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Q3717871 Serviço Social
O sigilo profissional configura-se como um dos fundamentos éticos mais relevantes no campo da assistência social, especialmente no exercício do orientador social, cuja atuação implica o manejo de informações de natureza pessoal e sensível, relativas a indivíduos e famílias em contextos de vulnerabilidade e risco social. No que se refere ao sigilo profissional, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O sigilo profissional deve ser mantido de forma irrestrita, mesmo em situações que representem risco iminente à vida ou à integridade do usuário ou de terceiros.
(__)O orientador social tem autonomia para compartilhar informações sigilosas com a equipe técnica, independentemente de justificativa formal ou registro institucional.
(__)O sigilo profissional possui caráter meramente formal, e sua violação não acarreta implicações éticas desde que ausente a intenção de dano ao usuário.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3717870 Serviço Social
No contexto do SUAS, a atuação coletiva constitui elemento estratégico para assegurar a integralidade do atendimento e a eficácia das intervenções socioassistenciais. Com relação à esse contexto, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O educador social atua de forma isolada, desenvolvendo atividades recreativas e pedagógicas sem vinculação ao plano socioassistencial elaborado pelo assistente social ou psicólogo.
(__)A interlocução entre os membros da equipe configura-se como uma prática facultativa, recomendada unicamente diante de situações conflituosas entre usuários ou familiares.
(__)Assistentes sociais e psicólogos concentram a totalidade das decisões técnico-operacionais, cabendo aos orientadores e educadores apenas a execução das atividades previamente determinadas, sem margem para autonomia ou participação avaliativa.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3717869 Serviço Social

A Lei Orgânica da Assistência Social − LOAS define parâmetros para o exercício do mandato dos membros do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), assegurando a alternância de representação e a continuidade das ações deliberativas no âmbito da política de assistência social.


Com base nessas disposições, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3717868 Serviço Social
O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) é reconhecido como uma estratégia essencial da Proteção Social Básica, cuja efetividade depende da articulação com outras ofertas da rede socioassistencial.

Fonte: https://www.gov.br/mds/pt-br/acoes-e-programas/suas/servico s-e-programas/convivencia-e-fortalecimento-de-vinculos

Sobre o objetivo do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3717867 Serviço Social
A Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) estabelece que os projetos de enfrentamento da pobreza devem promover autonomia, inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável, indo além do mero repasse financeiro. Com base nesse contexto, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, referentes aos Projetos de Enfrentamento da Pobreza previstos na LOAS.

(__)Os projetos de enfrentamento da pobreza compreendem a instituição de investimento econômico-social nos grupos populares, buscando subsidiar, financeira e tecnicamente, iniciativas que lhes garantam meios, capacidade produtiva e de gestão para melhoria das condições gerais de subsistência, elevação do padrão da qualidade de vida, a preservação do meio-ambiente e sua organização social.
(__)O incentivo a projetos de enfrentamento da pobreza assentar-se-á em mecanismos de articulação e de participação de diferentes áreas governamentais e em sistema de cooperação entre organismos governamentais, não governamentais e da sociedade civil.
(__)De acordo com a LOAS, os projetos de enfrentamento da pobreza não contemplam a dimensão ambiental, concentrando-se unicamente na geração de renda imediata.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3717866 Serviço Social
Os serviços de Proteção Social Especial de Média Complexidade são voltados ao atendimento de famílias e indivíduos cujos direitos foram violados, mas que ainda mantêm vínculos familiares e comunitários. A atuação nesse nível exige intervenção especializada, articulada à rede de proteção. Com base na Resolução nº 109/2009 que aprova a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, assinale a alternativa que corresponde a um serviço de Proteção Social Especial de Média Complexidade.
Alternativas
Q3717635 Legislação Municipal
A Lei Orgânica do Município de São Miguel do Oeste (SC) estabelece como objetivos fundamentais a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, a erradicação da pobreza e da marginalização, além da promoção do bem de todos sem discriminação. Considerando esses princípios, qual abordagem de gestão educacional municipal se alinha aos objetivos estabelecidos na Lei Orgânica do Município de São Miguel do Oeste (SC)?
Alternativas
Q3717633 Legislação Municipal
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos de São Miguel do Oeste/SC (Lei Complementar nº 9/2012), o provimento de cargos efetivos depende da aprovação em concurso público e da posse dentro do prazo legal. A posse deverá ocorrer:
Alternativas
Q3717632 Atualidades
Os movimentos sociais por justiça climática ganharam destaque global nos últimos anos, especialmente após eventos climáticos extremos. Sobre essa temática no contexto brasileiro e global, assinale V para verdadeiro e F para falso:

(__)As mudanças climáticas afetam desproporcionalmente populações vulneráveis, tornando a questão ambiental também uma questão de direitos humanos.
(__)O Brasil, por sua matriz energética predominantemente renovável, está relativamente isento de responsabilidades na redução de emissões de gases de efeito estufa.
(__)A educação ambiental crítica propõe que estudantes compreendam as relações entre modelo de desenvolvimento e crise climática.
(__)Eventos climáticos extremos, como enchentes e secas prolongadas, têm impactado diretamente o calendário escolar em diversas regiões do Brasil.

A sequência correta é:
Alternativas
Q3717631 Sociologia
As desigualdades regionais no Brasil impactam diretamente o acesso e a qualidade da educação. Sobre os desafios educacionais relacionados às disparidades socioeconômicas e geográficas no país, considere:

I.Regiões com menores IDH geralmente apresentam indicadores educacionais mais críticos, como evasão escolar e baixo desempenho.
II.A infraestrutura escolar inadequada, especialmente em áreas rurais e periferias urbanas, compromete o processo de ensino-aprendizagem.
III.Políticas de equidade educacional buscam garantir condições diferenciadas para reduzir desigualdades históricas entre regiões.
IV.O Brasil superou as desigualdades educacionais regionais através do FUNDEB e demais políticas redistributivas.
Estão corretas:
Alternativas
Q3717630 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
"A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem."

Com base nos tipos de predicado, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3717629 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
Releia os trechos que serão apresentados a seguir no texto, considerando os elementos de coesão e coerência, e marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou com (F) as falsas:

(__)No trecho 'que é de 39% dos professores satisfeitos...' o 'que' retoma 'média da OCDE'.
(__)No trecho '...temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano', o 'que' retoma 'cargos substitutos ou temporários'.
(__)No trecho 'Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018.', o pronome 'essa' retoma "22% dos professores estão satisfeitos com o salário".
(__)No trecho "Enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes..., entre os países da OCDE a média é superior...", a conjunção 'enquanto' estabelece contraste.
(__)No trecho "No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais...", o vocábulo 'inclusive' introduz ênfase e ampliação.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3717628 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
"Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)."

Os vocábulos das alternativas a seguir estão grafados corretamente com hífen, assim como o vocábulo 'sexta-feira', EXCETO:
Alternativas
Q3717626 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
"Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar."
Caso o objeto direto do verbo 'levar' for substituído por pronome oblíquo átono a colocação pronominal adequada será:
Alternativas
Q3717625 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
"De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018."
Analise a concordância estabelecida no trecho acima e julgue as afirmativas marcando com (V) as verdadeiras ou com (F) as falsas:

(__)Mantém-se a concordância adequada ao empregar-se a forma 'tem', no singular, uma vez que a concordância é estabelecida pela expressão de porcentagem '64%'.
(__)A forma verbal 'é' encontra-se flexionada no singular, em concordância com o núcleo do sujeito 'OCDE'.
(__)O verbo 'trabalhar' encontra-se flexionado no plural, em concordância com a expressão 'escolas', que também esta flexionada no plural.
(__)O verbo 'cair' apresenta concordância adequada com o núcleo do sujeito, representado pela expressão 'porcentagem'.
(__)O verbo 'cair' apresenta concordância adequada com o núcleo do sujeito, representado pela expressão 'contrato'.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3717624 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
Com base no texto "Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE" analise as afirmativas a seguir e identifique a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3717623 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
"Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino."
Analise, no trecho apresentado, a regência do verbo 'dar' e identifique nos enunciados seguintes como esse verbo se comporta quanto à transitividade.

I.Deu uma festinha de aniversário.
II.Deu-lhe casa, comida, roupa e dinheiro.
III.Deu quase 100 mil reais pelo Portinari.
IV.Dava a merenda a todas as crianças da creche.
V.Deu toda a sua energia para o novo empreendimento decolar.

Os enunciados em que o verbo 'dar' mantém a mesma transitividade usada no trecho do texto apresentado é:
Alternativas
Q3717621 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Número de professores temporários no Brasil é maior que na OCDE


No Brasil, aproximadamente dois a cada três professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham. Os demais estão em cargos substitutos ou temporários que, por vezes, têm duração de menos de 1 ano. Os dados são da Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem 2024 (Talis), divulgada nesta segunda-feira (6) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A pesquisa, feita a partir de entrevistas com professores e diretores, principalmente dos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, compara a educação em 53 países.

De acordo com os resultados, enquanto no Brasil 64% dos professores têm contratos permanentes nas escolas onde trabalham, entre os países da OCDE a média é superior, com 81% dos docentes com contratos permanentes. No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018.

Segundo o estudo, contratos permanentes dão mais segurança aos professores e, consequentemente, têm impacto no ensino.

"Como a maior parte dos funcionários, a maioria dos professores busca estabilidade no emprego. Um componente importante da segurança no emprego dos professores é a sua modalidade de contrato. Os contratos permanentes não têm duração limitada, enquanto os contratos por prazo determinado têm duração específica. O emprego temporário envolve algum grau de insegurança e imprevisibilidade, o que pode causar tensão e impedir que alguns funcionários funcionem de forma ideal em seu ambiente de trabalho", aponta a pesquisa.

Entre os países com dados disponíveis, o Brasil aparece como o quinto pior no ranking, superando apenas Xangai, na China, com 33% dos professores das escolas com contratos permanentes; Emirados Árabes Unidos (34%), Bahrein (55%) e Costa Rica (56%). Na outra ponta, estão Dinamarca, Letônia e França, com porcentagens de contratos permanentes próximos a 100%.

Condições de trabalho

A pesquisa mostra que, no Brasil, menos de um a cada quatro professores, 22%, estão satisfeitos com o salário que recebem. Essa porcentagem aumentou quatro pontos percentuais desde 2018. A parcela, no entanto, ainda é inferior à média da OCDE, que é de 39% dos professores satisfeitos com o que recebem.

Em relação ao salário, o Brasil aparece no quinto pior lugar do ranking entre os países com esse dado disponível. Na frente de Malta, em último lugar, com menos de 10% dos professores satisfeitos, Portugal, Islândia e Turquia.

Levando em consideração outros aspectos do contrato, como benefícios, carga horária, entre outros, o Brasil também aparece na parte inferior do ranking, com o terceiro pior lugar, caindo de 52% dos professores satisfeitos em 2018 para 44% satisfeitos com as condições de trabalho. A média da OCDE é de 68%.

Nesse aspecto, o relatório mostra que enquanto na Áustria, Bulgária, Colômbia, República Checa, Letônia, Polônia, Romênia, República Eslovaca e Uzbequistão pelo menos 80% dos professores estão satisfeitos com as suas condições de trabalho (excluindo salários), menos de 40% relatam o mesmo no Japão e em Portugal, únicos países superados pelo Brasil.

"A remuneração desempenha um papel importante na atração e retenção de professores, garantindo que seu trabalho seja financeiramente sustentável e competitivo com outras profissões", explica a pesquisa Talis.

A Talis foi feita no Brasil pela quarta vez, entre os meses de junho e julho de 2024. Os estudos foram conduzidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com a colaboração das secretarias de Educação das 27 Unidades Federativas.


https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/numero-de-p rofessores-temporarios-no-brasil-e-maior-que-na-ocde 
"No Brasil, a porcentagem desse tipo de contrato inclusive caiu 16 pontos percentuais em 2024, em relação à última pesquisa, de 2018."
A crase está adequadamente empregada no trecho acima, devido ao vocábulo 'relação' que exige preposição.
Agora, analise o emprego da crase nos enunciados a seguir:

I.Somos contrários àqueles que não gostam de trabalhar.
II.As atividades às quais nos dedicamos são sempre essenciais.
III.O motorista havia observando tudo à distância de três metros.
IV.Era uma pintura à Leonardo da Vinci.

A crase está empregada adequadamente: 
Alternativas
Q3717620 Legislação de Trânsito
A autarquia precisa remover uma escavadeira de grande porte em prancha com excesso de largura para outra frente de serviço, usando rodovia estadual. Avalie:

I.A circulação com excedentes de peso ou dimensões depende de Autorização Especial de Trânsito expedida pela autoridade com circunscrição sobre a via.
II.Podem ser impostas restrições de horário, velocidade e escolta.
III.Placas de advertência "veículo longo" substituem a Autorização Especial de Trânsito.
IV.Sem Autorização Especial de Trânsito, basta comunicar por e-mail à polícia.

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3717619 Legislação de Trânsito
Durante apoio logístico, um motorista sugere levar dois ajudantes "na carroceria" por trajeto curto dentro da cidade. Qual a orientação correta segundo o Código de Trânsito Brasileiro? 
Alternativas
Respostas
661: C
662: A
663: C
664: B
665: D
666: B
667: D
668: A
669: A
670: B
671: C
672: D
673: C
674: B
675: A
676: B
677: D
678: D
679: D
680: C