Questões de Concurso
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INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a questão.
Texto 1
A sociedade das aparências
Antropóloga analisa modelo do sistema capitalista na raiz do consumo. A responsabilidade leva em conta impactos de compra, uso, descarte e origem de produtos ou serviços.
por Lilian Monteiro

Para a antropóloga Andréa Zhouri, é preciso mudar o modo de vida de acumulação.
[1º§] O consumo responsável é decisão individual, particular e solitária, em função do compromisso de cada um com o desenvolvimento socioambiental. É de quem tem ou adquire a consciência de que ações positivas minimizam as negativas. Comportamento e atitude que estão ligados à questão do “não-desperdício, do desprendimento e da posse de objetos por status. Visão ainda pequena na nossa sociedade, mas que tende a aumentar nas camadas mais jovens, preocupadas com a preservação dos recursos naturais renováveis. Em outros países, as práticas são mais arraigadas. No Brasil, não. Acumulamos muito lixo pelo consumo que tem a ver com o descarte, a sobra, o desperdício, o refugo, que causam sérios problemas. É a garrafa PET, a sacola plástica, as sucatas de equipamentos eletrônicos, o celular, o computador...”, explica Andréa Zhouri, antropóloga e coordenadora do Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (Gesta) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
[2º§] Andréa Zhouri alerta que a solução está na mudança do “pensar do berço ao túmulo. É prática de preocupação política no sentido mais amplo. É concepção de consciência política. O modo de vida de acumulação, de posse de coisas, de acumular e desperdiçar. É preciso mudar. Surgem, na sociedade brasileira, atitudes, tentativas ainda incipientes, marginais e pontuais, mas em determinados grupos. No entanto, a grande tendência é ter!”.
[3º§] O caminho é longo e é preciso persistência. “A transição do ter para o ser implica processo. E tem a ver com a elaboração do sujeito, da sua reflexão sobre a existência no mundo, porque a sociedade capitalista é uma sociedade de produção de mercadorias e de bens não só materiais, mas de bens significativos. Ou seja, ao mesmo tempo em que tem valor de uso, prático, de troca e comercial, também tem valor de bem distintivo, de status, simbólico. Ambos estão interligados. O exemplo mais claro é o automóvel. Não se compra só o veículo de transporte para levar alguém de um lugar A para o B. Não é 'um' automóvel, mas 'o' automóvel, o modelo, o tipo e a marca que vão atribuir ao consumidor um lugar na sociedade, que é cumulativa de bens e emite mensagens”, analisa a antropóloga.
[4º§] Andréa Zhouri enfatiza que as pessoas compram a mensagem e não o objeto. “E aí vamos entrar em outra área, que é a luta pelo poder. Ao transmitir o que se tem, a pessoa emite uma mensagem. Por isso é muito difícil o consumo consciente, responsável, porque a questão não está no nível do cognitivo. O desafio não é a informação, porque o consumo mexe com o lado efetivamente significativo da existência. A necessidade de se distinguir, ser diferente e projetar determinada imagem.”
[5º§] A antropóloga alerta que “a sociedade vende a ilusão de que você, consumindo, vai conseguir a distinção que a sociedade moderna valoriza. A pessoa vai comprar a ideia de que é especial. Assim, é difícil o consumo responsável na contramão de um mundo da propaganda e do marketing”.
[6º§] E, como Andréa Zhouri já declarou diante de outra situação (no caso, a catástrofe da Samarco, que também envolve consumo), “precisamos repensar o que é de fato o bem-viver, a riqueza e uma boa economia. Há alternativas que exigem participação política de todos, ainda que a sociedade civil cobre, esteja engajada, em determinadas situações, ela não encontra ouvidos do outro lado, do lado da governança”.
Fonte: Jornal Estado de Minas, 24/01/2016, disponível em: http://impresso.em.com.br/
app/noticia/toda-semana/bem-viver/2016/01/24/interna_bemviver,171062/a-sociedadedas-aparencias.shtml,
acesso em 28/01/2016. Texto adaptado.
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a questão.
Texto 1
A sociedade das aparências
Antropóloga analisa modelo do sistema capitalista na raiz do consumo. A responsabilidade leva em conta impactos de compra, uso, descarte e origem de produtos ou serviços.
por Lilian Monteiro

Para a antropóloga Andréa Zhouri, é preciso mudar o modo de vida de acumulação.
[1º§] O consumo responsável é decisão individual, particular e solitária, em função do compromisso de cada um com o desenvolvimento socioambiental. É de quem tem ou adquire a consciência de que ações positivas minimizam as negativas. Comportamento e atitude que estão ligados à questão do “não-desperdício, do desprendimento e da posse de objetos por status. Visão ainda pequena na nossa sociedade, mas que tende a aumentar nas camadas mais jovens, preocupadas com a preservação dos recursos naturais renováveis. Em outros países, as práticas são mais arraigadas. No Brasil, não. Acumulamos muito lixo pelo consumo que tem a ver com o descarte, a sobra, o desperdício, o refugo, que causam sérios problemas. É a garrafa PET, a sacola plástica, as sucatas de equipamentos eletrônicos, o celular, o computador...”, explica Andréa Zhouri, antropóloga e coordenadora do Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (Gesta) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
[2º§] Andréa Zhouri alerta que a solução está na mudança do “pensar do berço ao túmulo. É prática de preocupação política no sentido mais amplo. É concepção de consciência política. O modo de vida de acumulação, de posse de coisas, de acumular e desperdiçar. É preciso mudar. Surgem, na sociedade brasileira, atitudes, tentativas ainda incipientes, marginais e pontuais, mas em determinados grupos. No entanto, a grande tendência é ter!”.
[3º§] O caminho é longo e é preciso persistência. “A transição do ter para o ser implica processo. E tem a ver com a elaboração do sujeito, da sua reflexão sobre a existência no mundo, porque a sociedade capitalista é uma sociedade de produção de mercadorias e de bens não só materiais, mas de bens significativos. Ou seja, ao mesmo tempo em que tem valor de uso, prático, de troca e comercial, também tem valor de bem distintivo, de status, simbólico. Ambos estão interligados. O exemplo mais claro é o automóvel. Não se compra só o veículo de transporte para levar alguém de um lugar A para o B. Não é 'um' automóvel, mas 'o' automóvel, o modelo, o tipo e a marca que vão atribuir ao consumidor um lugar na sociedade, que é cumulativa de bens e emite mensagens”, analisa a antropóloga.
[4º§] Andréa Zhouri enfatiza que as pessoas compram a mensagem e não o objeto. “E aí vamos entrar em outra área, que é a luta pelo poder. Ao transmitir o que se tem, a pessoa emite uma mensagem. Por isso é muito difícil o consumo consciente, responsável, porque a questão não está no nível do cognitivo. O desafio não é a informação, porque o consumo mexe com o lado efetivamente significativo da existência. A necessidade de se distinguir, ser diferente e projetar determinada imagem.”
[5º§] A antropóloga alerta que “a sociedade vende a ilusão de que você, consumindo, vai conseguir a distinção que a sociedade moderna valoriza. A pessoa vai comprar a ideia de que é especial. Assim, é difícil o consumo responsável na contramão de um mundo da propaganda e do marketing”.
[6º§] E, como Andréa Zhouri já declarou diante de outra situação (no caso, a catástrofe da Samarco, que também envolve consumo), “precisamos repensar o que é de fato o bem-viver, a riqueza e uma boa economia. Há alternativas que exigem participação política de todos, ainda que a sociedade civil cobre, esteja engajada, em determinadas situações, ela não encontra ouvidos do outro lado, do lado da governança”.
Fonte: Jornal Estado de Minas, 24/01/2016, disponível em: http://impresso.em.com.br/
app/noticia/toda-semana/bem-viver/2016/01/24/interna_bemviver,171062/a-sociedadedas-aparencias.shtml,
acesso em 28/01/2016. Texto adaptado.
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a questão.
Texto 1
A sociedade das aparências
Antropóloga analisa modelo do sistema capitalista na raiz do consumo. A responsabilidade leva em conta impactos de compra, uso, descarte e origem de produtos ou serviços.
por Lilian Monteiro

Para a antropóloga Andréa Zhouri, é preciso mudar o modo de vida de acumulação.
[1º§] O consumo responsável é decisão individual, particular e solitária, em função do compromisso de cada um com o desenvolvimento socioambiental. É de quem tem ou adquire a consciência de que ações positivas minimizam as negativas. Comportamento e atitude que estão ligados à questão do “não-desperdício, do desprendimento e da posse de objetos por status. Visão ainda pequena na nossa sociedade, mas que tende a aumentar nas camadas mais jovens, preocupadas com a preservação dos recursos naturais renováveis. Em outros países, as práticas são mais arraigadas. No Brasil, não. Acumulamos muito lixo pelo consumo que tem a ver com o descarte, a sobra, o desperdício, o refugo, que causam sérios problemas. É a garrafa PET, a sacola plástica, as sucatas de equipamentos eletrônicos, o celular, o computador...”, explica Andréa Zhouri, antropóloga e coordenadora do Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (Gesta) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
[2º§] Andréa Zhouri alerta que a solução está na mudança do “pensar do berço ao túmulo. É prática de preocupação política no sentido mais amplo. É concepção de consciência política. O modo de vida de acumulação, de posse de coisas, de acumular e desperdiçar. É preciso mudar. Surgem, na sociedade brasileira, atitudes, tentativas ainda incipientes, marginais e pontuais, mas em determinados grupos. No entanto, a grande tendência é ter!”.
[3º§] O caminho é longo e é preciso persistência. “A transição do ter para o ser implica processo. E tem a ver com a elaboração do sujeito, da sua reflexão sobre a existência no mundo, porque a sociedade capitalista é uma sociedade de produção de mercadorias e de bens não só materiais, mas de bens significativos. Ou seja, ao mesmo tempo em que tem valor de uso, prático, de troca e comercial, também tem valor de bem distintivo, de status, simbólico. Ambos estão interligados. O exemplo mais claro é o automóvel. Não se compra só o veículo de transporte para levar alguém de um lugar A para o B. Não é 'um' automóvel, mas 'o' automóvel, o modelo, o tipo e a marca que vão atribuir ao consumidor um lugar na sociedade, que é cumulativa de bens e emite mensagens”, analisa a antropóloga.
[4º§] Andréa Zhouri enfatiza que as pessoas compram a mensagem e não o objeto. “E aí vamos entrar em outra área, que é a luta pelo poder. Ao transmitir o que se tem, a pessoa emite uma mensagem. Por isso é muito difícil o consumo consciente, responsável, porque a questão não está no nível do cognitivo. O desafio não é a informação, porque o consumo mexe com o lado efetivamente significativo da existência. A necessidade de se distinguir, ser diferente e projetar determinada imagem.”
[5º§] A antropóloga alerta que “a sociedade vende a ilusão de que você, consumindo, vai conseguir a distinção que a sociedade moderna valoriza. A pessoa vai comprar a ideia de que é especial. Assim, é difícil o consumo responsável na contramão de um mundo da propaganda e do marketing”.
[6º§] E, como Andréa Zhouri já declarou diante de outra situação (no caso, a catástrofe da Samarco, que também envolve consumo), “precisamos repensar o que é de fato o bem-viver, a riqueza e uma boa economia. Há alternativas que exigem participação política de todos, ainda que a sociedade civil cobre, esteja engajada, em determinadas situações, ela não encontra ouvidos do outro lado, do lado da governança”.
Fonte: Jornal Estado de Minas, 24/01/2016, disponível em: http://impresso.em.com.br/
app/noticia/toda-semana/bem-viver/2016/01/24/interna_bemviver,171062/a-sociedadedas-aparencias.shtml,
acesso em 28/01/2016. Texto adaptado.
INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a questão.
Texto 1
A sociedade das aparências
Antropóloga analisa modelo do sistema capitalista na raiz do consumo. A responsabilidade leva em conta impactos de compra, uso, descarte e origem de produtos ou serviços.
por Lilian Monteiro

Para a antropóloga Andréa Zhouri, é preciso mudar o modo de vida de acumulação.
[1º§] O consumo responsável é decisão individual, particular e solitária, em função do compromisso de cada um com o desenvolvimento socioambiental. É de quem tem ou adquire a consciência de que ações positivas minimizam as negativas. Comportamento e atitude que estão ligados à questão do “não-desperdício, do desprendimento e da posse de objetos por status. Visão ainda pequena na nossa sociedade, mas que tende a aumentar nas camadas mais jovens, preocupadas com a preservação dos recursos naturais renováveis. Em outros países, as práticas são mais arraigadas. No Brasil, não. Acumulamos muito lixo pelo consumo que tem a ver com o descarte, a sobra, o desperdício, o refugo, que causam sérios problemas. É a garrafa PET, a sacola plástica, as sucatas de equipamentos eletrônicos, o celular, o computador...”, explica Andréa Zhouri, antropóloga e coordenadora do Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais (Gesta) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
[2º§] Andréa Zhouri alerta que a solução está na mudança do “pensar do berço ao túmulo. É prática de preocupação política no sentido mais amplo. É concepção de consciência política. O modo de vida de acumulação, de posse de coisas, de acumular e desperdiçar. É preciso mudar. Surgem, na sociedade brasileira, atitudes, tentativas ainda incipientes, marginais e pontuais, mas em determinados grupos. No entanto, a grande tendência é ter!”.
[3º§] O caminho é longo e é preciso persistência. “A transição do ter para o ser implica processo. E tem a ver com a elaboração do sujeito, da sua reflexão sobre a existência no mundo, porque a sociedade capitalista é uma sociedade de produção de mercadorias e de bens não só materiais, mas de bens significativos. Ou seja, ao mesmo tempo em que tem valor de uso, prático, de troca e comercial, também tem valor de bem distintivo, de status, simbólico. Ambos estão interligados. O exemplo mais claro é o automóvel. Não se compra só o veículo de transporte para levar alguém de um lugar A para o B. Não é 'um' automóvel, mas 'o' automóvel, o modelo, o tipo e a marca que vão atribuir ao consumidor um lugar na sociedade, que é cumulativa de bens e emite mensagens”, analisa a antropóloga.
[4º§] Andréa Zhouri enfatiza que as pessoas compram a mensagem e não o objeto. “E aí vamos entrar em outra área, que é a luta pelo poder. Ao transmitir o que se tem, a pessoa emite uma mensagem. Por isso é muito difícil o consumo consciente, responsável, porque a questão não está no nível do cognitivo. O desafio não é a informação, porque o consumo mexe com o lado efetivamente significativo da existência. A necessidade de se distinguir, ser diferente e projetar determinada imagem.”
[5º§] A antropóloga alerta que “a sociedade vende a ilusão de que você, consumindo, vai conseguir a distinção que a sociedade moderna valoriza. A pessoa vai comprar a ideia de que é especial. Assim, é difícil o consumo responsável na contramão de um mundo da propaganda e do marketing”.
[6º§] E, como Andréa Zhouri já declarou diante de outra situação (no caso, a catástrofe da Samarco, que também envolve consumo), “precisamos repensar o que é de fato o bem-viver, a riqueza e uma boa economia. Há alternativas que exigem participação política de todos, ainda que a sociedade civil cobre, esteja engajada, em determinadas situações, ela não encontra ouvidos do outro lado, do lado da governança”.
Fonte: Jornal Estado de Minas, 24/01/2016, disponível em: http://impresso.em.com.br/
app/noticia/toda-semana/bem-viver/2016/01/24/interna_bemviver,171062/a-sociedadedas-aparencias.shtml,
acesso em 28/01/2016. Texto adaptado.
Um programa de auditoria das contas de receita que melhor se adequa a essa empresa é:
Relacione os tipos de transações no Setor Público com os respectivos conceitos.
1- Econômico-Financeira
2- Administrativas
3- Variações patrimoniais
4- Valores de Terceiros
( ) São aquelas em que a entidade responde como fiel depositária e que não afetam o seu patrimônio líquido.
( ) Promovem alterações aumentativas ou diminutivas nos elementos patrimoniais da entidade do setor público.
( ) Aquelas originadas de fatos que afetam o patrimônio público, em decorrência, ou não, da execução de orçamento, podendo provocar alterações qualitativas ou quantitativas, efetivas ou potenciais.
( ) Transações que não afetam
o patrimônio público, originadas
de atos, com o objetivo
de dar cumprimento às
metas programadas e manter
em funcionamento as
atividades da entidade do
setor público
A sequência correta é
( )Uma máquina reconhecida no balanço, sem capacidade de geração de benefício econômico, deverá ser baixada, pois não possui o principal elemento constituinte da definição de um ativo.
( )Os gastos com pesquisa para avaliação de uma tecnologia devem ser reconhecidos no intangível da entidade, dado o potencial de geração de benefício econômico futuro.
( )A aquisição de veículos, através de um contrato de arrendamento mercantil com assunção dos riscos e benefícios, implicará o reconhecimento no ativo, com a respectiva contrapartida no passivo referente às obrigações assumidas.
( )Um bem ou direito com capacidade de geração de benefícios econômicos futuros, sobre o qual se detém o controle (mas não a propriedade) não poderá ser reconhecido como ativo.
A sequência correta é
As referidas normas mencionam, mas sem esgotar o assunto, que as notas explicativas devem
I- Em atendimento à exigência de prestação de contas ou ao controle social da entidade.
II- Consolidação das entidades do setor público em atendimento às exigências legais ou às necessidades gerenciais do gestor.
III- Consolidação de unidades contábeis descentralizadas com a finalidade de apresentar o desempenho conjunto dos órgãos da administração pública. IV- Em atendimento à exigência de representante do legislativo que demande controlar subjetivamente a unidade da administração pública sobre a qual tem interesse.
São corretas as afirmativas
Os controles internos são mecanismos que fazem parte da estrutura de governança da entidade, possuindo componentes interrelacionados que são essenciais para o planejamento do trabalho do auditor.
Relacione os respectivos componentes com as características e as definições apresentadas.
1- Ambiente de controle
2- Avaliação de
Risco
3- Informação e
comunicação
4- Atividade de
Controle
5- Monitoração
( ) Relaciona-se aos métodos e aos registros estabelecidos para identificar, juntar, analisar, classificar e relatar transações da entidade.
( ) Alterações, no ambiente operacional, de pessoas e do sistema de informações. O crescimento rápido é um elemento desse componente.
( ) Integridade e valores éticos, comprometimento com competência, conselho de administração e estrutura organizacional.
( ) Segregação de funções, controle de processamentos de informação. Controles de aplicativos e físicos são formas utilizadas nesse componente.
( ) Processo de avaliação da qualidade do
sistema de controle interno que pode
ocorrer durante as atividades ou em períodos
específicos destinados a esse fim.

Após os processos de conciliação e de reexecução dos lançamentos, realizados nas contas de imobilizado da entidade, o auditor deveria recomendar
Sobre a Responsabilidade do Auditor, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.
( )O auditor é responsável pela elaboração de um programa de auditoria que detecta fraudes ou erros materiais que possam afetar o patrimônio da entidade auditada.
( )O auditor é responsável por manter um ceticismo profissional que o possibilite, no exercício de suas atividades, identificar, inclusive, fraudes ocorridas na entidade auditada.
( )O auditor deve fazer indagações à administração e a outros responsáveis pela entidade, de forma apropriada, para determinar se têm conhecimentos de ocorrência, indícios ou suspeitas de fraudes que afetem a entidade.
( )O auditor tem como objetivos identificar e avaliar os riscos de fraude; obter evidências suficientes sobre riscos identificados de distorção, decorrente de fraude, e responder adequadamente face a fraude ou a suspeita de fraude.
( ) O risco de o auditor identificar uma fraude, realizada pela alta administração da entidade auditada, é maior do que o de identificar uma fraude realizada por um funcionário, em decorrência do poder de manipulação, da omissão dos registros contábeis e/ou controles internos.
A sequência correta é

Após a realização dos testes substantivos, o auditor identificou que
I- o saldo a ser eliminado no Passivo é de $ 1.050.
II- o saldo consolidado do Passivo mais PL é de $ 34.200.
III-o total de eliminações no Ativo na controladora é de $ 2.050.
IV-o saldo total de ajustes a serem realizados no Ativo é $ 5.100.
V- as eliminações realizadas pelo contador responsável estavam incompletas.
Estão corretas as afirmativas