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Q3896891 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar


Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.


Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.


Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.


Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.


Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.


Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.


Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).


Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.


Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.


Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/desligar-uma-enzima-pode-evitar-a-obesidade-causada-por-excesso-alimentar/ 

A atuação dos macrófagos é apresentada como um ponto-chave na relação entre o sistema imunológico e o metabolismo.


De acordo com o texto, qual é o efeito negativo dessa ação quando ela se prolonga no tempo? 

Alternativas
Q3896890 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar


Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.


Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.


Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.


Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.


Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.


Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.


Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).


Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.


Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.


Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.


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A pesquisa destaca que a enzima CaMKK2 funciona como um "interruptor" que regula a atividade inflamatória dos macrófagos.


Nesse sentido, qual é o papel dessa proteína no equilíbrio metabólico do organismo?

Alternativas
Q3896889 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar


Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.


Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.


Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.


Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.


Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.


Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.


Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).


Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.


Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.


Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.


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O texto aborda uma descoberta científica que relaciona o funcionamento de uma enzima ao controle da obesidade.


Considerando o enfoque do autor, o principal valor do estudo descrito está em: 

Alternativas
Q3896888 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar


Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.


Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.


Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.


Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.


Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.


Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.


Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).


Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.


Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.


Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.


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Os resultados do experimento com ratos mostraram que a ausência da enzima trouxe benefícios mesmo com uma dieta rica em gordura.


O que essa observação sugere sobre o papel da CaMKK2 na obesidade?

Alternativas
Q3896887 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Desligar uma enzima pode evitar a obesidade causada por excesso alimentar


Talvez um dos enigmas mais complexos da saúde pública contemporânea, a prevenção da obesidade foi obtida pela primeira vez em uma prova de conceito conduzida por cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, e da Faculdade de Medicina Baylor, nos EUA.


Ao removerem uma enzima chamada CaMKK2 de células do sistema imune (macrófagos) de ratos de laboratório, os animais ficaram protegidos tanto contra a obesidade, quanto contra a resistência à insulina induzidas por dieta. O achado apresenta um alvo até então inédito para o tratamento dos distúrbios metabólicos.


Ao contrário do que muita gente pensa, a obesidade não se resume a "acumular gordura" no organismo. O processo também inclui alterações metabólicas, resistência à insulina — que faz o corpo acumular mais açúcar no sangue — e pequenas inflamações nos tecidos adiposos, no fígado e nos músculos.


Quando a pessoa ingere excesso de gordura ou açúcar, os macrófagos interpretam essa sobrecarga de nutrientes como um "perigo" ou estresse para o corpo (e é). Como são células do sistema imune, eles ativam uma inflamação local para digerir eventuais células mortas, remodelar o tecido e alertar o corpo sobre o problema.


Contudo, essa inflamação, que é protetora a curto prazo, torna-se um problema quando persiste por muito tempo, pois interfere no metabolismo da glicose e da insulina, gerando resistência e piorando a obesidade. Segundo os autores, a CaMKK2 ativa os macrófagos, ou seja, prolonga essa inflamação prejudicial.


Além de atuar como um interruptor nos macrófagos — decidindo se devem manter a inflamação ou encerrá-la —, a proteína CaMKK2 também conecta o sistema imune ao metabolismo, indicando se as células devem queimar ou armazenar combustíveis como glicose e gordura.


Para entender o papel dessa enzima na regulação da inflamação e no metabolismo corporal — quando a obesidade surge por ingestão excessiva de calorias, gordura e açúcar —, os autores criaram geneticamente ratos que não produziam a CaMKK2 nas células mieloides (originadas na medula óssea).


Divididos em dois grupos, ratos sem CaMKK2 e controles normais receberam uma dieta rica em gordura durante semanas. Em seguida, os pesquisadores avaliaram peso, gordura, gasto energético, alimentação, níveis de glicose e insulina, os tecidos adiposo e hepático, expressão gênica e metabolismo dos macrófagos.


Mesmo com a dieta hipercalórica, os roedores sem a CaMKK2 continuaram magros, pois queimaram mais energia sem reduzir o consumo alimentar. Também apresentaram baixos níveis de glicose e insulina, melhoraram a tolerância à glicose, o metabolismo dos tecidos e não acumularam gordura no fígado.


Em um comunicado, os autores explicam que, quando o gene CaMKK2 é retirado dos macrófagos, o tecido adiposo — que é na verdade um órgão que armazena gordura — passa a funcionar de maneira similar ao de pessoas metabolicamente saudáveis, ou seja, queimando energia eficientemente e sem inflamações.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/desligar-uma-enzima-pode-evitar-a-obesidade-causada-por-excesso-alimentar/ 

A narrativa científica explica que a obesidade envolve mais do que o simples acúmulo de gordura corporal.


Com base nas informações do texto, o que o autor pretende destacar ao longo dessa explicação? 

Alternativas
Q3896426 História
O Período Democrático no Brasil (1945−1964) foi marcado pelo fim do Estado Novo, redemocratização, surgimento de novos partidos políticos, liberdade de imprensa e realização de eleições diretas. No entanto, esse período também apresentou desafios estruturais, como crise econômica, concentração de renda, polarização ideológica entre conservadores e trabalhistas, conflitos federativos e a presença de movimentos sociais emergentes em meio à rápida urbanização e industrialização. Diversos governos adotaram estratégias diferenciadas para equilibrar modernização econômica, manutenção da ordem política e ampliação de direitos sociais. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3896425 História

A Idade Média (aproximadamente século V ao XV) foi marcada por profundas transformações políticas, sociais, econômicas e culturais na Europa e em outras regiões do mundo. Caracterizou-se pelo feudalismo, organização em reinos e senhores feudais, forte influência da Igreja Católica, economia agrária e artesanato local, além de intercâmbios culturais limitados e movimentos populacionais ocasionais. O período também testemunhou crises, como as invasões bárbaras, a Peste Negra e tensões religiosas e políticas. Analise as afirmativas a seguir:



I.O feudalismo estruturava a sociedade medieval em classes rígidas, com senhores feudais controlando terras e servos, mas não existiam obrigações mútuas nem laços de dependência entre vassalos e senhores.


II.A Igreja Católica desempenhava papel central na Idade Média, influenciando política, cultura, educação e economia, sendo responsável por legitimar o poder monárquico e promover a unidade espiritual.


III.A economia medieval era predominantemente agrária e local, com escassa circulação monetária e comércio limitado, especialmente nas fases iniciais do período.


IV.A Idade Média foi um período estático e isolado, sem intercâmbios culturais, avanços tecnológicos ou influências externas significativas sobre a Europa.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3896424 Pedagogia
O ensino de História visa desenvolver nos alunos a capacidade de compreender processos sociais, políticos, econômicos e culturais ao longo do tempo, estimulando o pensamento crítico, a análise de fontes e a construção de narrativas fundamentadas em evidências. O planejamento pedagógico deve considerar abordagens metodológicas diversificadas, como análise de documentos históricos, produção de mapas e linhas do tempo, debates, estudos de caso e utilização de tecnologias digitais, de modo a tornar o conhecimento histórico significativo e aplicável à compreensão do mundo contemporâneo. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896423 História
A República Contemporânea brasileira, iniciada a partir da Constituição de 1946, passou por momentos de democracia, autoritarismo e redemocratização, incluindo a Ditadura Militar (1964−1985) e a consolidação da Nova República (1985−atualidade). Esse período foi marcado por transformações políticas, econômicas e sociais, como industrialização, urbanização, expansão dos direitos civis e movimentos sociais. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896422 História

A conquista e colonização da América, iniciada no final do século XV, foi marcada por interações complexas entre europeus e povos indígenas, exploração econômica e imposição cultural. Os colonizadores europeus (portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e holandeses) organizaram sistemas de exploração territorial e produtiva, introduziram novas estruturas administrativas e sociais, e impactaram profundamente a demografia, cultura e organização das sociedades indígenas. O processo envolveu também tráfico de escravos africanos e a formação de economias coloniais voltadas para o mercado europeu. Analise as afirmativas a seguir:



I.A colonização portuguesa no Brasil estruturou-se inicialmente em torno do sistema de capitanias hereditárias, que descentralizou a administração e dependia da iniciativa privada, com resultados variados em termos de sucesso territorial e econômico.


II.A exploração colonial não provocou impactos significativos sobre as populações indígenas, que mantiveram suas formas de organização social e econômica intactas.


III.O tráfico de escravos africanos foi uma estratégia central para suprir a demanda por mão de obra nas plantações de açúcar e, posteriormente, em outras atividades econômicas, moldando a estrutura social das colônias.


IV.A colonização européia na América foi homogênea, sem diferenças nas políticas administrativas, econômicas e culturais entre os diversos impérios colonizadores.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3896421 História
Durante a História Moderna, especialmente entre os séculos XV e XVIII, a Europa passou por transformações políticas, econômicas e sociais marcantes. O Antigo Regime caracterizou-se por sociedades estamentalmente hierarquizadas, economia predominantemente agrária e presença marcante da monarquia absoluta. O absolutismo consolidou-se como modelo de governo em vários países europeus, com o rei concentrando poderes legislativo, executivo e judiciário, apoiado por instituições centralizadoras e pelo controle da nobreza e da Igreja. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3896420 História

O ensino de História deve articular conteúdos historiográficos e metodologias didáticas que permitam ao aluno compreender o passado de forma crítica, reconhecendo múltiplas interpretações, fontes históricas diversificadas e a construção social do conhecimento histórico. A metodologia do ensino deve englobar estratégias de análise de documentos, debates, projetos de pesquisa e recursos digitais, promovendo habilidades de investigação e pensamento reflexivo. Analise as afirmativas a seguir:



I.A historiografia no ensino de História não exige reflexão crítica sobre fontes e interpretações; basta apresentar os fatos como verdades absolutas e lineares.


II.A metodologia do ensino de História deve incluir análise de fontes primárias e secundárias, permitindo aos alunos comparar diferentes versões de eventos e desenvolver capacidade de argumentação.


III.O conhecimento historiográfico é dinâmico e pode apresentar múltiplas interpretações, sendo fundamental estimular a análise crítica e o debate em sala de aula.


IV.O uso de projetos de pesquisa, debates e recursos digitais não contribui para o desenvolvimento da compreensão historiográfica, sendo métodos secundários à memorização de conteúdos.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3896419 História

O mundo contemporâneo se consolidou a partir do final do século XVIII e ao longo do século XIX, marcado por profundas transformações políticas, econômicas, sociais e culturais. A Revolução Industrial, o Iluminismo, as Revoluções Francesa e Americana, o desenvolvimento do capitalismo industrial e os movimentos de independência nas Américas moldaram novas estruturas de poder, economia e sociedade. Esse período também promoveu mudanças nas relações internacionais, acelerou processos de urbanização e estabeleceu bases para o mundo globalizado atual. Analise as afirmativas a seguir:



I.A Revolução Industrial foi um processo exclusivamente europeu, sem impactos sociais ou econômicos significativos em outras regiões do mundo.


II.Os ideais iluministas influenciaram revoluções políticas, promovendo conceitos de cidadania, direitos individuais e mudanças na organização do Estado.


III.O capitalismo industrial reorganizou a economia global, estimulando urbanização, migrações e transformações sociais, como o surgimento da classe operária.


IV.Os movimentos de independência nas Américas foram totalmente isolados e não tiveram relação com ideias políticas, econômicas ou culturais provenientes da Europa.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3896418 História
A Era Vargas, marcada por dois períodos no Brasil (1930−1945 e 1951−1954), foi um momento de profunda transformação política, econômica e social. O governo de Getúlio Vargas buscou centralizar o poder, industrializar o país, modernizar a administração pública e criar mecanismos de controle sobre movimentos sindicais e partidos políticos. As políticas trabalhistas, como a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e a promoção de indústrias estratégicas refletiram o projeto de nacional-desenvolvimentismo, enquanto medidas autoritárias e censura marcaram aspectos do Estado Novo (1937−1945). Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896417 História

As civilizações da Antiguidade Oriental e Ocidental desenvolveram-se de maneira distinta, refletindo formas de organização política, econômica, social e cultural próprias de seus contextos geográficos, climáticos e históricos. Enquanto as civilizações orientais frequentemente se estruturavam em Estados centralizados e sociedades agrícolas, as ocidentais desenvolveram cidades-estado e experiências democráticas ou republicanas, com diferentes contribuições para a cultura, ciência e direito. Relacione as civilizações da Coluna A com suas características correspondentes na Coluna B:



Coluna A − Civilizações

1.Mesopotâmia

2.Egito

3.Grécia Antiga

4.Roma Antiga


Coluna B − Características

(__)Civilização marcada por cidades-estado, filosofia, teatro e experiências democráticas em Atenas.

(__)Estrutura política centralizada no faraó, agricultura dependente do rio Nilo e construção de monumentos como pirâmides.

(__)Primeiro grande Estado centralizado da Mesopotâmia, com códigos legais, escrita cuneiforme e economia agrícola irrigada.

(__)República e Império com forte sistema jurídico, engenharia avançada e expansão territorial através da guerra e conquista.



Assinale a sequência correta de cima para baixo:

Alternativas
Q3896416 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme instituído no Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei n° 8.069/1990, Art. 18, é dever (X) velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor. Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
Alternativas
Q3896415 Pedagogia
O Projeto Político Pedagógico tem algumas características que o definem, por ele ser político no sentido de compromisso com a formação do cidadão para um tipo de sociedade e por ser pedagógico, no sentido de definir as ações educativas e as características necessárias às escolas de cumprirem seus propósitos e sua intencionalidade. Dentre essas características, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3896414 Português

Na sociedade da informação, é necessário resgatar o sentido da educação como um direito moral e uma necessidade social, e não apenas como um espaço de formação de competências exigidas pelos novos tempos. Essa sociedade do século XXI é caracterizada pelo conhecimento, exigindo que as pessoas sejam mais capacitadas e preparadas para o exercício profissional. Além disso, valoriza-se a subjetividade, a ação social e a vida cotidiana, o que requer novas crenças, epistemologias e parâmetros. A ênfase na subjetividade torna-se um novo paradigma, voltado à valorização do ser humano em sua totalidade, refletindo-se em novos valores e ideias.


Fonte: Kullok, 2000 apud SCHAFRANSKI, Márcia Derbli. A Educação e as Transformações da Sociedade. Publ. UEPG Ci. Hum., Ci. Soc. Apl., Ling., Letras e Artes, Ponta Grossa, 13 (2) 101-112, dez. 2005.


De acordo com o texto, assinale a alternativa que destoa do que está escrito.

Alternativas
Q3896413 Pedagogia
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em seu Artigo 21, estabelece que a educação brasileira organiza-se em dois níveis: educação básica e educação superior. A educação básica tem como finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe uma formação comum indispensável ao exercício da cidadania e oferecer meios para o progresso no trabalho e em estudos posteriores. A educação básica compreende três etapas: educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Dessa forma, a educação básica é assim denominada porque é considerada: 
Alternativas
Q3896412 Pedagogia

A avaliação mediadora tem como finalidade observar, acompanhar e promover melhorias na aprendizagem. É individual (não comparativa), fundamentada em princípios éticos e de respeito à diversidade, buscando uma educação inclusiva e significativa para toda a vida. Com base nesses princípios, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):



(__)Todos os alunos aprendem, e esse é o princípio ético de valorização das diferenças.


(__)Os alunos aprendem mais quando têm melhores oportunidades de aprendizagem, segundo o princípio pedagógico da ação docente investigativa.


(__)As aprendizagens significativas não são para toda a vida, conforme o princípio do provisório.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

Alternativas
Respostas
1161: B
1162: A
1163: C
1164: D
1165: D
1166: C
1167: D
1168: B
1169: C
1170: A
1171: B
1172: D
1173: B
1174: C
1175: D
1176: D
1177: C
1178: D
1179: A
1180: A