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O administrador de um servidor baseado em Linux (distro CentOS) deseja:
I - saber a quantidade de memória física da máquina.
II - saber quais usuários estão "logados" atualmente no sistema.
III - listar o conteúdo do arquivo de configuração do servidor Apache, instalado na máquina.
Assinale, dentre as opções abaixo, aquela que apresenta, respectivamente, os comandos para realizar as operações desejadas.
Considere as afirmações abaixo sobre Memória Virtual.
I - A Memória Virtual faz com que o sistema pareça ter mais memória do que a quantidade real de memória física.
II - Sistemas que utilizam a Memória Virtual implementam o mecanismo de "swap" para acesso ao disco.
III - Com o uso da Memória Virtual, o espaço de endereçamento está limitado ao tamanho da memória física.
Quais estão corretas?
Ao instalar o Microsoft Windows Server 2012R2, é possível escolher a forma Servidor "Server Core" ou Servidor "com GUI". Com relação a essas formas de instalação, considere as afirmações abaixo.
I - A forma "Server Core" é potencialmente mais sujeita a ataques do que a forma "com GUI".
II - O espaço ocupado em disco pela forma de instalação "Server Core" é menor do que a forma "com GUI".
III - A forma "Server Core" pode ser gerenciada remotamente com o uso da ferramenta Windows PowerShell.
Quais estão corretas?
Em um programa foi implementada a expressão lógica a seguir:
SEGREDO NOT = "SIM" AND COMARCA NOT = "CAPITAL" AND REUS NOT = 1
A expressão acima atende a especificação para os registros que exigem as seguintes condições:
• Segredo de justiça for diferente de "SIM" (valores: "SIM" ou "NÃO");
• Comarca não for da capital (valores "CAPITAL" e "INTERIOR");
• Número de réus diferente de 1 (valores: 1 em diante).
Em uma manutenção posterior, foi feita uma simplificação da expressão lógica. Qual das simplificações abaixo corresponde à mesma lógica da expressão original?
Tem-se uma tabela denominada TAB, com 6 posições preenchidas.

Após executar o fluxograma acima, o que vai acontecer
com os elementos da tabela?
A expressão lógica de um trecho de programa é representada abaixo.
(X NOT = 3) AND (Y NOT < 12) AND (Z NOT > 9) OR
(X = 3) AND (Y NOT < 12) AND (Z NOT > 9) OR
(Z NOT > 9)
Pode-se simplificar a expressão acima, mantendo a mesma lógica, usando apenas
A linguagem é um instrumento eficaz para atingir objetivos em um mundo marcado pela complexidade de relações humanas. Ela nos permite entrar em relação com outras pessoas, trocar informações, expressar afetos e emoções, solicitar o auxílio do outro, levar o outro a agir, influenciá‐lo em suas decisões e ações. É através da linguagem que materializamos nossas intenções em relação ao outro. Segundo Peter Drucker, um dos pensadores modernos da administração, 60% de todos os problemas administrativos resultam de ineficiência e falhas na comunicação. Não só na área empresarial, mas também em todos os outros domínios que demandam relações entre pessoas, a comunicação é importante e sua ineficiência pode causar prejuízos materiais, afetivos e pessoais.
(Wander Emediato. A fórmula do texto – redação, argumentação e leitura. São Paulo: Geração Editorial, 2004.)
De acordo com as ideias expressas no trecho destacado: “Ela nos permite entrar em relação com outras pessoas, trocar informações, expressar afetos e emoções, solicitar o auxílio do outro, levar o outro a agir, influenciá‐lo em suas decisões e ações.” e considerando o texto reproduzido a seguir, é correto afirmar, em relação à sua principal função, que tem por objetivo

(Material utilizado pelo DETRAN/RO em uma atividade educativa do projeto Ei, Pare, Atenção! (EPA!), em 17 de Abril de 2013.
Disponível em: http://jorgedamschi.blogspot.com.br/.)
A linguagem é um instrumento eficaz para atingir objetivos em um mundo marcado pela complexidade de relações humanas. Ela nos permite entrar em relação com outras pessoas, trocar informações, expressar afetos e emoções, solicitar o auxílio do outro, levar o outro a agir, influenciá‐lo em suas decisões e ações. É através da linguagem que materializamos nossas intenções em relação ao outro. Segundo Peter Drucker, um dos pensadores modernos da administração, 60% de todos os problemas administrativos resultam de ineficiência e falhas na comunicação. Não só na área empresarial, mas também em todos os outros domínios que demandam relações entre pessoas, a comunicação é importante e sua ineficiência pode causar prejuízos materiais, afetivos e pessoais.
(Wander Emediato. A fórmula do texto – redação, argumentação e leitura. São Paulo: Geração Editorial, 2004.)
Depois dos táxis, as ‘caronas’
No princípio era o táxi. Dezenas de aplicativos de celular para chamar amarelinhos proliferaram no ano passado, seduzindo passageiros e incomodando cooperativas. Agora, a nova onda de soluções móveis para o trânsito tenta abolir taxistas por completo em busca de objetivo mais ambicioso: convencer motoristas a aderirem, de vez, às caronas.
Um dos modelos é inspirado em softwares que fazem sucesso – e barulho – em São Francisco e Nova York, a exemplo de Uber e Lyft. A primeira experiência do tipo no Brasil atende pelo nome de Zaznu – gíria em hebraico equivalente ao nosso “partiu?” – e começou pelo Rio, mês passado.
Por meio do app, donos de smartphones solicitam e oferecem caronas a desconhecidos. Tudo começa com o passageiro, que aciona o programa para pedir uma carona. Com base na localização e no perfil da pessoa, motoristas cadastrados que estiverem nas redondezas decidem se topam ou não pegá‐lo. Quando a carona é aceita, os dois conversam por telefone para combinar o ponto de encontro.
Para garantir a segurança dos passageiros, o Zaznu diz entrevistar os motoristas cadastrados, além de checar antecedentes criminais. Já os passageiros precisam registrar um cartão de crédito para pagamentos “voluntários”.
É justamente por não ser gratuito que o aplicativo já faz barulho. Tão logo surgiu, taxistas abriram a página no Facebook “Zaznu, a farsa da carona solidária”, que denuncia “o crime que é oferecer serviço de transporte em carro particular”, como explicou o criador do grupo, Allan de Oliveira. O sindicato da categoria no Rio concorda.
– É irregular, iremos à Justiça. Mas temos certeza de que a prefeitura vai detê‐lo – disse o diretor José de Castro.
Procurada por duas semanas, a Secretaria Municipal de Transportes do Rio não se manifestou.
Em sua defesa, Yuri Faber, fundador do Zaznu, alegou que o aplicativo não constitui um serviço pago de transportes porque seus termos de uso classificam o pagamento como “doação opcional”. A sugestão de preço equivale a 80% do preço que seria cobrado por um táxi no mesmo trajeto. A Zaznu fica com um quinto do valor, o resto vai para o motorista.
– O passageiro tem todo o direito de decidir se paga, e quanto paga. O app só sugere um valor – justificou.
(O Globo, 20/04/2014.)
Depois dos táxis, as ‘caronas’
No princípio era o táxi. Dezenas de aplicativos de celular para chamar amarelinhos proliferaram no ano passado, seduzindo passageiros e incomodando cooperativas. Agora, a nova onda de soluções móveis para o trânsito tenta abolir taxistas por completo em busca de objetivo mais ambicioso: convencer motoristas a aderirem, de vez, às caronas.
Um dos modelos é inspirado em softwares que fazem sucesso – e barulho – em São Francisco e Nova York, a exemplo de Uber e Lyft. A primeira experiência do tipo no Brasil atende pelo nome de Zaznu – gíria em hebraico equivalente ao nosso “partiu?” – e começou pelo Rio, mês passado.
Por meio do app, donos de smartphones solicitam e oferecem caronas a desconhecidos. Tudo começa com o passageiro, que aciona o programa para pedir uma carona. Com base na localização e no perfil da pessoa, motoristas cadastrados que estiverem nas redondezas decidem se topam ou não pegá‐lo. Quando a carona é aceita, os dois conversam por telefone para combinar o ponto de encontro.
Para garantir a segurança dos passageiros, o Zaznu diz entrevistar os motoristas cadastrados, além de checar antecedentes criminais. Já os passageiros precisam registrar um cartão de crédito para pagamentos “voluntários”.
É justamente por não ser gratuito que o aplicativo já faz barulho. Tão logo surgiu, taxistas abriram a página no Facebook “Zaznu, a farsa da carona solidária”, que denuncia “o crime que é oferecer serviço de transporte em carro particular”, como explicou o criador do grupo, Allan de Oliveira. O sindicato da categoria no Rio concorda.
– É irregular, iremos à Justiça. Mas temos certeza de que a prefeitura vai detê‐lo – disse o diretor José de Castro.
Procurada por duas semanas, a Secretaria Municipal de Transportes do Rio não se manifestou.
Em sua defesa, Yuri Faber, fundador do Zaznu, alegou que o aplicativo não constitui um serviço pago de transportes porque seus termos de uso classificam o pagamento como “doação opcional”. A sugestão de preço equivale a 80% do preço que seria cobrado por um táxi no mesmo trajeto. A Zaznu fica com um quinto do valor, o resto vai para o motorista.
– O passageiro tem todo o direito de decidir se paga, e quanto paga. O app só sugere um valor – justificou.
(O Globo, 20/04/2014.)