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A Gerência de Projetos está diretamente relacionada à aplicação de técnicas, conhecimentos e habilidades em prol da realização de um projeto de qualidade. Entre as fases de um projeto, a primeira é a INICIAÇÃO, definida como o ponto de partida, sendo feito um termo de abertura onde são previstas as entradas, ferramentas a serem utilizadas e saídas, enquanto que a última é o ENCERRAMENTO, fase em que é realizada a entrega, a qual passa por uma avaliação e assim é feita a formalização de aceite e as documentações do projeto são encerradas. As fases intermediárias são caracterizadas a seguir.
I. fase em que é feito todo o detalhamento do projeto, cronograma de atividades, relação entre as entregas, aporte de recursos, análise de custos entre outras ações que diminuam a ocorrência de dificuldades e imprevistos. Aqui também são feitos planos de apoio como: gestão de riscos, qualidade e comunicação entre outros.
II. fase onde tudo que foi pensado e projetado, é implementado e colocado em prática.
III. fase que tem como objetivo analisar o projetado e realizado, propondo soluções corretivas ou preventivas caso haja alguma falha.
As fases intermediárias descritas em I, em II e em III são denominadas, respectivamente:
Em uma rede de computadores que foi configurada com o endereço IP 149.204.0.0/16, a máscara de rede que está sendo utilizada é:
No que diz respeito aos procedimentos de segurança da informação a serem seguidos por peritos em assuntos relacionados à internet, há situações em que é necessária a análise de determinado endereço IP ou nome de domínio, tais como em cabeçalhos de e-mail ou registros de eventos (logs) de acesso em servidores de rede. Para auxiliar nessa atividade, pode ser utilizado um utilitário TCP/IP, que permite descobrir o caminho executado pelos pacotes desde a sua origem até o seu destino, sendo utilizado em testes, medidas e gerenciamento da rede. Uma outra funcionalidade dessa ferramenta está no fato de ela poder ser usada para detectar falhas como gateways intermediários que descartam pacotes ou rotas que excedem a capacidade de um datagrama IP. Esse utilitário é conhecido como:
Tendo por foco a arquitetura TCP/IP, dois protocolos operam na camada de transporte, gerenciando o envio de dados. O primeiro é orientado à conexão, comparado com uma “chamada telefônica”, prioriza a confiabilidade, garantindo a entrega e ordem dos pacotes, sendo ideal para web e e-mail. O segundo é não orientada à conexão, comparado como o envio de um cartão-postal ou um anúncio em alto-falante, prioriza a velocidade e eficiência, sem verificar erros, sendo ideal para streaming, jogos e tempo real. As siglas pelas quais são conhecidos esses dois protocolos são, respectivamente:
A figura ilustra um esquema de conexão de dois roteadores IEEE-802.11/ax, sendo que o principal roteador é o ENGNET1, ao qual está conectado o link para a internet. Foram adotados os procedimentos a seguir.

• A ligação cabeada entre os roteadores ENGNET1 e ENGNET2 foi feita por meio de uma cabo UTP RJ45.
• Para dar acesso à internet ao roteador secundário ENGNET2, há necessidade de realizar a configuração deste roteador, por meio da atribuição de um endereço IP, de uma máscara de sub-rede e de um IP para o gateway.
• No que diz respeito à máscara de sub-rede do roteador ENGNET2, foi atribuída a mesma máscara 255.255.255.0 do roteador ENGNET1.
Nessas condições, para que a configuração seja válida e o link funcione satisfatoriamente, sem conflitos, valores válidos para o IP e o gateway, a serem utilizados na configuração do roteador ENGNET2 são, respectivamente:
No que se refere aos protocolos de roteamento IGP (Interior Gateway Protocol) um é da categoria link-state, do modelo dinâmico e dos mais utilizados, devido ao seu histórico padronizado e não associado a nenhum fabricante específico, de convergência rápida e escalabilidade relativamente simples. Para que esse protocolo consiga executar suas análises, ele faz uso de um programa nomeado como algoritmo Dijkstra. Que tem como objetivo registrar um banco de dados central/local com mensagens emanadas de todos os roteadores e, em paralelo, criar uma árvore SPF, que preenche uma tabela de roteamento IP conduzindo os pacotes de rede pelos melhores caminhos. Cabe destacar que esse protocolo de roteamento atua por meio de hierarquia estruturada, avaliando nesse processo o melhor caminho entre os roteadores e o servidor. Para finalizar, é um protocolo que usa o “custo” como métrica, ressaltando que o custo tem por significado o tempo que uma mensagem gasta para chegar ao seu destino. Assim, quanto menor o custo, melhor o caminho, sendo sempre a opção adotado por esse protocolo. O protocolo de roteamento descrito é conhecido pela sigla:
NAT é uma sigla que por significado “Network Address Translation”, constituindo uma técnica de rede que traduz endereços IP privados de uma rede local para um único endereço IP público, permitindo que múltiplos dispositivos acessem a internet através de uma única conexão. Funciona principalmente em roteadores ou firewalls, preservando o esgotamento do IPv4 e aumentando a segurança ao ocultar a estrutura interna da rede. As faixas de IP´s privados IPv4, definidas pela norma RFC 1918 para redes locais (LANs), são divididas em três blocos principais, correspondendo às classes A, B e C, que não são roteáveis na internet pública, usados internamente para economizar endereços IPv4 públicos. Usando a notação CIDR, essas faixas de endereços IPv4 privados, são respectivamente:
A segurança de rede refere-se às tecnologias, políticas, pessoas e procedimentos que defendem qualquer infraestrutura de comunicação contra ataques cibernéticos, acesso não autorizado e perda de dados. Além da própria rede, eles também protegem o tráfego e os ativos acessíveis à rede na borda da rede e dentro do perímetro. Entre as soluções adotadas pelas instituições que visam garantir a segurança em redes, um termo está associado a um dispositivo que monitora, filtra e controla o tráfego de rede de entrada e saída com base em regras de segurança predefinidas. Atuando como uma barreira entre redes internas e externas não confiáveis, ele funciona inspecionando pacotes de dados e optando por bloqueá-los ou permiti-los. Por exemplo, uma instituição financeira pode configurar essa solução para bloquear o tráfego proveniente de endereços IP não autorizados, enquanto ainda permite que o tráfego legítimo passe. Isso mitiga uma possível violação sem interromper as operações principais. Essa solução está associada a um termo conhecido como:
A criptografia é o pilar fundamental da segurança de redes e internet, transformando dados em códigos ininteligíveis, para proteger informações contra acessos não autorizados, garantindo a confidencialidade, a integridade e autenticação de dados ou em trânsito, utilizando protocolos essenciais como SSL/TLS, HTTPS e criptografia de ponta a ponta (VPNs, mensageiros). Entre os tipos de criptografia, dois são escritos a seguir:
I. conhecido com simétrica, para grandes volumes de dados, usa a mesma chave secreta para criptografar e descriptografar. Um exemplo desse tipo é visto como o padrão ouro, rápido, seguro e usado para proteger tudo, desde arquivos em discos rígidos (criptografia de dados em repouso) até a maioria das comunicações online. Oferece segurança bem superior a outro similares, utilizando tamanhos de chave de 128, 192 ou 256 bits.
II. conhecido com assimétrica, para troca de chaves e autenticação, usa um par de chaves, uma pública (para criptografar) e uma privada (para descriptografar). Um exemplo deste tipo é visto como um dos mais antigos e usados para criptografar pequenas quantidades de dados, como chaves de sessão e para assinaturas digitais.
Esses dois exemplos são conhecidos, respectivamente como:
Há dois tipos de configurações bidirecionais usados na comunicação em uma rede Ethernet, descritas a seguir.
I. Essa configuração depende do fluxo de dados unidirecional quando o envio e o recebimento de dados não são executados ao mesmo tempo. Isso é semelhante à forma de funcionamento de walkie-talkies à medida que apenas uma pessoa pode falar por vez. Se alguém fala com outra pessoa já falando, ocorre uma colisão. Dessa forma, essa modalidade de comunicação implementa CSMA/CD para ajudar a reduzir o potencial de colisões e as detectar quando elas acontecerem. É um modo de transmissão que apresenta problemas de desempenho devido à espera constante, porque os dados só podem fluir em uma direção por vez.
II. Essa configuração tem como característica o fluxo de dados ser bidirecional, em que os dados podem ser enviados e recebidos ao mesmo tempo. O suporte bidirecional aprimora o desempenho, reduzindo o tempo de espera entre as transmissões. Grande parte das placas de rede Ethernet, Fast Ethernet e Gigabit Ethernet vendidas atualmente oferecem recursos dessa configuração. Nessa modalidade, o circuito de detecção de colisões é desabilitado. Os quadros enviados pelos dois nós finais conectados não podem colidir porque os nós finais usam dois circuitos separados no cabo de rede. Cada conexão usa apenas uma porta. As configurações descritas em I e em II são conhecidas, respectivamente, como:
O Linux é cada vez mais adotado por pessoas programadoras que trabalham com linguagens como JavaScript, PHP e Python. Um comando Linux nada mais é que uma instrução que o usuário digita na linha de comando de um terminal para realizar uma ação. Entre esses comandos, enquanto um modifica as permissões de acesso de arquivos e diretórios, sendo utilizado para conceder ou revogar permissões de leitura, gravação e execução para o proprietário, grupo e outros usuários, outro executa comandos Linux com privilégios de superusuário, sendo bastante útil especialmente em situações que exigem permissões administrativas. Esses dois comandos são, respectivamente:
De forma similar ao Windows 10/11 BR, as “distros” utilizam sistemas de arquivos padronizados, na instalação. A virtualização permite executar múltiplos sistemas operacionais, isolados em um único hardware físico, que funciona como hospedeiro, otimizando recursos e reduzindo custos com servidores. No contexto do Windows 10BR (host) e Oracle Linux (guest), utiliza-se hipervisores para criar máquinas virtuais 32/64 bits, suportando operações seguras, consolidação de cargas de trabalho e emulação de hardware. Dois exemplos de sistemas de arquivos, um empregado pelo Windows 10/11 e outro pelo Linux e um exemplo dos hipervisores é conhecido como Oracle:
Na operação dos microcomputadores e notebooks, o gerenciamento de memória é responsável por controlar a memória principal (RAM) e a memória secundária, para maximizar a eficiência dos processos. Nesse sentido, utiliza três processos, descritos a seguir:
I. emprega espaços de armazenamento para simular mais RAM usando disco ou SSD, movendo dados via swap,
II. emprega áreas de tamanho fixo, para eliminar fragmentação externa, e
III. emprega áreas de tamanho variável, para organizar porções lógicas.
Esses três processos são denominados, respectivamente:
No funcionamento dos sistemas operacionais, existe um processo de gerenciamento de dados permite que um computador armazene temporariamente informações em um buffer, em um disco rígido ou em um SSD, antes de enviá-las para um dispositivo de saída, como uma impressora. Esse método é amplamente utilizado em S.O. para otimizar o uso de recursos e melhorar a eficiência na execução de tarefas que envolvem dispositivos periféricos. Essa técnica é conhecida como:
A sigla RAID tem por significado “Redundant Array of Independent Disks" e representa uma tecnologia de armazenamento que combina dois ou mais discos rígidos (HDs ou SSDs) em uma única unidade lógica para aumentar o desempenho, a segurança dos dados ou ambos. Dentre os tipos de RAID, dois são caracterizados a seguir.
I. é teoricamente referido como um "Divisor de Espelhos", uma configuração que funciona corretamente com um mínimo de quatro discos, onde cada disco é pareado em dois para espelhamento. Isso pode ser entendido pelo fato de que com menos de 6 discos, esse tipo teria três grupos desenvolvidos. Os dados dentro do grupo são espelhados em ambos os discos, o que significa que, se um determinado grupo tiver o Disco 1 e o Disco 2 contidos em um grupo, os dados no Disco 1 serão exatamente os mesmos que no Disco 2. Os grupos, no entanto, são divididos.
II. é uma configuração aninhada e chamada de "Espelho de Divisões", embora possa funcionar perfeitamente em três discos. No entanto, é implementado na maioria das vezes em quatro discos e, para isso, é preciso considerar seis discos que são organizados em dois grupos de 3 discos. Os dados em cada grupo são divididos, onde cada bloco está associado a um disco diferente. No grupo, os dados são espelhados no disco que possui o mesmo bloco do primeiro grupo. Esta é a razão pela qual é referido como um espelho de divisões em teoria.
Os tipos caracterizados em I e em II são referenciados, respectivamente, como:
No que diz respeito à arquitetura dos microcomputadores e ao hardware, a figura apresenta diversos conectores existentes em uma placa mãe e no painel traseiro do gabinete de um microcomputador versão desktop.

Os conectores identificados pelas siglas MB01, MB03, MB07, MB08 e MB09 são conhecidos, respectivamente, pelas siglas:
A figura abaixo ilustra um tipo de placa mãe, empregada na configuração de microcomputadores Intel.

Os componentes de hardware conhecidos por barramento SATA e slot de memória RAM DDR estão identificados, respectivamente, como:
Atualmente, em redes de computadores cabeadas, existem diversas categorias de cabos de par trançado, das quais três são descritas a seguir:
I. É um cabo que substitui o cabo categoria 5 e por padrão trabalha em redes 10/100/1000Mbps a uma distância de 100m.
II. É um cabo utilizado para transmissão de dados a uma taxa de 10Gbps. No entanto, caso se trate de um cabo UTP, a distância não deve exceder 55m. Já para as versões STP, esse cabo consegue manter seu desempenho para 100m.
As categorias para os cabos descritos em I e em II são denominadas, respectivamente:
TIA/EIA 568A e 568B são padrões relacionados às telecomunicações, definidos pela TIA (Telecomminications IndustryAssociation) e pela EIA (Eletronic Industries Alliance), mais especificamente, fazem referência à sequência dos fi os dentro do conector RJ-45 quando se configura o conector em um cabo par trançado usado em uma redes de computadores. A figura ilustra o conector RJ-45, empregado na implementação física dessas redes. Os dois padrões em referência definem um sistema de codificação com quatro cores básicas, em combinação com o branco, para os condutores UTP, bem como a ordem dos pares no conector.

De acordo com a normalização EIA/TIA 568A a ser empregada na conectorização, a sequência de guias 1-2-3-4-5-6-7-8 corresponde às seguintes cores:
O modelo OSI foi desenvolvido pela ISO (International Organization for Standardization) com sete camadas, cada camada possuindo um subconjunto de funções e dependente da camada inferior para realizar funções mais primitivas e ocultar os detalhes destas funções, além de oferecer serviços à próxima camada mais alta. Entre elas, duas são descritas a seguir:
I. é responsável pela comunicação entre duas máquinas, ou seja, transforma um canal de transmissão normal em uma linha livre de erros de transmissão, para isso, essa camada mascara os erros reais, de modo que a camada de rede não os veja, isto é possível usando o frame de dados, ou seja, o transmissor divide as informações de entrada em quadro de dados e os transmite sequencialmente. Se esse serviço for confiável, o receptor confirmará o recebimento através do frame de confirmação. Um frame ou quadro consiste em um conjunto de bits agrupados, que transportam informações de usuário e de controle.
II. é responsável pela utilização das mensagens, suportando vários protocolos necessários para o usuário. O mais usado é o HTTP (HyperText Transfer Protocol), quando digitado um endereço de site no browser, este envia o nome da página desejada ao servidor que hospeda a página, que responde transmitindo a página ao navegador. Além deste protocolo, outros são usados para transferências de arquivos, correio eletrônico e transmissão de notícias pela rede.
Essas duas camadas são conhecidas, respectivamente, como: