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Q3336725 Português
As figuras de linguagem são recursos estilísticos que podem ser empregados com diversas finalidades, tornando a interação mais expressiva, criativa e impactante. Existem diferentes tipos de figuras da linguagem, dentre as quais: figuras semânticas, de pensamento, de sintaxe ou fônicas. Em relação a essa classificação e às categorias dela decorrentes, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas: 

( ) Na sentença “A Casa Branca anunciou uma nova política econômica para o próximo ano”, temos uma metonímia. ( ) Na frase “O Rei do Pop foi um dos artistas mais influentes da música mundial”, há um litote.
( ) Em “O mar, testemunha silenciosa de tantas histórias e segredos profundos”, existe uma apóstrofe.
( ) Na frase “Ele perdeu o emprego, ela perdeu a esperança naquele dia triste de chuva” é um exemplo de elipse.
( ) Na sentença “Rabugento e mal humorado ele é”, há um hipérbato.
( ) Em “Os planos para o final de semana, eu já tinha feito, mas acabaram sendo cancelados de última hora”, há um assíndeto.
( ) Na sentença “O ronco do trovão ressoava no horizonte”, há uma figura fônica chamada assonância.
( ) Na sentença “Ela cantava e dançava e ria e brincava, enchendo a casa de alegria e movimento” apresenta a figura de linguagem polissíndeto.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3336724 Português
As regras de acentuação gráfica podem causar muitas dúvidas em sala de aula e nós, professores de português, podemos trabalhar com regularidades para ajudar os estudantes a resolverem este problema. A respeito desse assunto, analise as seguintes regras:

I. As palavras paroxítonas terminadas em –r, –l, –n, –x e –ps são acentuadas.
II. São acentuadas todas as palavras paroxítonas terminadas em –um e –uns.
III. As palavras paroxítonas terminadas em –i seguido ou não de –s não são graficamente acentuadas.
IV. Oxítonas com sílaba tônica terminada em ditongo aberto pronunciadas como “–éu, –éi ou –ói”, seguido ou não de –s, não são acentuadas na escrita.
V. Oxítonas com sílaba tônica terminada em vogal tônica –a, –e e –o, seguidas ou não de –s, são acentuadas na escrita.
VI. Em palavras paroxítonas, os ditongos abertos –oi e –ei não são acentuados.
VII. Em palavras paroxítonas, as vogais –i e –u precedidas de ditongo são acentuadas graficamente.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3336722 Linguística
A Semântica é área da Linguística que estuda o significado das línguas naturais. Ela se interessa pelo estudo das relações entre as expressões linguísticas e os conceitos associados a elas. Abordar a semântica em sala de aula é explorar as possibilidades linguísticas de nossos estudantes, levá-los à reflexão, que alcança inúmeros aspectos da língua. Em abordagem semântica, analise os fenômenos apresentados a seguir. Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona textos aos fenômenos semânticos neles presentes: 

Primeira coluna: Fenômeno semântico

1. Homofonia.
2. Paronímia.
3. Polissemia.

Segunda coluna: Textos

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Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3336721 Pedagogia
Desde os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) até a atual BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e os demais documentos curriculares que são deles provenientes, há a defesa de que o ensino da língua portuguesa seja organizado a partir de práticas de linguagem situadas, contextualizadas e significativas, o que levou a propostas de trabalho com os gêneros discursivos. A este respeito, analise as afirmações a seguir visando ao preenchimento das lacunas com as expressões elencadas: 

I. Toda a interação verbal se dá por meio de ______ únicos e irrepetíveis.
II. Os gêneros discursivos podem ser caracterizados por três dimensões. A dimensão ______ diz respeito aos sentidos construídos a partir do gênero, isto é, integra o texto ao contexto e, portanto, é sempre singular e irrepetível; a construção de sentidos vai depender da situação de interação e dos sujeitos socialmente organizados que dela participam.
III. Já a dimensão ______, segundo Bakhtin (2003, p. 304), “depende do modo que o locutor percebe e compreende seu destinatário, e do modo que ele presume uma compreensão responsiva ativa”; a forma como são proferidos os enunciados leva sempre em consideração, portanto, o(s) sujeito(s) a quem se dirigem.
IV. E a terceira dimensão, chamada de ______, tange à forma do gênero, que está intimamente ligada ao conteúdo: ambos se articulam, mas não devem ser confundidos (Bakhtin, 2003).

Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas nos excertos: 
Alternativas
Q3336720 Pedagogia
A literatura é uma forma de arte que precisa estar presente não apenas em aulas de língua portuguesa, mas como forma de representação do mundo, de humanização do ser, em práticas transdisciplinares. A respeito do ensino de literatura, analise as proposições a seguir e a relação estabelecida entre elas: 

I. A escola deve oportunizar o encontro do leitor (neste caso, o aluno leitor) com o texto literário e, ao se encontrar com o texto literário, o leitor deve poder desenvolver sua criatividade, sua imaginação. A leitura do texto literário se configura, pois, como um ato de enunciação e coenunciação; há um diálogo entre o sujeito leitor com o texto e, a partir desse diálogo, há a transformação da identidade do leitor, que pode identificar contradições e conflitos da realidade (Martins, 2006).

POR ISSO

II. O ensino de literatura só se estabelece no Ensino Médio, em aulas específicas para este fim quando os leitores já estão maduros para lidar com textos literários, quase sempre complexos. Durante o Ensino Fundamental – anos finais, não há espaço para um ensino de literatura propriamente dito, mas a leitura de alguns textos literários que, possivelmente, não são apresentados em sua totalidade, e sim a partir de excertos previamente selecionados (Joaquim, 2012).

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:  
Alternativas
Q3336719 Pedagogia
Segundo Rojo (2012, p. 13), “diferente do conceito de letramentos (múltiplos), que não faz senão apontar para a multiplicidade e variedade das práticas letradas, valorizadas ou não nas sociedades em geral, o conceito de multiletramentos – é bom enfatizar – aponta para dois tipos específicos e importantes de multiplicidade presentes em nossas sociedades, principalmente urbanas, na contemporaneidade: a multiplicidade cultural das populações e a multiplicidade semiótica de constituição dos textos por meio dos quais ela se informa e se comunica”. 

A respeito dos multiletramentos, então, analise as afirmações a seguir:

I. Adotar uma perspectiva em diálogo com os multiletramentos nas aulas de língua portuguesa requer que o professor amplie o leque de gêneros em sala de aula, abrangendo variadas estéticas, com gêneros variados; como exemplos, temos: stop motions, mashups e animes.
II. Os gêneros abordados, nesta perspectiva, muitas vezes, constituem-se como multimodais ou multissemióticos.
III. Embora a pedagogia dos multiletramentos seja bastante atual e consistente, ela não é compatível com as salas de aula, que, muitas vezes, não dispõem de tecnologias digitais.
IV. Trabalhar com a pedagogia dos multiletramentos requer a adoção de práticas situadas, críticas e reflexivas nas quais os estudantes, para além de consumirem textos, possam analisá-los criticamente. 

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3336717 Linguística
No livro seminal O texto na sala de aula, que está completando 40 anos, Geraldi afirma que “os conteúdos ensinados, o enfoque que se dá a eles, as estratégias de trabalho com os alunos, a bibliografia utilizada, o sistema de avaliação, o relacionamento com os alunos, tudo corresponderá, nas nossas atividades concretas de sala de aula, ao caminho por que optamos” (p. 34). Sob essa perspectiva, o professor precisa se perguntar, antes de mais nada, “para quê?” ensina o que ensina, considerando, dentre outras, as concepções de linguagem e de gramática. Considerando o exposto, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira, que associa as concepções de linguagem à Teoria linguística à qual está filiada: 

Primeira coluna: Teoria Linguística

1. Estruturalismo e Transformacionalismo.
2. Linguística da Enunciação.
3. Gramática Tradicional. 

Segunda coluna: Concepção de linguagem

( ) Linguagem como forma de interação.
( ) Linguagem como comunicação e expressão.
( ) Linguagem como expressão do pensamento.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3336716 Português
As funções da linguagem são uma temática ainda recorrente em materiais didáticos de língua portuguesa, ainda que sua origem seja a concepção de linguagem como comunicação. Para aproximá-las da perspectiva da linguagem como interação, é importante situar e contextualizar essas funções nos diversos gêneros discursivos que circulam em nossa sociedade, pois, assim, nossos estudantes conseguem trazer este conhecimento, que é muitas vezes abstrato, para a sua realidade cotidiana. Nesse contexto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona funções da linguagem a gêneros nos quais elas são mais recorrentes: 

Primeira coluna: Função da linguagem

1. Função denotativa.
2. Função poética.
3. Função fática.
4. Função conativa.
5. Função metalinguística.
6. Função expressiva. 

Segunda coluna: Gênero discursivo

( ) Reportagem.
( ) Diário.
( ) Música clássica.
( ) Discurso político.
( ) Verbete de gramática.
( ) Introdução ao diálogo ao telefone.
( ) Notícia.
( ) Poema.
( ) Anúncio publicitário.
( ) Carta de amor entre namorados.
( ) Verbete de dicionário.
( ) Saudações em redes sociais. 

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q3336715 Literatura
Considere a sequência de atividades, a partir do texto Macabéa: Flor de Mulungu, de Conceição Evaristo:

Atividade: Explorando "Macabéa: Flor de Mulungu” de Conceição Evaristo como releitura de "A Hora da Estrela” de Clarice Lispector 

Objetivo: Analisar as obras "Macabéa: Flor de Mulungu” e "A Hora da Estrela" sob diferentes perspectivas criticas, considerando aspectos estruturais, estilísticos, discursivos e culturais, e estabelecer conexões com o contexto contemporâneo. 
Materiais necessários: Textos "Macabéa: Flor de Mulungu", de Conceição Evaristo; e "A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector; acesso a recursos para pesquisa (opcional), caderno ou meio digital para registro das respostas.  
Passo a passo:
1.Introdução as obras e as autoras: 
-Apresentar aos alunos as autoras Conceição Evaristo e Clarice Lispector, destacando suas contribuições para a literatura brasileira. 
-Explicar brevemente as obras "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela”, contextualizando-as dentro do movimento literário e social em que foram produzidas. 

2.Comparagao estrutural e estilística: 
-Distribuir trechos selecionados de ambas as obras para os alunos. 
-Pedir para os alunos compararem a estrutura narrativa, o estilo de escrita, os recursos literários utilizados (como narrador, tempo narrativo e linguagem) em cada uma das obras. 
-Orienta-los a fazer anotações sobre semelhanças e diferenças perceptíveis na forma como as histórias são contadas e desenvolvidas. 

3.Análise de aspectos discursivos e culturais: 
-Promover uma discussão em grupo sobre os temas abordados nas obras, como identidade, marginalização social, condição da mulher na sociedade, entre outros. 
-Explorar como as personagens principais (Macabéa em "Macabéa: Flor de Mulungu" e Macabéa em "A Hora da Estrela") são retratadas e como suas histórias refletem visões de mundo especificas. 

4.Dialogo com o contexto de produção: 
-Incentivar os alunos a pesquisar sobre o contexto histórico e cultural em que cada obra foi escrita. 
-Discutir como essas obras dialogam com movimentos estéticos e culturais da época, como o modernismo, o pós-modernismo, o feminismo, o movimento negro, entre outros.  

5.Produgéo textual:
-Pedir aos alunos para escreverem um ensaio comparativo entre "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela", destacando suas análises sobre estrutura, estilo, aspectos discursivos e culturais.  
-Eles devem incluir reflexões sobre como as obras dialogam com questões contemporâneas, como questões de identidade, representação e justiça social. 

6.Apresentação e discussão final: 
-Finalizar a atividade com uma sessão de apresentação dos ensaios produzidos pelos alunos. 
-Promover uma discussão final sobre as descobertas e insights obtidos durante a análise das obras, incentivando os alunos a compartilharem suas perspectivas e conclusões. 

Avaliação: Avaliar os alunos com base na profundidade da análise realizada no ensaio comparativo, na capacidade de estabelecer conexões significativas entre as obras e seu contexto, na clareza da argumentação e na habilidade de expressar ideias de forma crítica e fundamentada.  

Assinale a alternativa que apresenta a habilidade indicada no Ensino de Língua Portuguesa no Ensino Médio que mais coerentemente seria alcançada com a prática apresentada:  
Alternativas
Q3336714 Português
Leia, a seguir, o poema O menino que carregava água na peneira, de Manoel de Barros: 

Q18_1.png (276×589)
Q18_2.png (334×237)




A respeito do texto, analise as afirmações a seguir:

I.O poema aborda a ideia paradoxal e aparentemente impossível de carregar água na peneira. Isso representa um desafio insensato, algo que vai contra a lógica e a funcionalidade comuns. Essa impossibilidade se torna uma metáfora para a vida do menino retratado, que talvez seja visto como alguém que tenta realizar o impossível ou que vive de maneira incomum, distante das normas estabelecidas. Esse fazer paradoxal, no texto, simboliza a prática de escrever poemas. Assim, podemos considerar o poema uma metanálise do fazer do poeta.
II.O autor utiliza uma linguagem poética que brinca com as palavras e cria imagens vívidas e sensoriais. O uso de metáforas e comparações inusitadas é uma marca registrada de sua poesia, como "carregar água na peneira", que evoca uma imagem absurda e, ao mesmo tempo, poética. 
IIl.Apesar da aparente simplicidade do tema, o poema sugere camadas mais profundas de significado. Pode-se interpretar que o menino representa uma figura que desafia os limites impostos pela sociedade e até pela realidade e que vive em um mundo próprio, alheio às convenções e às limitações do real palpável.
IV.No que diz respeito à métrica, o texto apresenta versos decassílabos. V.O texto apresenta paralelismo sintático no que diz respeito às menções indiretas às falas da mãe.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3336713 Literatura
A literatura pode chegar à sala de aula sob diversas formas, temas e gêneros discursivos. A respeito dos gêneros e formas literárias, analise as afirmações a seguir: 

I. __________ são formas tradicionais de poesia originárias do Japão, conhecidas por sua brevidade e simplicidade. Tradicionalmente, são compostos por três versos, sem rima, estruturados em três linhas que seguem uma métrica específica: a primeira linha tem 5 sílabas; a segunda linha tem 7 sílabas; a terceira linha tem 5 sílabas novamente.
II. __________ é uma obra que se passa antes de outra obra já existente, geralmente explorando eventos que ocorreram antes da história principal. Em termos simples, é uma narrativa que precede cronologicamente a narrativa de uma obra anteriormente lançada, expandindo o universo da história original ao explorar eventos que a antecedem.
III. __________ é um gênero que consiste em trocas de correspondências (cartas) entre personagens ou indivíduos reais, frequentemente utilizado para explorar relacionamentos e contextos históricos.

Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas nos excertos:
Alternativas
Q3336712 Português
O autor Marcos Bagno define variação linguística da seguinte forma: “O termo variação se aplica a uma característica das línguas humanas que faz parte de sua própria natureza: a heterogeneidade. A palavra língua nos dá uma ilusão de uniformidade, de homogeneidade, que não corresponde aos fatos. Quando nos referimos ao português, ao francês, ao chinês, ao árabe etc., usamos um rótulo único para designar uma multiplicidade de modos de falar decorrente da multiplicidade das sociedades e das culturas em que as línguas são faladas. Cada um desses modos de falar recebe o nome de variedade linguística. Por isso, muitos autores definem língua como ‘um conjunto de variedades’ e substituem a noção da língua como um sistema pela noção da língua como um polissistema, formado por essas múltiplas variedades” (Bagno, Dicionário do Ceale, online). A variação linguística ocorre de variadas formas, por fatores linguísticos e extralinguísticos. Nesse sentido, analise os textos a seguir: 

Texto I:
Q16_1.png (233×221) Disponível em: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/wp-content/uploads/2022/09/WhatsApp-Image2022-09-28-at-10.10.52-1024x1022.jpeg

Texto II:
Q16_2.png (317×228)
Disponível em: https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/imagem/prova/115717/questao/3014824- 20230926110956000000-0.png

Texto III:
Q16_3.png (346×173) Disponível em: https://media.brainly.com.br/image/rs:fill/w:1920/q:75/plain/https:/pl-static.zdn.net/files/d37/f2c36ce27da1f7223bb7be618b6623df.jpg


Texto IV:
Q16_4.png (345×117) Disponível em: https://media.brainly.com.br/image/rs:fill/w:1920/q:75/plain/https:/pl-static.zdn.net/files/deb/0bceld516d05bb4b43a04aeb8dc2dac5.jpg


A respeito dos textos apresentados, analise as afirmações a seguir: 

I. As variações sociolinguísticas apresentadas nos textos I, II, III e IV são decorrentes de fatores linguísticos.
II. O texto I apresenta um tipo de variação chamada de diastrática.
III. O texto II apresenta um tipo de variação sociolinguística classificada como diamésica.
IV. O texto III exemplifica a chamada variação diacrônica.
V. O texto IV apresenta a variação diacrônica da linguagem.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3336711 Português
Analise a seguinte atividade, planejada para o trabalho com turmas do 7.º ano do Ensino Fundamental: 
Leia atentamente a tirinha a seguir, depois responda ao que se pede:

Q15.png (334×424)

a. No que consiste a situação apresentada na tirinha?
b. Podemos dizer que a palavra “sobremesariano” tem alguma relação com “vegetariano”? Por quê?
c. Circule os substantivos e, em seguida, classifique-os.
d. Marque os verbos empregados no texto e indique em qual pessoa, modo e tempo verbal estão conjugados.

A respeito da atividade apresentada, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas: 

( ) Considerando o elemento gerador de humor, o texto da atividade seria adequado para trabalhar os processos de formação de palavras, no estudo dos prefixos.
( ) A atividade de letra “a” consiste em uma prática de compreensão em leitura.
( ) A atividade de letra “c” consiste em uma prática de análise linguística. 
( ) A atividade como um todo pode ser considerada como uma atividade de gramática tradicional, pois trabalha com metalinguagem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3336710 Português
A ortografia consiste no conjunto de regras e convenções que regulam a forma de escrever as palavras em uma determinada língua. Ela define como as palavras devem ser grafadas, levando em consideração a pronúncia, a fonologia, a morfologia, a sintaxe e a etimologia das palavras. Trabalhar a ortografia em sala de aula é possibilitar que o estudante participe de práticas de linguagem que são fundamentais à sua efetiva inserção social. Nesse contexto, analise atentamente a ortografia das sentenças a seguir: 

I. Ele precisava usar óculos para enchergar melhor de perto.
II. Minha avó prepara um delicioso refogado com xuxu e cencura.
III. Ele deu um chilique quando percebeu que tinha perdido o celular.
IV. O artista decidiu pixar a parede com um mural colorido e vibrante.
V. Os dois rivais começaram a digladiar pelo controle da empresa durante a reunião.
VI. A falta de recursos financeiros foi um grande impecilho para o desenvolvimento do projeto.
VII. O excesso de bagagem era supérfulo para a viagem curta que ele planejava fazer.

Está correta a ortografia, considerando o sentido das sentenças, em: 
Alternativas
Q3336709 Português
Analise atentamente os textos apresentados a seguir: 

Texto I:
Q13_1.png (338×113)
Disponível em: https://mediabrainly.combr/image/rs:fill/w1080/q;75plain//pt-static.z-dn.net/files/d34/c4a3f58f761944840db26b5517c80e6d.jpg



Texto II:
Q13_2.png (174×244)
Disponível em: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQRqPciyqYrcA6W6TZruld1HsnU7xURz2fJFg&s
 


Texto III:
Q13_3.png (290×197)
Disponível em: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQD484isN8mj5zZXD1ve2oAPoJIX7-jb2Tgw&s




A respeito dos textos apresentados, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) Podemos afirmar que os textos I, II e III estão interrelacionados porque compartilham da mesma dimensão temática.
( ) Os textos I, II e III podem ser considerados textos multissemióticos, pois associam diferentes modos de comunicação simultaneamente para construir significado.
( ) Os textos I, II e III apresentam o mesmo fenômeno textual, o diálogo com outros textos, o que é conhecido como intertextualidade.
( ) Os textos I e III pertencem ao mesmo gênero discursivo.
( ) Os textos I, II e III pertencem ao/circulam no mesmo domínio discursivo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3336708 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Produção de textos


O conceito de produção de textos orais e escritos baseia-se em teorias linguísticas da enunciação, que consideram a língua um fenômeno social, uma forma de ação e de interação social. Nessa perspectiva, produzir um texto significa dizer algo a alguém, por algum motivo, de algum modo, em determinada situação. O texto é resultado de um processo em que os sujeitos interagem através da linguagem. Nessas interações, os sujeitos compreendem, concordam, discordam e interrogam seus interlocutores. 


Nas situações cotidianas de comunicação oral, quem fala precisa planejar e produzir seu texto quase simultaneamente; não há tempo para pensar antes de definir o que dizer. Por isso, na conversa, são comuns as hesitações, as pausas, as autocorreções. É como se o “rascunho” saísse junto com o texto. Nessas circunstâncias, levar em conta o contexto é fundamental: o que tenho a dizer? Posso dizer agora? Em que ambiente ocorre a comunicação? Quem são meus interlocutores? O que eles sabem, do que eles gostam? O que eles pensam de mim? Que tipo de relação existe entre nós (intimidade, inimizade, distanciamento)? Que lugar social cada um de nós ocupa (pai/filho, professor/aluno, patrão/empregado, vendedor/comprador, namorado/namorada)? Que expectativa e que disposição têm meus interlocutores quanto à minha participação nessa conversa? A percepção do locutor sobre o contexto é que o guia na produção de sua fala. Mas o contexto é dinâmico, muda no decorrer da interação. Por isso o falante fica atento aos sinais que pode captar: estão entendendo? Estão gostando? Devo continuar? Devo insistir em tal opinião? Devo parar? 


Essas mesmas questões se colocam em situações informais de escrita e também em condições públicas e formais de uso tanto da linguagem oral quanto da linguagem escrita. A figura do interlocutor – distante, ausente, desconhecido ou apenas imaginado – está sempre presente na interação verbal e orienta a produção do texto. 


No caso da escrita, é possível planejar conscientemente cada etapa do processo de produção. Pode-se conceber previamente a situação de comunicação: que lugar, que papel quero assumir como autor do texto? Quais são meus objetivos? Quem é meu leitor? Em que ambiente e em que suporte meu texto vai circular? Em que circunstância será lido? As respostas a essas questões são a base do processo de produção e a partir delas é que se constroem as respostas para o que escrever e como escrever. Durante a escrita, pode-se mudar de ideia e cuscos, cortar ou acrescentar informações. Após a escrita, ainda é possível retomar o texto, com o objetivo de analisar sua adequação às condições de produção. Essa retomada leva o escritor a rever e a reescrever o texto antes de apresentá-lo a seu leitor.

Cada uma dessas etapas pode ser destacada e trabalhada especificamente na escola, desde o Ciclo de Alfabetização. O professor provoca a tomada de decisões coletivas, escreve no quadro o que os alunos propõem, compartilhando com eles as alterações necessárias, depois relê e avalia o texto junto com eles, para fazer a reescrita. Um convite para uma festa escolar, uma homenagem às mães, uma solicitação à diretoria – tudo isso pode ser objeto de escrita coletiva na sala de aula. 


Retirado e adaptado de: FIAD, Raquel Salek; COSTA VAL, Maria da Graça. Produção de textos. Glossário do Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/producao-de-textos. Acesso em: 21 jul., 2024.
Analise o seguinte trecho, retirado do texto:

“O conceito de produção de textos orais e escritos baseia-se em teorias linguísticas da enunciação, que consideram a língua um fenômeno social, uma forma de ação e de interação social”.

A respeito dos aspectos sintáticos do trecho apresentado, analise as afirmações a seguir: 

I. A oração, precedida por vírgula, “que consideram a língua um fenômeno social”, pode ser classificada como subordinada adjetiva explicativa.
II. O termo “em teorias linguísticas da enunciação” funciona como um complemento nominal na oração subordinada.
III. O período é constituído por duas orações: uma principal e uma subordinada.
IV. Os termos “uma forma de ação e de interação social” desempenham a função de adjunto adnominal na oração principal.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3336707 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Produção de textos


O conceito de produção de textos orais e escritos baseia-se em teorias linguísticas da enunciação, que consideram a língua um fenômeno social, uma forma de ação e de interação social. Nessa perspectiva, produzir um texto significa dizer algo a alguém, por algum motivo, de algum modo, em determinada situação. O texto é resultado de um processo em que os sujeitos interagem através da linguagem. Nessas interações, os sujeitos compreendem, concordam, discordam e interrogam seus interlocutores. 


Nas situações cotidianas de comunicação oral, quem fala precisa planejar e produzir seu texto quase simultaneamente; não há tempo para pensar antes de definir o que dizer. Por isso, na conversa, são comuns as hesitações, as pausas, as autocorreções. É como se o “rascunho” saísse junto com o texto. Nessas circunstâncias, levar em conta o contexto é fundamental: o que tenho a dizer? Posso dizer agora? Em que ambiente ocorre a comunicação? Quem são meus interlocutores? O que eles sabem, do que eles gostam? O que eles pensam de mim? Que tipo de relação existe entre nós (intimidade, inimizade, distanciamento)? Que lugar social cada um de nós ocupa (pai/filho, professor/aluno, patrão/empregado, vendedor/comprador, namorado/namorada)? Que expectativa e que disposição têm meus interlocutores quanto à minha participação nessa conversa? A percepção do locutor sobre o contexto é que o guia na produção de sua fala. Mas o contexto é dinâmico, muda no decorrer da interação. Por isso o falante fica atento aos sinais que pode captar: estão entendendo? Estão gostando? Devo continuar? Devo insistir em tal opinião? Devo parar? 


Essas mesmas questões se colocam em situações informais de escrita e também em condições públicas e formais de uso tanto da linguagem oral quanto da linguagem escrita. A figura do interlocutor – distante, ausente, desconhecido ou apenas imaginado – está sempre presente na interação verbal e orienta a produção do texto. 


No caso da escrita, é possível planejar conscientemente cada etapa do processo de produção. Pode-se conceber previamente a situação de comunicação: que lugar, que papel quero assumir como autor do texto? Quais são meus objetivos? Quem é meu leitor? Em que ambiente e em que suporte meu texto vai circular? Em que circunstância será lido? As respostas a essas questões são a base do processo de produção e a partir delas é que se constroem as respostas para o que escrever e como escrever. Durante a escrita, pode-se mudar de ideia e cuscos, cortar ou acrescentar informações. Após a escrita, ainda é possível retomar o texto, com o objetivo de analisar sua adequação às condições de produção. Essa retomada leva o escritor a rever e a reescrever o texto antes de apresentá-lo a seu leitor.

Cada uma dessas etapas pode ser destacada e trabalhada especificamente na escola, desde o Ciclo de Alfabetização. O professor provoca a tomada de decisões coletivas, escreve no quadro o que os alunos propõem, compartilhando com eles as alterações necessárias, depois relê e avalia o texto junto com eles, para fazer a reescrita. Um convite para uma festa escolar, uma homenagem às mães, uma solicitação à diretoria – tudo isso pode ser objeto de escrita coletiva na sala de aula. 


Retirado e adaptado de: FIAD, Raquel Salek; COSTA VAL, Maria da Graça. Produção de textos. Glossário do Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/producao-de-textos. Acesso em: 21 jul., 2024.
A partir da leitura do texto, podemos afirmar que são características da produção de textos orais e escritos: 

I. Nascem da língua como fenômeno social.
II. São decorrentes da interação e de um propósito comunicativo.
III. Requerem contextualização.
IV. São independentes do domínio discursivo.
V. Consistem em um processo dinâmico.
VI. Devem levar em conta sempre a revisão e a reformulação.
VII. Devem se constituir como uma prática na educação.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3336706 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Produção de textos


O conceito de produção de textos orais e escritos baseia-se em teorias linguísticas da enunciação, que consideram a língua um fenômeno social, uma forma de ação e de interação social. Nessa perspectiva, produzir um texto significa dizer algo a alguém, por algum motivo, de algum modo, em determinada situação. O texto é resultado de um processo em que os sujeitos interagem através da linguagem. Nessas interações, os sujeitos compreendem, concordam, discordam e interrogam seus interlocutores. 


Nas situações cotidianas de comunicação oral, quem fala precisa planejar e produzir seu texto quase simultaneamente; não há tempo para pensar antes de definir o que dizer. Por isso, na conversa, são comuns as hesitações, as pausas, as autocorreções. É como se o “rascunho” saísse junto com o texto. Nessas circunstâncias, levar em conta o contexto é fundamental: o que tenho a dizer? Posso dizer agora? Em que ambiente ocorre a comunicação? Quem são meus interlocutores? O que eles sabem, do que eles gostam? O que eles pensam de mim? Que tipo de relação existe entre nós (intimidade, inimizade, distanciamento)? Que lugar social cada um de nós ocupa (pai/filho, professor/aluno, patrão/empregado, vendedor/comprador, namorado/namorada)? Que expectativa e que disposição têm meus interlocutores quanto à minha participação nessa conversa? A percepção do locutor sobre o contexto é que o guia na produção de sua fala. Mas o contexto é dinâmico, muda no decorrer da interação. Por isso o falante fica atento aos sinais que pode captar: estão entendendo? Estão gostando? Devo continuar? Devo insistir em tal opinião? Devo parar? 


Essas mesmas questões se colocam em situações informais de escrita e também em condições públicas e formais de uso tanto da linguagem oral quanto da linguagem escrita. A figura do interlocutor – distante, ausente, desconhecido ou apenas imaginado – está sempre presente na interação verbal e orienta a produção do texto. 


No caso da escrita, é possível planejar conscientemente cada etapa do processo de produção. Pode-se conceber previamente a situação de comunicação: que lugar, que papel quero assumir como autor do texto? Quais são meus objetivos? Quem é meu leitor? Em que ambiente e em que suporte meu texto vai circular? Em que circunstância será lido? As respostas a essas questões são a base do processo de produção e a partir delas é que se constroem as respostas para o que escrever e como escrever. Durante a escrita, pode-se mudar de ideia e cuscos, cortar ou acrescentar informações. Após a escrita, ainda é possível retomar o texto, com o objetivo de analisar sua adequação às condições de produção. Essa retomada leva o escritor a rever e a reescrever o texto antes de apresentá-lo a seu leitor.

Cada uma dessas etapas pode ser destacada e trabalhada especificamente na escola, desde o Ciclo de Alfabetização. O professor provoca a tomada de decisões coletivas, escreve no quadro o que os alunos propõem, compartilhando com eles as alterações necessárias, depois relê e avalia o texto junto com eles, para fazer a reescrita. Um convite para uma festa escolar, uma homenagem às mães, uma solicitação à diretoria – tudo isso pode ser objeto de escrita coletiva na sala de aula. 


Retirado e adaptado de: FIAD, Raquel Salek; COSTA VAL, Maria da Graça. Produção de textos. Glossário do Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/producao-de-textos. Acesso em: 21 jul., 2024.
Considerando as práticas de linguagem discutidas no texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas: 

( ) Os processos de produção de textos orais e escritos são ambos um meio de interação verbal entre as pessoas, por meio do qual algo é dito, com algum propósito, de alguma forma, em conformidade com uma dada situação.
( ) A concepção de linguagem apresentada no texto é a de linguagem como comunicação.
( ) Enquanto a produção de textos escritos é considerada um processo, pois permite desde o planejamento até a revisão e a reescrita; a produção de textos orais é constituída como um produto, pois não há tempo para se organizar aquilo que está sendo dito.
( ) A produção de textos orais e escritos pode ser considerada uma dicotomia, considerando-se as distinções guardadas entre si.
( ) Tanto a produção de textos escritos quanto a de textos orais podem ser ensinadas na escola.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3336703 Pedagogia
A respeito do processo de ensino e aprendizagem por competências e habilidades, analise as afirmativas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

( ) Um dos questionamentos, levantados pela Pedagogia das Competências em relação à tradição escolar brasileira, tem relação com a transmissão passiva ou inculcação de conteúdos escolares que, por muito tempo, nela predominou, levando a um ensino descontextualizado de conteúdos que pouco (ou nada) faziam sentido para o estudante, provocando desinteresse e desmotivação.

( ) As metodologias para o desenvolvimento da aprendizagem por competências e habilidades envolvem sempre a participação ativa dos estudantes e do professor no processo de ensino e aprendizagem, a partir do uso de metodologias ativas, as quais priorizem a interação, a resolução coletiva de problemas significativos, a colaboração e a análise da realidade. 
( ) A BNCC e o Currículo Base do Território Catarinense, de forma solidária, apontam que o objetivo da escola, na contemporaneidade, é desenvolver competências que permitam ao sujeito alcançar sucesso pessoal e profissional ao longo da vida, tanto em sua realidade cotidiana como na esfera do trabalho, da arte, da ciência entre outras. Assim, cabe à escola fomentar a pedagogia do aprender a aprender, valorizando o processo contínuo de aprendizagem, em detrimento da transmissão de conteúdos fixos e isolados. Por isso, as metodologias mobilizadas pelo professor precisam envolver a pesquisa, a problema, a realidade, a construção de hipóteses, a análise crítica de resultados, a mobilização de saberes teóricos e práticos, atitudes e valores, bem como a resolução de problemas.
( ) Um dos problemas do trabalho com a Pedagogia das Competências é que ela se centra na percepção de que a vida é fragmentada e, por isso, a abordagem escolar também deve ser fragmentada em disciplinas escolares ou componentes curriculares, cada qual abarcando conteúdos específicos, que precisam ser pensados de forma isolada, para facilitar a aprendizagem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3336699 Português
Stefania Giannini, Diretora-Geral Adjunta de Educação da UNESCO, afirmou que a Inteligência Artificial Generativa (IAGen) ganhou conhecimento público no final de 2022 com o lançamento do ChatGPT, o qual se tornou o aplicativo com crescimento mais rápido da história. Com o poder de imitar as capacidades humanas para produzir respostas como textos, imagens, vídeos, músicas e códigos de software, essas aplicações de IAGen causaram ampla comoção. Milhões de pessoas estão utilizando a IAGen em suas vidas diariamente e o potencial de adaptar os modelos para aplicações de domínios específicos com IA parecem ser ilimitadas. As amplas capacidades para processar informação e produzir conhecimento têm implicações potencialmente enormes para a educação, uma vez que replicam o pensamento de ordem superior que constitui a base da aprendizagem humana. A medida que as ferramentas de IAGen conseguem automatizar cada vez mais alguns níveis básicos de redação e criação artística, elas estão forçando os formuladores de políticas e instituições educacionais a reavaliarem o porquê, o quê e como aprendemos. Essas considerações são cruciais para a educação nesta nova fase da Era Digital. Nesse contexto, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Embora a IAGen possa ampliar as WOODEN capacidades humanas na conclusão de certas tarefas, o controle democrático das empresas promotoras da IAGen é limitado. Isso Atlanta a questão da regulamentação, especialmente no que diz respeito ao acesso e uso de dados domésticos, incluindo dados de instituições locais e indivíduos, bem como dados gerados no território dos países.

PORTANTO

II. É necessária uma legislação apropriada para que as agências governamentais locais possam obter algum controle sobre as ondas crescentes de IAGen, garantindo sua governança como um bem público.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: 
Alternativas
Respostas
1861: A
1862: C
1863: A
1864: C
1865: D
1866: D
1867: D
1868: E
1869: D
1870: E
1871: B
1872: A
1873: B
1874: B
1875: D
1876: B
1877: D
1878: B
1879: D
1880: E