão dele segurando a minha, lembro-me de olhar para cima e vê-lo ali sorrindo para mim. Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. Lembro-me das camisas e bandeiras misturadas: vermelho e preto em alguns; verde, branco e grená em outros. Ele e eu fazíamos parte desse segundo grupo de pessoas. Na minha outra mão, uma almofadinha com as cores do Fluminense, feita por minha mãe na máquina de costura que ficava no mesmo quarto da TV branco e preta. A almofadinha era uma solução à dureza do concreto da arquibancada.

    Subindo a rampa, lembro-me de ver, lá bem longe e já no topo, uma abertura para o céu. Era para lá que caminhávamos, meu pai e eu, de mãos dadas. O que haveria ali além do céu? Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado. Ao final da rampa, uma abertura para um campo verde, de marcas brancas e milhares de pessoas cantando ao redor.

    Capturada pela imensidão do momento, outra vez olhei para cima e vi meu pai. Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco, apenas sentindo a grandeza do momento, apenas absorvendo uma experiência inaugural de amor e paixão. Depois de um tempo, ele me pegou no colo e subimos os degraus da arquibancada, sendo abençoados por um tanto de pó de arroz a cada passo. Não me lembro de mais nada.

    Não me lembro do placar, não me lembro do que aconteceu em campo, não me lembro do que comemos, nem dos sorvetes que não pedi. Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia. Mas, mais que qualquer coisa, lembro-me da mão de meu pai na minha. Se fechar os olhos, posso sentir a temperatura e a textura de sua mão na minha. Se fechar os olhos, sinto outra vez a exata pressão que a mão dele fazia na minha, todas as vezes que andávamos assim pelas ruas, e sinto a segurança que aquelas mãos me davam.

    Meu pai não está mais aqui, mas a sensação de sua mão na minha está. Pouca coisa, aliás, se manteve presente além dessa sensação. Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão. O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.

    Anos depois, eu conduziria meu sobrinho pela mesma rampa, mas agora interpretando o papel feito por meu pai.

    O que é a vida se não esse contínuo trocar de lugares e essa perpétua caminhada que pode nos levar a encontros grandiosos? Não muita coisa, eu acho. Um passo atrás do outro, uma batalha atrás da outra. Conquistas, fracassos. Vitórias, derrotas. Dias bons, dias ruins. Partidas, chegadas. E lá vamos nós outra vez.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nosso-estranhoamor/2022/11/[...].shtml (Adaptado) Acesso em: 30 dez. 2022.

A posição do pronome oblíquo destacado é facultativa em: 
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Q2074405 Português

Milly Lacombe

Minhas duas primeiras memórias de infância envolvem meu pai.

    Na primeira delas, estou em seus ombros, no meio de uma multidão que cantava, pulava e festejava. Enrolados em uma bandeira do Brasil que minha mãe havia feito na máquina de costura, que ficava no mesmo quarto da TV em branco e preto. Eu tinha três anos, ele tinha 43. A seleção tinha acabado de ser tricampeã mundial de futebol e meu pai e eu celebrávamos no meio de outras centenas de pessoas na rua General Glicério, em Laranjeiras, no Rio.

    Na segunda memória, estou subindo com ele a rampa do Maracanã. Eu tinha um pouco mais que três anos, mas não muito mais. Lembro-me da mão dele segurando a minha, lembro-me de olhar para cima e vê-lo ali sorrindo para mim. Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. Lembro-me das camisas e bandeiras misturadas: vermelho e preto em alguns; verde, branco e grená em outros. Ele e eu fazíamos parte desse segundo grupo de pessoas. Na minha outra mão, uma almofadinha com as cores do Fluminense, feita por minha mãe na máquina de costura que ficava no mesmo quarto da TV branco e preta. A almofadinha era uma solução à dureza do concreto da arquibancada.

    Subindo a rampa, lembro-me de ver, lá bem longe e já no topo, uma abertura para o céu. Era para lá que caminhávamos, meu pai e eu, de mãos dadas. O que haveria ali além do céu? Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado. Ao final da rampa, uma abertura para um campo verde, de marcas brancas e milhares de pessoas cantando ao redor.

    Capturada pela imensidão do momento, outra vez olhei para cima e vi meu pai. Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco, apenas sentindo a grandeza do momento, apenas absorvendo uma experiência inaugural de amor e paixão. Depois de um tempo, ele me pegou no colo e subimos os degraus da arquibancada, sendo abençoados por um tanto de pó de arroz a cada passo. Não me lembro de mais nada.

    Não me lembro do placar, não me lembro do que aconteceu em campo, não me lembro do que comemos, nem dos sorvetes que não pedi. Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia. Mas, mais que qualquer coisa, lembro-me da mão de meu pai na minha. Se fechar os olhos, posso sentir a temperatura e a textura de sua mão na minha. Se fechar os olhos, sinto outra vez a exata pressão que a mão dele fazia na minha, todas as vezes que andávamos assim pelas ruas, e sinto a segurança que aquelas mãos me davam.

    Meu pai não está mais aqui, mas a sensação de sua mão na minha está. Pouca coisa, aliás, se manteve presente além dessa sensação. Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão. O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.

    Anos depois, eu conduziria meu sobrinho pela mesma rampa, mas agora interpretando o papel feito por meu pai.

    O que é a vida se não esse contínuo trocar de lugares e essa perpétua caminhada que pode nos levar a encontros grandiosos? Não muita coisa, eu acho. Um passo atrás do outro, uma batalha atrás da outra. Conquistas, fracassos. Vitórias, derrotas. Dias bons, dias ruins. Partidas, chegadas. E lá vamos nós outra vez.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nosso-estranhoamor/2022/11/[...].shtml (Adaptado) Acesso em: 30 dez. 2022.

Em: “Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado.”, êxtase pode ser MELHOR substituída por
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Q2074400 Português

Milly Lacombe

Minhas duas primeiras memórias de infância envolvem meu pai.

    Na primeira delas, estou em seus ombros, no meio de uma multidão que cantava, pulava e festejava. Enrolados em uma bandeira do Brasil que minha mãe havia feito na máquina de costura, que ficava no mesmo quarto da TV em branco e preto. Eu tinha três anos, ele tinha 43. A seleção tinha acabado de ser tricampeã mundial de futebol e meu pai e eu celebrávamos no meio de outras centenas de pessoas na rua General Glicério, em Laranjeiras, no Rio.

    Na segunda memória, estou subindo com ele a rampa do Maracanã. Eu tinha um pouco mais que três anos, mas não muito mais. Lembro-me da mão dele segurando a minha, lembro-me de olhar para cima e vê-lo ali sorrindo para mim. Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. Lembro-me das camisas e bandeiras misturadas: vermelho e preto em alguns; verde, branco e grená em outros. Ele e eu fazíamos parte desse segundo grupo de pessoas. Na minha outra mão, uma almofadinha com as cores do Fluminense, feita por minha mãe na máquina de costura que ficava no mesmo quarto da TV branco e preta. A almofadinha era uma solução à dureza do concreto da arquibancada.

    Subindo a rampa, lembro-me de ver, lá bem longe e já no topo, uma abertura para o céu. Era para lá que caminhávamos, meu pai e eu, de mãos dadas. O que haveria ali além do céu? Depois de uma subida, bastante longa para um pequeno corpo que ainda não tinha feito cinco anos, lembro-me de conhecer o que, anos depois, entenderia ser o êxtase que vem com a experiência do sagrado. Ao final da rampa, uma abertura para um campo verde, de marcas brancas e milhares de pessoas cantando ao redor.

    Capturada pela imensidão do momento, outra vez olhei para cima e vi meu pai. Ele sorria e não se movia, como quem sabe que seria importante me deixar ali um pouco, apenas sentindo a grandeza do momento, apenas absorvendo uma experiência inaugural de amor e paixão. Depois de um tempo, ele me pegou no colo e subimos os degraus da arquibancada, sendo abençoados por um tanto de pó de arroz a cada passo. Não me lembro de mais nada.

    Não me lembro do placar, não me lembro do que aconteceu em campo, não me lembro do que comemos, nem dos sorvetes que não pedi. Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia. Mas, mais que qualquer coisa, lembro-me da mão de meu pai na minha. Se fechar os olhos, posso sentir a temperatura e a textura de sua mão na minha. Se fechar os olhos, sinto outra vez a exata pressão que a mão dele fazia na minha, todas as vezes que andávamos assim pelas ruas, e sinto a segurança que aquelas mãos me davam.

    Meu pai não está mais aqui, mas a sensação de sua mão na minha está. Pouca coisa, aliás, se manteve presente além dessa sensação. Talvez apenas a emoção de subir uma rampa cujo final é um campo de futebol onde dois times se enfrentarão. O caminho do sagrado, do final de um período escuro, frio e penoso que se abre para uma imensidão de luzes, sonhos e possibilidades.

    Anos depois, eu conduziria meu sobrinho pela mesma rampa, mas agora interpretando o papel feito por meu pai.

    O que é a vida se não esse contínuo trocar de lugares e essa perpétua caminhada que pode nos levar a encontros grandiosos? Não muita coisa, eu acho. Um passo atrás do outro, uma batalha atrás da outra. Conquistas, fracassos. Vitórias, derrotas. Dias bons, dias ruins. Partidas, chegadas. E lá vamos nós outra vez.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/nosso-estranhoamor/2022/11/[...].shtml (Adaptado) Acesso em: 30 dez. 2022.

São títulos possíveis para o texto, EXCETO: 
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Q1898997 Segurança da Informação
Com os avanços tecnológicos em todas as áreas do conhecimento, a explosão de produção de informação se tornou fato atrativo para os cibercriminosos. Enquanto uns profissionais se preocupam em criar produtos e serviços para melhorar a qualidade de vida da população, outros se preocupam, de forma ilícita, em se beneficiar com a obtenção de dados e informações, cujas vendas podem se transformar em verdadeiras fortunas. Para evitar isso, as práticas de cibersegurança são fundamentais para que os dados e informações, pessoais ou empresariais não “caiam em mãos erradas”. Assim, quais os principais tipos de ameaças que a cibersegurança visa combater?
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Q1898996 Noções de Informática
A partir do início da pandemia do coronavírus, houve uma explosão de reuniões com a utilização do Google Meet. Para viabilizar esse processo, a cada reunião, encaminhavam-se e-mails para os participantes cujo conteúdo era um convite com a data e hora, o link da reunião e o assunto. Qual procedimento pode ser adotado para enviar convites, de uma só vez, para 40 alunos da disciplina “Computador e Sociedade”? 
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Q1898995 Noções de Informática
As redes sociais são mundialmente utilizadas não só para entretenimento, mas para fins de propaganda, comércio eletrônico, ensino, pesquisa científica, recrutamento e seleção de pessoal etc. É considerada positiva, porém, quando o usuário não toma os devidos cuidados, apresenta riscos. São espalhados algoritmos que acessam o computador para roubar informações como senhas, gerar identidade falsa, roubar imagens que levam a perseguições às pessoas etc. Assim, alguns riscos presentes nas redes sociais disparados pelos criminosos são:
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Q1898994 Redes de Computadores
Em uma rede sem fio, empresarial ou particular, o sinal pode ser transmitido para além do espaço, dando a possibilidade de pessoas com computadores próximos utilizarem a conexão da internet ou até mesmo acessarem informações nos computadores da rede. Assim, como tornar a rede mais segura? Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q1898993 Redes de Computadores
A utilização da internet nas empresas está presente desde os serviços mais simples, como o envio de mensagens, até atividades complexas, como o processamento com utilização de servidores em nuvem. A infraestrutura que inclui equipamentos para acesso à internet é o centro das atenções para que as operações funcionem com precisão e segurança. Os gestores devem possuir conhecimento dos equipamentos e da sua distribuição no ambiente de TI para que a infraestrutura se torne funcional e de alta performance. Entre os equipamentos, destaca-se o roteador, principal dispositivo de gerenciamento de redes. São atribuições de um roteador:
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Q1898992 Noções de Informática
Na computação em nuvem, a presença das máquinas locais e centros de processamento de dados tornam-se desnecessários. Em geral, os provedores oferecem tecnologias, controles e políticas de segurança para a proteção de dados, de aplicativos e infraestrutura contra ameaças, removendo a necessidade de tarefas como configurações de hardware e correção de software. As políticas da computação em nuvem reduzem o custo dos backups, recuperação de desastres e continuidade dos negócios, pois os dados são espelhados em sites redundantes na rede do provedor. Os serviços são executados em datacenters seguros, com atualização de hardware, latência de rede reduzida para aplicativos, economia de escalonamento. Inclui o dimensionamento elástico, fornecendo, assim, a quantidade adequada de TI às empresas, autosserviço sob demanda, corretos provisionamentos de recursos computacionais e localização geográfica. É flexível e alivia o planejamento de capacidade nas organizações. Ao analisarem as vantagens da computação em nuvem, as empresas, gradativamente, estão adotando e utilizando essa infraestrutura virtual, considerado um método de gerenciamento dos recursos de tecnologia de informação. Assim, quais as vantagens de se implantar a computação em nuvem? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1898991 Noções de Informática
As planilhas eletrônicas auxiliam na resolução de problemas empresariais e pessoais, pois disponibilizam várias funcionalidades aos seus usuários. Uma delas é a aplicação de fórmulas que realizam somas, médias, desvio padrão, mínimo, máximo, mediana, moda e muitas outras. Para a inserção das fórmulas na planilha Calc do LibreOffice, pode-se utilizar ícones, digitar na célula, ou ainda combinar as duas formas: clicar na célula e depois no ícone da função na barra de fórmulas. Ao fazer isso, é exibido um sinal de igual na célula, para que a fórmula seja inserida. A seguir uma planilha com dados fictícios:

Imagem associada para resolução da questão
Com base nessa planilha, responda: Quais os resultados das fórmulas inseridas nas células A5, B5 e C5? Quais comandos podem ser usados para verificar o resultado parcial da fórmula da célula C5? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
261: B
262: D
263: D
264: C
265: A
266: C
267: C
268: D
269: B
270: A
271: A
272: C
273: D
274: D
275: A
276: B
277: E
278: E
279: C
280: D