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O Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) e o tempo de trabalho disponível (TTD) são exemplos do uso de achados das pesquisas científicas para a melhoria da prática clínica do enfermeiro.
A distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem deve seguir o grupo de pacientes que apresentar a menor carga de trabalho, tendo em vista que, no quantitativo de profissionais, deverá ser acrescido o índice de segurança técnica de, no mínimo, 15% do total.
O dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem deve basear-se em características relativas aos serviços de saúde (missão, visão, estrutura organizacional), ao serviço de enfermagem (modelo gerencial e assistencial, índice de segurança técnica) e ao paciente (grau de dependência e realidade sociocultural).
A inadequação numérica e(ou) qualitativa de pessoal de enfermagem pode ocasionar sobrecarga de trabalho aos integrantes da equipe, comprometendo a saúde dos pacientes e a qualidade de vida dos profissionais.
O ciclo de esterilização a vapor para uso imediato só pode ocorrer em caso de urgência e emergência, desde que seja monitorado por integrador ou emulador químico e que os produtos para saúde sejam utilizados imediatamente após a execução do processo.
Na desinfecção química, o CME deve realizar a monitorização dos indicadores de efetividade dos desinfetantes utilizados em artigos semicríticos, como concentração e pH, no mínimo uma vez ao dia, antes do início das atividades.
A desinfecção de nível intermediário compreende o processo físico ou químico que destrói a maioria dos microrganismos patogênicos na forma vegetativa, inclusive micobactérias e fungos, de objetos inanimados e superfícies, e artigos semicríticos.
Caso a saúde do trabalhador seja prejudicada durante a sua atuação profissional, a instituição deverá preencher comunicação de acidente de trabalho (CAT) e encaminhá-la para a perícia do INSS, fornecendo-lhe atestado médico referente ao afastamento do trabalho dos primeiros 30 dias.
Para a prevenção dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, a instituição deve manter um programa de educação continuada para os trabalhadores que contemple, entre outros, o ciclo de vida dos materiais, biossegurança e uso de equipamentos de proteção individual (EPI).
Os resíduos que apresentam potencial para risco de infecção, com presença de agentes biológicos (grupo A), devem ser acondicionados em saco branco leitoso.
Além da higienização das mãos, o uso de máscara cirúrgica tanto pelo paciente quanto pelo profissional é medida de precaução para prevenir a transmissão de microrganismos por gotículas por meio de tosse, espirro ou fala, tais como meningites bacterianas, coqueluche, difteria, caxumba, influenza e rubéola.
As precauções-padrão (PP) devem ser aplicadas no atendimento de todos os pacientes hospitalizados, com estado infeccioso presumível ou confirmado, e, também, na manipulação de equipamentos e artigos contaminados ou suspeitos de contaminação.
Como medida primária, a higienização das mãos previne a transmissão de microrganismos pelas mãos desde que sejam observados três elementos essenciais: agente tópico com eficácia antimicrobiana; técnica adequada e no tempo preconizado; e adesão regular no seu uso nos momentos indicados.
Mesmo em situações que ameacem a vida e a dignidade, as ocorrências vivenciadas pelo paciente das quais o enfermeiro tenha conhecimento em razão da sua atividade profissional devem ser mantidas em sigilo, devido às razões éticas assumidas pelo profissional.
O profissional enfermeiro deve recusar-se a executar prescrição médica em caso de identificação de erro e(ou) ilegibilidade desta, mesmo em situação de urgência e emergência.
A prescrição de medicamentos por enfermeiros, mediante protocolos, é legalmente assegurada desde a regulamentação da profissão na década de 80 do século passado. No entanto, ainda há discussões que questionam a legalidade e a efetivação dessa atribuição.
Entre as justificativas para a instituição da estratégia para a assistência emergencial em casos de IHHFA, está a necessidade de obter informações relacionadas às possibilidades de recuperação dos pacientes.
Os transplantes de fígado por IHHFA devem ocorrer apenas nos hospitais já habilitados para transplantes hepáticos no Sistema Nacional de Transplantes.
Pacientes criticamente enfermos com confirmação de infecção pelo vírus da febre amarela apresentam condição suficiente para serem inscritos em lista de espera por transplante de fígado por IHHFA.
Com base nessa situação hipotética e nos protocolos de suporte validados pelo SAMU, julgue o item subsecutivo.
Caso a situação do paciente evolua para parada cardiorrespiratória e não haja resposta após três ciclos de dois minutos de compressões e insuflações, deve-se interromper a ressuscitação cardiopulmonar (RCP).