Questões de Concurso Para prefeitura de óbidos - pa

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Q3592639 Fonoaudiologia
Durante a atuação fonoaudiológica nas alterações de fala, são trabalhadas as distorções fonêmicas associadas às alterações miofuncionais orofaciais. Os fonemas frequentemente alterados com relação ao modo articulatório são denominados de: 
Alternativas
Q3592638 Saúde Pública
A Portaria GM/MS Nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010, traz o conceito de Rede de Atenção à Saúde (RAS) no âmbito do Sistema Único de Saúde. Assinale a alternativa que não se enquadra como Redes Temáticas de Atenção à Saúde no País. 
Alternativas
Q3592637 Fonoaudiologia
Com relação às estruturas que compõem o ouvido interno, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3592636 Fonoaudiologia
A timpanometria convencional é o exame responsável por avaliar o funcionamento e integridade da orelha média, e é realizada com o tom teste de 226Hz. Segundo Jerger, (1970) e Jerger e Mauldin (1972), o resultado deste exame se caracteriza através de curvas e suas respectivas definições. Dentre as opções a seguir, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3592635 Fonoaudiologia
A Fonoaudióloga Mara Behlau elenca que, de acordo com a Classificação das categorias de abordagens usuais sobre o tratamento fonoaudiológico das disfonias, são utilizadas algumas técnicas ou sequências de exercícios específicos para essa alteração. Dentre as alternativas a seguir, assinale a que está correta. 
Alternativas
Q3592634 Fonoaudiologia
De acordo com Teles e Nascimento (2005), as encefalopatias infantis (paralisias cerebrais) podem ocorrer em decorrência de lesões nos períodos pré, peri e pós-natais. Indivíduos acometidos por esse quadro podem apresentar características clínicas variadas que dependerão do local e extensão das lesões encefálicas, dentre elas, manifestações motoras, cognitivas e/ou linguísticas. Quanto ao tipo de paralisia cerebral, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3592633 Fonoaudiologia
O Código de Ética do Fonoaudiólogo regulamenta os direitos e deveres dos fonoaudiólogos inscritos nos Conselhos Regionais de Fonoaudiologia e estabelece as infrações, segundo suas atribuições específicas. Em seu artigo 4o (Princípios Gerais), determina que constituem princípios gerais éticos e bioéticos adotados pela Fonoaudiologia:
Alternativas
Q3592632 Fonoaudiologia
Dentre as atribuições do Fonoaudiólogo que desenvolve atividades no Serviço de Atenção Domiciliar - SAD ofertado pelo Sistema Único de Saúde - SUS estão:
Alternativas
Q3592631 Fonoaudiologia
Durante o processo de senescência, ocorrem alterações que são características desta fase, dentre elas, as modificações no processo de deglutição. Partindo deste princípio, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3592630 Fonoaudiologia
As afasias não-fluentes são caracterizadas por produção da fala pausada e com esforço, gramática prejudicada, mas, o conteúdo das palavras pode estar preservado. De acordo com o exposto, assinale a alternativa correta. 
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Q3592629 Fonoaudiologia
Os distúrbios da fluência tradicionalmente englobam 5 tipos: gagueira hereditária, gagueira lesional, gagueira psicogênica, taquilalia e taquifemia (Sandra Merlo, 2007). Com relação as características que associam a gagueira a outros distúrbios do movimento como "tiques" e "distonias", podemos afirmar: 
Alternativas
Q3592611 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.
A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.
A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.
Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.
O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.
Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.
A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Sobre a crônica, não se pode afirmar que: 
Alternativas
Q3592602 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.
A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.
A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.
Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.
O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.
Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.
A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

A segunda oração em: "Urge acabar com essa crise humanitária (...)" exerce a função em relação à principal de:
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Q3592572 Biologia
Um biólogo foi convidado por um site de uma revista de entretenimento para dar uma entrevista sobre as queimadas recentes na Amazônia. Em sua fala, ele demonstra sua preocupação com o ciclo do carbono por conta da degradação do solo e o impacto do fogo na microbiota deste solo. A partir do Ciclo do Carbono, responda de que modo o impacto do fogo na microbiota de solo afeta o ciclo de matéria no ambiente?
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Q3592571 Pedagogia
A democratização da Ciência é importante para desenvolver na sociedade o sentimento de que, com os processos de pesquisa, a qualidade de vida geral irá aumentar. No Brasil, a percepção da importância da pesquisa ainda é baixa e a ciência não é colocada como prioridade. De que maneira podemos incentivar a ramificação do conceito científico no Brasil?
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Q3592570 Medicina
Um estudante com um intenso refluxo gastroesofágico é conduzido à enfermaria da escola. Para melhorar este quadro, ele é submetido à ingestão de um procinético, que modifica a pressão do esfíncter esofágico inferior. De que maneira este procinético pode acelerar o esvaziamento estomacal a partir da sua ação no esôfago?
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Q3592569 Física
A energia elétrica chegou ao Brasil em 1879, mesmo ano da invenção da lâmpada. Na ocasião, D. Pedro II concedeu a Thomas Edison a permissão de implementar seus equipamentos no país para fins de iluminação pública. O primeiro espaço a receber luz elétrica no Brasil foi a Estação Central da Estrada de Ferro D. Pedro II, no Rio de Janeiro. A curiosidade fica por conta da primeira fonte de energia usada: a eletricidade era gerada por um dínamo acionado por locomóveis, máquinas a vapor usadas para transportar cargas pesadas. No entanto, para efeitos de registro, a primeira iluminação pública externa foi instalada dois anos depois, em 1881, em um trecho da atual Praça da República, também no Rio.
(Disponível em: blog.esferaenergia.com.br/)


Qual é o processo predominante de transformação de energia em um dínamo? 
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Q3592568 Ciências
Um estudante de comunicação, morador de Carajás, consegue sintonizar a frequência da Rádio Nacional sem nenhuma interferência, mesmo tendo sua casa localizada num vale entre morros. Qual o fenômeno ondulatório que permite a captação do som pelo seu rádio sem interferências?
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Q3592567 Biologia
A busca por novos padrões ecológicos fez com que alguns grupos de grandes répteis que povoaram a Terra durante o início do Cretáceo mudassem sua forma de alimentação. Os cientistas já sabiam que isso ocorreu entre os Theropoda , grupo a que pertence o gênero Velociraptor , feroz predador mundialmente conhecido por causa do filme Parque dos Dinossauros. O novo exemplar encontrado, nomeado de Falcarius utahensis, é bípede, tem quatro metros de comprimento e 1,4 metro de altura e apresenta características de onivoria. Trata-se de um fóssil com características únicas, nunca achado antes em território norte-americano. Tal busca revela uma mudança de:
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Q3592566 Geologia
Bendegó. Constituído por uma massa compacta de ferro e níquel, é o maior meteorito brasileiro e um dos maiores do mundo. Foi encontrado em 1784 por um menino, Domingos da Motta Botelho, que pastoreava o gado em uma fazenda próxima à cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia. A primeira tentativa de transportar o pesadíssimo bloco para a capital fracassou quando a carreta de madeira que o carregava desgovernou-se e caiu no riacho Bendegó. Desde 1888, encontra-se em exposição no Museu Nacional graças ao empenho do Imperador D. Pedro II que, tomando conhecimento de sua existência e importância científica, providenciou sua remoção para o Rio de Janeiro.
Fonte: 0112.htmm useunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/geologia/geo012.html


Sobre o meteorito descrito, podemos defini-lo como:
Alternativas
Respostas
261: B
262: C
263: D
264: B
265: C
266: B
267: C
268: A
269: B
270: C
271: D
272: X
273: D
274: A
275: D
276: C
277: A
278: A
279: A
280: B