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Paciente masculino de 38 anos está em acompanhamento por Apneia Obstrutiva do Sono. Ele refere que seus roncos atrapalham a esposa e por isso estão tendo que dormir em quartos separados. Também apresenta sonolência diurna excessiva e dificuldade de concentração, o que está prejudicando o seu trabalho como técnico de informática. Ele é hipertenso e está em tratamento com losartana 50 mg 12/12h, clortalidona 25 mg/dia e anlodipino 5 mg 12/12h. Apresenta rinite alérgica, para a qual tem precisado frequentemente tomar anti-histamínicos. Na consulta anterior, o paciente havia apresentado resultado de polissonografia com Índice de Apneia-Hipopneia de 46/hora, SpO2 média de 89% e mínima de 60% durante o sono. Havia sido recomendado o tratamento com CPAP para o paciente naquela ocasião, mas ele está com dificuldade de se habituar ao uso da máscara e volta hoje para discutir alternativas de tratamento. Ao exame físico, paciente encontra-se em bom estado geral, corado, hidratado, anictérico, acianótico, afebril. Sinais vitais: frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 18 ipm, PA = 145 x 90 mmHg, SpO2 = 96% em ar ambiente. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações, abdome globoso, indolor. Membros inferiores sem edema ou sinais de TVP. IMC = 37 kg/m2 , circunferência cervical de 43 cm, Mallampati 2, ausência de macroglossia ou micrognatia.
Assinale a alternativa correta.
Paciente do sexo feminino, de 43 anos de idade, sem comorbidades conhecidas e sem medicações de uso contínuo, procura atendimento médico ambulatorial, com demanda de suplementação vitamínica, por queixa de sonolência diurna e perda de performance laboral. Conta que é microempreendedora e trabalha durante 12 a 14 horas diariamente. Dorme das 22 horas às 3 horas da manhã, quando é acordada pelo despertador e inicia os afazeres domiciliares antes da jornada de trabalho. Anos mais jovem, quando não estava em sua ocupação atual, dormia das 22 horas às 6 horas da manhã e não tinha os sintomas mencionados. Relata que, quando seus filhos ficam aos cuidados dos avós e ela pode dormir até mais tarde, tem melhora transitória.
Sobre a avaliação dessa paciente, é correto afirmar:
Paciente do sexo masculino, de 53 anos de idade, previamente hígido, procura atendimento ambulatorial por queixa de dor abdominal, alteração de hábito intestinal e fezes com sangue. Não apresenta febre, refere que vem notando perda de apetite e que tem estado mais pálido. Nega realização de pesquisa de sangue oculto nas fezes ou colonoscopia no passado. Exame físico: bom estado geral, eutrófico, afebril, descorado 1+/4, anictérico, sem massas abdominais palpáveis e sem outras alterações percebidas.
Sobre o cuidado e a avaliação diagnóstica desse paciente, é INCORRETO afirmar:
Paciente do sexo feminino, de 23 anos de idade, é admitida em enfermaria por suspeita de pielonefrite associada a lesão renal aguda. Durante avaliação da admissão, apresenta queixas de fadiga, febre, poliartralgia e queda de cabelo. Nega sintomas urinários baixos ou dor em flancos. Exame físico: frequência cardíaca: 95 bpm, pressão arterial: 143 × 58 mmHg, frequência respiratória: 16 ipm, estado geral regular, alopecia frontal não cicatricial, sem outras alterações de pele ou lesões orais, artrite de interfalangeanas proximais sem deformidade. Exames complementares da admissão:
Hemoglobina: 11 g/dL
Hematócrito: 33%
VCM: 82 fL
HCM: 29,2 pg
RDW: 12,5%
Leucócitos: 3298/uL
Segmentados: 1730/uL
Eosinófilos: 42/uL
Basófilos: 58/uL
Linfócitos: 1384/uL
Monócitos: 84/uL
Plaquetas: 116 mil/mm3
Velocidade de hemossedimentação: 100 mm/h
Proteína C reativa: 15 mg/dL
Creatinina: 1,4 mg/dL
Urina tipo 1:
• Cor: amarela
• Aspecto: ligeiramente turvo
• Densidade: 10,014
• Proteína 1+
• Nitrito: negativo
• Hemácias: 11000/mL
• Leucócitos: 32000/mL
Sobre a avaliação diagnóstica dessa paciente, é correto afirmar:
Paciente do sexo masculino, de 47 anos de idade, passa em consulta ambulatorial de rotina. É previamente portador de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2, está atualmente em uso de metformina XR 500 mg 1x ao dia, enalapril 10 mg 2x ao dia e atorvastatina 20 mg 1x ao dia. Exame físico: frequência cardíaca: 76 bpm, pressão arterial: 138 x 79 mmHg, frequência respiratória: 14 ipm, IMC: 36,7 kg/m2 , acantose nigricans em axilas, pés com inspeção sem particularidades e sensibilidade preservada ao teste com monofilamento e diapasão. Apresenta os seguintes resultados de exames complementares:
Hemoglobina: 14,6g/dL
Plaquetas: 258 mil/mm3
Hemoglobina glicada: 8,2%
AST: 76 UI/L
ALT: 68 UI/L
Colesterol total: 174 mg/dL
LDL-c: 91 mg/dL
HDL-c: 36 mg/dL
Triglicérides: 235 mg/dL
Albuminúria em amostra isolada: < 30 mg/1 g de creatinina
Ultrassonografia de abdome superior: fígado de dimensões normais, contornos definidos, bordas lisas, ecogenicidade aumentada difusamente, sem lesões focais, com vasos de calibre e trajeto preservados. Vesícula biliar de conteúdo anecoico, paredes delgadas, contornos definidos e ductos biliares com calibres preservados.
Sobre o cuidado desse paciente, NÃO é correto afirmar que deve ser
Paciente do sexo masculino, de 70 anos de idade, previamente portador de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, com prescrição de uso contínuo de atorvastatina 20 mg 1x ao dia, losartana 50 mg 1x ao dia, hidroclorotiazida 25 mg 1x ao dia, metformina 850 mg 3x ao dia e gliclazida 30 mg 1x ao dia, está em primeiro dia pós-operatório de prótese total de quadril eletiva. Seu peso habitual é de 70 kg. Está em leito de enfermaria, e seu débito urinário foi de 670 mL nas últimas 24 horas. Exame físico: frequência cardíaca: 98 bpm, pressão arterial: 168 × 92 mmHg, frequência respiratória: 18 ipm, temperatura: 36,8 ºC, escala numérica de dor: 7, regular estado geral, com fácies de dor, hidratado, corado, bem perfundido, abdome peristáltico, flácido, indolor e sem massas palpáveis, edema 1+/4 perimaleolar bilateral e com curativo limpo e seco sobre ferida operatória.
Sobre o manejo desse paciente, é correto afirmar:
Paciente do sexo feminino, de 55 anos de idade, procura consulta para orientação sobre terapia hormonal da menopausa. Seu último fluxo menstrual foi aos 47 anos de idade. Ela tem útero, não tem histórico pessoal ou familiar de câncer de mama, doença arterial coronariana ou tromboembolismo venoso e não fez uso de reposição hormonal anteriormente.
Considerando esse cenário de aconselhamento, é correto afirmar:
Considere um paciente do sexo masculino, de 49 anos de idade, usuário de testosterona via intramuscular, internado para tratamento de espondilodiscite. Foi instituída terapia empírica com vancomicina após coleta de hemoculturas, que resultaram negativas, e o paciente se manteve sem melhora clínica até que, no quinto dia de internação, desenvolve déficit motor em membro inferior esquerdo.
Entre as condutas necessárias, NÃO está
Paciente do sexo feminino, de 35 anos de idade, tabagista, portadora de transtorno afetivo bipolar em uso de lítio 300 mg duas vezes ao dia, sem queixas atuais, passa em consulta médica ambulatorial para avaliação periódica de saúde após iniciar atividade física intensa para perda de peso. Exame físico geral: bom estado, peso: 95,2 kg, altura: 1,65 m, pressão arterial: 112 × 76, frequência cardíaca: 68 bpm, frequência respiratória: 16 ipm, avaliação por sistemas sem particularidades. Apresenta os seguintes resultados de exames complementares:
Creatinina: 0,8 mg/dL
Glicemia: 79 mg/dL
Colesterol total: 178 mg/dL
LDL-c: 98 mg/dL
Triglicérides: 170 mg/dL
HDL-c: 46 mg/dL
AST: 31 U/L
ALT: 30 UI/L
Hemograma completo:
• Hemácias: 4,47 milhões/mm3
• Hemoglobina: 14,7g/dL
• Hematócrito: 41,6%
• Leucócitos: 14 722/mm3
• Basófilos: 58/mm3
• Eosinófilos: 61/mm3
• Mielócitos: 0/mm3
• Metamielócitos: 0/mm3
• Bastões: 0/mm3
• Segmentados: 12 763/mm3
• Linfócitos: 1 495/mm3
• Linfócitos atípicos: 0/mm3
• Monócitos: 345/mm3
• Plaquetas: 203 mil/mm3
Com base nesses resultados, o médico NÃO deve
Um homem de 50 anos procura o pronto atendimento com história de dor abdominal de início súbito, intensa, localizada no quadrante superior esquerdo e epigástrio, irradiando para as costas. A dor começou há cerca de 12 horas, é constante e se intensifica com a ingestão de alimentos. O paciente também se queixa de náuseas persistentes e vômitos de conteúdo biliar (8 episódios), iniciados pouco depois da dor. Nega febre no período. Sinais vitais à entrada: FC: 118 bpm, FR: 26 irpm, PA: 104 × 62 mmHg, T: 37,8 ºC. Ao exame clínico, apresenta dor à palpação de todo o andar superior do abdome, sem piora da dor à descompressão brusca. Um exame de USG à beira-leito evidenciou vesícula com múltiplos cálculos móveis no seu interior, parede de 2 mm, sem líquido perivesicular, sem presença de sinal de Murphy ultrassonográfico.
Os exames laboratoriais mostram:
Hemograma:
• Hemoglobina: 15,2 g/dL (VR: 13,5 – 17,5 g/dL)
• Hematócrito: 45% (VR: 40% – 50%)
• Leucócitos: 14500/mm³ (VR: 4 000 – 11000/mm³) com desvio à esquerda
• Plaquetas: 250000/mm³ (VR: 150000 – 450000/mm³)
Proteína C-reativa (PCR): 120 mg/L (VR: <5 mg/L)
Ureia: 75 mg/dL (VR: 15 – 40 mg/dL)
Creatinina: 2,1 mg/dL (VR: 0,7 – 1,3 mg/dL)
Sódio: 130 mEq/L (VR: 135 – 145 mEq/L)
Potássio: 5,2 mEq/L (VR: 3,5 – 5,0 mEq/L)
TGO (AST): 150 U/L (VR: 5 – 40 U/L)
TGP (ALT): 132 U/L (VR: 5 – 40 U/L)
Gama-GT: 140 U/L (VR: 9 – 36 U/L)
Fosfatase alcalina: 160 U/L (VR: 40 – 129 U/L)
Amilase: 800 U/L (VR: 30 – 110 U/L)
Lipase: 1 200 U/L (VR: 10 – 140 U/L)
Bilirrubina direta: 2,5 mg/dL (VR: 0,0 – 0,4 mg/dL)
Bilirrubina indireta: 1,2 mg/dL (VR: 0,0 – 0,9 mg/dL)
Urina Tipo 1:
• Densidade: 1 020 (VR: 1 005 – 1 030)
• pH: 5,5 (VR: 4,5 – 8,0)
• Proteínas: ausentes
• Leucócitos: 2-4/campo (VR: 0-5/campo)
• Hemácias: raras (VR: 0-3/campo)
• Nitrito: negativo
Considerando o quadro apresentado e os achados laboratoriais, assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta mais importante nesse momento.
Um homem de 28 anos, com antecedente de Trombastenia de Glanzmann, procura o consultório médico relatando fadiga persistente há três semanas e surgimento de petéquias em mãos e pés há cerca de uma semana. Relata que teve uma infecção de vias aéreas superiores há um mês, quando utilizou anti-histamínicos, dipirona e própolis para controle sintomático, tendo os sintomas resolvidos em 5 dias. Ele pergunta se as lesões cutâneas têm relação com as medicações que utilizou e se ele está sob maior risco de sangramento no momento. O médico que o atende não tinha familiaridade com essa doença e decide utilizar uma ferramenta de inteligência artificial (IA) para saber se existe relação entre as queixas do paciente e a Trombastenia de Glanzmann, além de formular um plano de conduta.
Com base no caso hipotético, assinale a alternativa correta.
Um homem de 18 anos foi admitido na sala de emergência apresentando dor abdominal, náuseas, vômitos, fadiga e taquipneia. Relatou poliúria, polidipsia e perda de peso significativa nas últimas duas semanas. Na entrada, os sinais vitais eram: PA: 92 × 60 mmHg, FC: 122 bpm, FR: 32 irpm, T: 36,8 ºC e SatO2 = 98% em ar ambiente. Exames laboratoriais revelaram: glicemia sérica: 430 mg/dL, pH: 7.14, PaO2 : 92, PaCO2 : 22, bicarbonato: 8 mEq/L, Na: 139 mEq/L, K: 3.7 mEq/L.
Assinale a alternativa que apresenta todas as terapias adequadas para esse momento.
Um homem de 30 anos foi levado ao pronto atendimento pelo irmão e por amigos devido a rebaixamento do nível de consciência há cerca de 40 minutos. Os amigos relataram que o paciente estava em um bar, onde consumiu pelo menos 10 doses de uísque. Após uma discussão com a namorada, ingeriu uma quantidade desconhecida de comprimidos de clonazepam, há cerca de duas horas. O irmão informou que o paciente tem antecedente de epilepsia e transtorno afetivo bipolar e que estava fazendo uso irregular de clonazepam há seis meses, sem uso de outras medicações. Exame na sala de emergência: FC: 65 bpm, FR: 14 irpm, PA: 110 × 70 mmHg, T: 36,0 ºC. Pupilas isocóricas, fotorreagentes, abertura ocular espontânea, resposta verbal confusa com desorientação temporoespacial, resposta motora apropriada a comandos.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta que deve ser tomada no pronto atendimento
Um homem de 64 anos procura o pronto atendimento com queixa de cefaleia iniciada há 4 dias. A dor é predominantemente hemicraniana, variando em intensidade entre 7 e 9 em uma escala de 0 a 10. A cefaleia é associada a náuseas e fotofobia. O paciente relata que tem utilizado dipirona 4x/dia para controle da dor. Nega febre, sintomas respiratórios, digestivos ou urinários. Sem outras queixas no período. Nega episódios prévios de cefaleia. Antecedente: hipertensão arterial sistêmica, em uso de hidroclorotiazida; sem outras comorbidades ou sintomas prévios. Os sinais vitais à entrada são: FC: 80 bpm, FR: 16 irpm, PA: 144 × 82 mmHg e T: 36,5 ºC. Ao exame neurológico, apresenta nível e conteúdo da consciência sem alterações, força grau 5 nos quatro membros, sem déficits de nervos cranianos e sem sinais de irritação meníngea.
Com base no caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta nesse momento.
Uma mulher de 25 anos procurou o pronto atendimento múltiplas vezes nos últimos 5 anos por episódios recorrentes de dor abdominal intensa e edema de face, lábios, mãos e pés. Não apresentou prurido ou lesões urticariformes durante esses episódios, que tinham duração média de três a quatro dias. Em avaliação ambulatorial, não foi identificado fator causal para os episódios, e a paciente perdeu o seguimento. Há três dias, começou a notar novamente um edema progressivo no rosto e nos lábios, além de dor abdominal difusa. Ao procurar o pronto atendimento no primeiro dia de sintomas, foi tratada com adrenalina intramuscular e metilprednisolona intravenosa, tendo recebido alta após 6 horas de observação com prescrição de prednisona, difenidramina, cimetidina e desloratadina. Não notou melhora sintomática com as medicações e agora retorna com aumento do edema facial e dificuldade para engolir.
Com base na principal hipótese diagnóstica, a terapia que tem a maior chance de ser efetiva é
Um homem de 68 anos vai ao pronto-socorro com palpitações associadas a dispneia progressiva nos últimos dois dias. Apresentou tosse pouco produtiva no período. Exame físico: FC: 128 bpm irregular, FR: 24 irpm, PA: 82 × 54 mmHg, SatO2: 91%, T: 37,6 ºC. O paciente tem um histórico de fibrilação atrial paroxística há dois anos, em uso de rivaroxabana 20 mg/dia. Exame de ultrassonografia à beira-leito evidenciou múltiplas linhas B em base do tórax à esquerda e padrão de linhas A no restante do tórax; a veia cava inferior tinha 0,7 cm de diâmetro com colapso quase completo à inspiração. O ritmo eletrocardiográfico está mostrado a seguir.

Assinale a alternativa correta em relação à conduta mais adequada nesse caso.
Uma mulher de 65 anos retorna ao consultório de clínica médica para seguimento por doença renal crônica (DRC) e hipertensão arterial. A paciente apresenta uma taxa de filtração glomerular estimada de 28 mL/min/1,73 m2 , razão albumina/creatinina urinária isolada de 250 mg/g e potássio sérico de 4,2 mEq/L (sem alteração significativa nos últimos seis meses). Seus sinais vitais são: FC: 78 bpm, FR: 18 irpm, PA: 120 × 84 mmHg. Exame cardíaco e pulmonar sem alterações. Ela está em uso de enalapril 20 mg de 12/12h.
Considerando as atuais evidências, assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta que poderia reduzir o risco de progressão da DRC ou de morte cardiovascular.
Paciente de 52 anos é admitido no hospital apresentando dor precordial intensa.
Considerando o diagnóstico de choque cardiogênico, assinale a alternativa que apresenta corretamente a situação mais representativa dessa condição.
Paciente de 56 anos, hipertenso e diabético, é admitido no hospital com queixa de dor torácica retroesternal, em aperto, com irradiação para o braço esquerdo e o pescoço, iniciada há uma hora. Sinais vitais: pressão arterial: 160 x 90 mmHg; frequência cardíaca: 90 bpm; saturação O2: 96%; temperatura: 36,5 ºC. Ausculta cardíaca e respiratória sem alterações. O eletrocardiograma realizado na admissão revelou supradesnivelamento do segmento ST em V2-V4, e a troponina está elevada. O paciente recebeu tratamento medicamentoso inicial recomendado. O cateterismo revelou lesão única de 99% no terço médio da artéria descendente anterior (DA).
A conduta correta a ser realizada nesse momento consiste em
Considere um homem com valvulopatia aórtica e classe funcional II.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma situação em que o procedimento de implante transcateter de válvula aórtica (TAVI) estaria mais indicado.