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Posteriormente escolha a sequência que condiz com a sua opção:
(___) A Gestão por Competências nasceu para replicar questões particulares do cenário empresarial; porém, é ineficaz e a corporação não deve dar menção a esta categoria de conhecimento empresarial.
(___) A emergência desta metodologia de gestão representa uma tentativa de resposta à necessidade de superação da concorrência num mercado globalizado.
(___) As exigências por agilidade, diferenciação e inovação contínua, as demandas de aprendizagem e de criação do conhecimento para lidar com questões inéditas e surpreendentes que surgem a cada dia no contexto organizacional demandaram o surgimento da gestão por competências.
(___) Seu foco principal está orientado no desenvolvimento de competências e de novos conhecimentos, fontes por excelência para a conquista de vantagem competitiva sustentável.
I. O conhecimento é um algo mais, é uma capacidade de selecionar um caminho que irá levar mais facilmente a atingir determinados objetivos na corporação.
II. Antes de gerenciar o conhecimento, uma organização deve, portanto, definir onde quer chegar, que espaço quer ocupar no mercado, para que se possa criar um ambiente propício para que o conhecimento seja utilizado de forma a apoiar estrategicamente a empresa.
III. Para o melhor uso do conhecimento é necessário que se tenha, em vez de chefes, líderes que gerenciem, estimulando o colaborador a compartilhar o seu conhecimento.
IV. É preciso quebrar o velho paradigma da "Era Industrial", que tinha como premissa o fato de que compartilhar saberes está ligado a perder, o poder.
I. Participar de um ambiente virtual significa atuar nesse ambiente, expressar pensamentos, tomar decisões, dialogar, trocar informações e experiências e produzir conhecimento.
II. Cada pessoa busca as informações que lhe são mais pertinentes, internaliza-as, apropria-se delas e as transforma em uma nova representação, ao mesmo tempo em que se transforma e volta a agir no grupo, transformado e transformando o grupo.
III. Nessa abordagem de educação à distância, ensinar é organizar situações de aprendizagem, planejar e propor atividades, identificar as representações do pensamento do aluno, atuar como mediador e orientador, fornecer informações relevantes, incentivar a busca de distintas fontes de informações, realizar experimentações, provocar a reflexão sobre processos, favorecer a formalização de conceitos, propiciar a inter-aprendizagem e a aprendizagem significativa do aluno.
IV. Aprender é planejar; desenvolver ações; receber, selecionar e enviar informações; estabelecer conexões; refletir sobre o processo em desenvolvimento em conjunto com os pares; desenvolver a interaprendizagem, a competência de resolver problemas em grupo e a autonomia em relação à busca, ao fazer ao compreender.
I. Os ambientes virtuais de aprendizagem constituem uma densa rede de inter-relações entre pessoas, práticas, valores, hábitos, crenças e tecnologias; porém, carecem de contexto pedagógico.
II. O foco é a tecnologia em si mesma, a atividade realizada por meio da tecnologia.
III. Os ambientes virtuais de aprendizagem, na educação à distância, são caracterizados pela diversidade, pela contínua evolução e pelo sentido de localidade em um certo contexto em que aspectos sócio-culturais, afetivos, cognitivos e técnicos coevoluem.
IV. Os recursos dos ambientes virtuais de aprendizagem são basicamente os mesmos existentes na Internet (correio, fórum, bate-papo, conferência, banco de recursos).
I. A educação à distância é um recurso de incalculável importância como modo apropriado para atender a grandes contingentes de alunos de forma mais efetiva que outras modalidades e sem riscos de reduzir a qualidade dos serviços oferecidos em decorrência da ampliação da clientela atendida.
II. Para não decrescer na qualidade, a educação à distância necessita de um planejamento detalhado e de uma comunicação didáticopedagógica adequada, a fim de que ensino e aprendizagem ocorram de forma que o aluno se mobilize para essa atividade.
III. A escolha da modalidade da educação à distância como meio de dotar as instituições educacionais de condições para atender às novas demandas por ensino e treinamento ágeis, céleres e qualitativamente superiores, tem por base a compreensão de que, a partir dos anos sessenta, a educação à distância começou a aparecer como uma modalidade não convencional de educação, capaz de atender com eficácia aos anseios de universalização do ensino e, também, como meio apropriado à permanente atualização dos conhecimentos gerados de forma cada vez mais intensa pela ciência pela cultura humanas.
IV. Um dos grandes desafios da educação à distância tem sido manter os alunos do início ao fim nos cursos propostos, uma vez que a cultura educacional ainda está presa à concepção presencial.
I. O texto pode ser dividido em capítulos, unidades ou seções.
II. As estratégias de entrada são utilizadas para chamar a atenção sobre o conteúdo abordado, oferecendo um ponto de partida para o diálogo que se começa a construir. Elas demonstram a intenção pedagógica e as possibilidades de interação com o conteúdo.
III. As estratégias de desenvolvimento possibilitam a relação permanente com a realidade dos alunos, garantindo a pertinência, a atualidade e a aplicabilidade dos conteúdos.
IV. As estratégias de encerramento possibilitam avaliar e gerar um resultado classificatório.
I. Viabilizam a relação entre os estudantes e os temas a serem estudados e debatidos, uma vez que fornece a estrutura para diferentes concepções arquiteturais de distribuição dos conteúdos.
II. O material didático on-line reflete estratégias de criação, de diálogo e de coautoria dos estudantes em processos colaborativos a partir do Desenho Pedagógico.
III. São três os elementos determinantes do desenho pedagógico de um curso à distância: as concepções de aprendizagem e avaliação, os materiais didáticos e os dispositivos de comunicação.
IV. Desenhos pedagógicos com baixa interatividade concebem o conhecimento como algo a repassar e ignoram as potencialidades disponibilizadas pelas atuais tecnologias.

I. A construção dos itens avaliativos deve ser deduzida diretamente dos objetivos formulados para o treinamento.
II. A finalidade imediata de um treinamento é a aprendizagem; o fato de que muitos treinamentos não possuem objetivos formulados em termos de desempenho impede que a avaliação eficaz ocorra.
III. Muitas vezes elabora-se um conjunto de itens avaliativos baseados numa amostragem do conteúdo incluído no programa.
IV. Assim, o controle do processo dificilmente fica nas mãos do avaliador, passando para as do especialista em conteúdo, o que impede uma apropriada construção e uma análise de itens avaliativos da aprendizagem.
I. Define-se plano como sendo um conjunto de medidas ou providências a serem tomadas para a realização de um determinado evento.
II. O plano ou projeto se constitui naquilo que se tem a intenção de fazer.
III. O Plano de Curso proporciona ao aluno, ao professor e a toda a comunidade uma visão da trajetória e do perfil do curso.
IV. Uma leitura atenta facilitará o desenvolvimento correto das várias fases e mostrará também literatura, endereços eletrônicos, bibliografia e tópicos complementares que deverão ser trabalhados no curso.
I. Uma análise de necessidade de treinamento conduzida apropriadamente rende informações úteis para o desenvolvimento de objetivos institucionais e critérios de treinamento.
II. A identificação das necessidades deve envolver toda a organização, inclusive a alta administração, pois envolve aspectos ligados a planos de diretores, a diretrizes e políticas administrativas.
III. Quando mal elaborados, os diagnósticos para os treinamentos constituem causas de desajustamentos e ineficiências, que comprometem a organização.
IV. O bom diagnóstico conduzirá à constatação das carências funcionais, determinando aqueles que precisam ser submetidos a um treinamento para melhoria de suas condições de trabalho.
I. (__) progresso tecnológico.
II. (__) mercado de trabalho.
III. (__) desenvolvimento econômico.
IV. (__) interesses pessoais.
I. Uma análise de necessidade de treinamento é a identificação do que um colaborador ou um grupo tem que aprender, no sentido de preencher a lacuna existente entre o êxito presente e o nível de êxito que é solicitado.
II. Assistirá a organização, através de seu órgão de treinamento, a identificar quais são as necessidades de treinamento e quais serão os custos necessários.
III. O diagnóstico das necessidades de treinamento deve se constituir num processo meticuloso e apoiado em fatos concretamente apurados. Para tanto, devem-se levar em consideração três aspectos: 1º) as necessidades reais nem sempre são percebidas e, quando o são, nem sempre a percepção ocorre com lucidez; 2º) as necessidades percebidas nem sempre são expressas e, quando o são, nem sempre expressam de maneira clara; 3º) as necessidades expressas nem sempre são satisfeitas e, quando o são, nem sempre ocorre da maneira mais conveniente.
IV. Devem-se levar em conta essas prerrogativas assinaladas no item anterior, pois essas falhas podem comprometer os resultados da análise das necessidades de treinamento.
I. Avaliação dos resultados obtidos.
II. Diagnóstico das necessidades de treinamento.
III. Elaboração de um programa de treinamento para atender às necessidades diagnosticadas anteriormente.
IV. Em seguida, aplicação e execução do planejamento.