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Q1690904 Psicologia

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Cabe ao psicólogo comunicar o diagnóstico ao paciente em cuidados paliativos.

Alternativas
Q1690903 Psicologia

Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


É função do psicólogo trabalhar com o paciente em cuidados paliativos os processos de morrer nos aspectos conceituais e vivenciais.

Alternativas
Q1690902 Psicologia

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


O psicólogo deve trabalhar a dor emocional dos pacientes e dos familiares, constituindo-se falha ética abordar questões espirituais, quando apresentadas pelo paciente.

Alternativas
Q1690901 Psicologia

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Para o paciente terminal, uma questão refere-se ao domínio da dor, pois a dor física pode levar o ser humano a desejar a morte. Alguns pacientes terminais sofrem antes de morrer, mas outros, que são cuidados adequadamente, morrem lúcidos e em paz junto aos próprios familiares. O que o paciente pode estar realmente desejando é um tratamento mais pessoal ou, meramente, mais solidariedade humana.

Alternativas
Q1690900 Psicologia

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


O psicólogo, no contexto de cuidados paliativos, deve buscar compreender a dinâmica familiar e o respectivo modo de organização para o tratamento, para então elaborar um plano de apoio tanto para a internação como para o contexto de cuidados domiciliares.

Alternativas
Q1690899 Psicologia

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Cabe ao psicólogo a assistência na internação, e não na atenção domiciliar (home care), uma vez que a família optou por preservar a intimidade e oferecer conforto ao paciente.

Alternativas
Q1690898 Psicologia

A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


O hospital geral, na condição de campo de atuação do psicólogo, compõe um cenário de diferentes demandas que se estendem do início ao fim da vida. Inserido em uma equipe multidisciplinar, o psicólogo hospitalar tem, como elementos indissociáveis de suas intervenções, a interação com profissionais de outras áreas, exceto o hospital como instituição.

Alternativas
Q1690897 Psicologia

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Não cabe ao psicólogo lidar com estressores que implicam a necessidade de um ajustamento psicossocial dos pacientes e dos familiares em cuidados paliativos, sendo essa uma tarefa exclusiva do Serviço Social.

Alternativas
Q1690896 Psicologia

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Os cuidados paliativos não são práticas exclusivas dos quadros de doenças crônicas, degenerativas e do envelhecimento.

Alternativas
Q1690895 Psicologia

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


O atendimento do psicólogo em cuidados paliativos precisa ser objetivo e, por isso, evita-se levantar os antecedentes psiquiátricos do paciente e (ou) dos respectivos familiares.

Alternativas
Q1690894 Psicologia

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


A intensidade das atuações em cuidados paliativos é inversamente proporcional à reversibilidade do quadro clínico.

Alternativas
Q1690893 Psicologia

Acerca dos cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


É papel do psicólogo conhecer e intervir em preditores de distress mórbido, depressão, ansiedade, somatização e luto antecipatório complicado nos familiares de doentes oncológicos terminais.

Alternativas
Q1690892 Psicologia

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


De acordo com a OMS o doente terminal e a respectiva família precisam constituir uma só unidade de cuidados, em que se deve garantir que as necessidades dos familiares, como suporte emocional, sejam satisfeitas pelos profissionais de saúde.

Alternativas
Q1690891 Psicologia

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Considerando a interdependência do doente e da respectiva família na adaptação à iminência da morte, ao se garantir o bem-estar dos familiares, aumenta-se a probabilidade de se assegurar também o bem-estar do doente e, por conseguinte, a dignidade no processo de morte, objetivo fundamental dos cuidados em fim de vida, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Alternativas
Q1690890 Psicologia

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


É função da psicologia conter familiares que manifestem insatisfações com a prestação de cuidados paliativos, uma vez que tais tipos de manifestações se constituem preditores do desenvolvimento de morbidade psicológica.

Alternativas
Q1690889 Psicologia

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


Tendo em vista a responsabilidade dos familiares do paciente em cuidados paliativos, é importante que os profissionais sigam o posicionamento da família quanto à decisão de comunicar ou não o diagnóstico ao paciente.

Alternativas
Q1690888 Psicologia

Em relação aos familiares do paciente em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.


É relevante ter clareza de que, ao se optar por implementar uma abordagem de cuidados centrada na família – particularmente em contextos de fim de vida –, se aumenta o risco de desenvolvimento de respostas desajustadas pré e pós-morte do doente.

Alternativas
Q1690887 Nutrição
Um paciente de 56 anos de idade é portador de câncer colorretal. Realizou quimioterapia e está em pós-operatório de ressecção do tumor. Apresenta disgeusia, anorexia, diarreia e vômito. Houve perda de 8% do peso corporal em três meses. Atualmente, tem peso = 54,5 kg, estatura = 1,74 m e tem índice de massa corporal (IMC) = 18 kg/m2.

Acerca desse caso clínico dos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


Há evidências de que o uso de arginina e glutamina em pacientes cirúrgicos de câncer do trato gastrintestinal está associado à redução da inflamação e ao aumento da imunidade.

Alternativas
Q1690886 Nutrição
Um paciente de 56 anos de idade é portador de câncer colorretal. Realizou quimioterapia e está em pós-operatório de ressecção do tumor. Apresenta disgeusia, anorexia, diarreia e vômito. Houve perda de 8% do peso corporal em três meses. Atualmente, tem peso = 54,5 kg, estatura = 1,74 m e tem índice de massa corporal (IMC) = 18 kg/m2.

Acerca desse caso clínico dos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


Em pacientes desnutridos graves, para evitar a síndrome de realimentação, é recomendado iniciar-se dieta de 5 kcal/kg a 10 kcal/kg ao dia nos três primeiros dias após a cirurgia oncológica, evoluindo-se lentamente até se alcançar 25 kcal/kg a 30 kcal/kg após a segunda semana.

Alternativas
Q1690885 Nutrição
Um paciente de 56 anos de idade é portador de câncer colorretal. Realizou quimioterapia e está em pós-operatório de ressecção do tumor. Apresenta disgeusia, anorexia, diarreia e vômito. Houve perda de 8% do peso corporal em três meses. Atualmente, tem peso = 54,5 kg, estatura = 1,74 m e tem índice de massa corporal (IMC) = 18 kg/m2.

Acerca desse caso clínico dos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.


O método recomendado para determinação das necessidades calóricas de pacientes oncológicos críticos é a equação de Harris e Benedict.

Alternativas
Respostas
4081: E
4082: C
4083: E
4084: C
4085: C
4086: E
4087: E
4088: E
4089: C
4090: E
4091: C
4092: C
4093: C
4094: C
4095: E
4096: E
4097: E
4098: E
4099: C
4100: E