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Q1693703 Enfermagem
Pacientes “fora de possibilidade de cura” muitas vezes recebem assistência inadequada, ainda focada na tentativa de cura, utilizando-se de métodos invasivos e de alta tecnologia. Essas abordagens insuficientes, exageradas e desnecessárias quase sempre ignoram o sofrimento humano e são incapazes de tratar os sintomas mais prevalentes. 

Considerando essas informações, julgue o item a seguir.


Prevenir e aliviar o sofrimento do paciente em cuidados paliativos são ações relacionadas à dor e a outros sintomas de ordem física, psicossocial e espiritual.

Alternativas
Q1693702 Enfermagem
No Brasil, o cuidado paliativo teve início na década de 1980 e apresentou um crescimento significativo a partir dos anos 2000. Está relacionado às estratégias de promoção da qualidade de vida e de prevenção e alívio do sofrimento de indivíduos e dos respectivos familiares diante de doenças crônicas que ameaçam a continuidade da vida.

Com relação ao contexto descrito, julgue o item a seguir.


No Brasil, assim como em outros países, pacientes em cuidados paliativos podem optar pela eutanásia.

Alternativas
Q1693701 Enfermagem
No Brasil, o cuidado paliativo teve início na década de 1980 e apresentou um crescimento significativo a partir dos anos 2000. Está relacionado às estratégias de promoção da qualidade de vida e de prevenção e alívio do sofrimento de indivíduos e dos respectivos familiares diante de doenças crônicas que ameaçam a continuidade da vida.

Com relação ao contexto descrito, julgue o item a seguir.


O encaminhamento para os cuidados paliativos deve ser feito quando o paciente não apresenta mais condições de autocuidado, buscando-se a equipe de saúde para realizar as medidas de higiene e conforto.

Alternativas
Q1693700 Enfermagem
No Brasil, o cuidado paliativo teve início na década de 1980 e apresentou um crescimento significativo a partir dos anos 2000. Está relacionado às estratégias de promoção da qualidade de vida e de prevenção e alívio do sofrimento de indivíduos e dos respectivos familiares diante de doenças crônicas que ameaçam a continuidade da vida.

Com relação ao contexto descrito, julgue o item a seguir.


Além da identificação, da avaliação e do tratamento dos sintomas físicos, os cuidados paliativos também preconizam a abordagem dos sintomas sociais, psicológicos e espirituais.

Alternativas
Q1693699 Enfermagem
No Brasil, o cuidado paliativo teve início na década de 1980 e apresentou um crescimento significativo a partir dos anos 2000. Está relacionado às estratégias de promoção da qualidade de vida e de prevenção e alívio do sofrimento de indivíduos e dos respectivos familiares diante de doenças crônicas que ameaçam a continuidade da vida.

Com relação ao contexto descrito, julgue o item a seguir.


A Organização Mundial da Saúde recomenda que todos os pacientes diagnosticados com uma doença grave, progressiva e incurável recebam cuidados paliativos desde o momento do diagnóstico.

Alternativas
Q1693698 Enfermagem
No Brasil, o cuidado paliativo teve início na década de 1980 e apresentou um crescimento significativo a partir dos anos 2000. Está relacionado às estratégias de promoção da qualidade de vida e de prevenção e alívio do sofrimento de indivíduos e dos respectivos familiares diante de doenças crônicas que ameaçam a continuidade da vida.

Com relação ao contexto descrito, julgue o item a seguir.


Apesar de o núcleo familiar e social do paciente também sofrer com ele, os cuidados paliativos devem ser oferecidos apenas ao portador da doença. Caso o paciente chegue a óbito, tais cuidados poderão ser direcionados para auxiliar os respectivos familiares durante o luto.

Alternativas
Q1693697 Enfermagem
No Brasil, o cuidado paliativo teve início na década de 1980 e apresentou um crescimento significativo a partir dos anos 2000. Está relacionado às estratégias de promoção da qualidade de vida e de prevenção e alívio do sofrimento de indivíduos e dos respectivos familiares diante de doenças crônicas que ameaçam a continuidade da vida.

Com relação ao contexto descrito, julgue o item a seguir.


Cuidados paliativos consistem na assistência prestada por uma equipe essencialmente multidisciplinar, tendo em vista os diversos contextos e as necessidades dos pacientes e dos respectivos familiares.

Alternativas
Q1691429 Nutrição
Uma paciente de 58 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) em acompanhamento com cardiologista, foi encaminhada para a primeira consulta com nutricionista no ambulatório. Antropometria: peso aferido = 80 kg; altura = 1,60 m; e IMC = 31,2 kg/m². Apresenta exames laboratoriais coletados recentemente: glicose = 94; LDL = 180; HDL = 56; e triglicerídeos = 202. Conforme a história alimentar, a paciente apresenta baixo consumo de frutas, verduras e legumes e consumo acima do adequado de alimentos ultraprocessados.  

A respeito da avaliação e da terapia nutricional para pacientes com HAS e dislipidemia, julgue o item a seguir.


Conforme as recomendações de ingestão total de fibras para pacientes com HAS, a paciente do caso apresentado deve consumir de 15 g/dia a 20 g/dia.

Alternativas
Q1691428 Nutrição
Uma paciente de 58 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) em acompanhamento com cardiologista, foi encaminhada para a primeira consulta com nutricionista no ambulatório. Antropometria: peso aferido = 80 kg; altura = 1,60 m; e IMC = 31,2 kg/m². Apresenta exames laboratoriais coletados recentemente: glicose = 94; LDL = 180; HDL = 56; e triglicerídeos = 202. Conforme a história alimentar, a paciente apresenta baixo consumo de frutas, verduras e legumes e consumo acima do adequado de alimentos ultraprocessados.  

A respeito da avaliação e da terapia nutricional para pacientes com HAS e dislipidemia, julgue o item a seguir.


A avalição nutricional do paciente com HAS não precisa levar em consideração as crenças, atitudes e comportamento do paciente.

Alternativas
Q1691427 Nutrição
Uma paciente de 58 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) em acompanhamento com cardiologista, foi encaminhada para a primeira consulta com nutricionista no ambulatório. Antropometria: peso aferido = 80 kg; altura = 1,60 m; e IMC = 31,2 kg/m². Apresenta exames laboratoriais coletados recentemente: glicose = 94; LDL = 180; HDL = 56; e triglicerídeos = 202. Conforme a história alimentar, a paciente apresenta baixo consumo de frutas, verduras e legumes e consumo acima do adequado de alimentos ultraprocessados.  

A respeito da avaliação e da terapia nutricional para pacientes com HAS e dislipidemia, julgue o item a seguir.


A alimentação cardioprotetora fundamenta-se no Guia Alimentar, uma vez que a base dessa alimentação (alimentos do grupo verde) compreende alimentos in natura ou minimamente processados, além de desencorajar o consumo de alimentos ultraprocessados (grupo vermelho), podendo ser indicada para a paciente desse caso clínico.

Alternativas
Q1691426 Nutrição
Uma paciente de 58 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) em acompanhamento com cardiologista, foi encaminhada para a primeira consulta com nutricionista no ambulatório. Antropometria: peso aferido = 80 kg; altura = 1,60 m; e IMC = 31,2 kg/m². Apresenta exames laboratoriais coletados recentemente: glicose = 94; LDL = 180; HDL = 56; e triglicerídeos = 202. Conforme a história alimentar, a paciente apresenta baixo consumo de frutas, verduras e legumes e consumo acima do adequado de alimentos ultraprocessados.  

A respeito da avaliação e da terapia nutricional para pacientes com HAS e dislipidemia, julgue o item a seguir.


Conforme a Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias, os exames laboratoriais da paciente indicam hiperlipidemia mista, sendo a redução ponderal recomendada para o caso dessa paciente.

Alternativas
Q1691425 Nutrição
Uma paciente de 58 anos de idade, com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) em acompanhamento com cardiologista, foi encaminhada para a primeira consulta com nutricionista no ambulatório. Antropometria: peso aferido = 80 kg; altura = 1,60 m; e IMC = 31,2 kg/m². Apresenta exames laboratoriais coletados recentemente: glicose = 94; LDL = 180; HDL = 56; e triglicerídeos = 202. Conforme a história alimentar, a paciente apresenta baixo consumo de frutas, verduras e legumes e consumo acima do adequado de alimentos ultraprocessados.  
A respeito da avaliação e da terapia nutricional para pacientes com HAS e dislipidemia, julgue o item a seguir.
As diretrizes a respeito de HAS são unânimes em recomendar a redução do consumo de sódio.
Alternativas
Q1691424 Nutrição
Uma paciente de 59 anos de idade, em leito de internação, possui indicação para transplante cardíaco, com diagnóstico de insuficiência cardíaca (IC) avançada, classe funcional IV. A paciente vem apresentando perda de peso gradual, com caquexia cardíaca, sem comprometimento renal e com IMC = 17 kg/m2

Considerando a avaliação e a terapia nutricional para transplante cardíaco, julgue o item a seguir.


Desenvolver estratégias para otimizar o estado nutricional pode reduzir riscos pós-transplante.

Alternativas
Q1691423 Nutrição
Uma paciente de 59 anos de idade, em leito de internação, possui indicação para transplante cardíaco, com diagnóstico de insuficiência cardíaca (IC) avançada, classe funcional IV. A paciente vem apresentando perda de peso gradual, com caquexia cardíaca, sem comprometimento renal e com IMC = 17 kg/m2

Considerando a avaliação e a terapia nutricional para transplante cardíaco, julgue o item a seguir.


A recomendação energética para essa paciente no período pré-transpante é > 30 cal/kg ao dia, atentando-se para a síndrome da realimentação, e a recomendação de proteínas é de 1,5 g proteína/kg a 2 g proteína/kg ao dia.

Alternativas
Q1691422 Nutrição
Uma paciente de 59 anos de idade, em leito de internação, possui indicação para transplante cardíaco, com diagnóstico de insuficiência cardíaca (IC) avançada, classe funcional IV. A paciente vem apresentando perda de peso gradual, com caquexia cardíaca, sem comprometimento renal e com IMC = 17 kg/m2

Considerando a avaliação e a terapia nutricional para transplante cardíaco, julgue o item a seguir.


Indicadores como IMC, circunferência do braço e circunferência muscular do braço são os únicos parâmetros antropométricos a serem considerados na avaliação nutricional da paciente com IC no período pré-transplante.

Alternativas
Q1691421 Nutrição
Considere um paciente de 67 anos de idade, em unidade de internação em função de infarto agudo do miocárdio (IAM), realizada angioplastia e implantação de estente na artéria coronária. Tem diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) há cerca de 15 anos. Dados antropométricos: peso = 97 kg, altura = 1,70 m, IMC = 33,5 kg/m². O paciente apresentava dificuldade de adesão ao tratamento de HAS antes do IAM.

Acerca da avaliação e da terapia nutricional para o paciente após o IAM, julgue o item a seguir.


Alimentos ricos em colesterol devem ter o respectivo consumo limitado. Recomenda-se que não ultrapasse o valor de 300 mg de colesterol ao dia.

Alternativas
Q1691420 Nutrição
Considere um paciente de 67 anos de idade, em unidade de internação em função de infarto agudo do miocárdio (IAM), realizada angioplastia e implantação de estente na artéria coronária. Tem diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) há cerca de 15 anos. Dados antropométricos: peso = 97 kg, altura = 1,70 m, IMC = 33,5 kg/m². O paciente apresentava dificuldade de adesão ao tratamento de HAS antes do IAM.

Acerca da avaliação e da terapia nutricional para o paciente após o IAM, julgue o item a seguir. 


Após um caso de IAM, são orientadas mudanças nos hábitos de vida, conhecidas como prevenção secundária.

Alternativas
Q1691419 Nutrição
Considere um paciente de 67 anos de idade, em unidade de internação em função de infarto agudo do miocárdio (IAM), realizada angioplastia e implantação de estente na artéria coronária. Tem diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) há cerca de 15 anos. Dados antropométricos: peso = 97 kg, altura = 1,70 m, IMC = 33,5 kg/m². O paciente apresentava dificuldade de adesão ao tratamento de HAS antes do IAM.

Acerca da avaliação e da terapia nutricional para o paciente após o IAM, julgue o item a seguir.


Dados antropométricos como peso e altura bastam para a avaliação e o diagnóstico nutricional do paciente.

Alternativas
Q1691418 Nutrição
Considere um paciente de 67 anos de idade, em unidade de internação em função de infarto agudo do miocárdio (IAM), realizada angioplastia e implantação de estente na artéria coronária. Tem diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) há cerca de 15 anos. Dados antropométricos: peso = 97 kg, altura = 1,70 m, IMC = 33,5 kg/m². O paciente apresentava dificuldade de adesão ao tratamento de HAS antes do IAM.

Acerca da avaliação e da terapia nutricional para o paciente após o IAM, julgue o item a seguir.


A recomendação de consumo de carboidratos varia de 40% a 50% de forma geral; não se faz necessário atentar para o tipo de carboidrato consumido.

Alternativas
Q1691417 Nutrição
Considere um paciente de 67 anos de idade, em unidade de internação em função de infarto agudo do miocárdio (IAM), realizada angioplastia e implantação de estente na artéria coronária. Tem diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) há cerca de 15 anos. Dados antropométricos: peso = 97 kg, altura = 1,70 m, IMC = 33,5 kg/m². O paciente apresentava dificuldade de adesão ao tratamento de HAS antes do IAM.

Acerca da avaliação e da terapia nutricional para o paciente após o IAM, julgue o item a seguir.


Diminuir a sobrecarga cardíaca, promover a recuperação do estado nutricional e garantir a ingestão adequada de nutrientes são objetivos da conduta dietoterápica imediata ao evento, nesse caso, o IAM.


Alternativas
Respostas
3921: C
3922: E
3923: E
3924: C
3925: C
3926: E
3927: C
3928: E
3929: E
3930: C
3931: C
3932: C
3933: C
3934: C
3935: E
3936: C
3937: C
3938: E
3939: E
3940: C