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Q1740497 Português
Texto 1A1-I

  Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles.
   Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis.
    Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte.
   Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. 
Luiz Ruffato. Meus romances preferidos.
Internet: <brasil.elpais.com> (com adaptações).

No segundo parágrafo do texto 1A1-I, o emprego das reticências indica que
Alternativas
Q1740496 Português
Texto 1A1-I

  Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles.
   Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis.
    Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte.
   Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. 
Luiz Ruffato. Meus romances preferidos.
Internet: <brasil.elpais.com> (com adaptações).

Infere-se do texto 1A1-I que o autor esclarece que toda a explicação acerca das duas categorias de listas foi apresentada com a finalidade de justificar
Alternativas
Q1740495 Português
Texto 1A1-I

  Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles.
   Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis.
    Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte.
   Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. 
Luiz Ruffato. Meus romances preferidos.
Internet: <brasil.elpais.com> (com adaptações).

Assinale a opção que indica o principal critério adotado pelo autor do texto 1A1-I na seleção de vinte obras para compor a lista dos melhores romances da sua vida.
Alternativas
Q1740494 Português
Texto 1A1-I

  Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles.
   Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis.
    Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte.
   Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. 
Luiz Ruffato. Meus romances preferidos.
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Segundo o texto 1A1-I, a origem da necessidade de fazer listas
Alternativas
Q1740493 Português
Texto 1A1-I

  Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles.
   Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis.
    Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte.
   Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. 
Luiz Ruffato. Meus romances preferidos.
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No texto 1A1-I, o critério utilizado pelo autor para distinguir as listas úteis das inúteis é
Alternativas
Q1738532 Administração Geral
Planejamento estratégico é o processo de definir os objetivos de longo prazo da organização. Um processo sistemático de planejamento estratégico é uma sequência de análises e decisões que compreendem alguns componentes. Assinale a alternativa que não apresente um desses componentes.
Alternativas
Q1738531 Gestão de Pessoas
Quando uma organização busca desenvolver talentos, busca despertar suas potencialidades permitindo que essas aflorem e cresçam até o nível desejado de resultados. Para isso, estimulam a participação de seus funcionários em eventos que possibilitem e levem à reflexão em temas que colaborem com o seu trabalho. Sobre esses eventos, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1738530 Gestão de Pessoas
Um treinamento pode ser aplicado para um aperfeiçoamento técnico ou comportamental. Uma organização treina seus funcionários objetivando alguns resultados. Assinale a alternativa que não apresenta resultado com treinamentos.
Alternativas
Q1738529 Gestão de Pessoas
Sobre os objetivos específicos da área de treinamento de uma organização, analise as afirmativas abaixo:
I. Treinamento tem como objetivo específico a formação profissional, tem como meta alcançar um grau ideal de capacidade laboral para determinada profissão.
II. Treinamento tem como objetivo específico a especialização, oferecendo ao treinando um campo de conhecimento ou prática específica dentro da área de trabalho para otimização dos resultados.
III. Treinamento tem como objetivo específico a reciclagem, que tem como finalidade básica rever conceitos, conhecimentos ou práticas de trabalho, renovando-os ou atualizando-os de acordo com as necessidades.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1738528 Administração Geral
As estratégias da organização são respostas aos desafios e oportunidades do ambiente e dos sistemas internos. Sobre as categorias de estratégias, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1738527 Administração Geral
Há modelos de estrutura organizacional. No modelo mecanicista, a definição da estrutura organizacional é apenas mais uma das muitas tarefas gerenciais, entre as quais o planejamento e o controle. O modelo mecanicista tem alguns princípios. Assinale a alternativa que nomeia o princípio que diz que os cargos devem ser agrupados conforme a especialidade.
Alternativas
Q1738526 Administração Geral
Estrutura Organizacional é o padrão dos cargos e dos grupos de cargos dentro de uma organização. Sobre estrutura organizacional, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A estrutura organizacional exerce uma grande fonte de influência e atua como recurso de controle ou de distinção das partes da organização. II. Toda organização é dotada de uma estrutura de cargos. III. Cargos não são os únicos componentes da organização.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1738524 Gestão de Pessoas
Os gestores das organizações formam equipes de trabalho pelos mais diversos motivos. Sobre esses motivos, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1738523 Gestão de Pessoas
Equipes são um tipo especial de grupo de tarefas, constituído de dois ou mais indivíduos responsáveis pelo cumprimento da meta ou do objetivo. As equipes podem ser classificadas em cinco categorias. Assinale a alternativa que dá nome à categoria de equipe que monitora, padroniza e aperfeiçoa processos de trabalho envolvendo diferentes partes da organização.
Alternativas
Q1738522 Gestão de Pessoas
O processo de desenvolvimento de um grupo tem um ciclo de maturidade. São cinco estágios. Assinale a alternativa que dá nome ao estágio que o grupo começa a trabalhar efetivamente junto.
Alternativas
Q1738521 Gestão de Pessoas
Grupo é um conjunto de indivíduos no qual o comportamento e/ou desempenho de um dos membros é influenciado pelo comportamento e/ou desempenho de outros membros. Assinale a alternativa que contém o tipo de grupo que é especificado no organograma da organização, é composto de subordinados que se reportam diretamente a um determinado supervisor.
Alternativas
Q1738520 Administração Geral

Sobre motivação, analise as afirmativas abaixo:


I. As teorias motivacionais podem ser classificadas em teorias de conteúdo ou de processo.

II. Uma teoria motivacional complexa e difícil de ser avaliada é a baseada na expectativa. Essa teoria examina os processos e as etapas seguidas por uma pessoa na busca e obtenção de resultados.

III. A teoria motivacional da equidade enfoca as percepções do indivíduo em relação ao nível de justiça e tratamento que ele recebe em comparação com outros indivíduos.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1738519 Administração Geral
Motivação são forças internas que atuam no empregado e que iniciam e direcionam comportamentos. O ponto de partida da motivação é o indivíduo. Assinale a alternativa que contém a ordem correta das teorias motivacionais de conteúdo e de processo, do ponto de vista de um gestor.
I. Buscar formas para satisfazer as necessidades. II. Componentes direcionado a metas. III. Necessidades. IV. Necessidades reavaliadas pelo emprego. V. Recompensar e punições. VI. Desempenho (avaliação das metas qualificadas).
Alternativas
Q1738518 Administração Geral
___ é aquilo que é percebido pelos empregados e a forma como essa percepção cria um padrão de crenças, valores e expectativas. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Alternativas
Q1738517 Administração Geral
Analise as afirmativas abaixo sobre as críticas à Administração por Processos e assinale a alternativa correta.
I. Dificuldade em estruturar processos que proporcionem resultados efetivos para as organizações. II. Descrença em processos administrativos por modismos e mal aplicados pelas organizações. III. Os processos vão se tornar, cada vez mais, focos de análises das realizações consolidadas nas organizações.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Respostas
981: B
982: A
983: A
984: D
985: B
986: D
987: E
988: C
989: B
990: E
991: B
992: D
993: E
994: C
995: C
996: B
997: A
998: D
999: E
1000: B