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I – Meninos apresentam frequência um pouco maior de TDAH do que as meninas.
II – A hiperatividade nem sempre atrapalha o processo de aprendizagem.
III – Quem apresenta TDAH é preguiçoso.
I – A atuação do psicopedagogo institucional é centrada no atendimento ao aluno dentro da instituição escolar.
II – A profissão do psicopedagogo foi regulamentada no final da década de 1990.
III – A atuação do psicopedagogo pode dar-se em escolas, hospitais, clínicas e empresas.
I – Pessoa com deficiência é aquela que tem impedimento de médio e longo prazo, de natureza física, mental ou sensorial e cuja participação plena na escola e na sociedade pode ser restringida, em interação com diversas barreiras.
II – O quadro de deficiência múltipla é caracterizado exclusivamente por fraturas provocadas por traumas e acidentes.
III – Alunos com transtorno global do desenvolvimento integram a categoria das pessoas com deficiência, dadas as características desses transtornos.
I – As dificuldades de aprendizagem não são decorrentes de problemas emocionais.
II – As crianças com dificuldades de aprendizagem não podem ser classificadas com deficiência na área intelectual.
III – Não há co-ocorrência de dificuldades de aprendizagem com outros transtornos de desenvolvimento, da personalidade ou conduta.
I – a discussão dos planos de AEE com todos os membros da equipe escolar.
II – o estudo e a identificação do problema pelo qual um aluno é encaminhado à Educação Especial.
III – a elaboração conjunta de planos de trabalho durante a construção do Projeto Pedagógico, em que a Educação Especial não é um tópico à parte da programação escolar.
I – Promover o desenvolvimento afetivo.
II – Promover o desenvolvimento social.
III – Socializar os conhecimentos disponíveis.
I – Visa apenas encontrar as justificativas para as dificuldades de aprendizagem da criança.
II – Visa explicitar o que é normal e patológico na família e na escola.
III – Evita colocar as crianças em contato com o sintoma.
I – Expandir o enfoque.
II – Satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem.
III – Regionalizar o acesso à educação e promover a equidade.
I – A aprendizagem ocorre especificamente a partir de uma intervenção indireta com o objeto de aprendizagem.
II – A ação do aprendiz sobre o mundo não exerce influência na sua aprendizagem.
III – As diferentes teorias concebem a aprendizagem de forma idêntica.
I – Nenhum fator é determinante no seu surgimento.
II – É diferente de Autismo, embora muitos autistas possam apresentar dificuldade para aprender.
III – São resultantes de problemas emocionais ou falta de acompanhamento familiar.
I – Adotar o princípio de educação inclusiva em forma de lei ou de política.
II – Desenvolver projetos de demonstração e encorajar intercâmbios em países que possuem experiências de escolarização inclusiva.
III – Investir maiores esforços em estratégias de identificação e intervenção precoces, bem como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva.
I – Movimento involuntário estimado.
II – Noção espacial.
III – Memória auditiva e visual.
I – É forma de inclusão de jovens e adultos no ensino médio apenas.
II – É forma de inclusão de crianças no ensino fundamental apenas.
III – É forma de promover a aprendizagem e o desenvolvimento de todos.
I – Durante muito tempo, a educação especial foi oferecida em instituições especializadas, escolas especiais e classes especiais, em substituição ao ensino comum.
II – O trabalho colaborativo entre os professores da sala de aula comum e os da sala de aula de recursos multifuncionais busca promover condições de aprendizagem da criança com deficiência.
III – O projeto pedagógico da escola deve articular a educação comum e a educação especial, visando atender às necessidades do educando.
I – Toda criança tem direito fundamental à educação, e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem.
II – Toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades que são iguais.
III – Sistemas educacionais deveriam ser designados e programas educacionais deveriam ser implementados no sentido de se levar em conta a vasta diversidade das características e necessidades das crianças.
I – Nos casos de transtornos médios a severos, a escola deve providenciar avaliação idêntica à dos demais alunos, priorizando a avaliação por escrito dos conteúdos.
II – Dizem respeito apenas à leitura.
III – Havendo transtorno de aprendizagem, o nível de realização da criança deve estar substancialmente abaixo do esperado para um aluno com a mesma idade, nível mental e escolarização.
I – Bom desempenho na escrita e na leitura.
II – Altas habilidades e superdotação.
III – Deficiência auditiva ou visual.
I – As atribuições do professor do AEE incluem orientar os profissionais da escola quanto à utilização de recursos e à organização das rotinas de trabalho, consoante as peculiaridades de cada estudante e da escola.
II – O AEE para os estudantes com TGD deve acontecer, preferencialmente, no turno da classe comum e na própria instituição educacional.
III – Compete ao profissional do AEE atuar como docente nas atividades de suplementação curricular específica para o estudante com TGD.