Questões de Concurso Para ses-df

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Q3608655 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 69 anos de idade, negra, tabagista, hipertensa e diabética, dislipidêmica, apresentou em ultrassonografia aneurisma de aorta abdominal, durante investigação de um quadro de diarreia crônica. Nega história familiar, porém apresentou aneurisma de aorta medindo 5,4 cm e de artéria ilíaca direita de 4 cm de diâmetro, sem história de claudicação intermitente. Ao exame físico, a paciente apresenta tumor abdominal pulsátil e outro em fossa ilíaca direita com presença de sopro sistólico.
Tendo em vista o quadro apresentado pela paciente, assinale a alternativa incorreta em relação à indicação cirúrgica.
Alternativas
Q3608654 Medicina
Marque a alternativa que não faz parte das complicações da paratireoidectomia: 
Alternativas
Q3608653 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Captura_de tela 2025-09-18 105526.png (466×166)


Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0872817812000318>. Acesso em: 5 dez. 2023.


Uma paciente de 72 anos de idade, negra, superior completo, aposentada, natural e procedente de Ilhéus – BA, deu entrada no hospital com queixa de tosse produtiva com escarro esverdeado há três meses. Refere perda ponderal de 6 kg há três meses, e febre diária. Além disso, relata perda de apetite, negando vômito, diarreia e outras queixas. Nega tabagismo e etilismo. Realizou tomografias de tórax e abdome, evidenciando broncopneumonia lobar direita e lesão pancreática a esclarecer, por isso foi internada para tratamento da pneumonia e investigação de lesão pancreática com ressonância de abdome e protocolo de colangioressonância. A imagens são as apresentadas.


Laudo: Ducto pancreático principal em todo o seu trajeto (13 mm no segmento de maiores dimensões) de aspecto serpiginoso, com múltiplas imagens saculares laterais ao nível da região cefálica associado à atrofia parenquimatosa pancreática difusa. 
Tendo em vista o caso anterior, foi realizado estadiamento sem novos achados além de ultrassonografia – endoscopia digestiva alta (USG-EDA), sinais de componente sólido e punção com líquido viscoso, CEA e amilases elevadas. Qual a melhor abordagem para esse paciente?
Alternativas
Q3608652 Patologia
Caso clínico para responder à questão.


Captura_de tela 2025-09-18 105526.png (466×166)


Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0872817812000318>. Acesso em: 5 dez. 2023.


Uma paciente de 72 anos de idade, negra, superior completo, aposentada, natural e procedente de Ilhéus – BA, deu entrada no hospital com queixa de tosse produtiva com escarro esverdeado há três meses. Refere perda ponderal de 6 kg há três meses, e febre diária. Além disso, relata perda de apetite, negando vômito, diarreia e outras queixas. Nega tabagismo e etilismo. Realizou tomografias de tórax e abdome, evidenciando broncopneumonia lobar direita e lesão pancreática a esclarecer, por isso foi internada para tratamento da pneumonia e investigação de lesão pancreática com ressonância de abdome e protocolo de colangioressonância. A imagens são as apresentadas.


Laudo: Ducto pancreático principal em todo o seu trajeto (13 mm no segmento de maiores dimensões) de aspecto serpiginoso, com múltiplas imagens saculares laterais ao nível da região cefálica associado à atrofia parenquimatosa pancreática difusa. 
A neoplasia pancreática relacionada à imagem é
Alternativas
Q3608651 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 66 anos de idade, branco, diabético descompensado, etilista e ex-tabagista, fez uso de cefalexina por sete dias por causa de celulite em membro superior e cetoprofeno esporádico para artrose de joelho direito. O paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de dor abdominal difusa iniciada a dois dias quando procurou a unidade de pronto atendimento, com PA = 130 mmHg x 70 mmHg, FC = 105 bpm, além de radiografia de tórax com pneumoperitônio, quando foi submetido à laparotomia exploratória com diagnóstico de úlcera perfurada pré-pilórica de 3 cm, sendo realizado tratamento cirúrgico, biópsia da úlcera e coleta de líquido abdominal.
Tendo em vista o quadro do paciente do caso anterior a necessidade de abordagem cirúrgica e a estabilidade do paciente, qual a melhor conduta no intraoperatório?
Alternativas
Q3608650 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 66 anos de idade, branco, diabético descompensado, etilista e ex-tabagista, fez uso de cefalexina por sete dias por causa de celulite em membro superior e cetoprofeno esporádico para artrose de joelho direito. O paciente deu entrada no pronto-socorro com quadro de dor abdominal difusa iniciada a dois dias quando procurou a unidade de pronto atendimento, com PA = 130 mmHg x 70 mmHg, FC = 105 bpm, além de radiografia de tórax com pneumoperitônio, quando foi submetido à laparotomia exploratória com diagnóstico de úlcera perfurada pré-pilórica de 3 cm, sendo realizado tratamento cirúrgico, biópsia da úlcera e coleta de líquido abdominal.
Em relação à classificação de Johnson, a úlcera desse paciente é do tipo 
Alternativas
Q3608649 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Captura_de tela 2025-09-18 105350.png (195×275)

No terceiro dia de pós-operatório, a paciente evoluiu com saída de secreção biliar pelo dreno abdominal. Considerando a classificação de lesões da via biliar e a figura apresentada, qual classificação da lesão responsável pela transecção de parte da via biliar sem ligadura, comumente de ducto hepático direito anômalo?
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Q3608648 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Tendo em vista o caso da paciente anterior, não foi possível a visualização dos critérios de segurança para cirurgia segura, sendo submetida a cirurgia a Torek e colocação de dreno de vigília, qual o nome da visão crítica de segurança em uma colecistectomia laparoscópica? 
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Q3608647 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Uma paciente de 31 anos de idade, sem comorbidades, natural e procedente de São Luiz – MA, deu entrada no serviço com um quadro de dor em hipocôndrio direito com irradiação para epigástrio a cerca de dois dias, dor abdominal à palpação de hipocôndrio direito sem massa palpável, perda de 5 kg em um mês, náuseas e vômitos. Foram realizado exames laboratoriais e de imagens. A ultrassonografia de abdome revelou espessamento de parede da vesícula biliar, borramento da gordura adjacente e colecistolitíase; leucograma de 16.000 células/mm3, Hb = 13,4 g/dL, plaquetas = 302.000 mm3, creatinina = 1.4 mg/dL, INR = 1.3, e demais exames, dentro da normalidade.
Segundo a classificação de Tokyo e supondo a disponibilidade de qualquer material, qual a classificação e a conduta mais adequadas para essa paciente. 
Alternativas
Q3608646 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Em relação ao tratamento do megaesôfago, qual procedimento possui melhor controle do refluxo gastroesofágico? 
Alternativas
Q3608645 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Captura_de tela 2025-09-18 105149.png (349×627)

Na investigação do megaesôfago, foi realizado um esofagograma. Com base na classificação de Rezende e na imagem apresentada, assinale a alternativa que indica o grupo e o respectivo tratamento. 
Alternativas
Q3608644 Patologia
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Qual a definição de câncer de esôfago precoce?
Alternativas
Q3608643 Medicina
Caso clínico para responder à questão.


Um paciente de 45 anos de idade, negro, há dois anos vem cursando com disfagia progressiva e relata não conseguir mais ingerir alimentos sólidos. Refere dor associada a regurgitação, náuseas, tosse, plenitude pós-prandial e perda de peso 14 kg nos últimos dois meses, atualmente com 58 kg. Informa ter tido um diagnóstico de megaesôfago, porém não manteve o seguimento em razão de medo de cirurgia. O paciente relata ainda que mantém dieta líquida, apesar da disfagia progressiva e faz uso de água para facilitar a ingestão dos alimentos sólidos. Houve piora de todos os sintomas até o presente momento. Realizou endoscopia digestiva alta evidenciando lesão ulcerada infiltrativa e friável em esôfago a cerca de 35 cm da arcada dentária. A biópsia realizada foi compatível com adenocarcinoma de esôfago.
Qual a conduta seguinte tendo em vista o caso desse paciente.
Alternativas
Q3608642 Medicina
Uma paciente jovem de 28 anos de idade, portadora de doença de Crohn, apresenta um quadro clínico de abaulamento da região perianal, sendo submetida à drenagem do abscesso perianal. No entanto, a paciente evoluiu com piora do quadro com sudorese, leucocitose, além de crepitação e necrose de toda a região perianal e perineal. Qual o tratamento mais indicado para essa complicação tendo em vista a contaminação da região?
Alternativas
Q3608641 Medicina
Um paciente de 45 anos de idade chegou à emergência após um acidente de caminhão apresentando fratura de perna direita e líquido livre na cavidade abdominal. Durante o atendimento inicial, foi optado pela laparotomia exploradora, porém sem evidência de sangramento ativo e fixação externa da fratura. Algumas das complicações que podem ocorrer após a cirurgia e os tratamentos associados são
Alternativas
Q3608640 Medicina
Um paciente jovem de 25 anos de idade apresenta um quadro clínico de diarreia crônica que evoluiu com obstrução intestinal. Após a realização de laparotomia e de uma enterectomia de segmento ileal, o anatomopatológico revelou sinais de doença de Crohn. Qual o tratamento medicamentoso mais indicado após a devida confirmação e rastreamento do diagnóstico, tendo em vista a manutenção do período sem crise?
Alternativas
Q3608639 Medicina
Acerca da comparação entre a cirurgia robótica e a cirurgia laparoscópica, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q3608638 Medicina
Durante uma hepatectomia central realizada por cirurgia robótica com o uso de acesso glissoniano, o cirurgião optou por utilizar o verde de indocianina para avaliação da perfusão hepática e melhor delimitação da área de necrose intraoperatória. Como o verde de indocianina age nesse contexto?
Alternativas
Q3608637 Medicina
Ao realizar uma anastomose biliodigestiva, o cirurgião optou por utilizar um fio cirúrgico monofilamentar e absorvível de longa duração. Qual fio deve ser escolhido?
Alternativas
Q3608636 Medicina
Um paciente de 32 anos de idade sofreu um trauma abdominal grave em um acidente de moto. Foi submetido à cirurgia de controle de danos, porém, no primeiro dia de pós-operatório, ele apresenta sinais de distensão abdominal, dor intensa, diminuição da diurese e aumento da pressão arterial. Ao realizar a mensuração da pressão intraabdominal, constatou-se um valor de 28 mmHg. Com base nesses achados, qual é o possível diagnóstico e tratamento adequado?
Alternativas
Respostas
801: B
802: C
803: A
804: B
805: A
806: D
807: C
808: C
809: D
810: B
811: A
812: C
813: C
814: D
815: B
816: D
817: D
818: B
819: C
820: A