Questões de Concurso
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Sobre o DM1, assinale a alternativa CORRETA.
Sobre a investigação dos pacientes com BE, assinale a alternativa CORRETA.
Sobre o desenvolvimento peniano normal, assinale alternativa CORRETA.
Qual a melhor conduta para o caso?
Em relação à puberdade, podemos afirmar que
Um homem de 28 anos, recém-diagnosticado com HIV, é encaminhado ao serviço de infectologia do Hospital Oswaldo Cruz para avaliação. Ele relata ter sido diagnosticado após um episódio de linfadenopatia persistente, mas está assintomático no momento. A contagem de CD4 está em 180 células/mm³, e a carga viral é de 100.000 cópias/mL. O paciente nega uso de medicamentos prévios e informa estar em preparo para iniciar terapia antirretroviral (TARV) nas próximas semanas. Ele deseja entender melhor as medidas de profilaxia para infecções oportunistas, principalmente considerando seu quadro clínico e status imunológico.
Qual a conduta CORRETA em relação à profilaxia para Pneumocystis jirovecii?
Em relação a cefaleia é INCORRETO afirmar que
Em relação ao manejo farmacológico de pacientes com MASH (esteato-hepatite metabólica) e fibrose hepática avançada, todas as alternativas abaixo estão corretas, EXCETO:
Um homem de 62 anos, hipertenso e diabético, é admitido na Emergência após início súbito de fraqueza no lado direito do corpo e dificuldade para falar. Os sintomas começaram há 2 horas. Na admissão, o paciente está consciente, com pressão arterial de 190/110 mmHg, Glasgow Coma Scale (GCS) 15, e apresenta uma hemiparesia direita, com desvio do olhar conjugado para a esquerda. A tomografia computadorizada (TC) de crânio não mostra sinais de hemorragia. A glicemia capilar é de 150 mg/dL. Após avaliação inicial, a equipe considera a administração de trombólise com alteplase (rt-PA). Exames laboratoriais, incluindo coagulograma e função renal, estão normais. No entanto, a pressão arterial elevada levanta dúvidas sobre o manejo inicial.
Com base neste caso, qual é a conduta mais adequada para permitir o tratamento trombolítico?
Uma mulher de 38 anos, previamente saudável, é admitida no pronto-socorro com dor e edema no membro inferior direito, de início há 2 dias. O ultrassom Doppler confirma trombose venosa profunda (TVP) na veia femoral. A paciente relata história familiar de trombose em sua mãe aos 45 anos, mas nega o uso de anticoncepcionais hormonais ou tabagismo. No momento, está em tratamento com heparina de baixo peso molecular. Durante a investigação de trombofilias, o médico deve considerar quais exames podem ser solicitados durante a fase aguda da trombose, apesar da anticoagulação.
Qual dos exames abaixo NÃO deve ser solicitado durante o episódio agudo de trombose, sob anticoagulação?
Uma mulher de 68 anos, com histórico de depressão e hipertensão controlada, é admitida no hospital após três dias de confusão mental leve e episódios de tontura. Ela relata o uso recente de escitalopram, iniciado há 6 semanas. No exame físico, apresenta-se levemente desorientada, com pressão arterial de 120/80 mmHg, sem sinais de sobrecarga de volume.
Exames laboratoriais:
⋅ Sódio sérico: 124 mEq/L (referência: 135-145 mEq/L)
⋅ Osmolaridade sérica: 270 mOsm/kg (referência: 275-295 mOsm/kg)
⋅ Osmolaridade urinária: 500 mOsm/kg
⋅ Sódio urinário: 40 mEq/L
⋅ Função renal (creatinina): 0,9 mg/dL
⋅ Função hepática e tireoidiana normais
Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Caso clínico:
Uma paciente de 36 anos chega ao serviço de urgência com queixas de petéquias generalizadas e episódios de epistaxe espontânea nas últimas 48 horas. Ela relata histórico de PTI diagnosticado na adolescência, mas estava assintomática até o momento, sem tratamento contínuo. Exames laboratoriais mostram plaquetas de 15.000/mm³, com hemoglobina e leucócitos normais, TP e TTPa normais, e ausência de outras anormalidades na análise do sangue periférico. Ela nega uso de medicamentos, infecções recentes ou história familiar de distúrbios hemorrágicos.
Qual seria a próxima etapa de manejo mais adequada?
Um idoso de 78 anos, internado após uma fratura de fêmur, desenvolve quadro de agitação, confusão e alucinações visuais no segundo dia de internação. Durante a avaliação, observa-se desorientação e dificuldade em manter o foco durante a conversa. Ao revisar o prontuário, nota-se que foi prescrito tramadol para controle da dor, além do uso de sonda vesical.
Em relação ao manejo deste paciente com delirium, é INCORRETO afirmar que:
Uma mulher de 32 anos, diagnosticada com hanseníase multibacilar há 3 meses e em uso de poliquimioterapia (PQT), retorna ao serviço com queixa de febre, dor intensa e inchaço em mãos e pés. No exame físico, nota-se eritema e edema nas mãos e pés, com áreas de necrose superficial nas lesões de hanseníase previamente existentes. Baciloscopia de lóbulos auriculares continua positiva (+2). A paciente também apresenta espessamento dos nervos periféricos e intensa dor à palpação.
Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada?
Uma mulher de 65 anos apresenta parada cardíaca com um traçado de assistolia no monitor. Foram realizadas compressões torácicas e uma dose inicial de epinefrina foi administrada. Qual deve ser o próximo passo na condução da reanimação de acordo com o ACLS 2024?
Uma mulher de 65 anos, com histórico de artrite reumatoide, é admitida com queixas de fadiga persistente e palidez. No exame físico, apresenta mucosas hipocoradas, sem hepatoesplenomegalia ou linfadenopatia. Seu hemograma revela hemoglobina de 9 g/dL (referência: 12-16 g/dL), VCM de 85 fL (referência: 80-100 fL), leucócitos e plaquetas dentro dos limites normais. Exames laboratoriais mostram ferritina sérica de 300 ng/mL (referência: 30- 400 ng/mL), ferro sérico de 30 µg/dL (referência: 50-170 µg/dL), capacidade total de ligação do ferro (TIBC) de 180 µg/dL (referência: 240-450 µg/dL), saturação de transferrina de 12% (referência: 20-50%) e proteína C reativa (PCR) de 30 mg/L (referência: <5 mg/L).
Qual o diagnóstico mais provável para este caso?
Uma mulher de 62 anos, diabética com índice de massa corporal (IMC) de 32 kg/m², apresenta insuficiência renal crônica (creatinina sérica de 1,8 mg/dL, TFGe de 40 mL/min) e proteinúria moderada (1,8 g/24h). Ela está em uso de metformina 1000 mg duas vezes ao dia, insulina basal (glargina 20 UI à noite), e empagliflozina 10 mg/dia. Sua hemoglobina glicada é de 8,1%.
Segundo as diretrizes KDIGO 2024 e com base nos resultados do estudo FLOW, qual das condutas a seguir é mais indicada para melhorar o manejo da nefropatia diabética e reduzir o risco cardiovascular?
Um paciente de 60 anos com diagnóstico de cirrose por hepatite C é admitido com ascite tensa e sinais de encefalopatia hepática. Durante a paracentese diagnóstica, são obtidos os seguintes resultados do líquido ascítico:
⋅ Contagem de leucócitos: 80 células/mm³
⋅ Proteína do líquido ascítico: 0,9 g/dL
⋅ Gradiente de albumina soro-ascite (GASA): 1,3 g/dL
⋅ Creatinina sérica: 1,4 mg/dL
⋅ Sódio sérico: 128 mEq/L
Com base nos achados laboratoriais e clínicos, qual é a conduta INCORRETA?
Um homem de 60 anos, com cirrose hepática avançada causada por hepatite C, é admitido com hematêmese de grande volume e pressão arterial de 90/60 mmHg. Exames revelam hemoglobina de 7,2 g/dL, creatinina de 1,8 mg/dL e INR de 1,7. Ele é submetido a endoscopia de urgência, onde é identificada uma hemorragia digestiva alta (HDA) por varizes esofágicas, sendo realizada ligadura elástica com sucesso. No pós-procedimento, o paciente ainda apresenta sinais de hipotensão leve e taquicardia, e permanece com ascite volumosa. Uma paracentese de urgência revela líquido ascítico com 150 células/mm³, sem sinais evidentes de infecção. O paciente está confuso e oligoúrico, e foi estabilizado parcialmente com cristaloides.
Qual é a melhor estratégia de prevenção de PBE para este paciente, conforme o consenso da AASLD?