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170 cm. Ele desenvolveu doença de refluxo gastroesofágico e
procura tratamento.
I Pode-se dizer que a obesidade do paciente é resultado de um balanço energético positivo.
II Sem a medida de circunferência da cintura, determinada pelo ponto médio entre a crista ilíaca e a última costela, não é possível investigar se o paciente apresenta acúmulo de gordura do tipo visceral.
III De acordo com o índice de massa corporal, o paciente apresenta obesidade grau III, também conhecida por obesidade mórbida e atende ao critério básico de indicação de cirurgia bariátrica.
IV Caso o perfil bioquímico e a pressão arterial do paciente estejam adequados, a obesidade apresentada por ele não estará associada a risco cardiovascular.
V Provavelmente o paciente apresenta níveis reduzidos de grelina, hormônio produzido no estômago e que possui efeito anorexígeno.
A quantidade de itens certos é igual a
170 cm. Ele desenvolveu doença de refluxo gastroesofágico e
procura tratamento.
Com relação a essa doença ou ao seu tratamento clínico, assinale a opção correta.
I Os aminoácidos sulfurados aumentam o estado antioxidante por meio da diminuição da concentração de ceruloplasmina, um potente promotor de reações oxidantes.
II A arginina provoca aumento do número de células T auxiliares, pela diminuição dos níveis de hormônio de crescimento.
III Ácidos graxos ômega-3 possuem ação anti-inflamatória, que ajuda a reverter a imunossupressão por meio da inibição de eicosanoides.
IV Administrar misturas de imunonutrientes é inadequado, uma vez que as propriedades estabelecidas referem-se a cada substância isoladamente.
V A glutamina estimula a síntese de glutationa, uma proteína antioxidante, a qual se encontra diminuída em várias situações de trauma.
Estão certos apenas os itens
constituintes da alimentação que são utilizados na prevenção
de doenças crônicas. Por isso, objetivou-se estimar o consumo
médio diário de fibras alimentares totais, insolúveis e solúveis,
nas refeições de uma população de área metropolitana.
MÉTODOS: Foi estudada uma amostra da população do
Município de Cotia, SP, composta por 559 indivíduos com mais
de 20 anos. O consumo alimentar foi obtido pelo método de
história alimentar - dieta habitual. Foram identificadas as
fontes de fibras nas refeições: desjejum, almoço e jantar. Com
base na porção média, os alimentos foram classificados
quanto ao conteúdo de fibras como: muito alto (7 g ou mais);
alto (4,5 g a 6,9 g); moderado (2,4 g a 4,4 g) e baixo (< 2,4 g).
RESULTADOS: O consumo médio diário da população foi de
24 g de fibras totais, sendo as quantidades médias de fibras
insolúveis ingeridas 17 g e, de solúveis, 7 g. O consumo de
fibras alimentares entre mulheres e homens foi,
respectivamente, 20 g e 29 g (p < 0,01). A maioria dos
alimentos presentes na dieta continha baixo teor de fibras.
O feijão foi o único alimento com alto teor de fibras na dieta
habitual e, a principal fonte de fibra na alimentação. O almoço
e o jantar foram as refeições que forneceram maior quantidade
de fibras.
CONCLUSÕES: Constatou-se baixo consumo de fibras
alimentares, com diferenças estatisticamente significantes
entre os sexos. As práticas alimentares revelaram que a dieta
é constituída por alimentos pobres em fibras alimentares.
L. L. de Mattos e I. S. Martins. Consumo de fibras alimentares em
população adulta. In: Revista de Saúde Pública, São Paulo, 2000.
constituintes da alimentação que são utilizados na prevenção
de doenças crônicas. Por isso, objetivou-se estimar o consumo
médio diário de fibras alimentares totais, insolúveis e solúveis,
nas refeições de uma população de área metropolitana.
MÉTODOS: Foi estudada uma amostra da população do
Município de Cotia, SP, composta por 559 indivíduos com mais
de 20 anos. O consumo alimentar foi obtido pelo método de
história alimentar - dieta habitual. Foram identificadas as
fontes de fibras nas refeições: desjejum, almoço e jantar. Com
base na porção média, os alimentos foram classificados
quanto ao conteúdo de fibras como: muito alto (7 g ou mais);
alto (4,5 g a 6,9 g); moderado (2,4 g a 4,4 g) e baixo (< 2,4 g).
RESULTADOS: O consumo médio diário da população foi de
24 g de fibras totais, sendo as quantidades médias de fibras
insolúveis ingeridas 17 g e, de solúveis, 7 g. O consumo de
fibras alimentares entre mulheres e homens foi,
respectivamente, 20 g e 29 g (p < 0,01). A maioria dos
alimentos presentes na dieta continha baixo teor de fibras.
O feijão foi o único alimento com alto teor de fibras na dieta
habitual e, a principal fonte de fibra na alimentação. O almoço
e o jantar foram as refeições que forneceram maior quantidade
de fibras.
CONCLUSÕES: Constatou-se baixo consumo de fibras
alimentares, com diferenças estatisticamente significantes
entre os sexos. As práticas alimentares revelaram que a dieta
é constituída por alimentos pobres em fibras alimentares.
L. L. de Mattos e I. S. Martins. Consumo de fibras alimentares em
população adulta. In: Revista de Saúde Pública, São Paulo, 2000.
I Para evitar hiperglicemia, a taxa de infusão de glicose não deve ser superior a 5 mg, por kg de peso corporal, por minuto, e insulina hexógena deve ser fornecida quando a glicemia estiver acima dos valores recomendados.
II Para evitar hipertrigliceridemia, a taxa de infusão de lipídios não deve superar 1,5 g, por kg de peso, por dia.
III Para evitar hiperazotemia, a taxa de infusão de proteínas não deve superar 1,7 g de proteína, por kg de peso, por dia.
IV Para evitar hipercalcemia, é recomendado medir o cálcio ionizado e avaliar a toxicidade de vitamina D.
V Para evitar a síndrome de realimentação, é fundamental corrigir as deficiências de eletrólitos e restaurar o volume circulatório, antes de iniciar a terapia nutricional.
A quantidade de itens certos é igual a
- 500 mL de aminoácidos a 12,5%
- 1.000 mL de glicose a 24 %
- 500 mL de água
- 500 mL de emulsão lipídica a 10%
- Eletrólitos, elementos — traço e vitaminas em quantidade apropriada.
Assim, 2.500 mL dessa solução fornecem

Acerca desse procedimento, assinale a opção correta.
I A cirrose hepática alcoólica provoca nos pacientes medidas antropométricas anormais (desgaste muscular e diminuição das reservas energéticas) e anergia a antígenos comuns em testes cutâneos. Entretanto, esses efeitos não são visíveis na cirrose hepática não alcoólica.
II Tanto a lesão hepática aguda alcoólica quanto a não alcoólica provocam hipoglicemia de jejum. Isso tem sido atribuído à depleção das reservas hepáticas de glicogênio e a um bloqueio da gliconeogênese a partir de aminoácidos.
III Na lesão hepática crônica provocada pela cirrose, como os depósitos de glicogênio estão aumentados, há a diminuição da oxidação de ácidos graxos. Isso fica visível quando é realizada a calorimetria indireta, pois pacientes cirróticos estáveis apresentam um quociente respiratório significativamente mais alto que controles normais.
IV A tolerância à glicose frequentemente está anormal em pacientes cirróticos e tem sido associada com a resistência à insulina. Os altos níveis de insulina de jejum e pós- prandial nesses pacientes podem estar relacionados a fatores como derivação portossistêmica, maiores níveis de hormônio de crescimento e depleção dos depósitos corporais de potássio.
V Em alcoólicos crônicos com excesso de ferro plasmático, ou em pacientes com alteração no metabolismo desse mineral (hemocromatose), o dano hepático pode ser reduzido com o uso da flebotomia, não havendo indicação da redução do consumo de ferro alimentar.
Estão certos apenas os itens