Questões de Concurso
Para ifc-sc
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Qual exame é indicado para avaliar a exposição prévia ao vírus da hepatite B em indivíduos que serão submetidos a trabalhos de risco ocupacional?
A prevenção primária em saúde pública é uma estratégia fundamental para garantir a qualidade de vida da população e prevenir doenças. Entre as medidas preventivas, qual delas é considerada a mais efetiva?
Paciente de 60 anos comparece à Unidade Básica de Saúde para uma consulta de rotina. Ele relata que está se sentindo bem e não apresenta queixas específicas. Ele não tem histórico médico significativo, mas fuma um maço de cigarros por dia há mais de 30 anos. Seu exame físico é normal. Os resultados dos exames de laboratório mostram colesterol total de 240 mg/dL (valores normais: <200 mg/dL), LDL-colesterol de 170 mg/dL (valores normais: <130 mg/dL), HDL-colesterol de 50 mg/dL (valores normais: >40 mg/dL para homens), triglicerídeos de 200 mg/dL (valores normais: <150 mg/dL) e glicemia de jejum de 100 mg/dL (valores normais: <100 mg/dL). Qual a melhor abordagem preventiva primária para esse paciente?
Um estudo clínico avaliou a eficácia de uma nova droga no tratamento de uma doença. A amostra foi composta por pacientes de diferentes faixas etárias e sexos, com diferentes níveis de gravidade da doença. O estudo foi randomizado, duplo-cego e controlado por placebo. Os resultados mostraram uma melhora significativa na condição dos pacientes que receberam a nova droga em comparação com o grupo controle. No entanto, posteriormente, foi descoberto que a droga estava sendo administrada em doses mais altas aos pacientes com quadros mais graves da doença, o que pode ter influenciado os resultados. Qual o tipo de viés descrito nesse estudo?
Homem, 62 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica e diabetes melito tipo 2, apresenta-se ao pronto-socorro com dor torácica súbita de forte intensidade, associada a sudorese e falta de ar. Ao exame físico, observa-se crepitação subcutânea em região cervical e torácica. ECG demonstra elevação do segmento ST em derivações anteriores. Exames laboratoriais revelam: troponina T de 2,5 ng/mL (valor de referência até 0,01 ng/mL), creatinina de 1,2 mg/dL (valor de referência 0,7-1,3 mg/dL), ureia de 35 mg/dL (valor de referência 10-50 mg/dL), sódio de 140 mEq/L (valor de referência 135-145 mEq/L) e potássio de 4,2 mEq/L (valor de referência 3,5-5,0 mEq/L). Radiografia de tórax evidencia pneumomediastino. Diante do caso clínico apresentado, qual o tipo de bias pode ocorrer no estudo que avalia a relação entre a administração de heparina em bolus seguida de infusão contínua versus administração de heparina em infusão contínua na mortalidade hospitalar de pacientes com infarto agudo do miocárdio?
Uma paciente de 35 anos de idade apresenta, há 2 semanas, febre, tosse seca e dor torácica. Não há antecedentes de tabagismo ou outras comorbidades. Ao exame físico, observa-se taquipneia e crepitações à ausculta pulmonar. Radiografia de tórax revela opacidades bilaterais em vidro fosco. Qual a etapa inicial do raciocínio diagnóstico médico?
Paciente do sexo feminino, 45 anos, com histórico de tosse seca, febre baixa e dispneia progressiva há 3 semanas. Na avaliação clínica apresenta-se taquipneica, com saturação de oxigênio de 89% em ar ambiente, ausculta pulmonar com crepitações difusas. Exames laboratoriais: hemoglobina 12 g/dL (12-16), leucócitos 12.000/mm³ (4.000-10.000), plaquetas 280.000/mm³ (150.000-400.000), PCR 100 mg/L (0-5), LDH 600 U/L (120-246), D-dímero > 5.000 ng/mL (< 500). Radiografia de tórax: opacidades alveolares bilaterais. Qual o diagnóstico mais provável para esse caso clínico?
Paciente de 32 anos é atendida na emergência com queixa de dor de cabeça, náuseas, vômitos e tonturas. Ela relata ter caído em casa e batido com a cabeça no chão, mas nega perda de consciência. No exame físico, apresenta sinais de trauma craniano leve, com hematomas em região parietal direita e equimose periocular. Ao ser questionada, a paciente relata que sofre violência doméstica do companheiro há cerca de 1 ano e que as agressões têm se intensificado nas últimas semanas. Ela está acompanhada pelo companheiro no momento do atendimento. Foram realizados exames de imagem e laboratoriais, que não mostraram alterações significativas. Qual a conduta mais apropriada diante da suspeita de violência doméstica em uma paciente com história de trauma craniano e sinais de agressão física?
Homem, 68 anos, com histórico de hipertensão arterial e diabetes melito tipo 2, foi admitido na UTI por insuficiência respiratória aguda secundária à pneumonia por Covid-19. Durante a internação, apresentou instabilidade hemodinâmica e necessitou de suporte pressórico. Foi iniciada insulinoterapia intravenosa contínua para controle glicêmico.
Exames laboratoriais:
• Glicemia capilar: 218 mg/dL (70-130 mg/dL).
• Gasometria arterial: pH 7,28 (7,35-7,45); bicarbonato 16 mEq/L (22-28 mEq/L); lactato 3,5 mmol/L (<2 mmol/L).
• Eletrólitos séricos: sódio 139 mEq/L (135-145 mEq/L); potássio 3,5 mEq/L (3,5-5,0 mEq/L); cálcio ionizado 1,05 mmol/L (1,15-1,30 mmol/L); magnésio 1,5 mg/dL (1,6-2,3 mg/dL).
• Hemograma: hemoglobina 10 g/dL (13,5-17,5 g/dL); leucócitos 12.000/mm³ (4.000- 11.000/mm³); plaquetas 150.000/mm³ (150.000-450.000/mm³).
Exames de imagem:
• Radiografia de tórax: infiltrado interstício-alveolar bilateral.
Qual o alvo de glicemia recomendado para o controle glicêmico em pacientes críticos, de acordo com as diretrizes atuais?
Mulher, 52 anos, com diagnóstico de infecção do trato urinário (ITU) adquirida na comunidade, apresentando febre, disúria, urgência miccional e dor suprapúbica há 2 dias. Foi prescrito inicialmente ciprofloxacino 500 mg VO a cada 12 horas, porém após 48 horas do início do tratamento, a paciente apresentou rash cutâneo, prurido intenso, náuseas e vômitos. Foi realizado hemograma, que apresentou leucócitos 11.200/mm³ (4.500-11.000), com neutrofilia 80% (40-70) e linfocitose 15% (20-40), além de plaquetas 120.000/mm³ (150.000-400.000). Foi solicitada urinocultura, que apresentou crescimento de Escherichia Coli sensível a nitrofurantoína, e iniciado tratamento com nitrofurantoína 100 mg VO a cada 6 horas. Qual o manejo adequado para o tratamento da paciente com reações adversas ao ciprofloxacino?
Um paciente com dor crônica não controlada recebeu 30 mg de morfina via oral a cada 4 horas. Após 24 horas, ele ainda apresenta dor. Qual das alternativas abaixo é a mais adequada para o controle da dor desse paciente?
Paciente de 32 anos foi trazido ao pronto-socorro pelo SAMU após ser encontrado desacordado em casa. Ao exame físico, apresenta-se sonolento, com bradipsiquia e hiporreflexia. A pressão arterial é 100/70 mmHg, a frequência cardíaca é 60 bpm e a frequência respiratória é 8 irpm. A oximetria de pulso mostra saturação de 85% em ar ambiente. Os exames laboratoriais mostram uma gasometria arterial com pH 7,25 (7,35 - 7,45), pCO2 60 mmHg (35 - 45 mmHg), pO2 65 mmHg (80 - 100 mmHg), HCO3 26 mEq/L (22 - 28 mEq/L), e lactato 5,2 mmol/L (0,5 - 2,2 mmol/L). A tomografia computadorizada do crânio é normal. Qual o antídoto adequado para o tratamento dessa intoxicação aguda?
Paciente de 65 anos, fumante há 40 anos, apresenta dispneia aos esforços e tosse produtiva com expectoração. Ao exame físico, é possível detectar aumento da frequência respiratória, diminuição do murmúrio vesicular e presença de roncos e sibilos difusos. A gasometria arterial apresenta: pH 7,38 (7,35-7,45); PaO2 62 mmHg (80-100 mmHg); PaCO2 49 mmHg (35-45 mmHg); HCO3- 27 mEq/L (22-28 mEq/L); SatO2 90% (92-98%). O VEF1 é 40% do previsto e a relação VEF1/CVF é 55%. O paciente foi diagnosticado com DPOC. Qual o fator prognóstico mais importante na evolução do DPOC?
Paciente de 75 anos apresenta-se com queixas de dispneia aos esforços e tonturas. Na ausculta cardíaca, nota-se um sopro sistólico ejetivo na região aórtica. O exame de ecocardiograma revela uma área valvar aórtica de 0,7 cm², gradiente máximo de 70 mmHg e fração de ejeção de 50%. Qual o principal fator de risco para mortalidade em pacientes com estenose aórtica grave?
Homem, 50 anos de idade, com histórico de doença renal crônica em tratamento conservador, apresenta-se no pronto-socorro com queixas de fraqueza muscular nas extremidades e parestesias. Ao exame físico, observa-se diminuição da força muscular e reflexos osteotendíneos hiporreflexos. A análise laboratorial revela hipocalcemia (Ca++ sérico 6,5 mg/dL [valores normais: 8,5-10,5 mg/dL]), hiperfosfatemia (P sérico 7,2 mg/dL [valores normais: 2,5-4,5 mg/dL]), elevação do paratormônio (PTH) sérica (PTH sérica 120 pg/mL [valores normais: 15-65 pg/mL]) e vitamina D3 sérica reduzida (vitamina D3 sérica 12 ng/mL [valores normais: 30-100 ng/mL]). Qual o diagnóstico mais provável desse paciente?
Homem, 55 anos, apresenta-se ao serviço de emergência com quadro de vômitos e diarreia há dois dias. Ao exame físico, o paciente está desidratado, taquicárdico, hipotenso e com mucosas secas. Os exames laboratoriais mostram os seguintes resultados: sódio 130 mEq/L (136-145), potássio 3,0 mEq/L (3,5-5,0), cloreto 92 mEq/L (98-106), bicarbonato 18 mEq/L (22-28), creatinina 1,8 mg/dL (0,7-1,3), ureia 30 mg/dL (10-50), osmolaridade sérica 260 mOsm/kg (275-295). A gasometria arterial revelou pH 7,30, pCO2 30 mmHg, pO2 90 mmHg, bicarbonato 15 mEq/L e excesso de base -10 mEq/L. Qual é a causa mais provável dos distúrbios eletrolíticos e ácido-básicos nesse paciente?
Para responder às questões 21 a 24, considere o caso clínico abaixo:
Homem, 65 anos, com histórico de diabetes melito tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, foi admitido na emergência com febre (38,5°C), taquicardia (120 bpm), hipotensão arterial (80x50 mmHg) e dor abdominal difusa. Ao exame físico, o paciente apresentou abdome distendido e doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais mostraram leucocitose (26.000/mm³), PCR (15 mg/dL) e lactato sérico elevado (4,0 mmol/L). A tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste intravenoso revelou espessamento da parede do cólon sigmoide e presença de ar livre na cavidade abdominal.
Qual o método mais indicado para avaliar a resposta à fluidoterapia no paciente descrito acima?
Para responder às questões 21 a 24, considere o caso clínico abaixo:
Homem, 65 anos, com histórico de diabetes melito tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, foi admitido na emergência com febre (38,5°C), taquicardia (120 bpm), hipotensão arterial (80x50 mmHg) e dor abdominal difusa. Ao exame físico, o paciente apresentou abdome distendido e doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais mostraram leucocitose (26.000/mm³), PCR (15 mg/dL) e lactato sérico elevado (4,0 mmol/L). A tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste intravenoso revelou espessamento da parede do cólon sigmoide e presença de ar livre na cavidade abdominal.
Qual a melhor abordagem para a ressuscitação volêmica e o uso de vasopressores no paciente?
Para responder às questões 21 a 24, considere o caso clínico abaixo:
Homem, 65 anos, com histórico de diabetes melito tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, foi admitido na emergência com febre (38,5°C), taquicardia (120 bpm), hipotensão arterial (80x50 mmHg) e dor abdominal difusa. Ao exame físico, o paciente apresentou abdome distendido e doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais mostraram leucocitose (26.000/mm³), PCR (15 mg/dL) e lactato sérico elevado (4,0 mmol/L). A tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste intravenoso revelou espessamento da parede do cólon sigmoide e presença de ar livre na cavidade abdominal.
Qual a melhor opção de antibioticoterapia empírica para tratar um paciente com suspeita de sepse secundária ao diagnóstico referido na questão anterior, que apresenta febre, taquicardia e leucocitose com desvio à esquerda?
Para responder às questões 21 a 24, considere o caso clínico abaixo:
Homem, 65 anos, com histórico de diabetes melito tipo 2 e hipertensão arterial sistêmica, foi admitido na emergência com febre (38,5°C), taquicardia (120 bpm), hipotensão arterial (80x50 mmHg) e dor abdominal difusa. Ao exame físico, o paciente apresentou abdome distendido e doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais mostraram leucocitose (26.000/mm³), PCR (15 mg/dL) e lactato sérico elevado (4,0 mmol/L). A tomografia computadorizada de abdome e pelve com contraste intravenoso revelou espessamento da parede do cólon sigmoide e presença de ar livre na cavidade abdominal.
Qual o diagnóstico mais provável?