Foram encontradas 10.408 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 24 anos de idade, com diagnóstico prévio de anemia falciforme em tratamento com hidroxiureia, procurou o pronto-socorro referindo que, há cinco dias, após ingesta de alimento de origem duvidosa, vem apresentando diarreia aquosa volumosa, sem produtos patológicos e hoje, há cerca de seis horas, iniciou quadro de dor torácica súbita, associada a dispneia e febre. À triagem, apresentava-se taquidispneica, com FR = 26 irpm, SatO2 = 84% em ar ambiente, FC = 113 bpm, PA = 110 mmHg x 71 mmHg temperatura axilar = 39 ºC, com estertores e sibilância à ausculta pulmonar. Foi solicitada radiografia de tórax, que evidenciou áreas de infiltrado em lobos superior esquerdo e direito e lobo inferior direito.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 24 anos de idade, com diagnóstico prévio de anemia falciforme em tratamento com hidroxiureia, procurou o pronto-socorro referindo que, há cinco dias, após ingesta de alimento de origem duvidosa, vem apresentando diarreia aquosa volumosa, sem produtos patológicos e hoje, há cerca de seis horas, iniciou quadro de dor torácica súbita, associada a dispneia e febre. À triagem, apresentava-se taquidispneica, com FR = 26 irpm, SatO2 = 84% em ar ambiente, FC = 113 bpm, PA = 110 mmHg x 71 mmHg temperatura axilar = 39 ºC, com estertores e sibilância à ausculta pulmonar. Foi solicitada radiografia de tórax, que evidenciou áreas de infiltrado em lobos superior esquerdo e direito e lobo inferior direito.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 24 anos de idade, com diagnóstico prévio de anemia falciforme em tratamento com hidroxiureia, procurou o pronto-socorro referindo que, há cinco dias, após ingesta de alimento de origem duvidosa, vem apresentando diarreia aquosa volumosa, sem produtos patológicos e hoje, há cerca de seis horas, iniciou quadro de dor torácica súbita, associada a dispneia e febre. À triagem, apresentava-se taquidispneica, com FR = 26 irpm, SatO2 = 84% em ar ambiente, FC = 113 bpm, PA = 110 mmHg x 71 mmHg temperatura axilar = 39 ºC, com estertores e sibilância à ausculta pulmonar. Foi solicitada radiografia de tórax, que evidenciou áreas de infiltrado em lobos superior esquerdo e direito e lobo inferior direito.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 24 anos de idade, com diagnóstico prévio de anemia falciforme em tratamento com hidroxiureia, procurou o pronto-socorro referindo que, há cinco dias, após ingesta de alimento de origem duvidosa, vem apresentando diarreia aquosa volumosa, sem produtos patológicos e hoje, há cerca de seis horas, iniciou quadro de dor torácica súbita, associada a dispneia e febre. À triagem, apresentava-se taquidispneica, com FR = 26 irpm, SatO2 = 84% em ar ambiente, FC = 113 bpm, PA = 110 mmHg x 71 mmHg temperatura axilar = 39 ºC, com estertores e sibilância à ausculta pulmonar. Foi solicitada radiografia de tórax, que evidenciou áreas de infiltrado em lobos superior esquerdo e direito e lobo inferior direito.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.
Quando a circulação espontânea voltou, o paciente continuava inconsciente, e foram verificados PA = 70 mmHg x 45 mmHg e FC = 165 bpm. Realizou-se então ou ECG de 12 derivações, conforme apresentado a seguir.

Nesse momento, deve-se proceder com
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente de 67 anos de idade, hipertenso e diabético de longa data, está internado em unidade de terapia intensiva (UTI) após apresentar uma urgência dialítica em pronto-socorro, creditada à descompensação aguda de uma doença renal crônica desencadeada por uma pneumonia comunitária. No plantão na UTI onde esse paciente está internado, o médico é chamado pelo acompanhante do paciente, que refere que ele não está respondendo ao chamado. Ao chegar ao leito, identifica-se no monitor, um ritmo cardíaco compatível com pulso, mas, ao avaliar o pulso carotídeo do paciente, percebe-se que o paciente se encontra em parada cardiorrespiratória e a equipe é acionada para realização das manobras de reanimação. A reanimação é feita de acordo com o protocolo do ACLS, mas o paciente persiste com o mesmo ritmo durante todo o processo. Após a quinta aplicação de choque, o paciente recupera a circulação espontânea.