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Q3928781 Português
Desafio

    Muito se fala sobre como as inteligências artificiais (IAs) estão dominando tarefas humanas. Elas escrevem textos, criam imagens, atuam em diagnósticos médicos, e por aí vai. Elas também escrevem crônicas que podem, quem sabe, enganar qualquer leitor. Será mesmo? Hoje, lanço um desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha, escrita a partir das inquietações e alegrias humanas, de uma criada por inteligência artificial? Apresento duas crônicas: uma é minha, outra da IA. Vamos ver até onde vai a diferença entre o humano e o sintético.

Crônica 1 – A última parada

    Acordou sem pressa. O dia prometia ser longo, como todos os outros, mas sem a mínima expectativa. Na janela, o Sol nascia sem entusiasmo, como quem cumpre uma tarefa sem sentido. A cidade parecia se arrastar, assim como ele, engolido pela rotina. Saiu de casa sem rumo. As ruas estavam cheias, mas ele mal via as pessoas ao seu redor. Ele não sabia o que procurava, mas também não acreditava que encontraria algo. Passou horas assim, até chegar à estação de trem. Não sabia para onde os trilhos o levariam. Só queria sentir o movimento, a ilusão de estar indo a algum lugar, mesmo que fosse para lugar nenhum. O trem partiu e ele se sentou na janela, observando o mundo passar. No fundo, sabia que não havia mais volta. E isso, de algum modo, parecia ser o único sentido.

Crônica 2 – O incêndio

    O incêndio começou enquanto ele assistia distraidamente a sua série favorita. Estava no último episódio da segunda temporada quando sentiu o cheiro de fumaça. Hesitou alguns instantes: estava diante da grande descoberta. Afinal de contas, será que Brian Miller era realmente um espião industrial? O grand finale fez com que Alceu demorasse a sair. Quando começou a tossir loucamente, percebeu que a situação era séria. Deixou sua série favorita para trás e saiu correndo do apartamento. Alceu estava em pânico e chegou a pensar no pior. Mas mal sabia ele que o pior ainda estava por vir: Brian Miller não somente era um espião, como também havia roubado os planos para a construção de uma arma química capaz de devastar a inteira Nova York.

Juliano Martinz. Desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha de uma gerada por IA?
Internet: <https://corrosiva.com.br> (com adaptações).
A crônica é um texto que se caracteriza por retratar acontecimentos do cotidiano, de forma breve e pessoal. Na Crônica 1 – A última parada, que integra o texto Desafio, o fato cotidiano que serve como ponto de partida para a narrativa é
Alternativas
Q3928780 Português
Desafio

    Muito se fala sobre como as inteligências artificiais (IAs) estão dominando tarefas humanas. Elas escrevem textos, criam imagens, atuam em diagnósticos médicos, e por aí vai. Elas também escrevem crônicas que podem, quem sabe, enganar qualquer leitor. Será mesmo? Hoje, lanço um desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha, escrita a partir das inquietações e alegrias humanas, de uma criada por inteligência artificial? Apresento duas crônicas: uma é minha, outra da IA. Vamos ver até onde vai a diferença entre o humano e o sintético.

Crônica 1 – A última parada

    Acordou sem pressa. O dia prometia ser longo, como todos os outros, mas sem a mínima expectativa. Na janela, o Sol nascia sem entusiasmo, como quem cumpre uma tarefa sem sentido. A cidade parecia se arrastar, assim como ele, engolido pela rotina. Saiu de casa sem rumo. As ruas estavam cheias, mas ele mal via as pessoas ao seu redor. Ele não sabia o que procurava, mas também não acreditava que encontraria algo. Passou horas assim, até chegar à estação de trem. Não sabia para onde os trilhos o levariam. Só queria sentir o movimento, a ilusão de estar indo a algum lugar, mesmo que fosse para lugar nenhum. O trem partiu e ele se sentou na janela, observando o mundo passar. No fundo, sabia que não havia mais volta. E isso, de algum modo, parecia ser o único sentido.

Crônica 2 – O incêndio

    O incêndio começou enquanto ele assistia distraidamente a sua série favorita. Estava no último episódio da segunda temporada quando sentiu o cheiro de fumaça. Hesitou alguns instantes: estava diante da grande descoberta. Afinal de contas, será que Brian Miller era realmente um espião industrial? O grand finale fez com que Alceu demorasse a sair. Quando começou a tossir loucamente, percebeu que a situação era séria. Deixou sua série favorita para trás e saiu correndo do apartamento. Alceu estava em pânico e chegou a pensar no pior. Mas mal sabia ele que o pior ainda estava por vir: Brian Miller não somente era um espião, como também havia roubado os planos para a construção de uma arma química capaz de devastar a inteira Nova York.

Juliano Martinz. Desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha de uma gerada por IA?
Internet: <https://corrosiva.com.br> (com adaptações).
No penúltimo período do parágrafo introdutório do texto Desafio — “Apresento duas crônicas: uma é minha, outra da IA” —, a coesão textual é estabelecida
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Q3928779 Português
Desafio

    Muito se fala sobre como as inteligências artificiais (IAs) estão dominando tarefas humanas. Elas escrevem textos, criam imagens, atuam em diagnósticos médicos, e por aí vai. Elas também escrevem crônicas que podem, quem sabe, enganar qualquer leitor. Será mesmo? Hoje, lanço um desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha, escrita a partir das inquietações e alegrias humanas, de uma criada por inteligência artificial? Apresento duas crônicas: uma é minha, outra da IA. Vamos ver até onde vai a diferença entre o humano e o sintético.

Crônica 1 – A última parada

    Acordou sem pressa. O dia prometia ser longo, como todos os outros, mas sem a mínima expectativa. Na janela, o Sol nascia sem entusiasmo, como quem cumpre uma tarefa sem sentido. A cidade parecia se arrastar, assim como ele, engolido pela rotina. Saiu de casa sem rumo. As ruas estavam cheias, mas ele mal via as pessoas ao seu redor. Ele não sabia o que procurava, mas também não acreditava que encontraria algo. Passou horas assim, até chegar à estação de trem. Não sabia para onde os trilhos o levariam. Só queria sentir o movimento, a ilusão de estar indo a algum lugar, mesmo que fosse para lugar nenhum. O trem partiu e ele se sentou na janela, observando o mundo passar. No fundo, sabia que não havia mais volta. E isso, de algum modo, parecia ser o único sentido.

Crônica 2 – O incêndio

    O incêndio começou enquanto ele assistia distraidamente a sua série favorita. Estava no último episódio da segunda temporada quando sentiu o cheiro de fumaça. Hesitou alguns instantes: estava diante da grande descoberta. Afinal de contas, será que Brian Miller era realmente um espião industrial? O grand finale fez com que Alceu demorasse a sair. Quando começou a tossir loucamente, percebeu que a situação era séria. Deixou sua série favorita para trás e saiu correndo do apartamento. Alceu estava em pânico e chegou a pensar no pior. Mas mal sabia ele que o pior ainda estava por vir: Brian Miller não somente era um espião, como também havia roubado os planos para a construção de uma arma química capaz de devastar a inteira Nova York.

Juliano Martinz. Desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha de uma gerada por IA?
Internet: <https://corrosiva.com.br> (com adaptações).
No parágrafo introdutório do texto Desafio, a mudança de foco a partir do questionamento “Será mesmo?” (quarto período) é um recurso linguístico de
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Q3928778 Português
Desafio

    Muito se fala sobre como as inteligências artificiais (IAs) estão dominando tarefas humanas. Elas escrevem textos, criam imagens, atuam em diagnósticos médicos, e por aí vai. Elas também escrevem crônicas que podem, quem sabe, enganar qualquer leitor. Será mesmo? Hoje, lanço um desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha, escrita a partir das inquietações e alegrias humanas, de uma criada por inteligência artificial? Apresento duas crônicas: uma é minha, outra da IA. Vamos ver até onde vai a diferença entre o humano e o sintético.

Crônica 1 – A última parada

    Acordou sem pressa. O dia prometia ser longo, como todos os outros, mas sem a mínima expectativa. Na janela, o Sol nascia sem entusiasmo, como quem cumpre uma tarefa sem sentido. A cidade parecia se arrastar, assim como ele, engolido pela rotina. Saiu de casa sem rumo. As ruas estavam cheias, mas ele mal via as pessoas ao seu redor. Ele não sabia o que procurava, mas também não acreditava que encontraria algo. Passou horas assim, até chegar à estação de trem. Não sabia para onde os trilhos o levariam. Só queria sentir o movimento, a ilusão de estar indo a algum lugar, mesmo que fosse para lugar nenhum. O trem partiu e ele se sentou na janela, observando o mundo passar. No fundo, sabia que não havia mais volta. E isso, de algum modo, parecia ser o único sentido.

Crônica 2 – O incêndio

    O incêndio começou enquanto ele assistia distraidamente a sua série favorita. Estava no último episódio da segunda temporada quando sentiu o cheiro de fumaça. Hesitou alguns instantes: estava diante da grande descoberta. Afinal de contas, será que Brian Miller era realmente um espião industrial? O grand finale fez com que Alceu demorasse a sair. Quando começou a tossir loucamente, percebeu que a situação era séria. Deixou sua série favorita para trás e saiu correndo do apartamento. Alceu estava em pânico e chegou a pensar no pior. Mas mal sabia ele que o pior ainda estava por vir: Brian Miller não somente era um espião, como também havia roubado os planos para a construção de uma arma química capaz de devastar a inteira Nova York.

Juliano Martinz. Desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha de uma gerada por IA?
Internet: <https://corrosiva.com.br> (com adaptações).
O texto Desafio, em seu parágrafo introdutório, remete à produção de outros textos, o que revela o emprego da função da linguagem
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Q3928777 Português
Desafio

    Muito se fala sobre como as inteligências artificiais (IAs) estão dominando tarefas humanas. Elas escrevem textos, criam imagens, atuam em diagnósticos médicos, e por aí vai. Elas também escrevem crônicas que podem, quem sabe, enganar qualquer leitor. Será mesmo? Hoje, lanço um desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha, escrita a partir das inquietações e alegrias humanas, de uma criada por inteligência artificial? Apresento duas crônicas: uma é minha, outra da IA. Vamos ver até onde vai a diferença entre o humano e o sintético.

Crônica 1 – A última parada

    Acordou sem pressa. O dia prometia ser longo, como todos os outros, mas sem a mínima expectativa. Na janela, o Sol nascia sem entusiasmo, como quem cumpre uma tarefa sem sentido. A cidade parecia se arrastar, assim como ele, engolido pela rotina. Saiu de casa sem rumo. As ruas estavam cheias, mas ele mal via as pessoas ao seu redor. Ele não sabia o que procurava, mas também não acreditava que encontraria algo. Passou horas assim, até chegar à estação de trem. Não sabia para onde os trilhos o levariam. Só queria sentir o movimento, a ilusão de estar indo a algum lugar, mesmo que fosse para lugar nenhum. O trem partiu e ele se sentou na janela, observando o mundo passar. No fundo, sabia que não havia mais volta. E isso, de algum modo, parecia ser o único sentido.

Crônica 2 – O incêndio

    O incêndio começou enquanto ele assistia distraidamente a sua série favorita. Estava no último episódio da segunda temporada quando sentiu o cheiro de fumaça. Hesitou alguns instantes: estava diante da grande descoberta. Afinal de contas, será que Brian Miller era realmente um espião industrial? O grand finale fez com que Alceu demorasse a sair. Quando começou a tossir loucamente, percebeu que a situação era séria. Deixou sua série favorita para trás e saiu correndo do apartamento. Alceu estava em pânico e chegou a pensar no pior. Mas mal sabia ele que o pior ainda estava por vir: Brian Miller não somente era um espião, como também havia roubado os planos para a construção de uma arma química capaz de devastar a inteira Nova York.

Juliano Martinz. Desafio: você consegue diferenciar uma crônica minha de uma gerada por IA?
Internet: <https://corrosiva.com.br> (com adaptações).
A principal finalidade comunicativa do texto Desafio, de Juliano Martinz, é
Alternativas
Q3928776 Português
Textos para a questão.


Captura_de tela 2026-03-12 132928.png (395×481)

Governo do Acre. Perfil oficial no Instagram (@governo.acre). Internet: <www.instagram.com>.


Captura_de tela 2026-03-12 132935.png (438×413)

Diário do Acre, 2 out. 2023. Internet: <https//diariodoacre.com.br>.
A função da linguagem predominante no texto publicado no Diário do Acre é a
Alternativas
Q3928775 Português
Textos para a questão.


Captura_de tela 2026-03-12 132928.png (395×481)

Governo do Acre. Perfil oficial no Instagram (@governo.acre). Internet: <www.instagram.com>.


Captura_de tela 2026-03-12 132935.png (438×413)

Diário do Acre, 2 out. 2023. Internet: <https//diariodoacre.com.br>.
Uma das estratégias utilizadas no texto publicado no Diário do Acre para persuadir o público-alvo é o apelo à 
Alternativas
Q3928774 Português
Textos para a questão.


Captura_de tela 2026-03-12 132928.png (395×481)

Governo do Acre. Perfil oficial no Instagram (@governo.acre). Internet: <www.instagram.com>.


Captura_de tela 2026-03-12 132935.png (438×413)

Diário do Acre, 2 out. 2023. Internet: <https//diariodoacre.com.br>.
Apesar de partilharem a mesma temática e função sociocomunicativa, os textos precedentes apresentam diferenças quanto aos recursos linguísticos neles utilizados. Uma das características do segundo texto, publicado no Diário do Acre, que o diferencia do primeiro texto, divulgado na rede social do governo do Acre, é o emprego de 
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Q3928773 Português
Sobre estar doente

    Considerando-se como a doença é comum, como é enorme a alteração espiritual que ela provoca e como são surpreendentes, quando as luzes da saúde estão fracas, as terras ainda não descobertas que então se revelam — quando pensamos em tudo isso e infinitamente mais, parece realmente estranho que a doença não tenha encontrado o seu lugar, junto com o amor, o ciúme e a batalha, entre os principais temas da literatura. Alguns romances, ocorreria a alguém pensar, seriam dedicados à gripe; poemas épicos, à febre tifoide; odes, à pneumonia; breves poemas, à dor de dente. Mas não; com poucas exceções, a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, que o corpo é uma placa de vidro liso, pela qual passa o olhar direto e claro da alma, e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente.
    Mas justamente o contrário disso é que é verdade. O dia todo e a noite inteira, o corpo interfere; embaça ou aclara, colore ou descolore, transforma-se em cera no calor de junho, adensa-se em sebo na escuridão de fevereiro. A criatura que vai dentro só pode olhar pela placa, encardida ou rósea; não pode, nem por um instante, separar-se do corpo como a bainha da faca ou a vagem do grão; tem de passar por toda a infinita sucessão de mudanças, calor e frio, conforto e desconforto, fome e satisfação, saúde e doença, até que ocorra a inevitável catástrofe: o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa. 
    No entanto, de todo esse drama cotidiano do corpo não há registro algum. Todos sempre escrevem sobre os afazeres da mente; as ideias que lhe vêm; seus nobres planos; como ela civilizou o universo. Mostram-na ignorando o corpo na torrinha do filósofo, ou chutando o corpo, como uma velha bola de futebol de couro, por extensões de neve e deserto em busca de descoberta ou conquista. As grandes guerras que ele trava por si, com a mente como sua escrava, na solidão do quarto, contra o ataque de febre ou o avanço da melancolia, são esquecidas.

Virginia Woolf. O valor do riso e outros ensaios.
Tradução: Leonardo Fróes. São Paulo: Cosac Naify, 2014 (com adaptações). 
No último período do primeiro parágrafo do texto Sobre estar doente, a autora afirma que “a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, (...) e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente”. Desse trecho, entende-se que o termo “negligenciável” caracteriza o corpo como algo que, para a literatura, pode ser tratado com 
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Q3928772 Português
Sobre estar doente

    Considerando-se como a doença é comum, como é enorme a alteração espiritual que ela provoca e como são surpreendentes, quando as luzes da saúde estão fracas, as terras ainda não descobertas que então se revelam — quando pensamos em tudo isso e infinitamente mais, parece realmente estranho que a doença não tenha encontrado o seu lugar, junto com o amor, o ciúme e a batalha, entre os principais temas da literatura. Alguns romances, ocorreria a alguém pensar, seriam dedicados à gripe; poemas épicos, à febre tifoide; odes, à pneumonia; breves poemas, à dor de dente. Mas não; com poucas exceções, a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, que o corpo é uma placa de vidro liso, pela qual passa o olhar direto e claro da alma, e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente.
    Mas justamente o contrário disso é que é verdade. O dia todo e a noite inteira, o corpo interfere; embaça ou aclara, colore ou descolore, transforma-se em cera no calor de junho, adensa-se em sebo na escuridão de fevereiro. A criatura que vai dentro só pode olhar pela placa, encardida ou rósea; não pode, nem por um instante, separar-se do corpo como a bainha da faca ou a vagem do grão; tem de passar por toda a infinita sucessão de mudanças, calor e frio, conforto e desconforto, fome e satisfação, saúde e doença, até que ocorra a inevitável catástrofe: o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa. 
    No entanto, de todo esse drama cotidiano do corpo não há registro algum. Todos sempre escrevem sobre os afazeres da mente; as ideias que lhe vêm; seus nobres planos; como ela civilizou o universo. Mostram-na ignorando o corpo na torrinha do filósofo, ou chutando o corpo, como uma velha bola de futebol de couro, por extensões de neve e deserto em busca de descoberta ou conquista. As grandes guerras que ele trava por si, com a mente como sua escrava, na solidão do quarto, contra o ataque de febre ou o avanço da melancolia, são esquecidas.

Virginia Woolf. O valor do riso e outros ensaios.
Tradução: Leonardo Fróes. São Paulo: Cosac Naify, 2014 (com adaptações). 
Seriam mantidos os sentidos, a correção gramatical e a coerência do texto Sobre estar doente caso fosse realizada
Alternativas
Q3928771 Português
Sobre estar doente

    Considerando-se como a doença é comum, como é enorme a alteração espiritual que ela provoca e como são surpreendentes, quando as luzes da saúde estão fracas, as terras ainda não descobertas que então se revelam — quando pensamos em tudo isso e infinitamente mais, parece realmente estranho que a doença não tenha encontrado o seu lugar, junto com o amor, o ciúme e a batalha, entre os principais temas da literatura. Alguns romances, ocorreria a alguém pensar, seriam dedicados à gripe; poemas épicos, à febre tifoide; odes, à pneumonia; breves poemas, à dor de dente. Mas não; com poucas exceções, a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, que o corpo é uma placa de vidro liso, pela qual passa o olhar direto e claro da alma, e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente.
    Mas justamente o contrário disso é que é verdade. O dia todo e a noite inteira, o corpo interfere; embaça ou aclara, colore ou descolore, transforma-se em cera no calor de junho, adensa-se em sebo na escuridão de fevereiro. A criatura que vai dentro só pode olhar pela placa, encardida ou rósea; não pode, nem por um instante, separar-se do corpo como a bainha da faca ou a vagem do grão; tem de passar por toda a infinita sucessão de mudanças, calor e frio, conforto e desconforto, fome e satisfação, saúde e doença, até que ocorra a inevitável catástrofe: o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa. 
    No entanto, de todo esse drama cotidiano do corpo não há registro algum. Todos sempre escrevem sobre os afazeres da mente; as ideias que lhe vêm; seus nobres planos; como ela civilizou o universo. Mostram-na ignorando o corpo na torrinha do filósofo, ou chutando o corpo, como uma velha bola de futebol de couro, por extensões de neve e deserto em busca de descoberta ou conquista. As grandes guerras que ele trava por si, com a mente como sua escrava, na solidão do quarto, contra o ataque de febre ou o avanço da melancolia, são esquecidas.

Virginia Woolf. O valor do riso e outros ensaios.
Tradução: Leonardo Fróes. São Paulo: Cosac Naify, 2014 (com adaptações). 
Julgue os itens a seguir, em relação à articulação de ideias e ao uso de recursos coesivos no texto Sobre estar doente.

I Mantendo-se os sentidos do texto e as relações de coesão nele estabelecidas, a expressão “No entanto” (início do terceiro parágrafo) poderia ser substituída por Todavia.
II No trecho “Mas justamente o contrário disso é que é verdade” (primeiro período do segundo parágrafo), a forma pronominal “isso”, presente em “disso”, faz referência à afirmação de que “a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente” (último período do primeiro parágrafo).
III Dada a relação de sentido entre os dois primeiros períodos do terceiro parágrafo, seria coerente e gramaticalmente correto inserir, entre vírgulas, o termo portanto logo após “Todos” (segundo período).
IV A expressão “esse drama cotidiano do corpo” (primeiro período do terceiro parágrafo) retoma toda a ideia contida no trecho “o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa” (último período do segundo parágrafo).

Assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3928770 Português
Sobre estar doente

    Considerando-se como a doença é comum, como é enorme a alteração espiritual que ela provoca e como são surpreendentes, quando as luzes da saúde estão fracas, as terras ainda não descobertas que então se revelam — quando pensamos em tudo isso e infinitamente mais, parece realmente estranho que a doença não tenha encontrado o seu lugar, junto com o amor, o ciúme e a batalha, entre os principais temas da literatura. Alguns romances, ocorreria a alguém pensar, seriam dedicados à gripe; poemas épicos, à febre tifoide; odes, à pneumonia; breves poemas, à dor de dente. Mas não; com poucas exceções, a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, que o corpo é uma placa de vidro liso, pela qual passa o olhar direto e claro da alma, e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente.
    Mas justamente o contrário disso é que é verdade. O dia todo e a noite inteira, o corpo interfere; embaça ou aclara, colore ou descolore, transforma-se em cera no calor de junho, adensa-se em sebo na escuridão de fevereiro. A criatura que vai dentro só pode olhar pela placa, encardida ou rósea; não pode, nem por um instante, separar-se do corpo como a bainha da faca ou a vagem do grão; tem de passar por toda a infinita sucessão de mudanças, calor e frio, conforto e desconforto, fome e satisfação, saúde e doença, até que ocorra a inevitável catástrofe: o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa. 
    No entanto, de todo esse drama cotidiano do corpo não há registro algum. Todos sempre escrevem sobre os afazeres da mente; as ideias que lhe vêm; seus nobres planos; como ela civilizou o universo. Mostram-na ignorando o corpo na torrinha do filósofo, ou chutando o corpo, como uma velha bola de futebol de couro, por extensões de neve e deserto em busca de descoberta ou conquista. As grandes guerras que ele trava por si, com a mente como sua escrava, na solidão do quarto, contra o ataque de febre ou o avanço da melancolia, são esquecidas.

Virginia Woolf. O valor do riso e outros ensaios.
Tradução: Leonardo Fróes. São Paulo: Cosac Naify, 2014 (com adaptações). 
Mantendo-se o grau de formalidade, a correção gramatical e os sentidos do texto Sobre estar doente, o termo “há” (primeiro período do terceiro parágrafo) poderia ser substituído por
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Q3928769 Português
Sobre estar doente

    Considerando-se como a doença é comum, como é enorme a alteração espiritual que ela provoca e como são surpreendentes, quando as luzes da saúde estão fracas, as terras ainda não descobertas que então se revelam — quando pensamos em tudo isso e infinitamente mais, parece realmente estranho que a doença não tenha encontrado o seu lugar, junto com o amor, o ciúme e a batalha, entre os principais temas da literatura. Alguns romances, ocorreria a alguém pensar, seriam dedicados à gripe; poemas épicos, à febre tifoide; odes, à pneumonia; breves poemas, à dor de dente. Mas não; com poucas exceções, a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, que o corpo é uma placa de vidro liso, pela qual passa o olhar direto e claro da alma, e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente.
    Mas justamente o contrário disso é que é verdade. O dia todo e a noite inteira, o corpo interfere; embaça ou aclara, colore ou descolore, transforma-se em cera no calor de junho, adensa-se em sebo na escuridão de fevereiro. A criatura que vai dentro só pode olhar pela placa, encardida ou rósea; não pode, nem por um instante, separar-se do corpo como a bainha da faca ou a vagem do grão; tem de passar por toda a infinita sucessão de mudanças, calor e frio, conforto e desconforto, fome e satisfação, saúde e doença, até que ocorra a inevitável catástrofe: o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa. 
    No entanto, de todo esse drama cotidiano do corpo não há registro algum. Todos sempre escrevem sobre os afazeres da mente; as ideias que lhe vêm; seus nobres planos; como ela civilizou o universo. Mostram-na ignorando o corpo na torrinha do filósofo, ou chutando o corpo, como uma velha bola de futebol de couro, por extensões de neve e deserto em busca de descoberta ou conquista. As grandes guerras que ele trava por si, com a mente como sua escrava, na solidão do quarto, contra o ataque de febre ou o avanço da melancolia, são esquecidas.

Virginia Woolf. O valor do riso e outros ensaios.
Tradução: Leonardo Fróes. São Paulo: Cosac Naify, 2014 (com adaptações). 
No terceiro parágrafo do texto Sobre estar doente, a forma pronominal “lhe” (segundo período) retoma o vocábulo
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Q3928768 Português
Sobre estar doente

    Considerando-se como a doença é comum, como é enorme a alteração espiritual que ela provoca e como são surpreendentes, quando as luzes da saúde estão fracas, as terras ainda não descobertas que então se revelam — quando pensamos em tudo isso e infinitamente mais, parece realmente estranho que a doença não tenha encontrado o seu lugar, junto com o amor, o ciúme e a batalha, entre os principais temas da literatura. Alguns romances, ocorreria a alguém pensar, seriam dedicados à gripe; poemas épicos, à febre tifoide; odes, à pneumonia; breves poemas, à dor de dente. Mas não; com poucas exceções, a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, que o corpo é uma placa de vidro liso, pela qual passa o olhar direto e claro da alma, e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente.
    Mas justamente o contrário disso é que é verdade. O dia todo e a noite inteira, o corpo interfere; embaça ou aclara, colore ou descolore, transforma-se em cera no calor de junho, adensa-se em sebo na escuridão de fevereiro. A criatura que vai dentro só pode olhar pela placa, encardida ou rósea; não pode, nem por um instante, separar-se do corpo como a bainha da faca ou a vagem do grão; tem de passar por toda a infinita sucessão de mudanças, calor e frio, conforto e desconforto, fome e satisfação, saúde e doença, até que ocorra a inevitável catástrofe: o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa. 
    No entanto, de todo esse drama cotidiano do corpo não há registro algum. Todos sempre escrevem sobre os afazeres da mente; as ideias que lhe vêm; seus nobres planos; como ela civilizou o universo. Mostram-na ignorando o corpo na torrinha do filósofo, ou chutando o corpo, como uma velha bola de futebol de couro, por extensões de neve e deserto em busca de descoberta ou conquista. As grandes guerras que ele trava por si, com a mente como sua escrava, na solidão do quarto, contra o ataque de febre ou o avanço da melancolia, são esquecidas.

Virginia Woolf. O valor do riso e outros ensaios.
Tradução: Leonardo Fróes. São Paulo: Cosac Naify, 2014 (com adaptações). 

Um dos recursos empregados pela autora do texto Sobre estar doente como estratégia argumentativa para defender seu ponto de vista é a antonímia, relação de oposição de sentido entre dois termos. Assinale a opção em que o trecho apresentado exemplifica o uso desse recurso.

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Q3928767 Português
Sobre estar doente

    Considerando-se como a doença é comum, como é enorme a alteração espiritual que ela provoca e como são surpreendentes, quando as luzes da saúde estão fracas, as terras ainda não descobertas que então se revelam — quando pensamos em tudo isso e infinitamente mais, parece realmente estranho que a doença não tenha encontrado o seu lugar, junto com o amor, o ciúme e a batalha, entre os principais temas da literatura. Alguns romances, ocorreria a alguém pensar, seriam dedicados à gripe; poemas épicos, à febre tifoide; odes, à pneumonia; breves poemas, à dor de dente. Mas não; com poucas exceções, a literatura faz tudo o que pode para sustentar que sua preocupação é com a mente, que o corpo é uma placa de vidro liso, pela qual passa o olhar direto e claro da alma, e que o corpo, exceto no que toca a uma ou duas paixões, como o desejo e a ambição, é nulo, negligenciável e inexistente.
    Mas justamente o contrário disso é que é verdade. O dia todo e a noite inteira, o corpo interfere; embaça ou aclara, colore ou descolore, transforma-se em cera no calor de junho, adensa-se em sebo na escuridão de fevereiro. A criatura que vai dentro só pode olhar pela placa, encardida ou rósea; não pode, nem por um instante, separar-se do corpo como a bainha da faca ou a vagem do grão; tem de passar por toda a infinita sucessão de mudanças, calor e frio, conforto e desconforto, fome e satisfação, saúde e doença, até que ocorra a inevitável catástrofe: o corpo se parte em cacos, e a alma (é o que se diz) escapa. 
    No entanto, de todo esse drama cotidiano do corpo não há registro algum. Todos sempre escrevem sobre os afazeres da mente; as ideias que lhe vêm; seus nobres planos; como ela civilizou o universo. Mostram-na ignorando o corpo na torrinha do filósofo, ou chutando o corpo, como uma velha bola de futebol de couro, por extensões de neve e deserto em busca de descoberta ou conquista. As grandes guerras que ele trava por si, com a mente como sua escrava, na solidão do quarto, contra o ataque de febre ou o avanço da melancolia, são esquecidas.

Virginia Woolf. O valor do riso e outros ensaios.
Tradução: Leonardo Fróes. São Paulo: Cosac Naify, 2014 (com adaptações). 
No texto Sobre estar doente, Virginia Woolf discorre sobre a relação entre doença e literatura com o objetivo de argumentar que
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Q3928766 Sociologia
    Hoje, a indústria cultural assumiu a herança civilizatória da democracia de pioneiros e empresários, que tampouco desenvolveram uma fineza de sentido para os desvios espirituais. Todos são livres para dançar e para se divertir, do mesmo modo que, desde a neutralização histórica da religião, são livres para entrar em qualquer uma das inúmeras seitas. Mas a liberdade de escolha da ideologia, que reflete sempre a coerção econômica, revela-se em todos os setores como a liberdade de escolher o que é sempre a mesma coisa. 

Theodor Adorno e Max Horkheimer. Dialética do esclarecimento. Guido Antonio de Almeida (Trad.). Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 156.

A partir da leitura desse fragmento da obra de Adorno e Horkheimer, assinale a opção correta a respeito da indústria cultural.
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Q3928765 Português
    A inteligência artificial (IA), enquanto promete eficiência e progresso, reproduz desigualdades históricas, precariza o trabalho e alimenta estratégias autoritárias. Longe de ser uma ferramenta neutra, estimula preconceitos, concentra poder e redefine o que significa democracia, trabalho e liberdade. Plataformas digitais, alimentadas por fake news e impulsionadas por bolhas ideológicas, escondem estratégias de manipulação que transformam dados em armas. Não apenas refletem divisões sociais, mas também as intensificam, criando ecossistemas em que o ódio se viraliza e a verdade se fragmenta. A máquina pode ser reinventada. O algoritmo, ressignificado. O poder, redistribuído. Mas isso dependerá da nossa capacidade coletiva de resistir, reimaginar e reconstruir. 

Cristian Arão. IA entre fantasmas e monstros.Curitiba: Kotter, 2025, p. 13-17 (com adaptações).

Com base na leitura desse texto, assinale a opção correta.
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Q3928764 Sociologia
    Segundo o sociólogo peruano Aníbal Quijano e o filósofo argentino Enrique Dussel, o eurocentrismo é uma atitude colonial em relação ao conhecimento, que se articula de forma simultânea com o processo das relações centro-periferia e as hierarquias étnico-raciais. A superioridade atribuída ao conhecimento europeu em muitas áreas da vida foi um aspecto importante da colonialidade do poder no sistema-mundo. Os conhecimentos subalternos foram excluídos, omitidos, silenciados e ignorados. Desde o Iluminismo, no século XVIII, esse silenciamento foi legitimado com base na ideia de que tais conhecimentos representavam uma etapa mítica, inferior, pré-moderna e pré-científica do conhecimento humano. Somente o conhecimento gerado pela elite científica e filosófica da Europa era tido como “verdadeiro”, pois era capaz de se abstrair de seus condicionamentos espaço-temporais para se situar em uma plataforma neutra de observação.

Santiago Castro-Gómez e Ramón Grosfoguel. Prólogo. Giro decolonial, teoría crítica y pensamiento heterárquico. In: Santiago Castro-Gómez e Ramón Grosfoguel. El giro decolonial. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2007, p. 20 (com adaptações).

Com base no texto precedente, assinale a opção correta.
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Q3928763 Filosofia
    Não poderíamos duvidar se nós não existíssemos; este é o primeiro conhecimento certo que se pode adquirir.

René Descartes. Princípios de filosofia. João Gama (Trad.). Lisboa: Edições 70, 1997 [1644], p. 30.

A partir desse fragmento da obra Princípios de filosofia, de René Descartes, assinale a opção correta acerca da filosofia cartesiana.
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Q3928762 Português
    Ninguém nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado, que qualificam de feminino. Somente a mediação de outrem pode constituir um indivíduo como um outro. Enquanto existe para si, a criança não pode apreender-se como sexualmente diferenciada. Se, muito antes da puberdade e, às vezes, até mesmo desde a primeira infância, a menina já se apresenta como sexualmente especificada, não é porque misteriosos instintos a destinem imediatamente à passividade, ao coquetismo, à maternidade: é porque a intervenção de outrem na vida da criança é quase original e desde seus primeiros anos sua vocação lhe é imperiosamente insuflada.

Simone de Beauvoir. O segundo sexo – II: A experiência vivida. Sérgio Milliet (Trad.). Rio de Janeiro: Nova fronteira, 1967 [1949], p. 9-10 (com adaptações).

Com base no trecho apresentado, é correto concluir que Simone de Beauvoir defende que
Alternativas
Respostas
521: E
522: B
523: C
524: E
525: A
526: E
527: E
528: A
529: D
530: D
531: A
532: A
533: D
534: C
535: A
536: E
537: A
538: B
539: B
540: E