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Como representante da direção de enfermagem, o enfermeiro-chefe da unidade de terapia intensiva faz parte da comissão gestora multidisciplinar responsável pela elaboração implementação e atualização do plano de prevenção de riscos com materiais perfurocortantes. Após análise dos acidentes de trabalho e situações de risco com materiais perfurocortantes, a comissão elencou uma série de medidas de controle para a prevenção desses acidentes, contemplando:
I Mudança na organização e nas práticas de trabalho.
II Adoção do uso de material perfurocortante com dispositivo de segurança, quando existente, disponível e tecnicamente possível.
III Adoção de medidas de engenharia, tais como coletores de descarte seguros.
IV Substituição do uso de agulhas e outros perfurocortantes quando tecnicamente possível.
A adoção das medidas de controle deve obedecer à seguinte hierarquia:
Ao realizar a avaliação neurológica de um paciente sexo feminino, 54 anos, vítima de queda de escada doméstica, o enfermeiro aplicou a Escala de Coma de Glasgow com resposta pupilar (GCS-P), obtendo: abertura ocular = 3; resposta verbal = 3; melhor resposta motora = 4 (O3V3M4). Ao avaliar as pupilas, o enfermeiro constatou que a pupila direita não apresentava reação ao estímulo luminoso.
Frente a essa situação, é correto afirmar que a pontuação obtida (P) e a classificação de trauma (CT) são:
Para responder a questão, considere o relato a seguir.
Ao avaliar S.B., 63 anos, sexo feminino, submetida à cirurgia abdominal de grande porte, internada em unidade de terapia intensiva há quatro dias, portando, entre outros itens, acesso venoso periférico para administração de medicamentos, sonda vesical de demora e sonda nasoenteral para administração da dieta, o enfermeiro constatou que a paciente apresentava delirium, temperatura = 37,9 ºC; frequência cardíaca = 94 batimentos/minuto; frequência respiratória = 28 movimentos/minuto, pressão arterial = 84 x 48 mmHg e redução do débito urinário (0,4 mL/kg/h). Face a essa situação, acionou o médico responsável, que, após avaliação, suspeitando se tratar de um quadro de sepse relacionado à pneumonia/insuficiência respiratória, determinou a coleta de material para a realização de exames, entre eles os do kit sepse e prescreveu o início de antibioticoterapia, entre outras ações terapêuticas.
Para responder a questão, considere o relato a seguir.
Ao avaliar S.B., 63 anos, sexo feminino, submetida à cirurgia abdominal de grande porte, internada em unidade de terapia intensiva há quatro dias, portando, entre outros itens, acesso venoso periférico para administração de medicamentos, sonda vesical de demora e sonda nasoenteral para administração da dieta, o enfermeiro constatou que a paciente apresentava delirium, temperatura = 37,9 ºC; frequência cardíaca = 94 batimentos/minuto; frequência respiratória = 28 movimentos/minuto, pressão arterial = 84 x 48 mmHg e redução do débito urinário (0,4 mL/kg/h). Face a essa situação, acionou o médico responsável, que, após avaliação, suspeitando se tratar de um quadro de sepse relacionado à pneumonia/insuficiência respiratória, determinou a coleta de material para a realização de exames, entre eles os do kit sepse e prescreveu o início de antibioticoterapia, entre outras ações terapêuticas.
L.S., 62 anos, é portador de doença crônica do fígado (cirrose), devido a alcoolismo. Foi internado por apresentar ascite.
Nesse caso, analisando a fisiopatologia da ascite, é correto afirmar que sua etiologia está relacionada a
Para responder a questão, considere o relato a seguir.
A.P., 19 anos, sexo feminino, acaba de ser admitida na Unidade de Terapia Intensiva, politraumatizada, em decorrência de um acidente automobilístico. A paciente apresenta fratura de esterno com hemotórax, luxação de quadril e fratura de pelve, além de múltiplas contusões e pequenas lacerações. Na avaliação inicial do enfermeiro, encontrava-se gemente e não responsiva, apresentando pele fria e pegajosa. Pressão arterial – 100 x 60 mmHg; frequência cardíaca de 110 bpm; saturação de O2 – 90%.
Instalado acesso venoso central e inserido dreno torácico com drenagem imediata de 350 mL de secreção sanguinolenta.
Para responder a questão, considere o relato a seguir.
A.P., 19 anos, sexo feminino, acaba de ser admitida na Unidade de Terapia Intensiva, politraumatizada, em decorrência de um acidente automobilístico. A paciente apresenta fratura de esterno com hemotórax, luxação de quadril e fratura de pelve, além de múltiplas contusões e pequenas lacerações. Na avaliação inicial do enfermeiro, encontrava-se gemente e não responsiva, apresentando pele fria e pegajosa. Pressão arterial – 100 x 60 mmHg; frequência cardíaca de 110 bpm; saturação de O2 – 90%.
Instalado acesso venoso central e inserido dreno torácico com drenagem imediata de 350 mL de secreção sanguinolenta.
A decisão de suporte ventilatório não deve ser postergada, e o manejo das vias aéreas deve favorecer a oxigenação e ventilação adequadas de acordo com o quadro clínico do paciente. Correlacione as colunas a seguir de maneira a tornar verdadeira sua relação.
I. Cateter nasal;
II. Máscara facial;
III. Cânula orofaríngea (guedel);
IV. Bolsa-válvula-máscara (Ambu);
V. Cânula endotraqueal;
a. Instrumento rígido com a função de prevenir que a base da língua oclua a hipofaringe.
b. Útil apenas em caso de hipóxia leve; pode causar desconforto por ressecamento da mucosa.
c. Sistema com válvula unidirecional que previne a reinalação do ar exalado.
d. Método mais indicado quando altos fluxos de oxigênio são necessários em paciente com nível de consciência preservado.
e. Útil para garantir a oxigenação de pacientes com rebaixamento do nível de consciência.
A.B.D., 80 anos, está internada em uma unidade de terapia intensiva devido a um quadro agudo de descompensação cardíaca. Ao exame físico, apresenta estertores pulmonares, estase jugular e edema de membros inferiores. Sua frequência cardíaca é de 110 bpm. Refere dispneia mesmo em repouso e tosse seca. Ao realizar o eletrocardiograma, foi evidenciada uma hipertrofia ventricular.
Frente a esse quadro, o enfermeiro deve priorizar, na sua assistência,