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Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 73 anos de idade foi levada pela filha para a avaliação geriátrica com relato de que há cerca de cinco anos vem apresentando comprometimento de memória progressivo, evoluindo mais recentemente para afasia e apraxia. De acordo com a avaliação médica, é aventada a hipótese diagnóstica de demência de Alzheimer.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 73 anos de idade foi levada pela filha para a avaliação geriátrica com relato de que há cerca de cinco anos vem apresentando comprometimento de memória progressivo, evoluindo mais recentemente para afasia e apraxia. De acordo com a avaliação médica, é aventada a hipótese diagnóstica de demência de Alzheimer.
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Uma paciente de 73 anos de idade foi levada pela filha para a avaliação geriátrica com relato de que há cerca de cinco anos vem apresentando comprometimento de memória progressivo, evoluindo mais recentemente para afasia e apraxia. De acordo com a avaliação médica, é aventada a hipótese diagnóstica de demência de Alzheimer.
Caso clínico para responder à questão.
Uma paciente de 73 anos de idade foi levada pela filha para a avaliação geriátrica com relato de que há cerca de cinco anos vem apresentando comprometimento de memória progressivo, evoluindo mais recentemente para afasia e apraxia. De acordo com a avaliação médica, é aventada a hipótese diagnóstica de demência de Alzheimer.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
Caso clínico para responder à questão.
Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
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Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
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Caso clínico para responder à questão.
Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.