Questões de Concurso Para crmv-sp

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Q699578 Português

Para responder à questão, leia a charge a seguir.



(http://miniplif.no.comunidades.net/index.php?pagina=galeria)

Sobre a palavra "esses", presente na primeira fala, pode-se dizer que:
Alternativas
Q699577 Português

Para responder à questão, leia a charge a seguir.



(http://miniplif.no.comunidades.net/index.php?pagina=galeria)

A respeito da charge apresentada, afirma-se que: I. O humor é construído, em grande parte, por causa do duplo sentido que a palavra "limpo" possui nesse contexto. II. Se não houvesse a gravura e só se pudessem ler as falas, o sentido total da charge não seria prejudicado. III. O título do texto não contribui, de maneira significativa, para se entender a mensagem. Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q699576 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Mãe

(Crônico dedicado o o Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico)

Rubem Braga

O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol

Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.

Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: 

— Cadê Joãozinho?

O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.

— Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! 

O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: 

— O menino tem OITO anos, Maria! 

— OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! 

E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. 

— Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada.

Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.

Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: 

— E o Joãozinho? 

Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calmo — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. 

— Joãozinho! 

O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. 

— Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu

A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". 

— Acho que entrou... ou então foi-se embora. 

De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".

Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!

O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: 

— Mãe é chaaata... 

Maio, 1953

(http://www. releituras. com/rubembraga_mae. asp)

A palavra "interrogatório" é acentuada pelo mesmo motivo de:
Alternativas
Q699575 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Mãe

(Crônico dedicado o o Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico)

Rubem Braga

O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol

Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.

Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: 

— Cadê Joãozinho?

O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.

— Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! 

O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: 

— O menino tem OITO anos, Maria! 

— OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! 

E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. 

— Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada.

Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.

Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: 

— E o Joãozinho? 

Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calmo — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. 

— Joãozinho! 

O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. 

— Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu

A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". 

— Acho que entrou... ou então foi-se embora. 

De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".

Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!

O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: 

— Mãe é chaaata... 

Maio, 1953

(http://www. releituras. com/rubembraga_mae. asp)

A oração que está sublinhada em "A Mãe, que viera correndo" é classificada como:
Alternativas
Q699574 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

Mãe

(Crônico dedicado o o Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico)

Rubem Braga

O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol

Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.

Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente: 

— Cadê Joãozinho?

O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.

— Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta! 

O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso: 

— O menino tem OITO anos, Maria! 

— OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse! 

E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho. 

— Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada.

Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.

Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente: 

— E o Joãozinho? 

Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calmo — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe. 

— Joãozinho! 

O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele. 

— Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu

A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?". 

— Acho que entrou... ou então foi-se embora. 

De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!) — deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".

Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!

O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais: 

— Mãe é chaaata... 

Maio, 1953

(http://www. releituras. com/rubembraga_mae. asp)

Em "... ou então foi-se embora", o pronome "se", em destaque, está funcionando como:
Alternativas
Q2995838 Noções de Informática

No Windows 7, há uma opção que permite obter informações de status em tempo real sobre a rede. Por meio dessa opção, é possível ver se o computador está conectado à rede ou à Internet, o tipo de conexão e o nível de acesso da máquina a outros computadores e dispositivos na rede. Essas informações podem ser úteis durante a configuração da rede ou quando há problemas de conexão. Para acessar essa opção, deve-se abrir o Painel de Controle e, em seguida, clicar na opção Rede e Internet e na opção:

Alternativas
Q2995835 Noções de Informática

Quando se acessa o Painel de Controle do Windows XP Professional em português no modo de visualização clássico, encontramos uma opção que ajuda a manter o computador mais seguro. Essa opção permite restringir as informações que chegam ao computador, vindas de outros computadores, permitindo um maior controle sobre os dados e oferecendo uma defesa contra pessoas ou programas (incluindo vírus e vermes) que tentam se conectar ao computador sem permissão. Estabelece uma espécie de barreira que verifica informações vindas da Internet ou de uma rede. A opção citada no texto é:

Alternativas
Q2995834 Noções de Informática

É um utilitário que permite gerenciar a carga inicial do Sistema Operacional Windows. Permite selecionar o modo como o Sistema Operacional é carregado, com quais drivers de dispositivos e serviços ele será carregado, quais arquivos de inicialização serão utilizados, serviços de sistemas e itens de inicialização. O utilitário citado no texto é o:

Alternativas
Q2995833 Noções de Informática

No Internet Explorer 9 em português, para ativar ou desativar o bloqueador de pop-ups, definir a página de abertura padrão do navegador e alterar ou restaurar as diversas outras configurações gerais do navegador em um único lugar, clica-se em Ferramentas e, em seguida, na opção:

Alternativas
Q2995832 Arquitetura de Software

Observe a tabela denominada DEPT a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Considere que existam 50 (cinquenta) departamentos cadastrados nessa tabela. A instrução SQL que exclui apenas os departamentos cujo nome (DName) sejam iniciados pela letra P é:

Alternativas
Q2995830 Noções de Informática

Sobre o Microsoft Access 2000 em português, analise as afirmativas.


I. Permite a importação de dados de vários aplicativos como, por exemplo, textos, planilhas eletrônicas, outros bancos de dados etc.

II. Para estabelecer um relacionamento entre duas ou mais tabelas, utiliza-se a opção Relacionamentos no menu Ferramentas.

III. Não permite impor integridade referencial durante o estabelecimento do relacionamento entre tabelas.

IV. Por ser um sistema gerenciador de banco de dados para escritório, só oferece relacionamentos entre tabelas com grau um-para-muitos.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2995829 Noções de Informática

Considere uma rede com topologia estrela, em que todas as máquinas estejam ligadas a um dispositivo central que fecha a conexão entre todos os nós da rede, retransmitindo os pacotes que chegam para todos os nós, não apenas para o nó solicitante. O dispositivo citado no texto é o conhecido como:

Alternativas
Q2995828 Noções de Informática

Barramentos fazem a transmissão física de dados de um dispositivo do computador para outro. São formados por várias linhas ou canais, como se fossem fios elétricos, que transmitem sinais elétricos tratados como bits. São tecnologias padronizadas de barramentos, exceto:

Alternativas
Q2995827 Noções de Informática

Em computadores que utilizam o Sistema Operacional Windows, este sistema de arquivos baseia-se em uma tabela de alocação que registra os arquivos e os blocos em que estão armazenados. Divide os setores do disco em blocos, também chamados de clusters. O sistema de arquivos citado é conhecido como:

Alternativas
Q2995822 Noções de Informática

_I_ é um programa de configuração gravado na memória _II_ que, por sua vez, fica _III_. Geralmente, para acionarmos esse programa, pressiona-se repetitivamente a tecla DEL ou F2 (dependendo do fabricante), durante a contagem de memória realizada quando se liga o computador.


Os termos que preenchem as lacunas I, II e III correta e respectivamente são:

Alternativas
Q2995818 Legislação Federal

Assinale a alternativa contrária ao disposto pela Resolução do CFM nº 672, que fixa normas de fiscalização de procedimentos administrativos, e dá outras providências.

Alternativas
Q2995815 Legislação Federal

Não está(ão) dentre as condições consideradas obrigatórias para funcionamento de Clínicas Veterinárias por força da resolução do CFM nº 670:

Alternativas
Q2995812 Legislação Federal

De acordo com a Resolução do CFM nº 591 ao Plenário (PL), integrado por todos os membros efetivos de cada CRMV, competem as seguintes funções, exceto:

Alternativas
Q2995811 Veterinária

Assinale a alternativa que contraria o disposto pelo Código de Processo Ético-Profissional aprovado pela Resolução do CFM n2 875 de 2007.

Alternativas
Q2995810 Zootecnia

Considere as seguintes afirmações.


I. É vedada a prestação de serviços gratuitos ou por preços flagrantemente abaixo dos usuais na região, exceto por motivos personalíssimos, o que, se ocorrer, requer justificação da atitude junto ao solicitante de seu trabalho e ao CRMV, se necessário.

II. O trabalho coletivo ou em equipe não exclui a responsabilidade de cada profissional pelos seus atos e funções, sendo os princípios deontológicos, que se aplicam ao indivíduo, superiores aos que regem as instituições.

III. Atenta seriamente contra a ética o zootecnista que, prevalecendo-se de posição hierárquica, apresente como seu o trabalho científico de seus subordinados, mesmo quando executado sob sua orientação.


De acordo com a Resolução do CFM n2 413, que aprova o Código de Deontologia e de Ética Profissional Zootécnico:

Alternativas
Respostas
821: C
822: A
823: E
824: C
825: A
826: D
827: A
828: B
829: C
830: E
831: D
832: E
833: C
834: B
835: A
836: A
837: C
838: A
839: A
840: E