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Ano: 2011 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1194910 Administração Geral
Os administradores podem ser classificados pelo nível que ocupam na organização e pelo âmbito das atividades pelas quais são responsáveis. Com relação à posição que ocupam na estrutura organizacional, marque a alternativa que contempla corretamente esses níveis: 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1193089 Engenharia Mecânica
Obtida a medição da velocidade da água de 10m/s em uma tubulação de diâmetro interno de 0,40m, qual era a vazão em litros naquele segundo da medição, se Q = A x V, Área = π  x r² e π  = 3,14? 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1188670 Administração Geral
Uma determinada empresa prestadora de serviços situada no interior do Brasil publicou em um jornal da região o seguinte anúncio como ação do processo de recrutamento da empresa “Procura-se administradores recém-formados para atuar como gestor da área de recursos humanos que possuam características que lhe permitam desempenhar bem papéis de decisão e papéis interpessoais.” Logo, essa empresa necessita de um administrador que: 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1186552 Português
Minha mulher é uma santa 
 “Minha mulher é uma santa”, dizem os puladores de cerca desde o tempo das cavernas. Essa figura da “santa” em casa é um mito a ser removido do nosso imaginário: quase sempre elas são acumuladoras de ressentimento e mágoa, que um dia, ou no dia a dia, se vingam até sem perceber. Com cobranças, com acusações, ridicularizando o maridão diante de outros, jogando os filhos contra ele. E, se um dia houver uma separação, pobre do moço: sobre ele serão lançadas todas as fúrias possíveis. 
Há quem, sabendo-se traída, argumente curto e grosso: “Agora tenho sossego na cama”. “Eu me vingo gastando os tubos”, ou ainda: “É pelo bem dos filhos” (eles exigem o martírio materno). Mulheres que “perdoaram” o marido e continuaram com ele – a não ser quando há um recíproco e real desejo de refazer a relação – têm no olhar uma tristeza como de viuvez que não se apaga. E o parceiro, confiante na impunidade, já ocupado em novas aventuras, nem se dá conta disso, enquanto a mulher segue em frente, remoendo sabe-se lá que dúvidas, passando sabe-se lá que valores aos filhos, e que modelo às filhas. A mãe vítima é um peso do qual dificilmente hão de se livrar.
 E quando esse drama vem a público, com mulheres firmes ao lado de quem enxovalhou amor, confiança e família, mas por apego a cargo ou poder bate no peito, assistimos talvez ao último degrau na descida ao inferno pessoal feminino. 
 (Revista Veja, Edição 2054, 02/04/08, Lya Luft / com adaptações
De acordo com o texto, quem traz no olhar “uma tristeza como de viuvez que não se apaga”? 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1184293 Contabilidade Geral
Uma empresa comercial apresenta ao final de determinado período as seguintes contas em seu balanço: 
Caixa....................................... R$ 2.500,00 Duplicatas a Pagar.................. R$ 1.100,00 Estoque de Mercadorias......... R$ 2.200,00 Duplicatas a Receber.............. R$ 1.700,00 Financiamento bancário......... R$ 900,00 
Considerando as informações, o valor do somatório total das contas do seu Ativo (bens e direitos) é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1184133 Matemática
Uma determinada empresa comercial efetuou uma venda de mercadorias no valor de R$10.000,00. Foi concedido um desconto de 10% ao cliente. Esse desconto será contabilizado como: 
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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1235442 Geologia
O levantamento topográfico acrescido da determinação planimétrica da posição de certos detalhes visíveis ao nível e acima do solo e de interesse à sua finalidade, tais como: limites de vegetação ou de culturas, cercas internas, edificações, benfeitorias, posteamentos, barrancos, árvores isoladas, valos, valas , drenagem natural e artificial etc, é denomidado levantamento:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1229441 Engenharia Florestal
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
Assinale, entre as alternativas abaixo, a que está em desacordo com o exposto no texto:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1228607 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para que a água tratada consiga chegar até às caixas d’água, a rede de distribuição deve estar:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1228314 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para fazermos o jarro-teste usa-se água:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1225603 Engenharia Mecânica
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
Assinale a alternativa em que se verifica o emprego de linguagem conotativa:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1224615 Português
A H²ORA
O mais antigo dos filósofos gregos, Tales de Mileto, não deixou nada escrito. Do seu pensamento, só restaram interpretações. A principal delas é a de que tudo se origina da água. A síntese da sua cosmologia do Universo é mais ou menos a seguinte: a Terra flutua sobre a água, que é a causa de todas as coisas. Nos tempos atuais e especialmente hoje, Dia Mundial da Água, essa combinação química de hidrogênio e oxigênio, exaltada por Mileto nos anos 585 a.C., virou uma metáfora de vida e morte. De um recurso natural inesgotável, passou à categoria de um bem escasso, a ponto de as Nações Unidas o definirem como uma provável causa de guerras no futuro deste século. Para alguns, o Brasil pode até parecer bem na foto, porque é superdotado em recursos hídricos. Só que para os 20% mais pobres da população brasileira que não têm água limpa saindo das torneiras e convivem com seus filhos menores morrendo de diarreia, a imagem de um paraíso tropical está meio fora de foco. (...) Ainda que seja dono de 12% da água do mundo, a distribuição no Brasil é desigual e irregular. Durante a última semana, a água concentrou as atenções em Istambul, na Turquia, no 5.º Fórum Mundial da Água, onde o Brasil foi o centro das atenções devido à generosidade da sua natureza. 
(Liana Melo. A H2 ORA. O Globo. 22/03/2009)
Com base no texto I, analise:
I. A nítida imagem de um paraíso tropical é vista por todo o povo brasileiro, pois no Brasil a natureza é generosa.
II. A água envolve questões de vida e de morte.
III.Em “a de que” (linha 03), há um recurso coesivo: a omissão de palavra citada anteriormente, que pode ser facilmente subtendida.
IV. Com relação ao volume de água própria para o consumo, o Brasil tem uma situação privilegiada.
Estão de acordo com as ideias do texto:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1224209 Engenharia Química e Química Industrial
O sistema de bombeamento afogado é aquele que:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1214453 Matemática
Assinale o comprimento mínimo necessário de uma rampa em linha reta com patamar de descanso de 1,5m ao atingir o desnível de 3,0 metros na inclinação de 5%:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1214318 Engenharia Mecânica
Na elaboração do cronograma físico para desenvolvimento de projetos, até a construção final de um empreendimento, definiram-se aleatoriamente as seguintes etapas abaixo: (1) – Projetos executivos da obra; (2) – Quantificação e orçamentação da obra; (3) – Cronogramas de execução das obras; (4) – Levantamentos detalhados de campo; (5) – Estudos preliminares e ante-projetos; (6) – Confecção de as built; (7) – Reconhecimento das necessidades e funcionamento do empreendimento a construir; (8) – Supervisão técnica das obras; (9) – Levantamentos preliminares de campo; (10) – Estimativa preliminar de custos de implantação da obra; (11) – Especificações técnicas; (12) – Estudos de locação da obra. Entre as sequências abaixo, assinale a ordem lógica:
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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1211163 Engenharia Ambiental e Sanitária
Antes da floculação e decantação, a água bruta recebe:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1210618 Química
Uma solução foi preparada pela dissolução completa de 20g de hidróxido de sódio em 190g de água. Utilizando um balão volumétrico apropriado, o volume final da solução foi aferido em 200cm³ . Assinale a alternativa em que todos os valores apresentados estão relacionados à solução mencionada anteriormente: Dados: ₁₁Na²³ ; ₈O¹⁶; ₁H¹;
Densidade(g/mL)
Concentração comum (g/L)
Concentração molar (mol/L)
Concentração normal
Porcentagem em massa (% m/m)
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1208683 Português
Chuva com lembranças
Começam a cair uns pingos de chuva. Tão leves e raros que nem as borboletas ainda perceberam, e continuam a pousar, às tontas, de jasmim em jasmim. As pedras estão muito quentes, e cada gota que cai logo se evapora. Os meninos olham para o céu cinzento, estendem a mão – vão fazer outra coisa. (Como desejariam pular em poças d’água! – Mas a chuva não vem...)
Nas terras secas, tanta gente a esta hora está procurando, também, no céu um sinal de chuva! E nas terras inundadas, quanta gente estará suspirando por um raio de sol!
Penso em chuvas de outrora: chuvas matinais, que molham cabelos soltos, que despencam as flores das cercas, que entram pelos cadernos escolares e vão apagar a caprichosa caligrafia dos exercícios! (...)
Chuvas modernas, sem trovoadas, sem igrejas em prece, mas com as ruas igualmente transformadas em rios, os barracos a escorregarem pelos morros; barreiras, pedras, telheiros a soterrarem pobre gente! Chuvas que interrompem estradas, estragam lavouras, deixam na miséria aqueles que justamente desejariam a boa rega do céu para a fecundidade de seus campos...
(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho. 7ª ed. Rio de Janeiro: Record, s. d., p. 74-76)
No segundo parágrafo do texto, “terras secas” e “terras inundadas” apresentam uma relação de: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1205087 Noções de Informática
O Microsoft Word 2000 possui uma ferramenta que permite copiar a formatação de determinados textos de parágrafos existentes. Tal ferramenta denomina-se:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1197052 Matemática
Para quantificação do volume de esgotos produzidos por uma população, pode-se levar em consideração o consumo de água per capita e o coeficiente de retorno, ou seja, a quantidade de água servida que retorna na forma de esgotos. Considere uma população de 13.750 habitantes, com um consumo per capita de 200 L d⁻¹ e um coeficiente de retorno de 80% e esgotos tratados em uma única lagoa de estabilização, com tempo de detenção hidráulica de 132 horas. O volume útil da lagoa será igual a:
Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: A
24: C
25: A
26: B
27: A
28: B
29: B
30: A
31: D
32: D
33: A
34: E
35: A
36: E
37: C
38: C
39: B
40: D