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Q421122 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal.
Alternativas
Q421121 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase apresenta pontuação correta.
Alternativas
Q421120 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Releia as frases do texto.

Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. (3.º parágrafo)

Nenhum líder está imune ao narcisismo. (8.º parágrafo)

As expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, e sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q421118 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em cujo trecho foi empregada expressão com sentido figurado.
Alternativas
Q421117 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

De acordo com o último parágrafo, o antídoto para fugir do narcisismo exagerado pressupõe
Alternativas
Q421116 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja expressão tem relação de sentido com “liderança tóxica”.
Alternativas
Q421115 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

O líder narcisista produtivo
Alternativas
Q421114 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Conforme informações do texto, para que haja uma liderança efetiva nos cargos de gestão de uma empresa, é necessário haver
Alternativas
Q421113 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Quando altos executivos não estabelecem um diálogo franco com seus subordinados, é indicação de que
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     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

De acordo com o texto, o narcisismo excessivo de um líder expressa­-se, com relação aos seus subordinados, em atitudes
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     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q420172 Contabilidade Geral
Considere os dados seguintes, hipoteticamente extraídos de uma folha de pagamento:

imagem-010.jpg
O valor do INSS a recolher será de
Alternativas
Q420171 Direito Administrativo
A lei Federal n.º 8.666/93 estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e, em seu artigo 22, define as modalidades de licitação. Entre estas, está a(o)
Alternativas
Q420170 Contabilidade Pública
De acordo com o artigo 36, da Lei n.º 4.320/64, considera(m)-se ________ as despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas das não processadas.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Alternativas
Q420169 Contabilidade Pública
A receita e a despesa orçamentárias assumem, na Administração Pública, fundamental importância, pois representam o montante de que o Estado se apropria da sociedade por intermédio da tributação e a sua contrapartida aos cidadãos por meio da geração de bens e serviços. Isto posto, de acordo com os parágrafos 1.º e 2.º do artigo 11 da Lei n.º 4.320/64, classificam-se as Receitas na esfera pública em
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Q420168 Direito Financeiro
É vedado ao titular de Poder ou órgão público, no(s) último(s) _________ do seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa, para este efeito. Na determinação da disponibilidade de caixa, serão considerados os encargos e despesas compromissadas a pagar até o final do exercício.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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Q420167 Contabilidade Pública
Demonstrará a receita e a despesa orçamentárias bem como os recebimentos e os pagamentos de natureza extraorçamentária, conjugados com os saldos em espécies provenientes do exercício anterior, e os que se transferem para o exercício seguinte. Esse conceito faz referência à peça contábil denominada
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Q420166 Contabilidade Pública
A Contabilidade Aplicada ao Setor Público é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de informações, os princípios de contabilidade e as normas contábeis direcionadas ao controle patrimonial das entidades do setor público. Tem como objetivo fornecer aos usuários informações, no processo de tomada de decisão, a adequada prestação de contas e o necessário suporte para a instrumentalização do controle social. As demonstrações contábeis assumem papel fundamental, por representarem importantes saídas de informações geradas pela Contabilidade Aplicada ao Setor Público.

De acordo com a Lei n.º 4.320/1964, artigo 101, além de outros quadros demonstrativos, os resultados gerais do exercício serão demonstrados no
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Q420165 Contabilidade Geral
A empresa Sem Refresco Comércio de Parafusos Ltda. realizou, durante o mês de maio de 2014, apenas as seguintes operações com mercadorias:

imagem-009.jpg
Efetuado o inventário físico em 31.05.2014, verifica-se que não houve nenhuma quebra ou perda na movimentação e que o saldo final em estoque era de 30 unidades de mercadorias.

Com base nesses dados, responda às questões de números 41 a 43.

Utilizando para avaliar os seus estoques o critério PEPS, é correto afirmar que o Resultado Com Mercadorias (RCM) apresentará o saldo de
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Q420164 Contabilidade Geral
A empresa Sem Refresco Comércio de Parafusos Ltda. realizou, durante o mês de maio de 2014, apenas as seguintes operações com mercadorias:

imagem-009.jpg
Efetuado o inventário físico em 31.05.2014, verifica-se que não houve nenhuma quebra ou perda na movimentação e que o saldo final em estoque era de 30 unidades de mercadorias.

Com base nesses dados, responda às questões de números 41 a 43.

Caso o critério de avaliação de estoque fosse o critério denominado Custo Médio, pode-se afirmar que a conta Estoques de mercadorias apresentaria então, em 31.05.2014, o saldo de
Alternativas
Respostas
181: C
182: B
183: D
184: E
185: B
186: D
187: A
188: D
189: B
190: E
191: C
192: B
193: D
194: E
195: A
196: E
197: E
198: A
199: D
200: A