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I. Cláudio é baiano ou Alberto é carioca.
II. Júlio não é pernambucano.
III. Se Alberto é carioca, Júlio é pernambucano.
Com base nessas informações é correto concluir que:
( ) Em “O agressor, que morreu por suicídio, deixou um manifesto e inscrições em armas de fogo...” (1º par.), caso se retirassem as vírgulas do fragmento não se acarretaria mudança de sentido no contexto.
( ) Em “Esse evento horrível, ocorrido em um local de culto e aprendizado, chocou a comunidade cristã de Minneapolis e o país está em choque.” (3º par.), poder-se-ia acrescentar uma vírgula antes da conjunção coordenativa “e” em “e o país está em choque”.
( ) Em “O Papa Leão XIV, o primeiro papa americano, expressou profunda tristeza...” (3º par.), as vírgulas foram utilizadas de forma obrigatória a fim de se isolar um Vocativo.
( ) Em “De acordo com um relatório de 2024 da Open Doors International, mais de 380 milhões de cristãos enfrentaram perseguição e discriminação significativas em todo o mundo...” (4º par.), a vírgula presente se justifica para marcar o deslocamento de um termo em relação à ordem direta.
I. “Embora organizações humanitárias como a Ajuda à Igreja em Necessidade (ACN) documentem essas violações, a resposta da comunidade internacional permanece silenciada, muitas vezes ofuscada por outras preocupações geopolíticas.” (9º par.)
II. “O tiroteio em Minneapolis, embora investigado como um crime de ódio, corre o risco de ser enquadrado apenas como uma questão de violência armada, ofuscando seus motivos antirreligiosos, além da supressão da discussão dos problemas mentais – um tabu nos dias de hoje.” (10º par.)
Pode-se dizer que, nos fragmentos, as expressões destacadas acima podem ser substituídas respectivamente, a fim de manter o sentido e correção gramatical do texto, por:
Analise as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.
I. O adjetivo “inimaginável” (1º par.), embora possua prefixo e sufixo, sofreu o processo de derivação imprópria.
II. Os adjetivos “antirreligiosa” (2º par.) e “antissemitismo” (3º par.) possuem a mesma regra de não uso do hífen.
III. Em “regimes autoritários e grupos extremistas” (4º par.), poderia haver a devida substituição por “regimes autocráticos e grupos fundamentalistas” a fim de manter o sentido utilizado pela autora enquanto sinônimos.
IV. Expressões como “silêncio preocupante” (4º par.) e “A falta de clamor global” (9º par.) são formas diferentes de se referir ao mesmo tópico em tom de denúncia por parte da autora.
Pode-se afirmar que se encontra correto o que é dito apenas em:
I. Em “Esse evento horrível” e “essa ‘terrível tragédia’”, nota-se em destaque a presença de um elemento gramatical adjetivo e de natureza textual anafórica remissiva ao mesmo atentado em Minneapolis.
II. A menção feita pela autora aos “grupos progressistas americanos” reitera a crítica feita contra a perseguição aos cristãos como elemento de reforço e concordância quanto ao tema.
III. Exercem papel sintático análogo no texto os termos “por essa ‘terrível tragédia” e “por grupos progressistas americanos”.
IV. O vocábulo “reacender” é formado por derivação prefixal o qual sugere um fato reiterado no presente discordante da linha defendida pela articulista.
Pode-se constatar como correto o que foi dito apenas em:
( ) “Culpar as armas”, no atentado de Minneapolis, é um ato de abrandar o problema de forma desproporcional em relação a outras demonstrações de crime de ódio, o que, na visão da autora, não colabora com a situação injusta e desfavorável na qual se encontram as vítimas cristãs.
( ) A menção feita ao Papa Leão XIV, a grupos progressistas e à Ajuda à Igreja em Necessidade (ACN) representa, no contexto, a menção a autoridades e a órgãos internacionais que destoam da crítica feita quanto ao “Silêncio maligno” creditado a boa parte da comunidade global.
( ) A fim de embasar seu ponto de vista, a autora apresenta fatos específicos e gerais em torno da intolerância religiosa sofrida por fiéis católicos em vários continentes do mundo, bem como prescinde de estatísticas que constatem as hostilidades sofridas por cristãos.
( ) O “Silêncio maligno” exposto no texto tem razões múltiplas, pois obedece a uma conveniência diplomática em relação a certos países, a uma indiferença por parte da mídia, ou a uma consideração tácita e equivocada quanto ao cristianismo a qual “justificaria” as animosidades ocorridas em certos lugares.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem a seguinte sequência: