Questões de Concurso
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O texto a seguir é referência para as questões 31 a 34.
De como não ler um poema
Há tempos me perguntaram umas menininhas, numa dessas pesquisas, quantos diminutivos eu empregara no meu livro A Rua dos Cataventos. Espantadíssimo, disse-lhes que não sabia. Nem tentaria saber, porque poderiam escapar-me alguns na contagem. Que estas estatísticas, aliás, só poderiam ser feitas eficientemente com o auxílio de robôs. Não sei se as menininhas sabiam ao certo o que era um robô. Mas a professora delas, que mandara fazer as perguntas, devia ser um deles.
E mal sabia eu, então, que estava dando um testemunho sobre o estruturalismo – o qual só depois vim a conhecer pelos seus produtos em jornais e revistas. Mas continuo achando que um poema (um verdadeiro poema, quero dizer), sendo algo dramaticamente emocional, não deveria ser entregue à consideração de robôs, que, como todos sabem, são inumanos.
Um robô, quando muito, poderá fazer uma meticulosa autópsia – caso fosse possível autopsiar uma coisa tão viva como é a poesia.
Em todo caso, os estruturalistas não deixam de ter o seu quê de humano...
Nas suas pacientes, afanosas, exaustivas furungações, são exatamente como certas crianças que acabam estripando um boneco para ver onde está a musiquinha.
(Mário Quintana)
A ironia presente na crônica de Quintana objetiva-se na:
O texto a seguir é referência para as questões 31 a 34.
De como não ler um poema
Há tempos me perguntaram umas menininhas, numa dessas pesquisas, quantos diminutivos eu empregara no meu livro A Rua dos Cataventos. Espantadíssimo, disse-lhes que não sabia. Nem tentaria saber, porque poderiam escapar-me alguns na contagem. Que estas estatísticas, aliás, só poderiam ser feitas eficientemente com o auxílio de robôs. Não sei se as menininhas sabiam ao certo o que era um robô. Mas a professora delas, que mandara fazer as perguntas, devia ser um deles.
E mal sabia eu, então, que estava dando um testemunho sobre o estruturalismo – o qual só depois vim a conhecer pelos seus produtos em jornais e revistas. Mas continuo achando que um poema (um verdadeiro poema, quero dizer), sendo algo dramaticamente emocional, não deveria ser entregue à consideração de robôs, que, como todos sabem, são inumanos.
Um robô, quando muito, poderá fazer uma meticulosa autópsia – caso fosse possível autopsiar uma coisa tão viva como é a poesia.
Em todo caso, os estruturalistas não deixam de ter o seu quê de humano...
Nas suas pacientes, afanosas, exaustivas furungações, são exatamente como certas crianças que acabam estripando um boneco para ver onde está a musiquinha.
(Mário Quintana)
A partir da leitura do texto de Mário Quintana, considere as seguintes afirmativas sobre o gênero crônica:
1. Caracteriza-se por textos curtos e narração em primeira pessoa.
2. Caracteriza-se por considerações de caráter geral, a partir de situações específicas, e pelo texto mais curto.
3. Traz sempre o discurso direto para marcar os personagens/sujeitos do diálogo.
4. Elaborado em determinada esfera de atividade discursiva, dá espaço para o cotidiano.
Assinale a alternativa correta.
O texto a seguir é referência para as questões 31 a 34.
De como não ler um poema
Há tempos me perguntaram umas menininhas, numa dessas pesquisas, quantos diminutivos eu empregara no meu livro A Rua dos Cataventos. Espantadíssimo, disse-lhes que não sabia. Nem tentaria saber, porque poderiam escapar-me alguns na contagem. Que estas estatísticas, aliás, só poderiam ser feitas eficientemente com o auxílio de robôs. Não sei se as menininhas sabiam ao certo o que era um robô. Mas a professora delas, que mandara fazer as perguntas, devia ser um deles.
E mal sabia eu, então, que estava dando um testemunho sobre o estruturalismo – o qual só depois vim a conhecer pelos seus produtos em jornais e revistas. Mas continuo achando que um poema (um verdadeiro poema, quero dizer), sendo algo dramaticamente emocional, não deveria ser entregue à consideração de robôs, que, como todos sabem, são inumanos.
Um robô, quando muito, poderá fazer uma meticulosa autópsia – caso fosse possível autopsiar uma coisa tão viva como é a poesia.
Em todo caso, os estruturalistas não deixam de ter o seu quê de humano...
Nas suas pacientes, afanosas, exaustivas furungações, são exatamente como certas crianças que acabam estripando um boneco para ver onde está a musiquinha.
(Mário Quintana)
A crônica de Mário Quintana tem como referencial as salas de aula e, mais especificamente, as aulas de Língua Portuguesa. A crítica que ele faz é:
“A solução para o vácuo imposto à formação do leitor adolescente tem sido tangenciada pela pedagogia do gostoso. Vale o adolescente se sentir satisfeito, que o livro tenha sido gostoso, bom de ler. O conceito de prazer fica vinculado às diferentes formas de facilitação.” (Mafra, 2003.)
Sobre esse assunto, considere as afirmativas a seguir:
1. Na formação do leitor adolescente, é essencial facilitar, propor leituras fáceis, pois disso depende o prazer ao ler.
2. O trabalho que o professor realiza com a literatura em sala de aula pode contribuir para que o prazer experimentado pelo adolescente possa ser transformado em fruição.
3. A “pedagogia do gostoso” investe na padronização de obras que não levem a grandes surpresas nem a grandes sobressaltos estéticos.
4. Ao invés da facilitação da leitura, a escola deve propor a literatura como possibilidade de ampliação e reconstrução dos horizontes de expectativas dos alunos.
Assinale a alternativa correta.
Com relação às transformações ocorridas no ensino de Língua Portuguesa ao longo do século XX, numere a coluna da direita de acordo com a coluna da esquerda.
(1) Meados do século.
(2) Década de 90.
(3) Década de 70.
(4) Década de 80.
( ) Contribuições teóricas do Círculo de Bakhtin.
( ) Ensino de Língua Portuguesa pautado em exercícios estruturais, técnicas de redação e habilidades de leitura.
( ) Pedagogia de projetos e temas de emergência social.
( ) A disciplina de Português passou a denominar-se Comunicação e Expressão.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
“A oração, assim como a palavra, é uma unidade significante da língua, por isso, considerada isoladamente − por exemplo, ‘Saiu o sol’ − é totalmente inteligível, ou seja, compreendemos sua significação lingüística, a eventual função num enunciado.”
(BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997. p. 306.)
Assinale a alternativa cuja proposição daria seqüência correta ao período citado, de acordo com as teorizações do Círculo de Bakhtin.
Sobre formação do leitor, considere os seguintes aspectos e suas respectivas caracterizações.
1. Prazer de ler. Obtém-se com textos sempre familiares ao leitor. Textos novos devem ser antes explicados, para que o leitor se sinta seguro.
2. Intertextualidade. Envolve, no ato de leitura, resposta a muitos outros textos que permeiam o mundo.
3. Memória. Na leitura, principalmente de poesia, é importante o resgate das palavras do autor tais como elas foram escritas, para não traí-lo quanto ao sentido que quis produzir.
4. Intersubjetividade. Considera a interação do leitor com o texto e com as vozes nele presentes.
5. Consenso quanto à interpretação das histórias. Leitores em formação precisam ter segurança de que estão entendendo o que lêem, ao comparar sua interpretação com a dos demais leitores, sobretudo mais experientes.
Para o êxito no processo de formação do leitor, é necessário contemplar, entre os aspectos caracterizados acima:
Considere o seguinte poema.
Enquanto
Antônio Gedeão
Enquanto houver um homem caído de bruços no passeio
e um sargento que lhe volta o corpo com a ponta do pé
para ver como é;
[...]
enquanto as crianças de olhos lívidos e redondos como luas,
órfãs de pais e de mães,
andarem acossadas pelas ruas
como matilhas de cães;
[...]
enquanto for preciso lutar até ao desespero da agonia,
o poeta escreverá com alcatrão nos muros da cidade:
ABAIXO O MISTÉRIO DA POESIA.
Nesse poema, o autor faz uso repetido de um recurso lingüístico que se torna significativo na construção do sentido do texto. A uma intenção comunicativa do autor vem responder uma solução formal na linguagem. Importa ao poema contrapor a situação sociopolítica dada ao poeta e a reação dele, em face dessa situação. Assim, verifica-se como solução formal o emprego sistemático e reiterado de:
Tendo em vista a concepção assumida nas Diretrizes Curriculares Estaduais para a disciplina de Língua Portuguesa na Educação Básica, a metodologia de trabalho com a língua materna em sala de aula pressupõe:
Assinale a alternativa que melhor expressa a concepção de linguagem assumida pelas Diretrizes Curriculares Estaduais para a disciplina de Língua Portuguesa na Educação Básica.
O texto a seguir, de autoria de um aluno, é referência para as questões 21 a 23.
A diversidade cultural: uma realidade
Diante das diversidades culturais existente em nossa sociedade, em vários aspectos como: raça, biodiversidade entre outros. De acordo com essa realidade, percebe-se então, à necessidade de persuadir às pessoas, formentando discussões para adquirir conhecimentos sobre a importância das diversidades.
Todavia, devemos amenizar os preconceitos e disceminar à esperança, pois todos somos iguais, temos os mesmos direitos e deveres segundo a Constituição, ou seja, à vida, à liberdade, à educação, à saúde entre outros.
Portanto, as diversidades culturais, pluralidades de identidades e a biodiversidade predominam gradativamente no pais e com isso, podemos conhecer novas formas de conhecimento, cultura, linguagem.
No entanto, devemos formentar discussões para conscientizar a importância das diferenças, assim, a sociedade será mais humana e eficaz.
O texto de referência apresenta um tipo de recurso discursivo de que alunos lançam mão para dar conta da tarefa de produção de textos na escola. Esse recurso ficou conhecido como:
O texto a seguir, de autoria de um aluno, é referência para as questões 21 a 23.
A diversidade cultural: uma realidade
Diante das diversidades culturais existente em nossa sociedade, em vários aspectos como: raça, biodiversidade entre outros. De acordo com essa realidade, percebe-se então, à necessidade de persuadir às pessoas, formentando discussões para adquirir conhecimentos sobre a importância das diversidades.
Todavia, devemos amenizar os preconceitos e disceminar à esperança, pois todos somos iguais, temos os mesmos direitos e deveres segundo a Constituição, ou seja, à vida, à liberdade, à educação, à saúde entre outros.
Portanto, as diversidades culturais, pluralidades de identidades e a biodiversidade predominam gradativamente no pais e com isso, podemos conhecer novas formas de conhecimento, cultura, linguagem.
No entanto, devemos formentar discussões para conscientizar a importância das diferenças, assim, a sociedade será mais humana e eficaz.
Acerca do texto, considere as seguintes afirmativas:
1. O texto revela que o aluno tem noções de um formato predefinido para textos dissertativos, procura redigir segundo esse formato, mas não domina suficientemente recursos argumentativos e formais que busca empregar.
2. Num possível processo de reescrita, há necessidade de intervenção do professor na explicitação de aspectos discursivos do texto.
3. O aluno, apesar de outros problemas, utiliza de maneira satisfatória e coerente as conjunções no início do segundo, terceiro e quarto parágrafos.
4. Os argumentos selecionados pelo aluno são consistentes em si mesmos; encontram-se apenas em uma seqüência inadequada.
Assinale a alternativa correta
O texto a seguir, de autoria de um aluno, é referência para as questões 21 a 23.
A diversidade cultural: uma realidade
Diante das diversidades culturais existente em nossa sociedade, em vários aspectos como: raça, biodiversidade entre outros. De acordo com essa realidade, percebe-se então, à necessidade de persuadir às pessoas, formentando discussões para adquirir conhecimentos sobre a importância das diversidades.
Todavia, devemos amenizar os preconceitos e disceminar à esperança, pois todos somos iguais, temos os mesmos direitos e deveres segundo a Constituição, ou seja, à vida, à liberdade, à educação, à saúde entre outros.
Portanto, as diversidades culturais, pluralidades de identidades e a biodiversidade predominam gradativamente no pais e com isso, podemos conhecer novas formas de conhecimento, cultura, linguagem.
No entanto, devemos formentar discussões para conscientizar a importância das diferenças, assim, a sociedade será mais humana e eficaz.
Assinale a alternativa em que todos os tópicos mencionados correspondem a problemas de escrita presentes no primeiro parágrafo desse texto.
Para Marcellino (1990, p. 33), “alguns autores consideram que, se os homens sempre trabalharam, também paravam de trabalhar, existindo assim um tempo de não-trabalho, e que esse tempo seria ocupado por atividades de lazer, mesmo nas sociedades tradicionais. Para outros, lazer é fruto da sociedade moderna urbano-industrial”.
Acerca do tema, numere a coluna da direita com base na coluna da esquerda.
1. Abordagem romântica
2. Abordagem moralista
3. Abordagem compensatória
4. Abordagem utilitarista
5. Abordagem do duplo processo educativo
( ) Ênfase no seu caráter essencial para a tranqüilidade, a ordem e a segurança social.
( ) Ênfase nos valores da sociedade tradicional e nostalgia do passado.
( ) Ênfase na redução do lazer à função de recuperação da força de trabalho, ou sua utilização como instrumento de desenvolvimento.
( ) Ênfase no lazer como veículo e como objeto da educação.
( ) Ênfase no lazer como instrumento para compensar a insatisfação e a alienação no trabalho.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
O crescente interesse pela promoção da atividade física com objetivo de influir na saúde da população deu lugar a diferentes perspectivas. São elas a mecaniscista, a orientada ao conhecimento, a orientada às atitudes, a crítica e a ecológica.
Numere as definições da coluna da direita com base nos conceitos da coluna da esquerda.
1. Perspectiva mecanicista
2. Perspectiva orientada ao conhecimento
3. Perspectiva orientada às atitudes
4. Perspectiva crítica
5. Perspectiva ecológica
( ) Toma como referência estreita a crença de que a realização de atividades físicas produz um hábito de prática que continuará no futuro.
( ) Fundamenta-se na percepção e interpretação que fazem as pessoas de sua experiência, passado e presente, ao dedicar-se às atividades físicas.
( ) Situa os problemas de saúde no âmbito social e ambiental e suas estratégias de promoção se dirigem a facilitar a mudança social e comunitária.
( ) Considera as comunidades humanas como complexos sistemas de interdependências, análogas aos ecossistemas naturais, e assume que a saúde é tanto uma responsabilidade pessoal como um assunto social e ambiental.
( ) Fundamenta-se na capacidade de decisão e de aquisição de conhecimento por parte dos participantes, posto que pretende auxiliá-los na eleição e tomadas de decisão no que respeita à atividade física e à saúde.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
“Se analisarmos as aulas de Educação Física onde o esporte escolar é iniciado e desenvolvido, veremos que a idéia da aprendizagem do esporte enquanto aprendizagem das técnicas esportivas predomina. Isto porque, para a competição, na verdade, é isto que conta.” (BRACHT, 1992, p. 63) Sobre o tema, considere os argumentos a seguir:
1. O esporte oferece a oportunidade para a aprendizagem de diferentes papéis sociais.
2. O esporte competitivo reflete uma série de valores de muita importância para a sociedade. Dessa forma, o recrutamento para o esporte cumpre a função de integração social.
3. O esporte competitivo reflete a ideologia dominante e, pelas regras das competições, o esporte imprime no comportamento humano as normas desejadas pela sociabilidade atual: competição e concorrência.
4. O esporte funciona, nas sociedades industriais ocidentais. como um mecanismo de mobilidade social.
5. O ensino dos esportes, ao enfatizar as regras e técnicas esportivas, dissemina a idéia do respeito incondicional e irrefletido às regras (não só do esporte como as regras sociais), dando a estas um caráter estático e inquestionável, o que não leva à reflexão e ao questionamento, fazendo do aprender regras um reconhecer e aceitar regras prefixadas.
São argumentos que o campo crítico da Educação Física utiliza para contrapor-se à perspectiva acima:
Segundo Bracht (1992, p. 65), “[...] a escola não é um instrumento homogêneo da classe dominante, pois nela refletem-se as contradições existentes na sociedade, reflete-se portanto o antagonismo entre os interesses proletários e burgueses”. Assim, as teorias educacionais podem ser divididas em: reprodutivista, críticoreprodutivista e crítica. Na perspectiva de uma teoria crítica da educação, considere as seguintes afirmativas sobre o papel da Educação Física:
1. Desenvolver uma reflexão pedagógica sobre o acervo de formas de representação do mundo que o homem tem produzido no decorrer da história, exteriorizadas pelas práticas corporais, sendo elas historicamente criadas e culturalmente desenvolvidas.
2. Melhorar a aptidão física dos indivíduos, com o que estaria, automaticamente, contribuindo para o desenvolvimento social, uma vez que os indivíduos estariam mais aptos a atuar na sociedade e, portanto, seriam também mais úteis a ela.
3. Melhorar a aptidão física, desenvolvimento intelectual e abordagem sistemática, atuando sobre os domínios psicomotor, cognitivo e afetivo.
4. Tratar o conhecimento da Educação Física de forma a ser retraçado desde sua origem ou gênese, a fim de possibilitar ao aluno a visão de historicidade, permitindo-lhe compreender-se como sujeito histórico, capaz de interferir nos rumos de sua vida privada e da atividade social sistematizada.
5. Preparar os/as alunos/as para uma sociedade competitiva, na qual o princípio de rendimento se impôs, pois os educandos são muito cedo confrontados com os princípios de rendimento, e dele é esperado não só suportar diferenças de rendimento, como também respeitá-las.
São atribuições da Educação Física no currículo escolar:
“O esporte parece de fato ter sido, e ainda ser, um forte vetor a potencializar o domínio do corpo. Sua importância não pode ser menosprezada, se considerarmos o quanto as identidades se constroem em torno do corpo, e o quanto a sociedade moderna está impregnada pelo princípio do rendimento, o quanto ela é esportivizada.” (VAZ, et. al., 1999, p. 92).
Assim, o esporte constitui-se como um importante conteúdo da Educação Física escolar, devendo ser didaticamente tratado com vistas:
Para favorecer a compreensão dos princípios da lógica dialética, o conhecimento precisa ser tratado como provisório, portanto histórico, levando em conta as seguintes categorias:
As metodologias do ensino da Educação Física emergem de teorias sobre o ser humano, a educação e a sociedade. Qual das abordagens abaixo pauta-se na perspectiva do materialismo histórico e da pedagogia histórico-crítica?