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Uma mulher de 60 anos, com histórico de Artrite Reumatoide (AR) controlada com metotrexato e prednisona em baixa dose, apresenta-se ao pronto-socorro com dor intensa e inchaço no joelho direito, de início abrupto há dois dias, acompanhados de febre de 38,5°C e calafrios. Ela relata que sua AR nunca causou uma dor tão severa em uma articulação isolada e que a febre surgiu ao mesmo tempo que o inchaço no joelho. No exame físico, o joelho direito está visivelmente edemaciado, quente ao toque e com movimento limitado devido à dor. O hemograma mostrou leucócitos de 16.500/mm³ (referência: 4.000-10.000/mm³), com 85% de neutrófilos, a proteína C-reativa (PCR) estava em 95 mg/L (referência: <5 mg/L), a velocidade de hemossedimentação (VHS) em 85 mm/h (referência: <20 mm/h), e a punção articular revelou líquido sinovial turvo com contagem de leucócitos de 85.000/mm³ (90% polimorfonucleares), glicose de 30 mg/dL (referência: próxima à sérica), aguardando-se o resultado da cultura.
Qual é o diagnóstico mais provável e qual deve ser o manejo inicial?
A dermatomiosite afeta mais mulheres do que homens, com incidência aproximada de 1 a cada 100.000 pessoas. Em relação a dermatomiosite é INCORRETO afirmar que
Uma mulher de 29 anos apresenta fadiga severa, rash malar, poliartrite simétrica e úlceras orais indolores. Exames laboratoriais mostram FAN positivo (1:640), anti-dsDNA positivo e queda de C3 e C4. A paciente tem histórico de dois abortos espontâneos no segundo trimestre.
Com base no diagnóstico dessa paciente, qual dos achados abaixo também é um critério do EULAR/ACR 2019?
Sobre as emergências oncológicas é INCORRETO afirmar que
Uma paciente de 33 anos com diagnóstico de lúpus sistêmico há 5 anos apresenta Trombose Venosa Profunda (TVP), confirmada por ultrassonografia Doppler. A paciente também tem um histórico de dois abortos no segundo trimestre da gravidez. Os exames laboratoriais indicam níveis elevados de anticorpos anticardiolipina IgG, presença de anticoagulante lúpico e FAN positivo (1:320). A função renal e hepática da paciente estão normais, e não há sinais de infecção.
Considerando esses achados, qual seria a melhor abordagem terapêutica a longo prazo para prevenir novos eventos trombóticos?
Em relação ao Refluxo Gastresofágico (RGE) e suas complicações é INCORRETO afirmar que
Um homem de 56 anos com histórico de consumo crônico de álcool (cerca de 80 g/dia) é admitido com icterícia, febre leve (37,8°C) e mal-estar crescente nas últimas duas semanas. Relata náuseas, perda de apetite e dor no quadrante superior direito do abdome.
O exame físico revela icterícia escleral e cutânea e hepatomegalia dolorosa à palpação no hipocôndrio direito.
Exames laboratoriais:
⋅ Bilirrubina total: 10 mg/dL (Referência: <1,2 mg/dL)
⋅ AST: 230 U/L (Referência: 8-48 U/L)
⋅ ALT: 110 U/L (Referência: 7-55 U/L)
⋅ INR: 1,6 (Referência: 0,8-1,2)
⋅ Albumina sérica: 2,8 g/dL (Referência: 3,5-5,0 g/dL)
⋅ Creatinina: 1,0 mg/dL (Referência: 0,6-1,2 mg/dL)
⋅ Índice de Maddrey: 42
⋅ Escore MELD: 18
Com base no quadro clínico e nos achados laboratoriais, qual a conduta inicial mais adequada para o manejo deste paciente?
Com base nas diretrizes mais recentes, qual seria o protocolo de rastreamento mais adequado para esse paciente?
Mulher de 85 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e diabetes, é admitida por infecção urinária. Após 48 horas de antibióticos, desenvolve confusão mental, inquietação e alucinações visuais. Exames laboratoriais mostram leucocitose de 15.000/mm³ (ref. 4.000-11.000), creatinina de 1,9 mg/dL (ref. 0,6-1,2) e hiponatremia leve (Na 130 mEq/L, ref. 135-145).
Qual o manejo mais adequado?
Qual o tratamento inicial mais indicado?
Qual a conduta mais apropriada para esse caso, de acordo com as diretrizes do Fourth International Workshop on Asymptomatic Primary Hyperparathyroidism?
Homem de 58 anos chega ao ambulatório do residente com IMC de 36 kg/m², hipertensão, insuficiência cardíaca com fração de ejeção de 35%, apneia do sono e dislipidemia. Relata dispneia ao realizar esforços moderados e falha em múltiplas tentativas de perda de peso com dieta e exercícios.
Qual medicação para obesidade é a mais indicada?
Mulher de 54 anos, com diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemia, usa metformina 1500 mg/dia, losartana e atorvastatina. Exames mostram HbA1c de 7,8%, LDL de 85 mg/dL, RFG de 75 mL/min e IMC de 34 kg/m².
História familiar de infarto e obesidade central significativa.
Qual a melhor abordagem terapêutica para controle glicêmico e redução do risco cardiovascular, de acordo com o Consenso Brasileiro de Diabetes?
I. Para a maioria dos adultos saudáveis, é suficiente um programa que inclua exercícios aeróbicos 30 min por dia, além das atividades cotidianas para melhorar e manter o condicionamento físico e a saúde para a obtenção de benefícios para a saúde.
II. Para o desenvolvimento da aptidão física de flexibilidade, recomenda-se uma série de exercícios por meio de exercícios de alongamento e mobilidade articular, prescritos para cada um dos principais grupos musculares, 2 a 3 dias/semana, visando à manutenção da amplitude de movimento articular.
III. Adultos, com exceção daqueles fisicamente ativos, devem concomitantemente reduzir o tempo total passado em comportamentos sedentários e intercalar sessões curtas e frequentes de permanência em pé e de atividade física entre períodos de atividade sedentária ao longo do dia.
Podemos considerar que
Sobre tais instrumentos, é INCORRETO afirmar que