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Q3867470 Pedagogia
Durante uma aula preparatória para concurso público, o professor Eduardo explicou que a avaliação da alfabetização depende da definição do nível em que o estudante será considerado alfabetizado. Um aluno perguntou qual órgão é responsável por essa definição.
De acordo com o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, compete a:
Alternativas
Q3867469 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Durante uma formação continuada para professores da Educação Infantil, a coordenadora Karina propôs um exercício em grupo. Ela pediu aos docentes que identificassem corretamente a faixa etária que compõe a primeira infância, conforme previsto na legislação vigente. O professor Rômulo afirmou que uma criança de 6 anos completos ainda está na primeira infância, enquanto outra colega discordou, dizendo que o limite era até 5 anos.

Com base na Lei nº 13.257/2016, quem está com a informação correta? 
Alternativas
Q3867468 Pedagogia
Durante um curso de formação para professores de Educação Infantil, a candidata Janaína precisou responder a respeito dos princípios do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um dos princípios desse Compromisso: 
Alternativas
Q3867467 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com a Lei nº 13.257/2016, as políticas públicas voltadas ao atendimento dos direitos da criança na primeira infância serão elaboradas e executadas de forma a: 
Alternativas
Q3867466 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria, é considerado:
Alternativas
Q3867440 Pedagogia
Qual é a ideia central dos estudos de Lev Vygotsky na área educacional?
Alternativas
Q3867439 Pedagogia
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma definição sobre as metodologias ativas de ensino-aprendizagem. 
Alternativas
Q3867438 Pedagogia
“O meu respeito de professor à pessoa do educando, à sua curiosidade, à sua timidez, que não devo agravar com procedimentos inibidores, exige de mim o cultivo da __________.” (Paulo Freire)

Assinale a alternativa que completa corretamente o enunciado acima, em relação à pedagogia da autonomia freiriana. 
Alternativas
Q3867437 Português

Imagem associada para resolução da questão


A forma verbal destacada na expressão “uma olhada”, empregada na tirinha acima, apresentase:


Alternativas
Q3867436 Português
“Disgramado te alevanta dexa di cê              [priguiçoso O home qui num trabaia Num pode cumê gostoso É que trabaiá é muito bom, nué minha véa Mais é um poco arriscoso” (Ai D'eu Sodade – Xangai) 

Uma das características do trecho da canção acima é a diminuição de elementos em ditongos. Assinale a alternativa em que ambas as palavras se enquadram nesse caso. 
Alternativas
Q3867435 Português
Assinale a alternativa cujo elemento destacado apresenta função vocativa, indicando chamado.
Alternativas
Q3867434 Português
“As estatísticas apontam para uma melhoria enorme no padrão de vida no país. _______, ainda não podemos considerar esse fato como uma vitória.”

Assinale a alternativa que apresenta um elemento que completa corretamente a lacuna acima, mantendo a coerência do enunciado. 
Alternativas
Q3867433 Português
Assinale a alternativa cuja expressão corresponde a um sinônimo de valor positivo do verbo “morrer”.
Alternativas
Q3867432 Português
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é um modalizador, um termo que demonstra o ponto de vista do enunciador sobre o conteúdo apresentado. 
Alternativas
Q3867431 Português
“Sofri a influência de muitos poetas que nunca li.” (Adriane Garcia)

Em relação ao elemento destacado no período acima, é correto afirmar que se trata de um(a): 
Alternativas
Q3867430 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando?

    Uma amiga tem ideias curiosas sobre as escolas. Vivendo numa cidade do interior, viu-se diante da encruzilhada: “qual a melhor escola para o meu filho?”. Pôs-se a campo visitando as escolas tidas como as melhores, para conversar com os diretores. A cena se repetia. O diretor ou diretora se encantava com a perspectiva de uma matrícula a mais. Fazia seus melhores esforços para convencer a mãe. Mostrava as salas, os laboratórios, as quadras de esportes. Terminada a excursão, de volta à sala da diretoria, minha amiga tinha duas perguntas a fazer.

    “O senhor sabe, nosso mundo é competitivo, há o vestibular no horizonte, o mercado de trabalho. Gostaria de saber como sua escola lida com esses problemas...” O diretor, seguro de sua filosofia de educação, respondia:

    “Essa é nossa grande preocupação. Precisamos preparar as crianças para o futuro. Nossos professores são orientados no sentido de apertar as crianças ao máximo para que sejam vencedoras. Quanto a isso a senhora pode estar tranquila”. Aí ela continuava:

    “Sua resposta me esclareceu muito. Mas há uma última pergunta que quero fazer. As crianças passam apenas um período na escola. No outro período elas ficam com o tempo livre. O que fazer com esse tempo?”

    Respondia o diretor: “A resposta a essa pergunta já está implícita no que eu disse. Não permitimos que as crianças tenham esse tempo ocioso. Damos lições para casa de forma que não sobra tempo ocioso. Elas têm de trabalhar o dia inteiro”.

    Aí a minha amiga concluía:

    “Sabe, senhor diretor, acho que a infância é um tempo tão bonito que é triste apertar as crianças em nome de um futuro hipotético. As crianças não podem viver hoje em função do amanhã. A vida delas é no hoje. Se elas forem ‘apertadas’, vão acabar por odiar a escola e o aprender. Além do que, as crianças devem ter um tempo livre para viver suas próprias fantasias, para brincar. Se elas tiverem todo o seu tempo tomado por deveres de casa, perderão a alegria...”

    E com essas palavras despedia-se do diretor perplexo. (...)


ALVES, Rubem. Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando? Revista Educação. Disponível em <https://revistaeducacao.com.br/2025/10/15/rubem-alvescronica/>.
“Aí ela continuava: (...) ‘No outro período elas ficam com o tempo livre. O que fazer com esse tempo?’”

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima, de maneira correta, incluindo a pontuação adequada. 
Alternativas
Q3867429 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando?

    Uma amiga tem ideias curiosas sobre as escolas. Vivendo numa cidade do interior, viu-se diante da encruzilhada: “qual a melhor escola para o meu filho?”. Pôs-se a campo visitando as escolas tidas como as melhores, para conversar com os diretores. A cena se repetia. O diretor ou diretora se encantava com a perspectiva de uma matrícula a mais. Fazia seus melhores esforços para convencer a mãe. Mostrava as salas, os laboratórios, as quadras de esportes. Terminada a excursão, de volta à sala da diretoria, minha amiga tinha duas perguntas a fazer.

    “O senhor sabe, nosso mundo é competitivo, há o vestibular no horizonte, o mercado de trabalho. Gostaria de saber como sua escola lida com esses problemas...” O diretor, seguro de sua filosofia de educação, respondia:

    “Essa é nossa grande preocupação. Precisamos preparar as crianças para o futuro. Nossos professores são orientados no sentido de apertar as crianças ao máximo para que sejam vencedoras. Quanto a isso a senhora pode estar tranquila”. Aí ela continuava:

    “Sua resposta me esclareceu muito. Mas há uma última pergunta que quero fazer. As crianças passam apenas um período na escola. No outro período elas ficam com o tempo livre. O que fazer com esse tempo?”

    Respondia o diretor: “A resposta a essa pergunta já está implícita no que eu disse. Não permitimos que as crianças tenham esse tempo ocioso. Damos lições para casa de forma que não sobra tempo ocioso. Elas têm de trabalhar o dia inteiro”.

    Aí a minha amiga concluía:

    “Sabe, senhor diretor, acho que a infância é um tempo tão bonito que é triste apertar as crianças em nome de um futuro hipotético. As crianças não podem viver hoje em função do amanhã. A vida delas é no hoje. Se elas forem ‘apertadas’, vão acabar por odiar a escola e o aprender. Além do que, as crianças devem ter um tempo livre para viver suas próprias fantasias, para brincar. Se elas tiverem todo o seu tempo tomado por deveres de casa, perderão a alegria...”

    E com essas palavras despedia-se do diretor perplexo. (...)


ALVES, Rubem. Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando? Revista Educação. Disponível em <https://revistaeducacao.com.br/2025/10/15/rubem-alvescronica/>.
“Vivendo numa cidade do interior, viu-se diante da encruzilhada

A palavra destacada no trecho acima apresenta-se sob a seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q3867428 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando?

    Uma amiga tem ideias curiosas sobre as escolas. Vivendo numa cidade do interior, viu-se diante da encruzilhada: “qual a melhor escola para o meu filho?”. Pôs-se a campo visitando as escolas tidas como as melhores, para conversar com os diretores. A cena se repetia. O diretor ou diretora se encantava com a perspectiva de uma matrícula a mais. Fazia seus melhores esforços para convencer a mãe. Mostrava as salas, os laboratórios, as quadras de esportes. Terminada a excursão, de volta à sala da diretoria, minha amiga tinha duas perguntas a fazer.

    “O senhor sabe, nosso mundo é competitivo, há o vestibular no horizonte, o mercado de trabalho. Gostaria de saber como sua escola lida com esses problemas...” O diretor, seguro de sua filosofia de educação, respondia:

    “Essa é nossa grande preocupação. Precisamos preparar as crianças para o futuro. Nossos professores são orientados no sentido de apertar as crianças ao máximo para que sejam vencedoras. Quanto a isso a senhora pode estar tranquila”. Aí ela continuava:

    “Sua resposta me esclareceu muito. Mas há uma última pergunta que quero fazer. As crianças passam apenas um período na escola. No outro período elas ficam com o tempo livre. O que fazer com esse tempo?”

    Respondia o diretor: “A resposta a essa pergunta já está implícita no que eu disse. Não permitimos que as crianças tenham esse tempo ocioso. Damos lições para casa de forma que não sobra tempo ocioso. Elas têm de trabalhar o dia inteiro”.

    Aí a minha amiga concluía:

    “Sabe, senhor diretor, acho que a infância é um tempo tão bonito que é triste apertar as crianças em nome de um futuro hipotético. As crianças não podem viver hoje em função do amanhã. A vida delas é no hoje. Se elas forem ‘apertadas’, vão acabar por odiar a escola e o aprender. Além do que, as crianças devem ter um tempo livre para viver suas próprias fantasias, para brincar. Se elas tiverem todo o seu tempo tomado por deveres de casa, perderão a alegria...”

    E com essas palavras despedia-se do diretor perplexo. (...)


ALVES, Rubem. Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando? Revista Educação. Disponível em <https://revistaeducacao.com.br/2025/10/15/rubem-alvescronica/>.
Em relação ao texto “Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando?”, é correto afirmar que ele se estrutura a partir: 
Alternativas
Q3867427 Português

Imagem associada para resolução da questão


(“Novelo”, de Augusto de Campos)


Em relação ao texto acima, é correto afirmar que o autor explora: 

Alternativas
Q3867426 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Respostas
641: D
642: A
643: C
644: A
645: E
646: A
647: C
648: E
649: B
650: D
651: C
652: A
653: D
654: E
655: D
656: C
657: A
658: B
659: B
660: E