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Q804003 Geografia
Acerca de geopolítica e de conceitos relacionados aos fundamentos teóricos do pensamento geográfico, julgue o próximo item. Ratzel define no objeto de estudo da geografia a influência das condições naturais sobre a humanidade.
Alternativas
Q804000 Pedagogia

     Os muitos aspectos relacionais contidos na noção de gênero, como os de classes sociais, de gerações e de raças/etnias, parecem tornar os parâmetros da escrita e do ensino da história bem mais complexos. Exames do material de ensino da história favorecidos pelos estudos das relações de gênero têm reafirmado a necessidade de prosseguir no esforço de retirada das mulheres das áreas de invisibilidade, mas vendo-as em sua pluralidade. Só por admiti-las como sujeitos históricos, subvertem-se muitas certezas e modelos universais de análise dos sistemas de poder e subordinação das relações sociais de qualquer tipo. Para as experiências de ensino de história, por meio da associação de tantos temas transversais, acredita-se, como Joan Scott, que o conceito de gênero permanece uma categoria útil de análise histórica quando assegura, operacionalmente, um maior detalhamento de processos sociais pouco conhecidos.

Suely Costa. Gênero e História. In: Martha Abreu e Rachel Soihet

(Orgs.). Ensino de história: conceitos, temáticas e metodologia.

Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003, p. 198-9 (com adaptações).

Considerando o texto precedente, julgue o item a seguir, a respeito das abordagens relacionadas às temáticas sobre diversidade, gênero, sexualidade e direitos humanos nas salas de aula.
A escola, compreendida como um espaço de construção, afirmação e respeito das múltiplas identidades em uma sociedade plural, deve promover uma educação escolar que reconheça e valorize as pluralidades e os direitos humanos.
Alternativas
Q803999 Pedagogia

     Os muitos aspectos relacionais contidos na noção de gênero, como os de classes sociais, de gerações e de raças/etnias, parecem tornar os parâmetros da escrita e do ensino da história bem mais complexos. Exames do material de ensino da história favorecidos pelos estudos das relações de gênero têm reafirmado a necessidade de prosseguir no esforço de retirada das mulheres das áreas de invisibilidade, mas vendo-as em sua pluralidade. Só por admiti-las como sujeitos históricos, subvertem-se muitas certezas e modelos universais de análise dos sistemas de poder e subordinação das relações sociais de qualquer tipo. Para as experiências de ensino de história, por meio da associação de tantos temas transversais, acredita-se, como Joan Scott, que o conceito de gênero permanece uma categoria útil de análise histórica quando assegura, operacionalmente, um maior detalhamento de processos sociais pouco conhecidos.

Suely Costa. Gênero e História. In: Martha Abreu e Rachel Soihet

(Orgs.). Ensino de história: conceitos, temáticas e metodologia.

Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2003, p. 198-9 (com adaptações).

Considerando o texto precedente, julgue o item a seguir, a respeito das abordagens relacionadas às temáticas sobre diversidade, gênero, sexualidade e direitos humanos nas salas de aula.
O Currículo em Movimento da Educação Básica para o Ensino Médio propõe, na matriz curricular da área de Ciências Humanas, a abordagem de temas relacionados à identidade, diversidade cultural, sexual e de gênero e prevê o estudo dos movimentos sociais de mulheres, negros, LGBT e outras minorias, no Brasil e no mundo.
Alternativas
Q803995 Pedagogia

   O desencaixe entre a escola e os jovens não deve ser visto como decorrente nem de uma suposta incompetência da instituição, nem de um suposto desinteresse dos estudantes. As análises se tornam produtivas à medida que enfoquem a relação entre os sujeitos e a escola no âmbito de um quadro mais amplo, que considere as transformações sociais em curso. Essas transformações estão produzindo sujeitos com estilos de vida, valores e práticas sociais que os tornam muito distintos das gerações anteriores. Entender tal processo de transformação é relevante para a compreensão das dificuldades hoje constatadas nas relações entre os jovens e a escola.

Parecer CNE/CEB n.º 5/2011 (com adaptações).

Tendo como referência inicial as informações do texto anteriormente apresentado, julgue o item a seguir.
Como os interesses da juventude se alteram rapidamente, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio garantem a autonomia das unidades educacionais e, em última instância, do professor, para planejar as finalidades do plano político-pedagógico a partir das demandas dos alunos.
Alternativas
Q803994 Pedagogia

   O desencaixe entre a escola e os jovens não deve ser visto como decorrente nem de uma suposta incompetência da instituição, nem de um suposto desinteresse dos estudantes. As análises se tornam produtivas à medida que enfoquem a relação entre os sujeitos e a escola no âmbito de um quadro mais amplo, que considere as transformações sociais em curso. Essas transformações estão produzindo sujeitos com estilos de vida, valores e práticas sociais que os tornam muito distintos das gerações anteriores. Entender tal processo de transformação é relevante para a compreensão das dificuldades hoje constatadas nas relações entre os jovens e a escola.

Parecer CNE/CEB n.º 5/2011 (com adaptações).

Tendo como referência inicial as informações do texto anteriormente apresentado, julgue o item a seguir.
Na tentativa de atrair os jovens para a escola, as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio publicadas em 2012 preveem uma base curricular comum e diferentes terminalidades, para que as diversidades regionais e os variados interesses dos jovens sejam contemplados.
Alternativas
Q803993 Pedagogia

   O desencaixe entre a escola e os jovens não deve ser visto como decorrente nem de uma suposta incompetência da instituição, nem de um suposto desinteresse dos estudantes. As análises se tornam produtivas à medida que enfoquem a relação entre os sujeitos e a escola no âmbito de um quadro mais amplo, que considere as transformações sociais em curso. Essas transformações estão produzindo sujeitos com estilos de vida, valores e práticas sociais que os tornam muito distintos das gerações anteriores. Entender tal processo de transformação é relevante para a compreensão das dificuldades hoje constatadas nas relações entre os jovens e a escola.

Parecer CNE/CEB n.º 5/2011 (com adaptações).

Tendo como referência inicial as informações do texto anteriormente apresentado, julgue o item a seguir.
O uso de materiais audiovisuais nas aulas é desejável, uma vez que o simples contato dos alunos com tais materiais é suficiente para que eles reflitam criticamente acerca da sociedade.
Alternativas
Q803990 Filosofia

Acerca da utilização da metodologia da aprendizagem baseada em problemas no ensino de filosofia, julgue o próximo item.

A metodologia da aprendizagem baseada em problemas adota a prática da sala de aula invertida.

Alternativas
Q803989 Filosofia

Acerca da utilização da metodologia da aprendizagem baseada em problemas no ensino de filosofia, julgue o próximo item.

Essa metodologia pode ser desenvolvida por meio de casos hipotéticos, buscando-se solução de problemas a partir de diferentes correntes filosóficas.

Alternativas
Q803988 Filosofia

Acerca da utilização da metodologia da aprendizagem baseada em problemas no ensino de filosofia, julgue o próximo item.

O foco principal da metodologia da aprendizagem baseada em problemas é a aprendizagem individual, motivo por que os trabalhos em equipe são desprezados nas etapas de desenvolvimento dessa metodologia.

Alternativas
Q803987 Filosofia
Acerca da utilização da metodologia da aprendizagem baseada em problemas no ensino de filosofia, julgue o próximo item. A aprendizagem por meio de problemas rejeita a elaboração de relatórios e avaliações de aprendizagem.
Alternativas
Q803986 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

A sugestão enfática da formação de consciência cidadã presente nos PCN afasta a possibilidade do estudo de argumentações e correntes filosóficas que discordem desse ideal.

Alternativas
Q803985 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

Ao propor um ensino de filosofia que forme cidadãos, os PCN negam a prática da dialética.

Alternativas
Q803984 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

A proposta dos PCN é tornar o ensino de filosofia mais humanizado.

Alternativas
Q803983 Filosofia

Acerca da aplicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) ao ensino de filosofia, julgue o item a seguir.

A metodologia de ensino de filosofia deve contribuir para a tomada de consciência de ser no mundo.

Alternativas
Q803982 Filosofia

      Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.

Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do

Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como motivação, julgue o item subsecutivo, a respeito da estética e da filosofia da arte.
A estética, como área filosófica, ocupa-se da percepção sensorial, sendo, por isso, vinculada às ciências da natureza, como a biologia.
Alternativas
Q803981 Filosofia

      Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.

Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do

Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como motivação, julgue o item subsecutivo, a respeito da estética e da filosofia da arte.
As diferentes culturas têm modos distintos de responder artisticamente aos problemas existenciais.
Alternativas
Q803980 Filosofia

      Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.

Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do

Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como motivação, julgue o item subsecutivo, a respeito da estética e da filosofia da arte.
Como produz explicações para questões como as colocadas no texto, assim como a ciência, a arte é considerada conteúdo educativo, assim como os conhecimentos científicos o são.
Alternativas
Q803978 Filosofia

      Por que é que a gente nasce? Qual é o sentido da vida? A vida tem sentido? Deus existe? Deus não existe? A matéria é eterna? Por que nascemos? Por que morremos? Qual é a origem do Mal e do sofrimento? Por que é que, no momento em que nascemos, já estamos condenados à morte por um crime que não cometemos? A Arte é uma tentativa de resposta a essas indagações. Vejam bem: não é uma tentativa de explicação, como a da Ciência; é uma tentativa de, pela criação da Beleza artística, criar uma resposta ou uma contraproposta à Beleza e à Feiura naturais. A Arte, em qualquer tempo e em qualquer lugar, foi, e será sempre, uma daquelas tentativas de resposta que o Homem empreende perante o desafio do mundo, o enigma do Universo, o segredo da Vida e da Morte. O que pode variar — e varia — é a maneira de cada comunidade enfrentar esses problemas e realizar sua Arte peculiar e singular.

Ariano Suassuna. Uma teoria da arte rupestre. Anais do I Simpósio de Pré-História do

Nordeste Brasileiro. Recife: CNPq, UFPE, 1991, p. 127 (com adaptações).

Tendo o texto precedente como motivação, julgue o item subsecutivo, a respeito da estética e da filosofia da arte.
Infere-se do texto que, para seu autor, a arte e o pensamento são indissociáveis, já que, por meio da arte, é possível tentar responder às questões do pensamento.
Alternativas
Q803977 Filosofia

    A pluralidade humana, condição básica da ação e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e da diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus ancestrais, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da ação para se fazerem entender.

Hannah Arendt. A condição humana. Rio de Janeiro:

Forense Universitária, 2003, p. 188 (com adaptações).

Considerando o que diz Hannah Arendt nesse texto, assim como a filosofia política contemporânea, julgue o próximo item.
Em uma perspectiva ideológica, o liberalismo entende a democracia como regime político que se utiliza da lei e da ordem para garantir os interesses e as liberdades individuais.
Alternativas
Q803976 Filosofia

    A pluralidade humana, condição básica da ação e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e da diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus ancestrais, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da ação para se fazerem entender.

Hannah Arendt. A condição humana. Rio de Janeiro:

Forense Universitária, 2003, p. 188 (com adaptações).

Considerando o que diz Hannah Arendt nesse texto, assim como a filosofia política contemporânea, julgue o próximo item.
O neoliberalismo, em sua estrutura, guia-se pelas regras do livre mercado, pelo estado minimalista e pela abolição de reservas de mercado.
Alternativas
Respostas
7041: C
7042: C
7043: C
7044: E
7045: E
7046: E
7047: C
7048: C
7049: E
7050: E
7051: E
7052: E
7053: C
7054: C
7055: E
7056: C
7057: E
7058: C
7059: C
7060: C