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Q800469 Pedagogia
Texto 15A2EEE


Os muitos aspectos relacionais contidos na noção de gênero, como os de classes sociais, de gerações e de raças/etnias, parecem tornar os parâmetros da escrita e do ensino da história bem mais complexos. Exames do material de ensino da história favorecidos pelos estudos das relações de gênero têm reafirmado a necessidade de prosseguir no esforço de retirada das mulheres das áreas de invisibilidade, mas vendo-as em sua pluralidade. Só por admiti-las como sujeitos históricos, subvertem-se muitas certezas e modelos universais de análise dos sistemas de poder e subordinação das relações sociais de qualquer tipo. Para as experiências de ensino de história, por meio da associação de tantos temas transversais, acredita-se, como Joan Scott, que o conceito de gênero permanece uma categoria útil de análise histórica quando assegura, operacionalmente, um maior detalhamento de processos sociais pouco conhecidos.
Suely Costa. Gênero e História. In: Martha Abreu e Rachel Soihet (Orgs.). Ensino de história: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003, p. 198-9 (com adaptações).

Considerando o texto 15A2EEE, julgue o item a seguir, a respeito das abordagens relacionadas às temáticas sobre diversidade, gênero, sexualidade e direitos humanos nas salas de aula.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos indicam que temas como sexualidade e gênero podem ser abordados pelos conteúdos de suas diversas áreas de conhecimento, a partir das possibilidades advindas de seus referenciais.

Alternativas
Q800468 Pedagogia
Texto 15A2EEE


Os muitos aspectos relacionais contidos na noção de gênero, como os de classes sociais, de gerações e de raças/etnias, parecem tornar os parâmetros da escrita e do ensino da história bem mais complexos. Exames do material de ensino da história favorecidos pelos estudos das relações de gênero têm reafirmado a necessidade de prosseguir no esforço de retirada das mulheres das áreas de invisibilidade, mas vendo-as em sua pluralidade. Só por admiti-las como sujeitos históricos, subvertem-se muitas certezas e modelos universais de análise dos sistemas de poder e subordinação das relações sociais de qualquer tipo. Para as experiências de ensino de história, por meio da associação de tantos temas transversais, acredita-se, como Joan Scott, que o conceito de gênero permanece uma categoria útil de análise histórica quando assegura, operacionalmente, um maior detalhamento de processos sociais pouco conhecidos.
Suely Costa. Gênero e História. In: Martha Abreu e Rachel Soihet (Orgs.). Ensino de história: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003, p. 198-9 (com adaptações).
Considerando o texto 15A2EEE, julgue o item a seguir, a respeito das abordagens relacionadas às temáticas sobre diversidade, gênero, sexualidade e direitos humanos nas salas de aula. O Currículo em Movimento da Educação Básica para o Ensino Médio propõe, na matriz curricular da área de Ciências Humanas, a abordagem de temas relacionados à identidade, diversidade cultural, sexual e de gênero e prevê o estudo dos movimentos sociais de mulheres, negros, LGBT e outras minorias, no Brasil e no mundo.
Alternativas
Q800467 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

A obra História Geral da África possibilita a professores e estudantes o estudo das experiências culturais, sociais e políticas de múltiplas sociedades africanas, sendo um dos aspectos centrais da coleção o fato de que ela concede à grande parte dessas histórias uma importante perspectiva africana ou afrocentrada.

Alternativas
Q800466 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

O maior obstáculo para que docentes utilizem em suas aulas as temáticas africanas consiste na indisponibilidade e no difícil acesso ao material historiográfico sobre o passado africano, como destacado no texto 15A2DDD.

Alternativas
Q800465 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

Na abordagem da história da África em sala de aula deve-se evitar a idealização, a simplificação ou uma excessiva generalização das experiências históricas e contextos africanos.

Alternativas
Q800464 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).

Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África.

Apesar das conexões existentes entre a história africana e a história da diáspora africana, os estudos sobre a África, quando abordados em sala de aula, não devem ser utilizados como um instrumento na luta contra o racismo nas Américas ou na Europa, por ser este um assunto relacionado a outros contextos históricos.

Alternativas
Q800463 História
Texto 15A2DDD

Entre 1982 e 1999, além da publicação completa em francês, inglês e árabe, volumes distintos de História Geral da África (HGA) foram publicados em chinês, português, espanhol, japonês, suaíli, peúle, hausa, italiano e fulâni. Em 2007, iniciou-se, oficialmente, a segunda etapa do projeto da HGA, intitulada “O uso pedagógico da História Geral da África”, tendo sido criado para tanto o Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África. O objetivo dessa etapa é ampliar a difusão e a utilização pedagógica dos conhecimentos da HGA. Sua organização resulta de um pedido formal da União Africana, que pretende adotar um currículo comum de história da África para os seus países-membros, com base nas linhas estabelecidas pela HGA. No Brasil, com o apoio do Ministério da Educação, se procedeu, em fins de 2010, à publicação completa dessa obra clássica sobre a história da África, disponível para consulta integral no formato digital. Também foi publicado um trabalho de síntese e atualização desse vasto material. 

Muryatan Barbosa. A construção da perspectiva africana. In: Revista brasileira de história. São Paulo, 2012, v. 32, n.º 64, p. 227 (com adaptações).
Com relação ao assunto abordado no texto 15A2DDD, julgue os item que se segue, a respeito do ensino de história da África. Com a criação do Comitê Científico para o uso Pedagógico da História Geral da África, ficou evidenciado o fato de que o saber histórico científico e o saber histórico escolar possuem características próprias, apesar de estabelecerem um diálogo necessário.
Alternativas
Q800462 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

Em sala de aula, a análise de obras literárias, diferentemente dos textos dos livros didáticos, não deve ser orientada pela sua construção enquanto documento, discurso ou representação da história, devendo seu uso limitar-se à ilustração daquilo que é exposto pelos docentes.

Alternativas
Q800461 Pedagogia

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

O uso de documentos fílmicos nas aulas como fonte histórica permite aos estudantes desenvolverem estratégias de observação, reflexão, comparação e crítica, que contribuem para a aprendizagem da História e também para a construção de operações mentais que permitem ao indivíduo interpretar e orientar suas experiências cotidianas.

Alternativas
Q800460 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

O feminismo negro produziu nas últimas décadas, no Brasil e nos Estados Unidos da América, uma importante crítica sobre o lugar duplamente subalterno das mulheres negras nessas sociedades. Apontando para uma combinação entre os recortes de desigualdade de gênero, social e de raça, intelectuais e ativistas como Angela Davis e Lélia Gonzalez se destacaram nessa crítica.

Alternativas
Q800459 História

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC.

O movimento pelos direitos civis, principalmente nas décadas de 50 e 60 do século passado, protagonizado por ativistas negros, como Martin Luther King Jr., objetivava, entre outras reivindicações, a superação do sistema de opressão racial citado no texto.

Alternativas
Q800458 Atualidades

Texto 15A2CCC


         Ambientado na década de 1960 em Jackson, Mississipi (EUA), o livro A Resposta (tradução do título em inglês de The Help e adaptado para o cinema como Histórias Cruzadas, 2011) é dividido em capítulos narrados sob a perspectiva de personagens distintas. Entre elas estão Aibileen, uma empregada doméstica negra que cuida das crianças de seus patrões brancos, e Skeeter, uma recém-formada jornalista branca e rica, que não concorda com as atitudes das patroas brancas da cidade. Skeeter propõe para Aibileen contar a vida cotidiana de Jackson, a partir da visão das empregadas domésticas negras. Vale dizer que o sul dos Estados Unidos da América tem uma herança histórica marcada pelo conservadorismo político, racial e social. Passados quase cem anos da promulgação da 13. ª Emenda à Constituição Americana — que declarou o fim da escravidão —, ainda se podia notar uma divisão entre a população causada pelo racismo, o que levou à marginalização dos negros. Isso se dava principalmente devido à existência de um sistema de segregação denominado leis Jim Crow, que vigorou no período de 1870 a 1960.


                Bruna Corrêa. Resenha literária: A resposta, de Kathryn Stockett. Internet: (com adaptações).        


Acerca do uso de instrumentos pedagógicos e de recursos audiovisuais e textuais variados em aulas de história, julgue o item a seguir, considerando o contexto abordado no texto 15A2CCC. A possibilidade de mulheres negras, empregadas como domésticas no sul dos Estados Unidos da América na década de 60 do século passado, produzirem narrativas próprias sobre suas histórias reflete uma postura comum da produção historiográfica brasileira daquele período.
Alternativas
Q800457 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

As possibilidades de abordagem das religiões de matrizes africanas ou afro-brasileiras no currículo do ensino médio encontram na perspectiva dos multiletramentos e da valorização da diversidade um suporte relevante, podendo a temática ser tratada em vários componentes das ciências humanas e no ensino religioso.

Alternativas
Q800456 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos e para o Ensino Médio contêm como um de seus componentes curriculares obrigatórios o reconhecimento da participação dos povos africanos na formação da sociedade brasileira, uma vez que a história da África contribui para a mudança das concepções de mundo e para a construção de identidades mais plurais e solidárias.

Alternativas
Q800455 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

A ausência de abordagens sobre a religiosidade africana nas escolas, como aponta o texto 15A2BBB, não guarda relação com as possíveis expressões de discriminação ou desvalorização das religiões de matrizes africanas, apresentadas no texto 15A2AAA.

Alternativas
Q800454 Pedagogia
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

A escola desempenha uma função relevante no combate às discriminações e na emancipação dos grupos discriminados ao proporcionar aos estudantes o acesso a conhecimentos científicos e registros culturais diferenciados.

Alternativas
Q800453 Conhecimentos Gerais
Texto 15A2AAA
Dados compilados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro mostram que mais de 70% de 1.014 casos de ofensas, abusos e atos violentos registrados entre 2012 e 2015 são contra praticantes de religiões de matrizes africanas. O tema ganhou as páginas dos jornais como no caso de uma jovem atingida por uma pedra na cabeça em junho de 2015, na Zona Norte do Rio de Janeiro, quando voltava para casa trajando vestimentas religiosas candomblecistas. Também em 2015, no mês de novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado em Brasília. Para especialistas, duas são as razões da hostilidade contra as religiões de origem africana: por um lado, o racismo e a discriminação que remontam à escravidão e que rotulam tais religiões pelo simples fato de serem de origem africana, e, por outro lado, a ação de alguns grupos religiosos que, nos últimos anos, teriam se valido de mitos e preconceitos para insuflar a perseguição a umbandistas e candomblecistas.
Internet: (com adaptações).
Texto 15A2BBB
Na escola, a ideologia racista se expressaria em diversos níveis, que iriam desde a ausência da pluralidade cultural no currículo até a manifestação de preconceito em razão do desconhecimento de questões de ordem racial e da ridicularização de identidades e estéticas diferentes das que foram estabelecidas como ideais. Nesse ponto, a questão da religiosidade se faz novamente presente, pois seu desconhecimento gera a sua ausência como elemento importante da reconstrução da cosmovisão africana no Brasil, elemento que uma educação étnico-racial almejaria recuperar.
Raquel Bakke. Na escola com os orixás. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2011, p. 81 (com adaptações)

Com base nos textos 15A2AAA e 15A2BBB, julgue o próximo item, a respeito do ensino de história da religiosidade africana e dos aspectos a ele relacionados.

O Currículo em Movimento da Educação Básica destinado aos anos finais do Ensino Fundamental, apesar de explicitar entre seus conteúdos a abordagem da história da África e do negro no Brasil, exclui o estudo das cosmogonias africanas e de suas contribuições na formação da cultura afro-brasileira.

Alternativas
Q800452 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Ao romper com as instituições da República Velha, a Era Vargas, a partir de 1930, dá início ao processo de modernização econômica do país e de consolidação da cidadania, com a prevalência dos direitos civis, políticos e sociais.

Alternativas
Q800451 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Embora claramente oligárquica, a Primeira República brasileira também se caracterizou pela expansão do sistema educacional público, pela significativa ampliação do número de eleitores e por uma avançada legislação de proteção ao mundo do trabalho.

Alternativas
Q800450 História
Texto 15A1CCC
A Antiguidade Clássica construiu os alicerces sobre os quais se erigiria a Civilização Ocidental. O longo período que se segue à desintegração do Império Romano, a Idade Média, viu florescer um sistema baseado na terra e em relações sociais servis, quando o poder político se fragmenta e a Igreja Católica torna-se culturalmente hegemônica. O início dos tempos Modernos assinala a expansão europeia, de que decorreu a incorporação da África e da América à história do Ocidente. A partir da Revolução Industrial, o capitalismo tende a unificar o mundo, mas gera conflitos e oposição, de que seriam exemplos marcantes as duas guerras mundiais do século XX e a Revolução Russa de 1917. No Brasil, a “República que não foi” atravessa o século XX e chega ao século XXI entre avanços e recuos, alternando estabilidade com contextos de severas crises.

Tendo as informações do texto 15A1CCC como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial e do Brasil, julgue o item a seguir.

Pobre em recursos naturais, como minérios e petróleo, a África do início do século XXI tem participação irrelevante no comércio global, ficando marginalizada dos fluxos econômicos e financeiros mundiais.

Alternativas
Respostas
7281: C
7282: C
7283: C
7284: E
7285: C
7286: E
7287: C
7288: E
7289: C
7290: C
7291: C
7292: E
7293: C
7294: C
7295: E
7296: C
7297: E
7298: E
7299: E
7300: E