Questões de Concurso Para seduc-am

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Q433484 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Segundo o texto, para melhorar a cobrança de impostos, a providência que tem mais
alcance social é
Alternativas
Q433483 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
"Um meio de fazer justiça social e favorecer esse tipo de imposto"
Assinale a opção que indica a forma correta de reescrever-se a segunda oração desse
período, transformando-a em frase nominal.
Alternativas
Q433482 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Para os mais jovens, segundoo texto, o retorno social mais adequado da arrecadação
de impostos seria o de
Alternativas
Q433481 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Entre as observações do autor, a que mostra a principal injustiça social na cobrança de
impostos é
Alternativas
Q433480 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
Nos trechos a seguir, analise as três ocorrências do vocábulo se:
I. Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelo governos à população.
II. tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais a quem ganha mais.
III.Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação, em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da população.
Nessa ocorrências, mostram a mesma classe e função:
Alternativas
Q433479 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
"Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos mais jovens."
Essa frase, retirada do último parágrafo do texto, indica
Alternativas
Q433478 Português
                                  Rico ou pobre? 

     Diz-se do Brasil que é país rico quando cobra impostos, mas  pobre na qualidade dos serviços oferecidos pelos governos à  população. De cada R$ 100,00 da renda nacional, o Estado  brasileiro arrecada R$ 37,00. Somos tão “ricos” quanto o Reino  Unido nesse quesito. 
 
     O Brasil é apenas remediado, no entanto, na forma de cobrar  os impostos. Ao taxar renda, lucros e ganhos de capital, obtém  R$ 7,00 de cada centena de reais da renda nacional. Os britânicos  arrecadam R$ 13,00. 

     Um meio de fazer justiça social é favorecer esse tipo de  imposto, porque abate diretamente os ganhos de pessoas e  empresas. Tanto melhor se o fisco taxar proporcionalmente mais  a quem ganha mais.

     Deveríamos ampliar a fatia dos impostos diretos sobre a  renda no bolo da arrecadação, além de tornar a sua aplicação  mais proporcional aos ganhos. A esquerda acerta no mérito desse  debate, embora escorregue com frequência na aritmética e  exagere no alcance da medida. 

     Taxar tanto e taxar bem são objetivos incompatíveis num país  tão desigual como o Brasil. A elite é pequena para entregar aos  governos R$ 2 trilhões anuais – os PIB's somados de Argentina e  Colômbia-, necessários para as despesas públicas. 

     Recursos nesse volume apenas se conseguem pela taxação,  em larga escala e indireta, da maioria mal remediada da  população. O vetor redistributivo no Brasil, portanto, repousa  bem mais na calibragem do gasto público que na da tributação.

     O país tem canalizado parte vultosa desses gastos  distributivos para idosos e pensionistas. O Estado despende  R$ 12,00, de cada R$ 100,00 da renda nacional, com beneficiários  da Previdência e dos sistemas de pensão de servidores públicos. 

     Chegou a hora de repactuar essa divisão em benefício dos  mais jovens, por meio do aumento privilegiado da despesa  pública na educação. Para tanto, a fatia do gasto previdenciário  precisa recuar.
 
                                                                                                   (Vinicius Mota, Folha de São Paulo)
A pergunta apresentada no título dado ao texto
Alternativas
Q433477 Pedagogia
As opções a seguir apresentam eixos necessários para a aquisição da língua escrita, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q433476 Pedagogia
Leia o fragmento a seguir.   
Em linhas gerais significa, na leitura, a capacidade de decodificar os sinais gráficos, transformando-os em sons, e na escrita, a capacidade de codificar os sons da fala, transformando-os em sinais gráficos.”   
O fragmento acima representa o conceito de
Alternativas
Q433475 Pedagogia
Em uma turma no início do processo de aprendizagem da escrita, a professora fazia uma atividade na qual os alunos escreviam palavras do jeito que elas soubessem. 
 Com relação à proposta pedagógica, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.  
( ) A materialidade da escrita permite ao aluno partes da palavra que não são naturalmente observadas quando são faladas.
( ) É importante que as crianças se defrontem com as palavras escritas convencionalmente de modo a comparar com as suas escritas.
( ) Baseia na necessidade de verificar a correspondência entre o oral e a escrita, sempre com a preocupação de que se escreva ortograficamente correto desde o início. 
 As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q433474 Pedagogia
Relacione os gêneros textuais aos respectivos exemplos. 

 
1. Narrativa         ( ) Verbetes e laudos médicos 
2. Descritivo       ( ) Livros didáticos e relatórios 
3. Expositivo       ( ) Fábulas e biografias 


Assinale a opção que apresenta a relação correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q433473 Pedagogia
Leia o fragmento a seguir.   
A _____ é a socialização do saber _____ acumulado, garantindo a todos a posse de _____ que foram e que estão sendo construídos pelo seres humanos ao longo do tempo.”   
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.
Alternativas
Q433472 Pedagogia
Leia o fragmento a seguir:   
recurso didático muito utilizado nas práticas de alfabetização. São jogos de linguagem popular, alguns antigos que passam de pais para filhos e são conhecidos como canções ou pequenos poemas do folclore brasileiro. É comum haver diferentes versões, porque são textos transmitidos oralmente.”   
O fragmento acima representa o conceito de
Alternativas
Q433471 Pedagogia
Leia o fragmento a seguir:   
a criança aprende em etapas determinadas pelo professor e através de treinamento. Desta forma, a prática pedagógica estaria voltada para a aquisição de determinados conhecimentos e valores pré-estabelecidos. O papel do professor seria estimular a criança a responder aquilo que ele está pedindo, sem questionamento. Essa teoria acredita que o meio é responsável pela formação do sujeito, sendo o adulto quem vai controlar tudo o que a criança deve aprender.”   
A corrente teórica apresentada no fragmento acima é a
Alternativas
Q433470 Pedagogia
Com relação à criança, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.   
( ) Atualmente é foco da implementação de políticas públicas vinculadas às diferentes esferas de atuação governamental, como assistência social, saúde e educação.
( ) A criança é reconhecida como sujeito social e histórico detentora de direitos sociais.
( ) A Constituição Federal de 1988 é um novo marco histórico ao reconhecer a criança como cidadã. 
 As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q433469 Pedagogia
A respeito dos objetivos da formação de professores, analise as afirmativas a seguir.   
I. O desenvolvimento profissional permanente é um direito de todos os professores.
II. O desenvolvimento das competências profissionais exige uma articulação entre teoria e prática.
III. O processo de desenvolvimento profissional deve estar vinculado à melhoria das condições de trabalho. 
 Assinale:
Alternativas
Q433468 Pedagogia
Leia o fragmento a seguir:   
é de grande interesse saber como os estímulos textuais influenciam o comportamento subsequente do leitor [...] e uma das práticas da nossa cultura é utilizar textos de forma a interferir e modificar o comportamento do leitor.”  
Assinale a opção que traz exemplos do conceito apresentado no fragmento acima.
Alternativas
Q433467 Pedagogia
O trabalho na classe do 2º ano do Ensino Fundamental é sobre o uso do til imagem-002.jpg e os alunos estão recortando frases de jornais e revistas que contenham palavras com til.   
Analise os exemplos a seguir de algumas frases recortadas:
1. O meu suco preferido é o de maçã.
2. Minha irmã é genial.
3. O pião roda rápido.
4. Joana ganhou três balões.   
Com relação à proposta pedagógica, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.   
( ) As frases 1 e 2 pertencem ao mesmo grupo com palavras com um som de ã (an) pronunciado pela boca.
( ) A frase 3 indica que o ão pode ser antecedido por vogal ou consoante.
( ) A frase 4 mostra que ões indicam sempre plural.   
As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q433466 Pedagogia
Em uma sala de alfabetização, a professora escreveu as seguintes palavras no quadro negro (lousa):
                                    CABELU – LIVRU – SAPATU   
Com relação às possibilidades de trabalho pedagógico, analise as afirmativas a seguir.   
I. No caso da alfabetização, o erro não deve ser a base do trabalho pedagógico, e a exposição dos alunos a palavras escritas deve ser evitado.
II. O trabalho envolve a exploração das variações sonoras do O-U de forma que os alunos reconheçam que alguns grafemas representam o mesmo valor sonoro.
III. Atividades parecidas poderiam ser desenvolvidas com palavras com as vogais E-I.   
Assinale:
Alternativas
Q433465 Pedagogia
Leia o fragmento a seguir:   
são formados pela experiência vivenciada em sala de aula como aluno, sobre o que é ser professor e sobre as dificuldades enfrentadas por esses professores ao exercerem a profissão.” 
 O conceito apresentado no fragmento acima é definido como
Alternativas
Respostas
1161: B
1162: B
1163: E
1164: A
1165: C
1166: C
1167: D
1168: B
1169: A
1170: D
1171: D
1172: A
1173: A
1174: B
1175: C
1176: E
1177: E
1178: B
1179: D
1180: A