Questões de Concurso Para prefeitura de óbidos - pa

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Q3591264 Pedagogia
Analise as assertivas sobre contribuições aos estudos do desenvolvimento infantil e marque a alternativa correta.

I. Descreve os estágios do desenvolvimento mental: impulsivo-emocional; sensório-motor e projetivo; personalismo; categorial; predominância funcional.
II. Explica os estágios do desenvolvimento cognitivo: sensório-motor; pré-operatório; operatório concreto; operatório formal.
Alternativas
Q3591263 Pedagogia
Marque a alternativa que corresponde a uma afirmação correta a respeito da literatura na educação da criança de 0 a 5 anos.
Alternativas
Q3591262 Pedagogia
Leia as assertivas acerca do currículo como expressão de linguagens, práticas sociais e culturais infantis e assinale a alternativa correta.

I. O currículo acontece na participação das crianças nos processos educacionais, que envolvem os momentos de cuidado físico, a hora de contar e ouvir histórias, as brincadeiras no pátio ou na sala, a hora de cantar e de garatujar.
II. O professor observa e compreende, na ação, o pensamento se configurando, e ele se restringe a transmitir uma informação, sem desafiar a criança a continuar pensando.
Alternativas
Q3591261 Pedagogia
Em relação à função política e social da educação infantil, assinale o que não é pertinente às ações educativas no atendimento de crianças.
Alternativas
Q3591254 Pedagogia
Com base nas concepções de Projeto Político-Pedagógico (PPP), analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O PPP é um instrumento com a proposta educacional da escola, a função e as responsabilidades que cada membro tem na comunidade escolar.
II. Torna-se desnecessário o PPP incluir a realidade socioeconômica e cultural em que a escola está inserida.
III. O PPP define a intenção e as estratégias da escola, servindo de diretriz para a gestão e para a organização das atividades pedagógicas, em determinado período.
Alternativas
Q3591251 Pedagogia
A respeito da inclusão na educação, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. A educação inclusiva integra os alunos com Necessidades Educacionais Especiais (NEE), em escolas regulares.
II. São considerados alunos com NEE aqueles com deficiências visual, auditiva, intelectual, física, transtorno global de desenvolvimento e altas habilidades.
III. Na educação inclusiva, os espaços são adaptados para o convívio de todos, assim como os materiais utilizados nas atividades, porém a acessibilidade é desnecessária na escola.
Alternativas
Q3591248 Direito Administrativo
Com base na Lei n. 3.173/98, e suas alterações, analise a questão seguinte e marque a alternativa correta:
Os cargos de provimento efetivo compõem o quadro de carreira e, seguindo a correlação de afinidade, a natureza dos trabalhos e/ou o nível de conhecimento aplicado, serão alocados nos Grupos Ocupacionais seguintes:

I- Administrativo;
II- Fiscal;
III- Operacional;
IV- Saúde;
V- Superior;
VI- Técnico.

Estão corretos apenas os itens:
Alternativas
Q3591247 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Com base na Lei n. 3.173/98, e suas alterações, analise a questão seguinte e marque a alternativa correta:
A lotação dos servidores do Poder Executivo, em função desta Lei, será aprovada por Decreto do Prefeito Municipal, a partir de proposta do Secretário de Administração, respeitando-se o seguinte, exceto:
Alternativas
Q3591246 Legislação dos Municípios do Estado do Pará
Com base na Lei n. 3.173/98, e suas alterações, analise a questão seguinte e marque a alternativa correta:
Sobre a "Progressão Horizontal", apenas não se pode afirmar:
Alternativas
Q3591227 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Em: "Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.", não há presença de:
Alternativas
Q3591225 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
O uso das vírgulas em: "Tratar do tema oscilou entre alegoria, o paternalismo e o descaso." ocorre:     
Alternativas
Q3591223 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Sobre a crônica, não se pode afirmar que:
Alternativas
Q3591145 Psiquiatria
No que se refere aos transtornos alimentares, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3591144 Psiquiatria
Com relação ao tratamento da Esquizofrenia, é errado afirmar: 
Alternativas
Q3591143 Psiquiatria
Considerando os sintomas relacionados à dimensão positiva da esquizofrenia, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3591142 Psiquiatria
A respeito do tratamento farmacológico da insônia, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3591141 Psiquiatria
São considerados medicamentos de primeira linha para tratamento do transtorno depressivo maior segundo as diretrizes clínicas do CANMAT (CANADIAN NETWORK FOR MOOD AND ANXIETY TREATMENTS) 2016, exceto:
Alternativas
Q3591140 Psiquiatria
É o medicamento com maiores evidências de resultados no tratamento da bulimia nervosa: 
Alternativas
Q3591139 Psiquiatria
Não é considerado um fator de risco para um indivíduo apresentar efeitos colaterais psiquiátricos com uso de uma medicação clínica.
Alternativas
Q3591138 Psiquiatria
São fatores de risco bem estabelecidos para o desenvolvimento de esquizofrenia, exceto:
Alternativas
Respostas
461: A
462: C
463: A
464: B
465: D
466: A
467: B
468: D
469: A
470: C
471: C
472: A
473: C
474: A
475: B
476: D
477: B
478: D
479: A
480: C