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Q2916263 Medicina Legal

O atual Código de Trânsito Brasileiro (CTB) considera infração gravíssima o previsto no Art. 165: “Dirigir sob a influência de álcool, em nível superior a seis decigramas por litro de sangue, ou de qualquer substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíquica.”

Segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito em Goiás (Detran-GO), a quantidade de acidentes registrada entre junho de 2008 (quando a lei seca entrou em vigor) e abril de 2009 foi em média 20,4% menor que a registrada no mesmo período, um ano antes.


Internet: <www.mp.go.gov.br>.


Com relação às informações acima, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2916258 Medicina Legal

A respeito da ética médica em perícia, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2916245 Atualidades

A revolução agropecuária, que modernizou Goiás, ainda está incompleta. Deixou pequenos e médios produtores fora do processo, relegou culturas domésticas tradicionais e não atingiu grande parte do território.


Luís Estevam, professor de administração e economia na UCG.

Internet: <www.jornalopcao.com.br>.


Com relação às características gerais do setor agrícola de Goiás, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2916229 Português

(19/3/2010) Rio de Janeiro – O governador do Rio, Sérgio Cabral, citou nesta sexta-feira (19) os personagens Zorro e Sargento Garcia ao comentar a polêmica em torno da distribuição dos royalties do petróleo. “É mais fácil o Sargento Garcia prender o Zorro do que o presidente Lula não vetar essa barbaridade contra os estados produtores”, disse Cabral, após a inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas de Teresópolis, na região serrana do estado.


Internet: <http://g1.globo.com>.


Tomando o texto como referência, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2916228 Português

(22/3/2010) Lula afirmou que não foi ao Oriente Médio debater exclusivamente a dificuldade de se encontrar a paz na região. Segundo o presidente, a viagem também teve como objetivo tratar da relação Brasil-Oriente Médio, Brasil-Israel, Brasil-Palestina e Brasil-Jordânia. “Nós temos um acordo estratégico entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e Israel; queremos fazer com a Palestina, queremos fazer com a Jordânia e queremos fazer com outros países do Oriente Médio o acordo do MERCOSUL, porque, para nós, interessa aumentar o comércio entre o Oriente Médio e o Brasil, Oriente Médio e o MERCOSUL.”

Quanto ao processo de paz, Lula disse que ele interessa a todo o mundo porque permite que haja desenvolvimento econômico. “Interessa a Israel, interessa à Palestina, interessa à Jordânia, interessa aos Estados Unidos, interessa ao Irã, interessa à Síria, interessa a todo mundo, porque somente a paz é que pode permitir que haja desenvolvimento econômico, distribuição de renda e justiça social.”


Internet: <www.estadao.com.br>.


Acerca do assunto tratado no texto e de temas a ele relacionados, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2916226 Inglês

Texto II, para responder às questões 8 e 9.


Criminal Intelligence Analysis

1 Criminal Intelligence Analysis (sometimes called

Crime Analysis) has been recognized by law enforcement as

a useful support tool for over twenty-five years and is

4 successfully used within the international community. Within

the last decade, the role and position of Criminal Intelligence

Analysis in the global law enforcement community has

7 fundamentally changed. Whereas previously there were a few

key countries acting as forerunners and promoters of the

discipline, more and more countries have implemented

10 analytical techniques within their police forces. International

organizations, such as INTERPOL, Europol and the

International Criminal Tribunal for the Former Yugoslavia

13 (ICTY), all have Criminal Intelligence Analysts among their

personnel. The techniques are also widely used within private

sector organizations.

16 There are many definitions of Criminal Intelligence

Analysis in use throughout the world. The one definition

agreed in June 1992 by an international group of twelve

19 European INTERPOL member countries and subsequently

adopted by other countries is as follows: 'The identification of

and provision of insight into the relationship between crime

22 data and other potentially relevant data with a view to police

and judicial practice'.

The central task of Analysis is to help officials — law

25 enforcers, policy makers, and decision makers — deal more

effectively with uncertainty, to provide timely warning of

threats, and to support operational activity by analysing crime.

28 Criminal Intelligence Analysis is divided into

operational (or tactical) and strategic analysis. The basic skills

required are similar, and the difference lies in the level of

31 detail and the type of client to whom the products are aimed.

Operational Analysis aims to achieve a specific law

enforcement outcome. This might be arrests, seizure or

34 forfeiture of assets or money gained from criminal activities,

or the disruption of a criminal group. Operational Analysis

usually has a more immediate benefit. Strategic Analysis is

37 intended to inform higher level decision making and the

benefits are realized over the longer term. It is usually aimed

at managers and policy-makers rather than individual

40 investigators. The intention is to provide early warning of

threats and to support senior decision-makers in setting

priorities to prepare their organizations to be able to deal with

43 emerging criminal issues. This might mean allocating

resources to different areas of crime, increased training in a

crime fighting technique, or taking steps to close a loophole in

46 a process.

Both disciplines make use of a range of analytical

techniques and Analysts need to have a range of skills and

49 attributes.


Internet: <www.interpol.int>.

About operational and strategic analysis, mark the correct alternative.

Alternativas
Q2916223 Inglês

Texto II, para responder às questões 8 e 9.


Criminal Intelligence Analysis

1 Criminal Intelligence Analysis (sometimes called

Crime Analysis) has been recognized by law enforcement as

a useful support tool for over twenty-five years and is

4 successfully used within the international community. Within

the last decade, the role and position of Criminal Intelligence

Analysis in the global law enforcement community has

7 fundamentally changed. Whereas previously there were a few

key countries acting as forerunners and promoters of the

discipline, more and more countries have implemented

10 analytical techniques within their police forces. International

organizations, such as INTERPOL, Europol and the

International Criminal Tribunal for the Former Yugoslavia

13 (ICTY), all have Criminal Intelligence Analysts among their

personnel. The techniques are also widely used within private

sector organizations.

16 There are many definitions of Criminal Intelligence

Analysis in use throughout the world. The one definition

agreed in June 1992 by an international group of twelve

19 European INTERPOL member countries and subsequently

adopted by other countries is as follows: 'The identification of

and provision of insight into the relationship between crime

22 data and other potentially relevant data with a view to police

and judicial practice'.

The central task of Analysis is to help officials — law

25 enforcers, policy makers, and decision makers — deal more

effectively with uncertainty, to provide timely warning of

threats, and to support operational activity by analysing crime.

28 Criminal Intelligence Analysis is divided into

operational (or tactical) and strategic analysis. The basic skills

required are similar, and the difference lies in the level of

31 detail and the type of client to whom the products are aimed.

Operational Analysis aims to achieve a specific law

enforcement outcome. This might be arrests, seizure or

34 forfeiture of assets or money gained from criminal activities,

or the disruption of a criminal group. Operational Analysis

usually has a more immediate benefit. Strategic Analysis is

37 intended to inform higher level decision making and the

benefits are realized over the longer term. It is usually aimed

at managers and policy-makers rather than individual

40 investigators. The intention is to provide early warning of

threats and to support senior decision-makers in setting

priorities to prepare their organizations to be able to deal with

43 emerging criminal issues. This might mean allocating

resources to different areas of crime, increased training in a

crime fighting technique, or taking steps to close a loophole in

46 a process.

Both disciplines make use of a range of analytical

techniques and Analysts need to have a range of skills and

49 attributes.


Internet: <www.interpol.int>.

Mark the alternative that presents information which cannot be found in the text II.

Alternativas
Q2916215 Português

1 Mais de mil pessoas estiveram presentes na

solenidade de entrega de mais de 167 mil agasalhos e

cobertores arrecadados pela polícia civil à presidente do

4 Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo,

primeira-dama Maria Lúcia Alckimin.

O delegado-geral da polícia civil, Marco Antônio

7 Desgualdo, abriu o evento na tarde desta terça-feira

(11/6/2002), no saguão da Academia de Polícia (Acadepol),

na Cidade Universitária, zona oeste da cidade. O delegado

10 aproveitou a oportunidade para ler um texto: “Agradecemos à

família policial civil pelo carinho e atenção ao nosso

chamado. É a policia civil combatendo o crime e o frio

13 quando chegar”, dizia o texto.

O secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro

Abreu Filho, se disse orgulhoso em prestar contas de sua

16 pasta. “A polícia de São Paulo, que tem a imagem de dureza,

mostra que tem ternura também.”


Internet: <www.ssp.sp.gov.br> (com adaptações).


Com base no texto acima, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2916203 Português

Texto I, para responder às questões de 1 a 3.


1 De acordo com o especialista em Ciências Sociais

Anderson Moraes de Castro e Silva, autor de Nos braços da

lei: o uso da violência negociada no interior das prisões, o

4 crime é uma criação social que varia de acordo com a

sociedade e o tempo.

Segundo ele, no Brasil colonial, a moral cristã tinha

7 um papel fundamental na tipificação das condutas delituosas.

As penas eram duras e permitiam o que hoje seria

considerado como verdadeiras aberrações, como a morte

10 pelo fogo, mutilações e queimaduras. “Naquele contexto,

inexistia uma ideia de proporcionalidade entre o delito e

sua punição. Heresias e blasfêmias podiam ser punidas com

13 maior rigor do que estupros, por exemplo”, revela.

Com a vinda da família real, em 1808, o crescimento

abrupto do índice de criminalidade escrava esteve associado

16 à necessidade de mão de obra gratuita para os

empreendimentos de urbanização da Corte. Em 1824, a

Constituição Imperial aboliu formalmente as penas cruéis,

19 bem como estabeleceu que as cadeias deviam ser seguras,

bem arejadas.

A partir de 1891, com a República, teoricamente

22 todos se tornaram iguais perante a lei, uma vez que não se

admitiam mais os privilégios de nascimento ou adquiridos. A

pena de prisão é legalmente instituída como o modelo

25 punitivo central do sistema de justiça criminal brasileiro.

Da colônia aos dias de hoje, porém, algumas

características dos punidos permanecem iguais: pobres,

28 negros, pouco escolarizados e cada vez mais jovens. “Assim,

a história da criminalidade brasileira, se vista pelo ângulo

daqueles que são formalmente punidos, é uma história de

31 domínio, segregação e exclusão social de um segmento

específico da sociedade”, diz Castro e Silva.

Silva critica o sistema prisional brasileiro. “Punimos,

34 preferencialmente, o ladrão e o pequeno comerciante de

drogas. Em um país onde a corrupção é endêmica, corruptos

e corruptores raramente são condenados à pena de prisão.”

37 Por outro lado, diz Silva, “Uma vez encarcerado, o indivíduo

estará submetido a condições inumanas de existência. Celas

superlotadas, insalubres e quentes. Caso não tenha

40 familiares que possam sustentá-lo na prisão, uma vez que

nem sempre o Estado fornece produtos básicos, como

sabonete e papel higiênico, o coordenado será duplamente

43 punido pelas prisões brasileiras."

Uma série de intervenções e de experiências

bem-sucedidas mostra que é possível modificar essa

46 realidade no país. A solução não é rápida e não existe

fórmula mágica. Mas é preciso agir rapidamente, antes que a

imagem de cordialidade peculiar ao Brasil se transforme em

49 uma mancha vermelha de sangue e ódio.


Internet: <www.indicadorjuridico.com.br>(com adaptações).

Assinale a alternativa correta com relação ao texto I.

Alternativas
Q2916199 Português

Texto I, para responder às questões de 1 a 3.


1 De acordo com o especialista em Ciências Sociais

Anderson Moraes de Castro e Silva, autor de Nos braços da

lei: o uso da violência negociada no interior das prisões, o

4 crime é uma criação social que varia de acordo com a

sociedade e o tempo.

Segundo ele, no Brasil colonial, a moral cristã tinha

7 um papel fundamental na tipificação das condutas delituosas.

As penas eram duras e permitiam o que hoje seria

considerado como verdadeiras aberrações, como a morte

10 pelo fogo, mutilações e queimaduras. “Naquele contexto,

inexistia uma ideia de proporcionalidade entre o delito e

sua punição. Heresias e blasfêmias podiam ser punidas com

13 maior rigor do que estupros, por exemplo”, revela.

Com a vinda da família real, em 1808, o crescimento

abrupto do índice de criminalidade escrava esteve associado

16 à necessidade de mão de obra gratuita para os

empreendimentos de urbanização da Corte. Em 1824, a

Constituição Imperial aboliu formalmente as penas cruéis,

19 bem como estabeleceu que as cadeias deviam ser seguras,

bem arejadas.

A partir de 1891, com a República, teoricamente

22 todos se tornaram iguais perante a lei, uma vez que não se

admitiam mais os privilégios de nascimento ou adquiridos. A

pena de prisão é legalmente instituída como o modelo

25 punitivo central do sistema de justiça criminal brasileiro.

Da colônia aos dias de hoje, porém, algumas

características dos punidos permanecem iguais: pobres,

28 negros, pouco escolarizados e cada vez mais jovens. “Assim,

a história da criminalidade brasileira, se vista pelo ângulo

daqueles que são formalmente punidos, é uma história de

31 domínio, segregação e exclusão social de um segmento

específico da sociedade”, diz Castro e Silva.

Silva critica o sistema prisional brasileiro. “Punimos,

34 preferencialmente, o ladrão e o pequeno comerciante de

drogas. Em um país onde a corrupção é endêmica, corruptos

e corruptores raramente são condenados à pena de prisão.”

37 Por outro lado, diz Silva, “Uma vez encarcerado, o indivíduo

estará submetido a condições inumanas de existência. Celas

superlotadas, insalubres e quentes. Caso não tenha

40 familiares que possam sustentá-lo na prisão, uma vez que

nem sempre o Estado fornece produtos básicos, como

sabonete e papel higiênico, o coordenado será duplamente

43 punido pelas prisões brasileiras."

Uma série de intervenções e de experiências

bem-sucedidas mostra que é possível modificar essa

46 realidade no país. A solução não é rápida e não existe

fórmula mágica. Mas é preciso agir rapidamente, antes que a

imagem de cordialidade peculiar ao Brasil se transforme em

49 uma mancha vermelha de sangue e ódio.


Internet: <www.indicadorjuridico.com.br>(com adaptações).

Com base no texto I, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2915916 Português

Texto I, para responder às questões de 1 a 3.


1 De acordo com o especialista em Ciências Sociais

Anderson Moraes de Castro e Silva, autor de Nos braços da

lei: o uso da violência negociada no interior das prisões, o

4 crime é uma criação social que varia de acordo com a

sociedade e o tempo.

Segundo ele, no Brasil colonial, a moral cristã tinha

7 um papel fundamental na tipificação das condutas delituosas.

As penas eram duras e permitiam o que hoje seria

considerado como verdadeiras aberrações, como a morte

10 pelo fogo, mutilações e queimaduras. “Naquele contexto,

inexistia uma ideia de proporcionalidade entre o delito e

sua punição. Heresias e blasfêmias podiam ser punidas com

13 maior rigor do que estupros, por exemplo”, revela.

Com a vinda da família real, em 1808, o crescimento

abrupto do índice de criminalidade escrava esteve associado

16 à necessidade de mão de obra gratuita para os

empreendimentos de urbanização da Corte. Em 1824, a

Constituição Imperial aboliu formalmente as penas cruéis,

19 bem como estabeleceu que as cadeias deviam ser seguras,

bem arejadas.

A partir de 1891, com a República, teoricamente

22 todos se tornaram iguais perante a lei, uma vez que não se

admitiam mais os privilégios de nascimento ou adquiridos. A

pena de prisão é legalmente instituída como o modelo

25 punitivo central do sistema de justiça criminal brasileiro.

Da colônia aos dias de hoje, porém, algumas

características dos punidos permanecem iguais: pobres,

28 negros, pouco escolarizados e cada vez mais jovens. “Assim,

a história da criminalidade brasileira, se vista pelo ângulo

daqueles que são formalmente punidos, é uma história de

31 domínio, segregação e exclusão social de um segmento

específico da sociedade”, diz Castro e Silva.

Silva critica o sistema prisional brasileiro. “Punimos,

34 preferencialmente, o ladrão e o pequeno comerciante de

drogas. Em um país onde a corrupção é endêmica, corruptos

e corruptores raramente são condenados à pena de prisão.”

37 Por outro lado, diz Silva, “Uma vez encarcerado, o indivíduo

estará submetido a condições inumanas de existência. Celas

superlotadas, insalubres e quentes. Caso não tenha

40 familiares que possam sustentá-lo na prisão, uma vez que

nem sempre o Estado fornece produtos básicos, como

sabonete e papel higiênico, o coordenado será duplamente

43 punido pelas prisões brasileiras."

Uma série de intervenções e de experiências

bem-sucedidas mostra que é possível modificar essa

46 realidade no país. A solução não é rápida e não existe

fórmula mágica. Mas é preciso agir rapidamente, antes que a

imagem de cordialidade peculiar ao Brasil se transforme em

49 uma mancha vermelha de sangue e ódio.


Internet: <www.indicadorjuridico.com.br>(com adaptações).

A respeito do texto I, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q467862 Medicina Legal
Assinale a alternativa que apresenta uma classificação da testa quanto ao perfil.
Alternativas
Q467861 Medicina Legal
Assinale a alternativa que apresenta uma crítica não sofrida pelo assinalamento antropométrico.
Alternativas
Q467860 Medicina Legal
Retrato falado
Alternativas
Q467859 Medicina Legal
Assinale a alternativa que apresenta assinalamento das marcas particulares
Alternativas
Q467858 Medicina Legal
Assinale a alternativa que apresenta a modalidade de representação facial humana baseada no confronto entre fotografias humanas.
Alternativas
Q467857 Medicina Legal
Quando uma impressão digital é digitalizada, o Sistema AFIS marca o ponto característico. Esse ponto é o(a)
Alternativas
Q467856 Medicina Legal
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao conceito do Sistema AFIS.
Alternativas
Q467855 Medicina Legal
A identificação pelo processo fotográfico é composta por uma foto de
Alternativas
Q467854 Legislação Federal
Em relação à Lei n.º 12.037/2009, é correto afirmar que, embora apresente documento de identificação, poderá ocorrer identificação criminal quando
Alternativas
Respostas
21: E
22: A
23: B
24: A
25: A
26: C
27: D
28: B
29: D
30: B
31: E
32: E
33: A
34: E
35: C
36: D
37: D
38: C
39: E
40: A