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Para VASCONCELLOS(2012), ele é o instrumento teórico-metodológico de intervenção e mudança da realidade, sendo um elemento de organização e integração da atividade prática da instituição em transformação.
Na instituição de ensino, o Projeto Político-Pedagógico é seu plano...
O Trabalho, nas instituições de ensino, com o foco na escola, onde se trabalha com o conhecimento de forma significativa, crítica e criativa, o trabalho pedagógico representa a finalidade da práxis educativa.
Este tipo de trabalho – o pedagógico - requer tanto a atividade do professor como a do discente, uma vez que a aprendizagem, desenvolvida a partir de um contexto social real, depende, aprioristicamente, da ação...
Libâneo (2004) aponta que na escola, para ter sucesso no seu desempenho profissional, o docente precisa elaborar o planejamento escolar, “que inclui tanto a previsão das atividades em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino".
O planejamento é um meio para programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado...
O Art. 5° , do Título III, desta LDB/96, que dispõe sobre Do Direito à Educação e do Dever de Educar, foi emendado pela a Lei nº 12.796, de 2013, assumindo a nova redação dada, que amplia a obrigatoriedade de oferta de acesso à educação básica obrigatória e não apenas ao ensino fundamental.
Assim sendo, o Art. 5° reza que
“O acesso à educação básica obrigatória, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar o poder público para exigi-lo", está garantido por ser este um direito público...
Para que o(a) aluno(a) possa entender como está aprendendo, o processo avaliativo deve ser claro, contínuo e processual para que ele(a) possa perceber suas dificuldades, ao mesmo tempo, identificar as possibilidades de reconstruir sua aprendizagem, mediado pela ação docente.
Como aponta Vasconcellos, pela própria alienação inculcada na formação do docente, “a avaliação ainda desempenha mais um papel político que pedagógico, não sendo usada como recurso metodológico de reorientação do processo de ensino-aprendizagem, mas, sim, tanto por parte do sistema social quanto pelo escolar, como instrumento"...
É sempre útil distinguir, no estudo desta questão, a existência de duas concepções, que norteiam as análises: a científico-racional e a crítico, de cunho sócio-político.
Na primeira delas, que é o modelo mais comum de funcionamento das instituições de ensino, as escolas dão muita ênfase à estrutura organizacional, que pode ser planejada, organizada e controlada, de modo a alcançar maiores índices de eficácia e eficiência, uma vez que a organização escolar se embasa numa percepção de “realidade objetiva, neutra, técnica, que funciona racionalmente".
Na segunda concepção, a organização escolar se estabelece “basicamente como um sistema que agrega pessoas, importando bastante a intencionalidade e as interações sociais, o contexto sócio-político etc., constituindo-se numa construção social a ser construída pelos professores, alunos, pais e integrantes da comunidade próxima, caracterizada pelo interesse público.
A visão crítica da escola resulta em diferentes formas de viabilização da...
Conforme Libâneo, a tendência que admite o princípio da aprendizagem significativa, partindo do que o aluno já sabe; que propiciar aos alunos o desenvolvimento de suas capacidades e habilidades intelectuais, mediante a transmissão e assimilação ativa dos conhecimentos escolares, fornecendo-lhe um instrumental, por meio da aquisição de conhecimentos e da socialização, para uma participação organizada e ativa na democratização da sociedade e que acentua a preparação do aluno para o mundo adulto e suas contradições e denominada de...
I. Constituir a referência norteadora de todos os âmbitos da ação educativa da escola. Por isso, sua elaboração requer, para ser expressão viva de um projeto coletivo, a participação de todos aqueles que compõem a comunidade escolar.
II. Ver a escola como um todo em sua perspectiva estratégica, não apenas em sua dimensão pedagógica. É uma ferramenta gerencial que auxilia a escola a definir suas prioridades estratégicas, a converter as prioridades em metas educacionais e outras concretas, a decidir o que fazer para alcançar as metas de aprendizagem, a medir se os resultados foram atingidos e a avaliar o próprio desempenho.
III. Desenvolver a organização do trabalho pedagógico em pelo menos dois momentos decisivos: organização da escola como um todo e organização da sala de aula, incluindo sua relação com o contexto social, procurando obter uma visão da totalidade.
IV. Organizar o trabalho pedagógico da Escola, sem perder de vista sua interação com o trabalho administrativo.
V. Construir de maneira participativa, constituindo a passagem mais acertada para reinventar a escola, ressignificando suas finalidades e objetivos. Quando trabalhamos de forma participativa descrevemos a caminhada coletiva, estabelecemos o identificador comum, expressando o anseio e o comprometimento da comunidade.
Está correto apenas o que se afirma em
I. Há inquietação disseminada nos dias atuais, uma vez que o avanço da tecnologia de informação permite acesso inédito às informações, a globalização econômica e o fim da polarização ideológica entre capitalismo e comunismo nas relações internacionais.
II. O conhecimento não é um espelho das coisas do mundo externo. Todas as percepções são, ao mesmo tempo, traduções e reconstruções cerebrais com base em estímulos ou sinais captados e codificados pelos sentidos. Este conhecimento, ao mesmo tempo tradução e reconstrução comporta a interpretação, o que introduz o risco do erro na subjetividade do conhecedor, de uma visão do mundo e de seus princípios de conhecimento. Daí os numerosos erros de concepção e de ideias que sobrevêm a despeito de nossos controles racionais.
III. O saber desfragmentado do conhecimento fica sem sentido. Sob esse aspecto, entendesse que há inadequação cada vez mais agravada entre os saberes separados, fragmentados, compartimentados entre disciplinas e as realidades ou problemas da realidade global, complexa e multidimensional.
IV. A condição humana é o ponto central da educação do futuro, para conhecer o humano, é preciso encontrar seu lugar no Universo. As concepções do ser humano formuladas pela Biologia, História, Ecologia, etc., estão hoje desunidas. O “humano” está fragmentado em olhares isolados das próprias ciências humanas e naturais e destas com a filosofia, a literatura e as artes.
V. Devemos fazer uma profunda reflexão sobre a relação do homem como planeta. A ideia de que é preciso compreender o caráter humano no mundo, como a condição do mundo humano, que, ao longo da história moderna, se tornou a circunstância da era planetária, da própria sobrevivência da terra. Devemos pensar de como proteger nossa Terra- pátria, e ter uma prática de sustentabilidade terrena que seja viável para as próximas gerações.
Está correto apenas o que se afirma em
I. O elemento básico: interações individuais; interações entre indivíduos e organização; interações entre a organização e outras organizações; interações entre a organização e seu ambiente total.
II. O elemento de trabalho: habilidade de fazer; habilidade de influenciar; habilidade de utilizar conceitos.
III. O elemento básico: relação entre as pessoas; conhecimento da estrutura organizacional; racionalidade e eficácia.
IV. O elemento de trabalho: desempenha várias tarefas; apresenta domínio dos objetivos da organização; utiliza as ferramentas adequadas no gerenciamento.
V. O elemento básico: são as pessoas, cujas interações compõem a organização. E o elemento de trabalho favorece à organização de três espécies de habilidades que são usadas para nortear o fazer, o influenciar e abstrair ideias como ferramenta de trabalho.
Está correto apenas o que se afirma em