Questões de Concurso
Para trt - 15ª região (sp)
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Um Analista possui uma tabela chamada processo em um banco de dados Oracle 19c aberto e em condições ideais, que possui os campos num_processo (chave primária) e ano. Para acelerar as consultas que buscam processos por ano, ele deseja criar um índice na coluna ano, denominado index_ano_processo, por meio do comando
Suponha que determinado cidadão tenha se dirigido a uma repartição pública federal buscando a prestação de serviço de competência do órgão e tenha apresentado apenas o CPF como documento de identificação. O atendente, contudo, informou que o RG seria indispensável, bem como a juntada de uma cópia autenticada dos demais documentos requeridos para instruir a solicitação do serviço em questão. De acordo com o que dispõe o Decreto nº 9.094/2017, que estipula normas de atendimento ao usuário,
Maria observou que na sala de espera de um pronto atendimento havia 3 pessoas sentadas em cada banco e uma pessoa em pé. Após algum tempo, em que as pessoas se movimentaram e voltaram a se sentar, Maria observou que havia 1 banco vazio e os demais estavam com 4 pessoas em cada um. O número de bancos na sala de espera é
Os amigos Alberto, Bruno e Carlos resolveram trazer de casa um livro cada um para trocarem entre eles. O número de maneiras que isso pode ser feito, de modo que nenhum deles fique com seu próprio livro e nem repasse o livro recebido é
Dra. Ana e Dr. Breno são juízes criminais. Dra. Ana tinha 30 processos para analisar e Dr. Breno, 70. Até o momento, os dois, ao todo, condenaram 20 réus e absolveram outros 20. Sabendo que em cada processo havia apenas um réu e que Dr. Breno condenou 10 réus e que o número de réus que Dra. Ana absolveu corresponde a 1/5 do número de processos que o Dr. Breno ainda não julgou, o número de processos que Dra. Ana ainda não julgou é
Em uma festa há 30 pessoas, sendo que seis delas têm barba e apenas um dos que têm barba é careca. Os dois que têm bigode também têm barba. Existem 20 pessoas que não têm barba e nem são carecas. O número de pessoas na festa que são carecas, mas não têm barba é
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 7, leia o trecho do conto “Sol nascente”
Ainda hoje, quando lanço o olhar ao mar, imagino a vida de meus avós como ilhas distantes, cercadas pela vastidão de um oceano de histórias (muitas delas guardadas na linha de um horizonte que não pode mais ser lido). No alto do Morro de São Sebastião, contemplo o sol nascente e me inspiro a iniciar estas linhas. Talvez elas não contenham toda a verdade, talvez haja imprecisões e deslizes históricos, mas foi assim que eu as recebi, pela boca dos que sobreviveram.
leiri-san inspecionava as conversas dos navios que nasciam no estaleiro que dirigia com disciplina. Há décadas os japoneses iniciaram a colonização da ilha de Taiwan, tomada da China após a guerra sino-japonesa. Para lá a família leiri emigrou para prosperar. Chiyoko, filha do patriarca leiri, cresceu entre finas bonecas de porcelana, tendo os melhores instrutores, tornando-se de pianista a carateca. Sempre ávida por conhecimento, aprendeu com seu tio diversos procedimentos, tais como a realização de partos e, sobretudo, a quiropraxia. Chiyoko se transformou em uma mulher extraordinária, nadando em alto-mar e, apesar de sua compleição esguia, aveniurando-se até a praticar sumô. Após aprender tantas coisas, não poderia ter se tomado outra coisa a não ser professora.
Naquele dia, apesar da triste guerra, Chiyoko estava feliz. Era o dia do aniversário de seu pai. Não importava a ela que seu otosan estivesse em um leito de hospital nem que o medo rondasse cada esquina. Ela tinha conseguido, a grande custo, algumas iguarias que seu pai gostava de comer. Era para comemorar a data, para celebrar a vida. E seus passos eram alegres quando a sirene tocou. E era alegre o dia quando as bombas caíram.
O hospital em que seu pai estava foi atingido. A vida naufragou. [...] Por ter aprendido tantas coisas com o tio médico, Chiyoko auxiliava os feridos durante a guerra, que estava para ser perdida.
(Adaptado de: KONDO, André. Origens. Editora do Brasil, 2019. Edição Eletrônica)
No texto, verifica-se emprego de antítese, que intensifica o contraste entre as ideias expostas, no seguinte segmento:
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 7, leia o trecho do conto “Sol nascente”
Ainda hoje, quando lanço o olhar ao mar, imagino a vida de meus avós como ilhas distantes, cercadas pela vastidão de um oceano de histórias (muitas delas guardadas na linha de um horizonte que não pode mais ser lido). No alto do Morro de São Sebastião, contemplo o sol nascente e me inspiro a iniciar estas linhas. Talvez elas não contenham toda a verdade, talvez haja imprecisões e deslizes históricos, mas foi assim que eu as recebi, pela boca dos que sobreviveram.
leiri-san inspecionava as conversas dos navios que nasciam no estaleiro que dirigia com disciplina. Há décadas os japoneses iniciaram a colonização da ilha de Taiwan, tomada da China após a guerra sino-japonesa. Para lá a família leiri emigrou para prosperar. Chiyoko, filha do patriarca leiri, cresceu entre finas bonecas de porcelana, tendo os melhores instrutores, tornando-se de pianista a carateca. Sempre ávida por conhecimento, aprendeu com seu tio diversos procedimentos, tais como a realização de partos e, sobretudo, a quiropraxia. Chiyoko se transformou em uma mulher extraordinária, nadando em alto-mar e, apesar de sua compleição esguia, aveniurando-se até a praticar sumô. Após aprender tantas coisas, não poderia ter se tomado outra coisa a não ser professora.
Naquele dia, apesar da triste guerra, Chiyoko estava feliz. Era o dia do aniversário de seu pai. Não importava a ela que seu otosan estivesse em um leito de hospital nem que o medo rondasse cada esquina. Ela tinha conseguido, a grande custo, algumas iguarias que seu pai gostava de comer. Era para comemorar a data, para celebrar a vida. E seus passos eram alegres quando a sirene tocou. E era alegre o dia quando as bombas caíram.
O hospital em que seu pai estava foi atingido. A vida naufragou. [...] Por ter aprendido tantas coisas com o tio médico, Chiyoko auxiliava os feridos durante a guerra, que estava para ser perdida.
(Adaptado de: KONDO, André. Origens. Editora do Brasil, 2019. Edição Eletrônica)
Há décadas os japoneses iniciaram a colonização da ilha de Taiwan
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
Considere as descrições abaixo.
I. Transtorno do movimento hipocinético caracterizado por tremor, rigidez, bradicinesia e instabilidade postural, de início subagudo (1 a 3 meses) e bilateral. O mecanismo fisiopatológico mais comum é por meio do bloqueio dos receptores D2 dopaminérgicos no sistema nigroestriatal.
II. Transtorno do movimento hipercinético, onde predominam os movimentos coreiformes, podendo ocorrer também, com menor frequência, movimentos coreoatetoides, balísticos, distônicos, mioclônicos e tiques.
III. Transtorno do movimento caracterizado por contrações musculares involuntárias e sustentadas, que produzem posturas anormais e movimentos repetitivos, com contração simultânea da musculatura agonista e antagonista.
Os quadros clínicos referentes às descrições contidas em I, II e III são:
M.R.S, 42 anos, apresenta preocupação persistente com a possibilidade de ter um ou mais transtornos físicos sérios e progressivos. Procura sistematicamente serviços de saúde com queixas somáticas persistentes, vistas por ela como angustiantes e anormais. Atenção sobre o próprio corpo está focalizada na parte cardíaca, andando sempre com frequencímetro para monitorizar os batimentos cardíacos. Na consulta, apresenta relatório detalhado da variação de sua frequência cardíaca ao longo dos dias, mostrando períodos de maior e menor batimentos por minuto. Nos últimos meses tem ido frequentemente ao serviço de emergência devido à sensação de taquicardia e palpitações. Questiona se os médicos não a têm avaliado corretamente pois reconhece ter uma arritmia; quando reassegurada retorna a sua casa, mas não se sente convencida.
Segundo a CID-10 essa descrição sugere diagnóstico de