Questões de Concurso Para copel

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Q563263 Inglês
Design Patterns
A design pattern is often posed as a question: how do we solve some design problem? However a design problem is, by its nature, nonspecific, and rarely has a single straight-forward answer. There might be several ways to solve the same problem, some better than others depending on the specific situation and the specific context of the problem. A design pattern is intended to share not just solutions but a better understanding of both the problem and how it might be solved. Firstly, patterns have a well-defined structure. This consistent layout makes it easy to browse through a collection of patterns to find relevant help and then dive further into the material. The structure encourages the author of the pattern to think carefully about the knowledge they're sharing, whilst making the material more consistently accessible to a reader.
(http://www.cambridgesemantics.com/semantic-university/semantic-web-design-patterns)


Na expressão: “…the knowledge they're sharing…”, a contração sublinhada se refere a:

Alternativas
Q563262 Inglês
Design Patterns
A design pattern is often posed as a question: how do we solve some design problem? However a design problem is, by its nature, nonspecific, and rarely has a single straight-forward answer. There might be several ways to solve the same problem, some better than others depending on the specific situation and the specific context of the problem. A design pattern is intended to share not just solutions but a better understanding of both the problem and how it might be solved. Firstly, patterns have a well-defined structure. This consistent layout makes it easy to browse through a collection of patterns to find relevant help and then dive further into the material. The structure encourages the author of the pattern to think carefully about the knowledge they're sharing, whilst making the material more consistently accessible to a reader.
(http://www.cambridgesemantics.com/semantic-university/semantic-web-design-patterns)
Na expressão: “… how it might be solved…”, a palavra sublinhada refere-se a:
Alternativas
Q563261 Inglês
Design Patterns
A design pattern is often posed as a question: how do we solve some design problem? However a design problem is, by its nature, nonspecific, and rarely has a single straight-forward answer. There might be several ways to solve the same problem, some better than others depending on the specific situation and the specific context of the problem. A design pattern is intended to share not just solutions but a better understanding of both the problem and how it might be solved. Firstly, patterns have a well-defined structure. This consistent layout makes it easy to browse through a collection of patterns to find relevant help and then dive further into the material. The structure encourages the author of the pattern to think carefully about the knowledge they're sharing, whilst making the material more consistently accessible to a reader.
(http://www.cambridgesemantics.com/semantic-university/semantic-web-design-patterns)
Na frase: “However a design problem is, by its nature, nonspecific…”, a palavra sublinhada pode ser substituída sem a perda do significado original da frase por:
Alternativas
Q563260 Inglês
Design Patterns
A design pattern is often posed as a question: how do we solve some design problem? However a design problem is, by its nature, nonspecific, and rarely has a single straight-forward answer. There might be several ways to solve the same problem, some better than others depending on the specific situation and the specific context of the problem. A design pattern is intended to share not just solutions but a better understanding of both the problem and how it might be solved. Firstly, patterns have a well-defined structure. This consistent layout makes it easy to browse through a collection of patterns to find relevant help and then dive further into the material. The structure encourages the author of the pattern to think carefully about the knowledge they're sharing, whilst making the material more consistently accessible to a reader.
(http://www.cambridgesemantics.com/semantic-university/semantic-web-design-patterns)
De acordo com o texto, um padrão de projeto é frequentemente apresentado por meio de uma pergunta: como solucionar um problema de projeto? Assinale a alternativa que responde a essa pergunta.
Alternativas
Q563258 Português

Energia elétrica deve subir 43,4% em 2015, estima Banco Central

Alexandro Martello

   A energia elétrica deve ter um reajuste de 43,4% em 2015 fechado, informou o Banco Central nesta quarta-feira (24), por meio do relatório de inflação do segundo trimestre deste ano. A última previsão do BC para o aumento da energia elétrica neste ano foi feita duas semanas atrás. Naquele momento, o BC previa um aumento menor: de 41% em 2015. 

   A estimativa de alta no preço da energia elétrica em 2015 reflete do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento, contratadas em 2014, da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). 

   O governo anunciou, no início deste ano, que não pretende mais fazer repasses à CDE – um fundo do setor por meio do qual são realizadas ações públicas – em 2015, antes estimados em R$ 9 bilhões. Com a decisão do governo, as contas de luz dos brasileiros podem sofrer em 2015, ao todo, aumentos ainda superiores aos registrados no ano passado. 

   O custo de produção de eletricidade no país vem aumentando principalmente desde o final de 2012, com a queda acentuada no armazenamento de água nos reservatórios das principais hidrelétricas do país.

    Para poupar água dessas represas, o país vem desde aquela época usando mais termelétricas, que funcionam por meio da queima de combustíveis e, por isso, geram energia mais cara. Isso encarece as contas de luz. 

    Entretanto, também contribui para o aumento de custos no setor elétrico o plano anunciado pelo governo ao final de 2012 e que levou à redução das contas de luz em 20%.

    Para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renovação das concessões de geradoras (usinas hidrelétricas) e transmissoras de energia que, por conta disso, precisaram receber indenização por investimentos feitos e que não haviam sido totalmente pagos até então. Essas indenizações ainda estão sendo pagas, justamente via CDE.

 (Do G1, em Brasília, 24/06/2015, adaptado de < http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/06/energia-eletrica-deve-subir-434-em-2015-estimabanco-central.html>.)

Assinale a alternativa que apresenta o sinônimo correto para a expressão “reflete do” na seguinte passagem: “A estimativa de alta no preço da energia elétrica em 2015 reflete do repasse às tarifas do custo de operações de financiamento” (segundo parágrafo).
Alternativas
Q563257 Português
Quem tem medo da “ideologia de gênero”? 

    Já se passaram vários dias desde que vi aparecer pelas páginas deste ilustre jornal vários artigos nos quais outros ilustres (jornalistas, professores universitários) zombam do feminismo e dos “ideólogos de gênero”, que pelo jeito viraram inimigo público número 1, os responsáveis por todo tipo de apocalíptico mal do século 21, desde a “destruição das famílias” até a ruína da educação pública brasileira. Urgente, portanto, fazer alguns esclarecimentos. 
    Em primeiro lugar, sobre o uso do termo “ideologia”, conceito básico das ciências sociais: ideologia todos temos. “Ideologia de gênero” também. Ou mais conservadora e convencional, ou mais crítica ou radical. Mais machista, ou mais feminista, se quiser. O maior problema de empregar o termo “ideologia de gênero” só para feministas ou para quem critica as concepções dominantes é que isso escamoteia toda uma discussão epistemológica sobre ponto de vista, sobre a possibilidade de objetividade e como as subjetividades influenciam nesta; além disso, diga-se de passagem, parece facilitar que se atribua a caraterística de quem está “do lado da (verdadeira) ciência” – a um grupo que inclui, neste caso muito curioso, muitas pessoas que têm mais afinidade com o criacionismo do que com a teoria da evolução. 
     Teorias de gênero também são diversas, e uma das contribuições da construção e consolidação de todo um campo de pesquisa que vem ganhando cada vez mais espaço nas instituições acadêmicas no mundo inteiro, a partir do fim da década de 1970, é que vem estimulando o debate e a troca entre pessoas e perspectivas, com o intuito de contribuir para a igualdade e uma vida social mais justa. A perspectiva pós-estruturalista associada particularmente ao pensamento da filósofa norte-americana Judith Butler – que aponta para as dificuldades de dividir a humanidade em duas categorias discretas, biologicamente identificáveis e discursivamente construídas como “opostas” – é, nas suas ramificações políticas, antes de mais nada a reivindicação do direito às diferenças. Diferenças que surgem espontaneamente da vida humana – biológica, social, cultural, política – e se manifestam hoje, de forma mais intensa exatamente porque já tivemos ganhos políticos no terreno dos direitos humanos e sociais. Que incluem questões de gênero e sexualidade, assim como de classe, raça e etnicidade, entre outras, incorporadas amplamente pela sociologia contemporânea como disciplina acadêmica, como base de todo esforço de compreensão científica e sensível do mundo. 
    Como bem nos lembram duas estudiosas de gênero e cultura, Elaine Showalter e Lynne Segal (a primeira, norte-americana da área de estudos literários; a segunda, inglesa e psicóloga), as ansiedades de gênero surgem como fenômenos correlatos aos tempos de intensa mudança social e cultural, como foi o caso de dois momentos de passagem de século – do 19 para o 20, do 20 para o 21. Fazem parte das tentativas de lidar com os deslocamentos que caracterizam esses processos, deslocamentos que geram incertezas e instabilidade, assim como a promessa de avanços de todo tipo. Parece-me que a pergunta que precisa ser feita, no tempo e espaço do Brasil atual, e nesta Curitiba que habitamos, é por que determinadas pessoas sentem-se tão ameaçadas pelo direito de outras: de existir e de ter visibilidade, reconhecimento, dignidade. 

(Miriam Adelman, Gazeta do Povo, 29/06/2015. Adaptado de < http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/quem-tem-medo-da-ideologia-degenero-9zvgj6sp3edsnli2vfw2psbxm>.)
A expressão “ideologia de gênero” foi criada:
Alternativas
Q563256 Português
Quem tem medo da “ideologia de gênero”? 

    Já se passaram vários dias desde que vi aparecer pelas páginas deste ilustre jornal vários artigos nos quais outros ilustres (jornalistas, professores universitários) zombam do feminismo e dos “ideólogos de gênero”, que pelo jeito viraram inimigo público número 1, os responsáveis por todo tipo de apocalíptico mal do século 21, desde a “destruição das famílias” até a ruína da educação pública brasileira. Urgente, portanto, fazer alguns esclarecimentos. 
    Em primeiro lugar, sobre o uso do termo “ideologia”, conceito básico das ciências sociais: ideologia todos temos. “Ideologia de gênero” também. Ou mais conservadora e convencional, ou mais crítica ou radical. Mais machista, ou mais feminista, se quiser. O maior problema de empregar o termo “ideologia de gênero” só para feministas ou para quem critica as concepções dominantes é que isso escamoteia toda uma discussão epistemológica sobre ponto de vista, sobre a possibilidade de objetividade e como as subjetividades influenciam nesta; além disso, diga-se de passagem, parece facilitar que se atribua a caraterística de quem está “do lado da (verdadeira) ciência” – a um grupo que inclui, neste caso muito curioso, muitas pessoas que têm mais afinidade com o criacionismo do que com a teoria da evolução. 
     Teorias de gênero também são diversas, e uma das contribuições da construção e consolidação de todo um campo de pesquisa que vem ganhando cada vez mais espaço nas instituições acadêmicas no mundo inteiro, a partir do fim da década de 1970, é que vem estimulando o debate e a troca entre pessoas e perspectivas, com o intuito de contribuir para a igualdade e uma vida social mais justa. A perspectiva pós-estruturalista associada particularmente ao pensamento da filósofa norte-americana Judith Butler – que aponta para as dificuldades de dividir a humanidade em duas categorias discretas, biologicamente identificáveis e discursivamente construídas como “opostas” – é, nas suas ramificações políticas, antes de mais nada a reivindicação do direito às diferenças. Diferenças que surgem espontaneamente da vida humana – biológica, social, cultural, política – e se manifestam hoje, de forma mais intensa exatamente porque já tivemos ganhos políticos no terreno dos direitos humanos e sociais. Que incluem questões de gênero e sexualidade, assim como de classe, raça e etnicidade, entre outras, incorporadas amplamente pela sociologia contemporânea como disciplina acadêmica, como base de todo esforço de compreensão científica e sensível do mundo. 
    Como bem nos lembram duas estudiosas de gênero e cultura, Elaine Showalter e Lynne Segal (a primeira, norte-americana da área de estudos literários; a segunda, inglesa e psicóloga), as ansiedades de gênero surgem como fenômenos correlatos aos tempos de intensa mudança social e cultural, como foi o caso de dois momentos de passagem de século – do 19 para o 20, do 20 para o 21. Fazem parte das tentativas de lidar com os deslocamentos que caracterizam esses processos, deslocamentos que geram incertezas e instabilidade, assim como a promessa de avanços de todo tipo. Parece-me que a pergunta que precisa ser feita, no tempo e espaço do Brasil atual, e nesta Curitiba que habitamos, é por que determinadas pessoas sentem-se tão ameaçadas pelo direito de outras: de existir e de ter visibilidade, reconhecimento, dignidade. 

(Miriam Adelman, Gazeta do Povo, 29/06/2015. Adaptado de < http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/quem-tem-medo-da-ideologia-degenero-9zvgj6sp3edsnli2vfw2psbxm>.)
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q563254 Português
Quem tem medo da “ideologia de gênero”? 

    Já se passaram vários dias desde que vi aparecer pelas páginas deste ilustre jornal vários artigos nos quais outros ilustres (jornalistas, professores universitários) zombam do feminismo e dos “ideólogos de gênero”, que pelo jeito viraram inimigo público número 1, os responsáveis por todo tipo de apocalíptico mal do século 21, desde a “destruição das famílias” até a ruína da educação pública brasileira. Urgente, portanto, fazer alguns esclarecimentos. 
    Em primeiro lugar, sobre o uso do termo “ideologia”, conceito básico das ciências sociais: ideologia todos temos. “Ideologia de gênero” também. Ou mais conservadora e convencional, ou mais crítica ou radical. Mais machista, ou mais feminista, se quiser. O maior problema de empregar o termo “ideologia de gênero” só para feministas ou para quem critica as concepções dominantes é que isso escamoteia toda uma discussão epistemológica sobre ponto de vista, sobre a possibilidade de objetividade e como as subjetividades influenciam nesta; além disso, diga-se de passagem, parece facilitar que se atribua a caraterística de quem está “do lado da (verdadeira) ciência” – a um grupo que inclui, neste caso muito curioso, muitas pessoas que têm mais afinidade com o criacionismo do que com a teoria da evolução. 
     Teorias de gênero também são diversas, e uma das contribuições da construção e consolidação de todo um campo de pesquisa que vem ganhando cada vez mais espaço nas instituições acadêmicas no mundo inteiro, a partir do fim da década de 1970, é que vem estimulando o debate e a troca entre pessoas e perspectivas, com o intuito de contribuir para a igualdade e uma vida social mais justa. A perspectiva pós-estruturalista associada particularmente ao pensamento da filósofa norte-americana Judith Butler – que aponta para as dificuldades de dividir a humanidade em duas categorias discretas, biologicamente identificáveis e discursivamente construídas como “opostas” – é, nas suas ramificações políticas, antes de mais nada a reivindicação do direito às diferenças. Diferenças que surgem espontaneamente da vida humana – biológica, social, cultural, política – e se manifestam hoje, de forma mais intensa exatamente porque já tivemos ganhos políticos no terreno dos direitos humanos e sociais. Que incluem questões de gênero e sexualidade, assim como de classe, raça e etnicidade, entre outras, incorporadas amplamente pela sociologia contemporânea como disciplina acadêmica, como base de todo esforço de compreensão científica e sensível do mundo. 
    Como bem nos lembram duas estudiosas de gênero e cultura, Elaine Showalter e Lynne Segal (a primeira, norte-americana da área de estudos literários; a segunda, inglesa e psicóloga), as ansiedades de gênero surgem como fenômenos correlatos aos tempos de intensa mudança social e cultural, como foi o caso de dois momentos de passagem de século – do 19 para o 20, do 20 para o 21. Fazem parte das tentativas de lidar com os deslocamentos que caracterizam esses processos, deslocamentos que geram incertezas e instabilidade, assim como a promessa de avanços de todo tipo. Parece-me que a pergunta que precisa ser feita, no tempo e espaço do Brasil atual, e nesta Curitiba que habitamos, é por que determinadas pessoas sentem-se tão ameaçadas pelo direito de outras: de existir e de ter visibilidade, reconhecimento, dignidade. 

(Miriam Adelman, Gazeta do Povo, 29/06/2015. Adaptado de < http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/quem-tem-medo-da-ideologia-degenero-9zvgj6sp3edsnli2vfw2psbxm>.)

Com base no texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:

( ) Trata-se de um texto de opinião que rejeita a identificação de “ideologia” com os estudos de gênero.

( ) A autora ataca alguns oponentes dos estudos de gênero por eles apresentarem, por vezes, incoerência entre sua posição cientificista e sua defesa de teorias conservadoras polêmicas, como o criacionismo.

( ) Segundo a autora, só possui ideologia aquele que se afasta do ideal de objetividade das ciências empíricas.

( ) A autora assume tacitamente que a cientificidade das ciências humanas não depende dos mesmos critérios das ciências empíricas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q563253 Português
Caetano e o ‘mal’ uso da crase 

    Na terça-feira, Caetano Veloso postou nas redes sociais um vídeo no qual corrige uma frase escrita pelo pessoal que trabalha com ele. 
    O trecho era este: “Homenagem à Bituca”. Bituca é o apelido do grande Milton Nascimento. No vídeo, Caetano não se limita a dizer que o “a” não deve receber o acento grave (ou acento indicador de crase). O Mestre dá a explicação completa (e perfeita) da questão. 
    Aproveito o “barulho” que o caso gerou para trocar duas palavras sobre o tema com o caro leitor. Comecemos pela palavra “crase”, que não vem ao mundo como o nome do acento. De origem grega, “crase” significa “fusão, mistura”. Ao pé da letra, pode-se dizer que Coca-Cola com rum ou leite com groselha são casos de crase, já que são fusões. 
    Em gramática, crase vem a ser a fusão de duas vogais iguais, o que ocorre, por exemplo, na evolução de muitas palavras do latim para o português. Quer um exemplo? O verbo “ler”. Sim, o verbo “ler”. Na evolução do latim para o português, saímos de “legere” e chegamos a “ler”, mas antes passamos por “leer” (que, por sinal, foi a forma que se fixou no espanhol, outra língua neolatina). Na evolução de “leer” para “ler”, as duas vogais se fundiram numa só, o que caracteriza a crase. 
    Como se vê, pode-se dizer que ocorreu crase na evolução de “legere” para “ler”. Esse caso de crase não é marcado com o acento grave.
    Hoje em dia, quando se fala de crase, pensa-se basicamente na fusão da preposição “a” com um segundo “a”, que quase sempre é artigo definido feminino (atenção: “quase sempre” não equivale a “sempre”). Quando se escreve algo como “Você já foi à Bahia?”, por exemplo, emprega-se o acento grave para indicar a crase que de fato ocorre: a preposição “a”, regida pelo verbo “ir” (ir A algum lugar), funde-se com o artigo feminino “a”, exigido por “Bahia” (“Gosto muito dA Bahia”; “Ele mora nA Bahia”). 
    No caso da construção corrigida por Caetano (“Homenagem à Bituca”), é óbvio que o acento indicador de crase é mais do que inadequado, já que no trecho só existe um “a”, a preposição “a”, regida pelo substantivo “homenagem”; por ser substantivo masculino, “Bituca” obviamente rejeita o artigo feminino. 
    Os erros no emprego do acento grave são muitos e frequentes. Quer uma bela lista? Lá vai: “traje à rigor”, “Viajou à convite de...”, “carro à álcool/gás”, “Vender à prazo”, “à 100 metros”, “Vem à público”, “ir à pé”, “sal à gosto”, “Vale à pena ir lá”, “Parabéns à você”, “Atendimento à clientes” etc., etc., etc. 
     Alguns gênios sugerem pura e simplesmente a eliminação do acento grave. Lamento informar que a língua portuguesa escrita não sobrevive sem esse acento. [...] 
     Em tempo: como nada é tão ruim que não possa piorar, alguém postou no YouTube o depoimento de Caetano com este título: “Caetano Veloso grava vídeo repreendendo sua própria equipe de internet por mal uso da crase”. “Mal uso”? Não seria “mau uso”? Elaiá! É isso. 

(Pasquale Cipro Neto, publicado em < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2015/06/1647510-caetano-e-o-mal-uso-da-crase.shtml>.
Acesso em: 25/06/2015. Adaptado) 
São usadas aspas no título para:
Alternativas
Q563251 Português
Caetano e o ‘mal’ uso da crase 

    Na terça-feira, Caetano Veloso postou nas redes sociais um vídeo no qual corrige uma frase escrita pelo pessoal que trabalha com ele. 
    O trecho era este: “Homenagem à Bituca”. Bituca é o apelido do grande Milton Nascimento. No vídeo, Caetano não se limita a dizer que o “a” não deve receber o acento grave (ou acento indicador de crase). O Mestre dá a explicação completa (e perfeita) da questão. 
    Aproveito o “barulho” que o caso gerou para trocar duas palavras sobre o tema com o caro leitor. Comecemos pela palavra “crase”, que não vem ao mundo como o nome do acento. De origem grega, “crase” significa “fusão, mistura”. Ao pé da letra, pode-se dizer que Coca-Cola com rum ou leite com groselha são casos de crase, já que são fusões. 
    Em gramática, crase vem a ser a fusão de duas vogais iguais, o que ocorre, por exemplo, na evolução de muitas palavras do latim para o português. Quer um exemplo? O verbo “ler”. Sim, o verbo “ler”. Na evolução do latim para o português, saímos de “legere” e chegamos a “ler”, mas antes passamos por “leer” (que, por sinal, foi a forma que se fixou no espanhol, outra língua neolatina). Na evolução de “leer” para “ler”, as duas vogais se fundiram numa só, o que caracteriza a crase. 
    Como se vê, pode-se dizer que ocorreu crase na evolução de “legere” para “ler”. Esse caso de crase não é marcado com o acento grave.
    Hoje em dia, quando se fala de crase, pensa-se basicamente na fusão da preposição “a” com um segundo “a”, que quase sempre é artigo definido feminino (atenção: “quase sempre” não equivale a “sempre”). Quando se escreve algo como “Você já foi à Bahia?”, por exemplo, emprega-se o acento grave para indicar a crase que de fato ocorre: a preposição “a”, regida pelo verbo “ir” (ir A algum lugar), funde-se com o artigo feminino “a”, exigido por “Bahia” (“Gosto muito dA Bahia”; “Ele mora nA Bahia”). 
    No caso da construção corrigida por Caetano (“Homenagem à Bituca”), é óbvio que o acento indicador de crase é mais do que inadequado, já que no trecho só existe um “a”, a preposição “a”, regida pelo substantivo “homenagem”; por ser substantivo masculino, “Bituca” obviamente rejeita o artigo feminino. 
    Os erros no emprego do acento grave são muitos e frequentes. Quer uma bela lista? Lá vai: “traje à rigor”, “Viajou à convite de...”, “carro à álcool/gás”, “Vender à prazo”, “à 100 metros”, “Vem à público”, “ir à pé”, “sal à gosto”, “Vale à pena ir lá”, “Parabéns à você”, “Atendimento à clientes” etc., etc., etc. 
     Alguns gênios sugerem pura e simplesmente a eliminação do acento grave. Lamento informar que a língua portuguesa escrita não sobrevive sem esse acento. [...] 
     Em tempo: como nada é tão ruim que não possa piorar, alguém postou no YouTube o depoimento de Caetano com este título: “Caetano Veloso grava vídeo repreendendo sua própria equipe de internet por mal uso da crase”. “Mal uso”? Não seria “mau uso”? Elaiá! É isso. 

(Pasquale Cipro Neto, publicado em < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/pasquale/2015/06/1647510-caetano-e-o-mal-uso-da-crase.shtml>.
Acesso em: 25/06/2015. Adaptado) 
Com base no texto acima, assinale a alternativa correta
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563249 Contabilidade Geral
A Lei 12.973/2014 alterou a legislação tributária federal relativa ao Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas - IRPJ, à Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, à Contribuição para o PIS/Pasep e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins, a fim de possibilitar a apuração desses tributos em um contexto de convergência das normas e práticas contábeis brasileiras às Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS). Durante o primeiro trimestre de 2015, uma sociedade empresária apresentou os seguintes valores de suas contas de resultado:

Com base nos dados ao lado, e considerando que a sociedade empresária é tributada pelo Lucro Real Trimestral, assinale a alternativa em que é apresentado o Resultado Tributável (lucro real ou prejuízo fiscal) do primeiro trimestre de 2015. 

                              Imagem associada para resolução da questão


Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563248 Contabilidade Geral
 A Demonstração dos Fluxos de Caixa é uma demonstração contábil cuja elaboração é prevista nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, convergentes às Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), sendo que o objetivo da demonstração é evidenciar as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa de uma entidade durante um determinado período segregadas entre atividades operacionais, de investimento e de financiamento. Considere as seguintes operações de uma sociedade empresária comercial, relativas ao ano de2014:

• Aumento de capital social com integralização do valor por meio de um terreno:              $ 12.000

• Aplicação de caixa em fundo de investimento classificado como de liquidez imediata:  $   6.300

• Obtenção de empréstimo para pagamento em parcela única ao final de 2016:                  $ 10.000

• Pagamentos de despesas gerais de funcionamento:                                                            $   5.400

• Pagamento de lucros e dividendos a sócios:                                                                         $   2.800

• Pagamento de parcelas decorrentes da aquisição a prazo de ativos imobilizados:           $   7.800

• Pagamentos de salários e encargos sociais:                                                                           $   6.400

• Pagamentos efetuados a fornecedores de mercadorias:                                                        $ 14.200

• Recebimentos de caixa decorrentes de vendas a vista de mercadorias:                              $ 22.500

• Recebimentos de caixa decorrentes de clientes:                                                                     $ 11.600

• Saldo de caixa e equivalentes de caixa em 31/12/2013:                                                           $   4.000

Com base exclusivamente nas operações acima, assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563247 Contabilidade Geral
Assinale o procedimento de mensuração de ativos e passivos que está em DESACORDO com as determinações dos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, convergentes às Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS): 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563246 Contabilidade Geral

Os dados abaixo que se referem ao balancete de verificação de uma sociedade empresária limitada, levantado antes da apuração dos tributos incidentes sobre o lucro e do fechamento do período contábil de 2014, deverão ser utilizados para a resolução da questão.

Conta                                                                                                   Valor em Reais (R$) 

 Ajuste a valor presente de clientes                                                               18.000,00

Ajuste a valor presente de fornecedores                                                       24.000,00

Aplicações financeiras de curto prazo                                                         482.000,00

Caixa e equivalentes de caixa                                                                     123.000,00

Capital social                                                                                            1.500.000,00

Clientes a receber                                                                                       135.000,00

Custo das mercadorias vendidas                                                                664.000,00

Depreciação acumulada de imóveis em uso                                               186.000,00

Depreciação acumulada de móveis e equipamentos comerciais                  51.000,00

Depreciação acumulada de veículos                                                             47.000,00

Despesa com tributos incidentes sobre vendas                                           342.000,00

Despesas administrativas                                                                            432.000,00

Despesas com vendas                                                                                 195.000,00

Despesas financeiras                                                                                     42.000,00

Devoluções de vendas                                                                                 150.000,00

Empréstimos e financiamentos a pagar                                                       429.000,00

Estoques                                                                                                       186.000,00

Fornecedores a pagar                                                                                  159.000,00

Imóveis alugados para terceiros                                                                   639.000,00

Imóveis em uso operacional                                                                         906.000,00

Lucros acumulados                                                                                       120.000,00

Móveis e equipamentos comerciais                                                              255.000,00

Outras contas a pagar                                                                                    24.000,00

Outras contas a receber                                                                                 33.000,00

Receita bruta de vendas                                                                            1.860.000,00

Receita de aluguéis                                                                                      102.000,00

Receitas financeiras                                                                                       63.000,00

Reservas de capital                                                                                      360.000,00

Tributos incidentes sobre vendas a pagar                                                      71.000,00

Veículos                                                                                                        382.000,00

Considerando que a sociedade empresária é tributada pelo Lucro Real Anual, não havendo ajustes do resultado a ser efetuados no Livro de Apuração do Lucro Real - LALUR, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563245 Contabilidade Geral

Os dados abaixo que se referem ao balancete de verificação de uma sociedade empresária limitada, levantado antes da apuração dos tributos incidentes sobre o lucro e do fechamento do período contábil de 2014, deverão ser utilizados para a resolução da questão.

Conta                                                                                                   Valor em Reais (R$) 

 Ajuste a valor presente de clientes                                                               18.000,00

Ajuste a valor presente de fornecedores                                                       24.000,00

Aplicações financeiras de curto prazo                                                         482.000,00

Caixa e equivalentes de caixa                                                                     123.000,00

Capital social                                                                                            1.500.000,00

Clientes a receber                                                                                       135.000,00

Custo das mercadorias vendidas                                                                664.000,00

Depreciação acumulada de imóveis em uso                                               186.000,00

Depreciação acumulada de móveis e equipamentos comerciais                  51.000,00

Depreciação acumulada de veículos                                                             47.000,00

Despesa com tributos incidentes sobre vendas                                           342.000,00

Despesas administrativas                                                                            432.000,00

Despesas com vendas                                                                                 195.000,00

Despesas financeiras                                                                                     42.000,00

Devoluções de vendas                                                                                 150.000,00

Empréstimos e financiamentos a pagar                                                       429.000,00

Estoques                                                                                                       186.000,00

Fornecedores a pagar                                                                                  159.000,00

Imóveis alugados para terceiros                                                                   639.000,00

Imóveis em uso operacional                                                                         906.000,00

Lucros acumulados                                                                                       120.000,00

Móveis e equipamentos comerciais                                                              255.000,00

Outras contas a pagar                                                                                    24.000,00

Outras contas a receber                                                                                 33.000,00

Receita bruta de vendas                                                                            1.860.000,00

Receita de aluguéis                                                                                      102.000,00

Receitas financeiras                                                                                       63.000,00

Reservas de capital                                                                                      360.000,00

Tributos incidentes sobre vendas a pagar                                                      71.000,00

Veículos                                                                                                        382.000,00

Assinale a alternativa em que está apresentado de forma correta o total do Ativo a ser evidenciado no Balanço Patrimonial de 31/12/2014. 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563244 Contabilidade Geral
 Em relação às demonstrações contábeis previstas na legislação societária e nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563243 Contabilidade Geral
Uma sociedade empresária tributada pelo Lucro Real Trimestral apurou no 4º trimestre de 2014 um lucro antes da apuração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) no valor de R$ 925.000,00. Considerando que, na apuração do Lucro Real, efetuada no Livro de Apuração do Lucro Real - LALUR houve adições à base de cálculo no valor de R$ 256.000,00 e exclusões da base de cálculo no valor de R$ 381.000,00, assinale a alternativa que apresenta o somatório dos valores devidos do IRPJ e da CSLL para esse trimestre. 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563242 Contabilidade de Custos
 Uma sociedade empresária industrial concluiu no início de março de 2014 o processo de importação de uma máquina para utilização na linha de produção do Produto Alfa. O valor de desembaraço aduaneiro da máquina foi de R$ 870.000,00 já incluído o Imposto de Importação e demais tributos incidentes sobre a operação. Para transportar a máquina do porto até o local de sua instalação, foram pagos frete e seguro de R$ 40.000,00. Na montagem da máquina e adequação do lay-out da linha de produção foram pagos R$ 80.000,00. O valor residual da máquina foi estimado em 20% de seu custo de aquisição e a vida útil contábil foi estimada em 22.000 horas/máquina. Após a montagem, a máquina entrou em operação no início de maio de 2014 e até o final do ano foram utilizadas 1.650 horas/máquina. Com base nessas informações, assinale a alternativa em que é apresentado o valor correto do gasto com depreciação da máquina, reconhecido como custo de fabricação do Produto Alfa durante 2014. 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563241 Contabilidade Geral
Em 20/12/2014 uma sociedade empresária industrial adquiriu matérias primas para utilização em seu processo produtivo, no valor de $ 500. A operação foi a prazo de 90 dias, o que resultou em um ajuste a valor presente de $ 100, uma vez que as políticas contábeis dessa entidade consideram o ajuste a valor presente de operações cujo prazo de pagamento ou recebimento supera 60 dias. Com base no exposto, assinale a alternativa em que é apresentada a forma correta de contabilização dessa operação: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: NC-UFPR Órgão: COPEL Prova: NC-UFPR - 2015 - COPEL - Técnico Contábil |
Q563240 Contabilidade Geral
Sobre procedimentos contábeis previstos na legislação societária e nos Pronunciamentos Técnicos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
461: B
462: D
463: C
464: A
465: A
466: E
467: B
468: A
469: B
470: C
471: E
472: A
473: C
474: E
475: A
476: B
477: D
478: B
479: C
480: D