A inteligência artificial (IA), enquanto promete eficiência
e progresso, reproduz desigualdades históricas, precariza o
trabalho e alimenta estratégias autoritárias. Longe de ser uma
ferramenta neutra, estimula preconceitos, concentra poder e
redefine o que significa democracia, trabalho e liberdade.
Plataformas digitais, alimentadas por fake news e impulsionadas
por bolhas ideológicas, escondem estratégias de manipulação que
transformam dados em armas. Não apenas refletem divisões
sociais, mas também as intensificam, criando ecossistemas em
que o ódio se viraliza e a verdade se fragmenta. A máquina pode
ser reinventada. O algoritmo, ressignificado. O poder,
redistribuído. Mas isso dependerá da nossa capacidade coletiva
de resistir, reimaginar e reconstruir.
Cristian Arão. IA entre fantasmas e monstros.Curitiba: Kotter, 2025, p. 13-17 (com adaptações).
Com base na leitura desse texto, assinale a opção correta.
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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