Questões de Concurso Para câmara de são josé do rio preto - sp

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Q2035922 Português


Imagem associada para resolução da questão



Interpretando-se as falas das personagens, conclui-se que

Alternativas
Q2035921 Português

Uma onda de criatividade


Antes da web, pessoas comuns só podiam publicar ideias e criações se convencessem guardiões dos portais da mídia a lhes dar destaque. Mas a web deu a elas uma plataforma global para publicar seus escritos, fotos, áudios e vídeos, e as pessoas agarraram a oportunidade.

(Folha de S. Paulo. 09.03.2014. Adaptado)


Em – ... as pessoas agarraram a oportunidade. –, observa-se emprego de sentido figurado, o que se repete em:
Alternativas
Q2035920 Português

Uma onda de criatividade


Antes da web, pessoas comuns só podiam publicar ideias e criações se convencessem guardiões dos portais da mídia a lhes dar destaque. Mas a web deu a elas uma plataforma global para publicar seus escritos, fotos, áudios e vídeos, e as pessoas agarraram a oportunidade.

(Folha de S. Paulo. 09.03.2014. Adaptado)


Assinale a alternativa em que há entre as frases sentido contrário
Alternativas
Q2035919 Português

Uma onda de criatividade


Antes da web, pessoas comuns só podiam publicar ideias e criações se convencessem guardiões dos portais da mídia a lhes dar destaque. Mas a web deu a elas uma plataforma global para publicar seus escritos, fotos, áudios e vídeos, e as pessoas agarraram a oportunidade.

(Folha de S. Paulo. 09.03.2014. Adaptado)


Assinale a alternativa correta quanto à colocação do pronome pessoal.
Alternativas
Q2035918 Português
         Quando vieram ao mundo, eram de uma feiura que chegava a comover; o corpo pelado, a pele enrugada, os olhos cerrados. Mas poucos bebês foram tão esperados como as duas ararinhas-azuis que nasceram no interior paulista, em endereço mantido em sigilo. São as primeiras geradas no Brasil nos últimos 14 anos, quando a espécie foi considerada extinta na natureza, com o fim do último exemplar, em Curaçá, na Bahia.
         Os bebês feiosos em nada lembravam a ararinha Blu, famosa personagem do filme Rio. Nasceram com 15 gramas, mas com pouco menos de dois meses já haviam ganhado corpo e penas azuis, que as tornam tão valiosas no mercado paralelo – cada uma chega a valer 100 mil euros (cerca de R$ 325,4 mil reais).
          O nascimento dos filhotes, ainda sem nome, foi fruto de um esforço de instituições do Brasil, da Alemanha e do Catar, que integram o “Projeto Ararinha na Natureza”, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, com patrocínio da Vale.
           As ararinhas-azuis eram encontradas somente na Caatinga, em Curaçá. Além dos predadores naturais, como gaviões, enfrentaram dificuldades para reprodução: foram expulsas por abelhas do oco das árvores onde faziam ninhos. Mas foi a captura para o tráfico a causa de seu desaparecimento na natureza. Sobraram 90 ararinhas em cativeiro – 70 delas no Catar, 9 na Alemanha e 11 no Nest, criadouro científico no interior de São Paulo, cadastrado no Instituto, cujo endereço não é divulgado para não atrair caçadores e traficantes de aves.
          A analista ambiental, Patrícia Serafini, afirma que as ararinhas-azuis são monogâmicas e entre elas há uma química. O que em laboratório parece ideal, às vezes não dá certo. No caso das aves que estão no Nest, Blu e Flor, a união indicada pelos testes funcionou. A fêmea começou a pôr ovos. Foram três posturas, oito ovos – dois vingaram. Pai e mãe cuidam dos bebês, que passaram os primeiros 20 dias no ninho.

(O Estado de S. Paulo. 21.12.2014. Adaptado)

A regra de concordância verbal de – Pai e mãe cuidam dos bebês… – repete-se em:
Alternativas
Q2035917 Português
         Quando vieram ao mundo, eram de uma feiura que chegava a comover; o corpo pelado, a pele enrugada, os olhos cerrados. Mas poucos bebês foram tão esperados como as duas ararinhas-azuis que nasceram no interior paulista, em endereço mantido em sigilo. São as primeiras geradas no Brasil nos últimos 14 anos, quando a espécie foi considerada extinta na natureza, com o fim do último exemplar, em Curaçá, na Bahia.
         Os bebês feiosos em nada lembravam a ararinha Blu, famosa personagem do filme Rio. Nasceram com 15 gramas, mas com pouco menos de dois meses já haviam ganhado corpo e penas azuis, que as tornam tão valiosas no mercado paralelo – cada uma chega a valer 100 mil euros (cerca de R$ 325,4 mil reais).
          O nascimento dos filhotes, ainda sem nome, foi fruto de um esforço de instituições do Brasil, da Alemanha e do Catar, que integram o “Projeto Ararinha na Natureza”, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, com patrocínio da Vale.
           As ararinhas-azuis eram encontradas somente na Caatinga, em Curaçá. Além dos predadores naturais, como gaviões, enfrentaram dificuldades para reprodução: foram expulsas por abelhas do oco das árvores onde faziam ninhos. Mas foi a captura para o tráfico a causa de seu desaparecimento na natureza. Sobraram 90 ararinhas em cativeiro – 70 delas no Catar, 9 na Alemanha e 11 no Nest, criadouro científico no interior de São Paulo, cadastrado no Instituto, cujo endereço não é divulgado para não atrair caçadores e traficantes de aves.
          A analista ambiental, Patrícia Serafini, afirma que as ararinhas-azuis são monogâmicas e entre elas há uma química. O que em laboratório parece ideal, às vezes não dá certo. No caso das aves que estão no Nest, Blu e Flor, a união indicada pelos testes funcionou. A fêmea começou a pôr ovos. Foram três posturas, oito ovos – dois vingaram. Pai e mãe cuidam dos bebês, que passaram os primeiros 20 dias no ninho.

(O Estado de S. Paulo. 21.12.2014. Adaptado)

Quanto ao emprego ou não da crase, as frases:
•  Quando vieram ao mundo, eram de uma feiura que levava… •  O Instituto Chico Mendes dedica-se…

completam-se, correta e respectivamente, em
Alternativas
Q2035916 Português
         Quando vieram ao mundo, eram de uma feiura que chegava a comover; o corpo pelado, a pele enrugada, os olhos cerrados. Mas poucos bebês foram tão esperados como as duas ararinhas-azuis que nasceram no interior paulista, em endereço mantido em sigilo. São as primeiras geradas no Brasil nos últimos 14 anos, quando a espécie foi considerada extinta na natureza, com o fim do último exemplar, em Curaçá, na Bahia.
         Os bebês feiosos em nada lembravam a ararinha Blu, famosa personagem do filme Rio. Nasceram com 15 gramas, mas com pouco menos de dois meses já haviam ganhado corpo e penas azuis, que as tornam tão valiosas no mercado paralelo – cada uma chega a valer 100 mil euros (cerca de R$ 325,4 mil reais).
          O nascimento dos filhotes, ainda sem nome, foi fruto de um esforço de instituições do Brasil, da Alemanha e do Catar, que integram o “Projeto Ararinha na Natureza”, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, com patrocínio da Vale.
           As ararinhas-azuis eram encontradas somente na Caatinga, em Curaçá. Além dos predadores naturais, como gaviões, enfrentaram dificuldades para reprodução: foram expulsas por abelhas do oco das árvores onde faziam ninhos. Mas foi a captura para o tráfico a causa de seu desaparecimento na natureza. Sobraram 90 ararinhas em cativeiro – 70 delas no Catar, 9 na Alemanha e 11 no Nest, criadouro científico no interior de São Paulo, cadastrado no Instituto, cujo endereço não é divulgado para não atrair caçadores e traficantes de aves.
          A analista ambiental, Patrícia Serafini, afirma que as ararinhas-azuis são monogâmicas e entre elas há uma química. O que em laboratório parece ideal, às vezes não dá certo. No caso das aves que estão no Nest, Blu e Flor, a união indicada pelos testes funcionou. A fêmea começou a pôr ovos. Foram três posturas, oito ovos – dois vingaram. Pai e mãe cuidam dos bebês, que passaram os primeiros 20 dias no ninho.

(O Estado de S. Paulo. 21.12.2014. Adaptado)

De acordo com a frase – ... poucos bebês foram tão esperados como as duas ararinhas-azuis... –, é correto afirmar que os bebês feiosos
Alternativas
Q2035915 Português
         Quando vieram ao mundo, eram de uma feiura que chegava a comover; o corpo pelado, a pele enrugada, os olhos cerrados. Mas poucos bebês foram tão esperados como as duas ararinhas-azuis que nasceram no interior paulista, em endereço mantido em sigilo. São as primeiras geradas no Brasil nos últimos 14 anos, quando a espécie foi considerada extinta na natureza, com o fim do último exemplar, em Curaçá, na Bahia.
         Os bebês feiosos em nada lembravam a ararinha Blu, famosa personagem do filme Rio. Nasceram com 15 gramas, mas com pouco menos de dois meses já haviam ganhado corpo e penas azuis, que as tornam tão valiosas no mercado paralelo – cada uma chega a valer 100 mil euros (cerca de R$ 325,4 mil reais).
          O nascimento dos filhotes, ainda sem nome, foi fruto de um esforço de instituições do Brasil, da Alemanha e do Catar, que integram o “Projeto Ararinha na Natureza”, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, com patrocínio da Vale.
           As ararinhas-azuis eram encontradas somente na Caatinga, em Curaçá. Além dos predadores naturais, como gaviões, enfrentaram dificuldades para reprodução: foram expulsas por abelhas do oco das árvores onde faziam ninhos. Mas foi a captura para o tráfico a causa de seu desaparecimento na natureza. Sobraram 90 ararinhas em cativeiro – 70 delas no Catar, 9 na Alemanha e 11 no Nest, criadouro científico no interior de São Paulo, cadastrado no Instituto, cujo endereço não é divulgado para não atrair caçadores e traficantes de aves.
          A analista ambiental, Patrícia Serafini, afirma que as ararinhas-azuis são monogâmicas e entre elas há uma química. O que em laboratório parece ideal, às vezes não dá certo. No caso das aves que estão no Nest, Blu e Flor, a união indicada pelos testes funcionou. A fêmea começou a pôr ovos. Foram três posturas, oito ovos – dois vingaram. Pai e mãe cuidam dos bebês, que passaram os primeiros 20 dias no ninho.

(O Estado de S. Paulo. 21.12.2014. Adaptado)

O sigilo do endereço das aves-bebês foi mantido porque
Alternativas
Q2035914 Português
         Quando vieram ao mundo, eram de uma feiura que chegava a comover; o corpo pelado, a pele enrugada, os olhos cerrados. Mas poucos bebês foram tão esperados como as duas ararinhas-azuis que nasceram no interior paulista, em endereço mantido em sigilo. São as primeiras geradas no Brasil nos últimos 14 anos, quando a espécie foi considerada extinta na natureza, com o fim do último exemplar, em Curaçá, na Bahia.
         Os bebês feiosos em nada lembravam a ararinha Blu, famosa personagem do filme Rio. Nasceram com 15 gramas, mas com pouco menos de dois meses já haviam ganhado corpo e penas azuis, que as tornam tão valiosas no mercado paralelo – cada uma chega a valer 100 mil euros (cerca de R$ 325,4 mil reais).
          O nascimento dos filhotes, ainda sem nome, foi fruto de um esforço de instituições do Brasil, da Alemanha e do Catar, que integram o “Projeto Ararinha na Natureza”, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, com patrocínio da Vale.
           As ararinhas-azuis eram encontradas somente na Caatinga, em Curaçá. Além dos predadores naturais, como gaviões, enfrentaram dificuldades para reprodução: foram expulsas por abelhas do oco das árvores onde faziam ninhos. Mas foi a captura para o tráfico a causa de seu desaparecimento na natureza. Sobraram 90 ararinhas em cativeiro – 70 delas no Catar, 9 na Alemanha e 11 no Nest, criadouro científico no interior de São Paulo, cadastrado no Instituto, cujo endereço não é divulgado para não atrair caçadores e traficantes de aves.
          A analista ambiental, Patrícia Serafini, afirma que as ararinhas-azuis são monogâmicas e entre elas há uma química. O que em laboratório parece ideal, às vezes não dá certo. No caso das aves que estão no Nest, Blu e Flor, a união indicada pelos testes funcionou. A fêmea começou a pôr ovos. Foram três posturas, oito ovos – dois vingaram. Pai e mãe cuidam dos bebês, que passaram os primeiros 20 dias no ninho.

(O Estado de S. Paulo. 21.12.2014. Adaptado)

Lendo-se o texto, conclui-se que o título coerente com os sentidos expressos é:
Alternativas
Q1007920 Jornalismo
Os pesquisadores modernos identificam quatro estágios para a formação da mais primária forma de comportamento coletivo. O primeiro depende de um acontecimento que consiga catalisar o interesse das pessoas. No segundo, essas pessoas se encontram e trocam opiniões a respeito do acontecimento. No terceiro, encontram um objetivo para ação conjunta. O quarto estágio corresponde à ação coletiva e geograficamente identificável. Esses quatro estágios definem o comportamento
Alternativas
Q1007919 Legislação Federal
De acordo com a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, que regula artigos da Constituição Federal que tratam dos procedimentos legais destinados a assegurar o direito fundamental de acesso à informação, existem cinco diretrizes fundamentais que norteiam o regulamento. Entre essas diretrizes, é correto afirmar que o acesso à informação
Alternativas
Q1007918 Redação Oficial
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, nas comunicações oficiais
Alternativas
Q1007917 Comunicação Social
A 4ª Vara Federal de Rio Preto atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF) que quer ter acesso ao conteúdo telefônico do repórter Allan de Abreu Aio e do Jornal da Região sobre a Operação Tamburutaca que investigou esquema suspeito de corrupção na Delegacia do Trabalho da cidade. A ANJ recorreu, e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, suspendeu liminarmente a decisão judicial. Segundo a ANJ, além de violar o direito à liberdade de informação e expressão jornalística, o pedido do MPF viola o Art. 5º da Constituição Federal que garante
Alternativas
Q1007916 Jornalismo

Há uma corrente de políticos – que é repudiada por administradores públicos profissionais – que defende a tese de que uma reforma pela metade é melhor do que nenhuma reforma. Esse raciocínio até pode funcionar parcialmente, e em determinados lugares, em períodos eleitorais, mas frequentemente a realidade derruba qualquer ideia neste sentido. Os agentes públicos e econômicos de Rio Preto se preparam em 2015 para mais uma série de discussões e debates a respeito da revitalização da área central da cidade, projeto eterno e antigo da Prefeitura.

(http://www.diarioweb.com.br/novoportal)

Esse texto foi publicado no dia 07 de janeiro de 2015 e não é assinado. Pelas suas características, trata-se de

Alternativas
Q1007915 Jornalismo
A Torcedores.com, à primeira vista, parece mais uma página especializada em esportes – mas há uma diferença considerável: eles apostam pesado nas informações postadas por parte de seus leitores. O site, fundado no final de 2013, permite que qualquer um possa enviar notícias. Todo o conteúdo enviado passa pela curadoria da equipe editorial do site, que analisa a veracidade e originalidade dos textos. Esse modelo de edição é chamado de jornalismo
Alternativas
Q1007914 Jornalismo

A Polícia Civil investiga a morte do pedreiro Anísio Moura, 64 anos. Ele morreu no quintal de uma casa em construção na última terça-feira, no bairro São Miguel Arcanjo, em Rio Preto. O corpo foi encontrado na sexta, em estado avançado de decomposição. Segundo o boletim de ocorrência, no corredor da casa havia pingos de sangue. Os bolsos da bermuda que ele vestia estavam revirados.

(DiarioWeb, 11.01.2015)

Esse lead pertence a um texto jornalístico

Alternativas
Q1007913 Jornalismo
Uma foto tem, originalmente, 12 cm de altura e 20 cm de largura. Ela ocupará duas colunas padrão de um jornal em que cada coluna tem 5 cm de largura e 0,5 cm entre colunas. A altura da foto diagramada terá
Alternativas
Q1007912 Jornalismo
Uma construtora da cidade de Piracicaba (SP) utilizou três fotografias feitas pelo jornalista Davi Negri para o sítio oficial da Prefeitura da cidade. A utilização foi considerada indevida pela Justiça, pois a construtora não procurou o autor para negociar o uso das fotos e julgou procedente a ação de violação dos direitos autorais e determinou que a construtora pagasse ao fotógrafo indenização por danos
Alternativas
Q1007911 Jornalismo
Em 1947, foi publicado um relatório elaborado por 13 personalidades do mundo acadêmico e empresarial sob a presidência do reitor da Universidade de Chicago, Robert M. Hutchins, que resumiu em cinco pontos as exigências que os meios de comunicação teriam de cumprir. Esses pontos deram origem aos critérios do chamado “bom jornalismo”, que são os seguintes:
Alternativas
Q1007910 Comunicação Social

A 1ª Emenda da Constituição Americana determina que “o Congresso não fará qualquer lei (...) que proíba o exercício destas ou que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa; ou o direito de as pessoas se reunirem pacificamente ou de requererem ao governo o direito de reparação por injustiça praticada”.

(Tese de doutorado de Fernando Oliveira Paulino. Adaptado)

Este é o princípio que define, no Jornalismo, a Teoria

Alternativas
Respostas
121: E
122: C
123: C
124: E
125: C
126: D
127: A
128: B
129: E
130: A
131: B
132: E
133: D
134: C
135: C
136: E
137: B
138: C
139: A
140: D