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Q835665 Português

Depois dos táxis, as ‘caronas’


      No princípio era o táxi. Dezenas de aplicativos de celular para chamar amarelinhos proliferaram no ano passado, seduzindo passageiros e incomodando cooperativas. Agora, a nova onda de soluções móveis para o trânsito tenta abolir taxistas por completo em busca de objetivo mais ambicioso: convencer motoristas a aderirem, de vez, às caronas.

      Um dos modelos é inspirado em softwares que fazem sucesso – e barulho – em São Francisco e Nova York, a exemplo de Uber e Lyft. A primeira experiência do tipo no Brasil atende pelo nome de Zaznu – gíria em hebraico equivalente ao nosso “partiu?” – e começou pelo Rio, mês passado.

      Por meio do app, donos de smartphones solicitam e oferecem caronas a desconhecidos. Tudo começa com o passageiro, que aciona o programa para pedir uma carona. Com base na localização e no perfil da pessoa, motoristas cadastrados que estiverem nas redondezas decidem se topam ou não pegá‐lo. Quando a carona é aceita, os dois conversam por telefone para combinar o ponto de encontro.

      Para garantir a segurança dos passageiros, o Zaznu diz entrevistar os motoristas cadastrados, além de checar antecedentes criminais. Já os passageiros precisam registrar um cartão de crédito para pagamentos “voluntários”.

      É justamente por não ser gratuito que o aplicativo já faz barulho. Tão logo surgiu, taxistas abriram a página no Facebook “Zaznu, a farsa da carona solidária”, que denuncia “o crime que é oferecer serviço de transporte em carro particular”, como explicou o criador do grupo, Allan de Oliveira. O sindicato da categoria no Rio concorda.

      – É irregular, iremos à Justiça. Mas temos certeza de que a prefeitura vai detê‐lo – disse o diretor José de Castro.

      Procurada por duas semanas, a Secretaria Municipal de Transportes do Rio não se manifestou.

      Em sua defesa, Yuri Faber, fundador do Zaznu, alegou que o aplicativo não constitui um serviço pago de transportes porque seus termos de uso classificam o pagamento como “doação opcional”. A sugestão de preço equivale a 80% do preço que seria cobrado por um táxi no mesmo trajeto. A Zaznu fica com um quinto do valor, o resto vai para o motorista.

      – O passageiro tem todo o direito de decidir se paga, e quanto paga. O app só sugere um valor – justificou.

                                                                                (O Globo, 20/04/2014.)

Assinale a reescrita que mantém a correção gramatical e semântica para o trecho: “Um dos modelos é inspirado em softwares que fazem sucesso [...]” (2º§)
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Desenhista |
Q835664 Português

Depois dos táxis, as ‘caronas’


      No princípio era o táxi. Dezenas de aplicativos de celular para chamar amarelinhos proliferaram no ano passado, seduzindo passageiros e incomodando cooperativas. Agora, a nova onda de soluções móveis para o trânsito tenta abolir taxistas por completo em busca de objetivo mais ambicioso: convencer motoristas a aderirem, de vez, às caronas.

      Um dos modelos é inspirado em softwares que fazem sucesso – e barulho – em São Francisco e Nova York, a exemplo de Uber e Lyft. A primeira experiência do tipo no Brasil atende pelo nome de Zaznu – gíria em hebraico equivalente ao nosso “partiu?” – e começou pelo Rio, mês passado.

      Por meio do app, donos de smartphones solicitam e oferecem caronas a desconhecidos. Tudo começa com o passageiro, que aciona o programa para pedir uma carona. Com base na localização e no perfil da pessoa, motoristas cadastrados que estiverem nas redondezas decidem se topam ou não pegá‐lo. Quando a carona é aceita, os dois conversam por telefone para combinar o ponto de encontro.

      Para garantir a segurança dos passageiros, o Zaznu diz entrevistar os motoristas cadastrados, além de checar antecedentes criminais. Já os passageiros precisam registrar um cartão de crédito para pagamentos “voluntários”.

      É justamente por não ser gratuito que o aplicativo já faz barulho. Tão logo surgiu, taxistas abriram a página no Facebook “Zaznu, a farsa da carona solidária”, que denuncia “o crime que é oferecer serviço de transporte em carro particular”, como explicou o criador do grupo, Allan de Oliveira. O sindicato da categoria no Rio concorda.

      – É irregular, iremos à Justiça. Mas temos certeza de que a prefeitura vai detê‐lo – disse o diretor José de Castro.

      Procurada por duas semanas, a Secretaria Municipal de Transportes do Rio não se manifestou.

      Em sua defesa, Yuri Faber, fundador do Zaznu, alegou que o aplicativo não constitui um serviço pago de transportes porque seus termos de uso classificam o pagamento como “doação opcional”. A sugestão de preço equivale a 80% do preço que seria cobrado por um táxi no mesmo trajeto. A Zaznu fica com um quinto do valor, o resto vai para o motorista.

      – O passageiro tem todo o direito de decidir se paga, e quanto paga. O app só sugere um valor – justificou.

                                                                                (O Globo, 20/04/2014.)

Em “[...] convencer motoristas a aderirem, de vez, às caronas.” (1º§) a ocorrência do fenômeno da crase justifica‐se mediante a exigência da regência do verbo acrescida da ocorrência de artigo diante de palavra feminina. Tal justificativa, quanto à ocorrência de crase, NÃO se aplica ao exemplo:
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Q835660 Português

Depois dos táxis, as ‘caronas’


      No princípio era o táxi. Dezenas de aplicativos de celular para chamar amarelinhos proliferaram no ano passado, seduzindo passageiros e incomodando cooperativas. Agora, a nova onda de soluções móveis para o trânsito tenta abolir taxistas por completo em busca de objetivo mais ambicioso: convencer motoristas a aderirem, de vez, às caronas.

      Um dos modelos é inspirado em softwares que fazem sucesso – e barulho – em São Francisco e Nova York, a exemplo de Uber e Lyft. A primeira experiência do tipo no Brasil atende pelo nome de Zaznu – gíria em hebraico equivalente ao nosso “partiu?” – e começou pelo Rio, mês passado.

      Por meio do app, donos de smartphones solicitam e oferecem caronas a desconhecidos. Tudo começa com o passageiro, que aciona o programa para pedir uma carona. Com base na localização e no perfil da pessoa, motoristas cadastrados que estiverem nas redondezas decidem se topam ou não pegá‐lo. Quando a carona é aceita, os dois conversam por telefone para combinar o ponto de encontro.

      Para garantir a segurança dos passageiros, o Zaznu diz entrevistar os motoristas cadastrados, além de checar antecedentes criminais. Já os passageiros precisam registrar um cartão de crédito para pagamentos “voluntários”.

      É justamente por não ser gratuito que o aplicativo já faz barulho. Tão logo surgiu, taxistas abriram a página no Facebook “Zaznu, a farsa da carona solidária”, que denuncia “o crime que é oferecer serviço de transporte em carro particular”, como explicou o criador do grupo, Allan de Oliveira. O sindicato da categoria no Rio concorda.

      – É irregular, iremos à Justiça. Mas temos certeza de que a prefeitura vai detê‐lo – disse o diretor José de Castro.

      Procurada por duas semanas, a Secretaria Municipal de Transportes do Rio não se manifestou.

      Em sua defesa, Yuri Faber, fundador do Zaznu, alegou que o aplicativo não constitui um serviço pago de transportes porque seus termos de uso classificam o pagamento como “doação opcional”. A sugestão de preço equivale a 80% do preço que seria cobrado por um táxi no mesmo trajeto. A Zaznu fica com um quinto do valor, o resto vai para o motorista.

      – O passageiro tem todo o direito de decidir se paga, e quanto paga. O app só sugere um valor – justificou.

                                                                                (O Globo, 20/04/2014.)

Assinale a alternativa que está de acordo com as informações e ideias expressas no texto.
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788952 Legislação Estadual
Considerando as disposições da Lei nº 1.638/2006 sobre a progressão, como forma de desenvolvimento na carreira, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Progressão vertical é a mudança do servidor de uma referência para a referência seguinte, dentro da mesma classe, e dependerá, cumulativamente, da avaliação de desempenho e de cumprimento do interstício, no mínimo de 2 anos. ( ) Progressão horizontal é passagem do servidor da última referência de uma classe para a primeira da classe seguinte do mesmo nível de carreira e dependerá, cumulativamente, da avaliação de desempenho, do cumprimento de interstício de 2 anos e da observância do percentual de lotação fixada para a classe. ( ) É vedada a progressão horizontal ou vertical a qualquer título, de mais de uma referência. ( ) Será suspensa a progressão por merecimento do servidor, que no interstício da avaliação sofrer penalidade de suspensão disciplinar ainda que convertida em multa.
A sequência está correta em
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788950 Direito Administrativo
Sabe-se que, nos termos da Lei nº 8.666/93, a alienação de bens da Administração Pública está subordinada, dentre outros requisitos, à existência de interesse público devidamente justificado. Nos casos de alienação de bens imóveis por órgão estadual, por exemplo, há a necessidade de autorização legislativa, avaliação prévia e licitação na modalidade concorrência. Ocorre que a legislação excepciona a regra quanto à obrigatoriedade de licitação para a alienação de bens imóveis, nos casos de venda a outro órgão ou entidade da administração pública, de qualquer esfera de governo. Tal situação configura caso de
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788948 Arquitetura
A concepção estrutural de um edifício envolve a utilização de materiais diversos, como concreto armado, alvenarias de tijolos ou blocos, esquadrias metálicas e de madeira, revestimentos, telhado, instalações elétricas e hidráulicas etc. À otimização da construção, algumas diretrizes gerais devem ser consideradas. De acordo com o processo de concepção estrutural de um edifício, assinale a alternativa correta sobre as diretrizes gerais à otimização da construção.
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788943 Arquitetura
A Carta de Burra, elaborada pelo ICOMOS (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios), em 1980, define conceitos e práticas de salvaguarda do patrimônio histórico e cultural. Com base nessas definições, analise.

1. “[...] será o agenciamento de um bem a uma nova destinação, sem a destruição de sua significação cultural.”
2. “[...] designará os cuidados a serem dispensados a um bem para preservar-lhes as características que apresentem uma significação cultural.”
3. “[...] será a manutenção no estado da substância de um bem e a desaceleração do processo pelo qual ele se degrada.”
4. “[...] será o restabelecimento, com o máximo de exatidão, de um estado anterior conhecido; ela se distingue pela introdução na substância existente pela introdução de materiais diferentes, sejam novos ou antigos.”
5. “[...] será o restabelecimento da substância de um bem em um estado anterior conhecido.” 
Assinale a alternativa que relaciona, correta e respectivamente, o termo conceitual às definições descritas anteriormente, estabelecidas pela Carta de Burra (ICOMOS, 1980).
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788942 Arquitetura
O Capítulo VI do Plano Diretor de Porto de Velho, de 2008, trata do uso e ocupação do solo urbano. O art. 54 estabelece que “visando promover o adequado ordenamento das macrozonas urbanas, elas serão divididas em diferentes zonas de uso do solo, diferenciadas segundo as demandas de preservação e proteção ambiental e paisagística, de otimização dos equipamentos urbanos e dos interesses de ocupação dos espaços urbanos ociosos, caracterizando-se da seguinte forma: I – Macrozona Urbana de Porto Velho, correspondente à sede do Município; e, II – Macrozonas Urbanas correspondentes aos núcleos urbanos dos Distritos”. Sobre as definições previstas para a Macrozona Urbana de Porto Velho, pelo PD – Porto Velho/2008, marque a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788941 Arquitetura
“A concepção ruskiniana da arte foi marcada simultaneamente por uma educação estética exemplar, que abrangia o conhecimento direto das obras-primas europeias da pintura e da arquitetura [...]. A crítica da arquitetura contemporânea leva Ruskin inevitavelmente à crítica da sociedade vitoriana, inorgânica, desintegrada, incoerente. [...] Ruskin analisa impiedosamente as consequências do sistema industrial e a decadência do trabalho humano que, baseado em noções de lucro e de produção, deixou de ser a realização de uma função vital.” (Choay, 2005, p. 121-122.)
Sobre as considerações de Françoise Choay (2005), a respeito de John Ruskin, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788940 Arquitetura
Os dois esquemas a seguir representam planos de cidades que marcaram períodos emblemáticos no pensamento sobre as cidades na história do urbanismo. Estas duas maneiras de se pensar as cidades tiveram grandes reflexos na transformação de cidades já constituídas e na construção de novas cidades não só na Europa, continente onde se originaram, mas também no urbanismo brasileiro.


 


Assinale a alternativa que identifica corretamente a quais planos e ideários de cidades se referem, respectivamente, cada um dos esquemas.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788939 Legislação dos Municípios do Estado de Rondônia
A Lei Complementar nº 97/99 dispõe sobre o parcelamento, uso e ocupação do solo do município de Porto Velho. O art. 7º do Capítulo I traz diversas definições para o efeito de aplicação das normas de parcelamento, uso e ocupação do solo, constantes desta Lei. Analise as definições listadas a seguir, sem as respectivas expressões às quais se referem.  

1. “[...] é a relação entre a área total construída de uma edificação e a área total da gleba ou lote.” (item XV do art. 7º)
2. “[...] é a subdivisão de gleba em lotes, destinados à edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique na abertura de novas vias ou logradouros públicos, nem no prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes.” (item III do art. 7º)
3. “[...] são as instalações públicas, destinadas à educação, cultura, saúde, lazer e similares.” (item XXVII do art. 7º)
4. “[...] são as instalações de infraestrutura urbana, tais como: equipamentos de abastecimento de água, serviços de esgotos, energia elétrica, coleta de águas pluviais, rede telefônica, gás canalizado, transporte e outros de interesse público.” (item XXVI do art. 7º)
5. “[...] é a subdivisão de gleba em lotes, destinados à edificação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos, ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes.” (item II do art. 7º)
6. “[...] é a distância medida entre o limite externo da projeção horizontal da edificação e a divisa do lote, sendo que o [...] de frente é medido com relação ao alinhamento ou, quando se tratar de lote lindeiro a mais de um logradouro público, a todos alinhamentos.” (item XIII do art. 7º)
7. “[...] é a relação entre a área de projeção de uma edificação sobre um terreno e a área deste terreno.” (item XIV do art. 7º) 
As expressões relacionadas às definições anteriores são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788938 Arquitetura
A Carta de Washington, carta internacional para salvaguarda das cidades históricas, elaborada pelo ICOMOS (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios) , em 1986, “define os princípios e os objetivos, os métodos e os instrumentos de ação apropriados a salvaguardar a qualidade das cidades históricas, a favorecer a harmonia da vida individual e social e perpetuar o conjunto de bens que, mesmo modestos, constituem a memória da humanidade”. A respeito da Carta de Washington (ICOMOS, 1986), marque a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788937 Arquitetura
“A topografia [...] é a ciência aplicada cujo objetivo é representar, no papel, a configuração de uma porção de terreno com as benfeitorias que estão em sua superfície. [...] É a topografia que, através de plantas com curvas de nível, representa o relevo do solo com todas as suas elevações e depressões. Também nos permite conhecer a diferença de nível entre dois pontos, seja qual for a distância que os separe [...].” (Borges, 1977, p. 1.)
Com base nas definições e técnicas de levantamento topográfico, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788936 Arquitetura
A NBR 6492, válida desde 30 de maio de 1994, “fixa as condições exigíveis para representação gráfica de projetos de arquitetura, visando à sua boa compreensão”. Com base nas definições a respeito da representação gráfica de projetos de arquitetura normatizadas pela NBR 6492/94, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788935 Arquitetura
“O desenho urbano aparece como uma dimensão que deve sempre permear o processo de planejamento, desde a elaboração dos objetivos gerais até a consecução de suas estratégias e recomendações específicas. A preocupação pela qualidade físico-espacial do meio ambiente deve nortear os esforços do setor público e, ao mesmo tempo, ser produto destes esforços.” (Del Rio, 1990, p. 57.)
De acordo com o trecho anterior, assinale a alternativa INCORRETA no que diz respeito às inter-relações entre o campo do Desenho Urbano, o processo de Planejamento Urbano e do Meio Ambiente.  
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788934 Legislação dos Municípios do Estado de Rondônia
A Lei Complementar nº 467/2012 dispõe sobre a ampliação do perímetro urbano do Município de Porto Velho, agregando a área de terreno que se especifica como Urbana e criando a Zona Especial de Interesse Social na área, e dá outras providências. Com base no art. 3º da referida lei, assinale a alternativa que NÃO condiz com os objetivos da ZEIS.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788933 Arquitetura
Observe a planta baixa de um projeto arquitetônico de uma edificação e, a seguir, os cinco cortes, demarcados pelas linhas AA, BB, CC, DD e EE, na referida planta. Para efeito da elaboração desta questão, a nomenclatura identificatória de cada corte foi suprimida e substituída por um número de 1 a 5. Identifique cada corte, conforme sua localização na planta, relacionando sua nomenclatura identificatória à numeração utilizada nesta questão. (Observação: os desenhos encontram-se fora de escala.)  




Assinale a alternativa que apresenta corretamente a nomenclatura identificatória de cada corte, conforme sua demarcação na planta, a numeração atribuída a cada um dos mesmos nesta questão.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788931 Arquitetura
“Os pavimentos urbanos sofrem esforços muito complexos que, no entanto, podem ser agrupados em: esforços produzidos pelo tráfego de veículos – em ação estática [...] ou em ação dinâmica –; e, esforços produzidos por variações de umidade e temperatura. A repetição e combinação desses esforços, que se verificam continuamente, produzem fadiga nos materiais.” Em vista de tal aspecto, Mascaró e Yoshinaga (2005, p. 64) elaboram uma lista de exigências que devem ser atendidas pelas características dos pavimentos urbanos para tráfego de automotores. São exigências que devem ser atendidas pelas características dos pavimentos urbanos para tráfego de automotores, segundo Mascaró e Yoshinaga (2005, p. 64), EXCETO:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788930 Arquitetura
Observe o seguinte esquema de contraventamento das tesouras de uma estrutura genérica de telhado.
Imagem associada para resolução da questão (Milito, J. A. s/d, p. 109.)
Os componentes 1, 2, 3 e 4 da estrutura de contraventamento das tesouras denomina-se, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Arquiteto |
Q788929 Arquitetura
“Paisagismo é um termo genérico no Brasil, e costuma ser utilizado para designar as diversas escalas e formas de ação e estudo sobre a paisagem, que podem variar do simples procedimento de plantio de um jardim até o processo de concepção de projetos completos de arquitetura paisagística como parques ou praças. O conceito de arquitetura paisagística corresponde a uma ação de projeto específica, que passa por um processo de criação a partir de um programa dado, visando atender à solicitação de resolução de uma demanda social requerida por um interlocutor específico, seja ele o Estado, um incorporador imobiliário, uma família.” (Macedo, 1999, p. 13-14.)
Assinale a alternativa INCORRETA acerca das definições e práticas de paisagismo e arquitetura paisagística.
Alternativas
Respostas
161: D
162: B
163: D
164: B
165: C
166: E
167: E
168: D
169: C
170: C
171: D
172: C
173: E
174: E
175: C
176: C
177: E
178: B
179: E
180: D