Questões de Concurso Para prefeitura de são josé dos campos - sp

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Q1706419 Matemática
A receita do mês de dezembro de 2017 de certa empresa teve um aumento de 25% em relação à média aritmética dos demais meses de 2017. Sabendo que a média aritmética das receitas mensais dessa empresa durante todo o ano de 2017 foi igual a R$ 2,45 milhões, é correto afirmar que a receita do mês de dezembro foi de
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Q1706418 Matemática
Sabe-se que Arthur assinalou respostas corretas em metade do número total de questões de certa prova objetiva, que assinalou respostas incorretas em um número de questões que corresponde a 3/4 do número de questões que acertou e que deixou n questões sem resposta, por falta de tempo. Suponha que ele tivesse respondido de forma correta essas n questões. Nesse caso, do número total de questões dessa prova, ele teria acertado:
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Q1706417 Matemática
Um lojista aplicou dois aumentos sucessivos de 10% sobre um preço unitário P e obteve o preço P1 , que é R$ 84,00 maior que P. Para pagamento à vista, o lojista oferece um desconto de 10% sobre P1 e, nesse caso, o preço unitário será de
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Q1706416 Matemática
O saldo da conta corrente bancária da empresa X ficou negativo em outubro, resultado de R$ 4,39 milhões de depósitos e R$ 4,44 milhões de retiradas efetuadas durante o mês. Sabendo-se que as retiradas ocorridas em novembro somaram R$ 4,82 milhões e que, nesse bimestre, o valor total depositado superou o valor total retirado em R$ 2,12 milhões, é correto afirmar que o valor dos depósitos efetuados em novembro foi igual a
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Q1706415 Português
    A ciência era aquilo_______ os economistas chamam de “externalidade”, uma atividade que tem efeito econômico, mas________ custo ou benefício não é reconhecido nos preços do mercado. Há externalidades positivas ou negativas.

    Enquanto Paul Romer descobriu como medir o efeito positivo das ideias e invenções dentro da economia, seu co-laureado dedicou-se_______ decifração da principal externalidade negativa contemporânea:________ emissão de gases responsáveis pelas mudanças climáticas.

(Hélio Gurovitz, Época, 15.10.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, com as informações respectivamente acrescentadas aos trechos destacados no texto, atende-se à norma-padrão de pontuação.
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Q1706414 Português
    A ciência era aquilo_______ os economistas chamam de “externalidade”, uma atividade que tem efeito econômico, mas________ custo ou benefício não é reconhecido nos preços do mercado. Há externalidades positivas ou negativas.

    Enquanto Paul Romer descobriu como medir o efeito positivo das ideias e invenções dentro da economia, seu co-laureado dedicou-se_______ decifração da principal externalidade negativa contemporânea:________ emissão de gases responsáveis pelas mudanças climáticas.

(Hélio Gurovitz, Época, 15.10.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas no texto.
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Q1706413 Português
Assinale a alternativa que apresenta enunciado redigido de acordo com a norma-padrão de regência e colocação pronominal.
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Q1706412 Português
É correto afirmar que o efeito de humor na tira decorre
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Q1706411 Português
    O senhor argumenta que a inteligência artificial poderá introduzir novas formas de preconceito. Como isso se daria?

    No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva. Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso que a média. Bancos e outras corporações já estão usando algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo, é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento, seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes, o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros, esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?

(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta versão livre de trecho do texto, redigida de acordo com a norma-padrão de concordância.
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Q1706410 Português
    O senhor argumenta que a inteligência artificial poderá introduzir novas formas de preconceito. Como isso se daria?

    No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva. Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso que a média. Bancos e outras corporações já estão usando algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo, é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento, seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes, o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros, esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?

(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
Observe o emprego das expressões destacadas em negrito na seguinte passagem:
Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado.
Assinale a alternativa que reescreve trecho dessa passagem empregando corretamente essas expressões.
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Q1706409 Português
    O senhor argumenta que a inteligência artificial poderá introduzir novas formas de preconceito. Como isso se daria?

    No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva. Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso que a média. Bancos e outras corporações já estão usando algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo, é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento, seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes, o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros, esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?

(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
É correto afirmar que a conjunção destacada na passagem do primeiro parágrafo – Em breve, porém, teremos de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva. – introduz uma afirmação que
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Q1706408 Português
    O senhor argumenta que a inteligência artificial poderá introduzir novas formas de preconceito. Como isso se daria?

    No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva. Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso que a média. Bancos e outras corporações já estão usando algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo, é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento, seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes, o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros, esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?

(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
As expressões destacadas na passagem – Bancos e outras corporações estão usando algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar decisões que nos afetam. – expressam em relação às ações a que se vinculam, correta e respectivamente, as noções de
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Q1706407 Português
    O senhor argumenta que a inteligência artificial poderá introduzir novas formas de preconceito. Como isso se daria?

    No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva. Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso que a média. Bancos e outras corporações já estão usando algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo, é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento, seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes, o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros, esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?

(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
É correto afirmar que, do ponto de vista do entrevistado, uma nova forma de preconceito associada à inteligência artificial é
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Q1706406 Português
    O senhor argumenta que a inteligência artificial poderá introduzir novas formas de preconceito. Como isso se daria?

    No passado, tínhamos de lidar com a discriminação coletiva contra categorias inteiras. Em breve, porém, teremos de lidar com a discriminação individual, não mais coletiva. Será o preconceito com base em dados coletados sobre cada pessoa – informações que podem revelar que alguém é péssimo em matemática, ou um mau vizinho, ou mais preguiçoso que a média. Bancos e outras corporações já estão usando algoritmos para analisar dados pessoais para só então tomar decisões que nos afetam. Quando se solicita um empréstimo, é provável que seu analista seja uma inteligência artificial. O algoritmo analisa dados como seu histórico de pagamento, seu grau de escolaridade e até a frequência de uso de seu plano de saúde para saber se você é confiável. Muitas vezes, o robô faz um trabalho melhor do que o funcionário de carne e osso. O problema é que, quando o algoritmo discrimina alguém injustamente, é difícil detectar isso. Se o banco se recusa a lhe conceder um empréstimo e você pergunta por quê, a resposta é “o algoritmo negou”. Aí você retruca: “Por que o algoritmo disse não?”. Ao que eles respondem: “Não sabemos”. Nenhum funcionário entende o algoritmo porque ele é baseado no que se chama de aprendizado de máquina avançado. Quando as pessoas discriminam grupos inteiros, esses coletivos se unem, se organizam e protestam. Mas e se o preconceito tem origem em um algoritmo que pode discriminar um único indivíduo apenas por ser quem é?

(Veja, 29.08.2018. Adaptado)
Um aspecto negativo na inteligência artificial sugerido pelo entrevistado é
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Q958829 Contabilidade Pública
Em conformidade com a Lei n° 4.320/64, a Receita Pública/Orçamentária, para fins contábeis, quanto ao impacto na situação patrimonial líquida, pode ser “efetiva” ou “não efetiva”. Dessa forma, a Receita Orçamentária Efetiva é aquela em que
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Q958828 Contabilidade Pública
De acordo com a Lei n° 4.320/64, em seu artigo 35, os dispêndios, assim como os ingressos, são tipificados em orçamentários e extraorçamentários. Dessa forma, pertencem ao exercício financeiro as receitas
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Q958827 Contabilidade Pública
A Demonstração dos Fluxos de Caixa, aplicada ao setor público, deve ser elaborada pelo método direto ou indireto e evidenciar as movimentações havidas no caixa e seus equivalentes, nos seguintes fluxos:
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Q958826 Contabilidade Pública
As normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor público determinam que o Balanço Financeiro evidencia
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Q958825 Administração Financeira e Orçamentária
Em conformidade com o art. 4° da LC 101/00, a lei de diretrizes orçamentárias atende a Constituição Federal e ainda dispõe sobre o equilíbrio entre receitas e despesas. Adicionalmente, também dispõe sobre
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Q958824 Contabilidade Pública
De acordo com as normas brasileiras de contabilidade aplicadas ao setor público, os passivos devem ser classificados como circulante quando satisfizerem um dos seguintes critérios:
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Respostas
4321: B
4322: D
4323: E
4324: D
4325: A
4326: E
4327: D
4328: B
4329: E
4330: C
4331: B
4332: A
4333: D
4334: C
4335: B
4336: A
4337: E
4338: C
4339: B
4340: A