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Q1706414 Português
    A ciência era aquilo_______ os economistas chamam de “externalidade”, uma atividade que tem efeito econômico, mas________ custo ou benefício não é reconhecido nos preços do mercado. Há externalidades positivas ou negativas.

    Enquanto Paul Romer descobriu como medir o efeito positivo das ideias e invenções dentro da economia, seu co-laureado dedicou-se_______ decifração da principal externalidade negativa contemporânea:________ emissão de gases responsáveis pelas mudanças climáticas.

(Hélio Gurovitz, Época, 15.10.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas no texto.
Alternativas

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Tema central: Gramática normativa – especialmente pronomes relativos (“que”, “cujo”) e regência com uso ou não de crase.

Análise das lacunas e justificativa da alternativa correta:

1ª lacuna: “aquilo que os economistas chamam...”
 O pronome relativo “que” retoma “aquilo” e introduz uma explicação. Não há preposição exigida nesse caso.

2ª lacuna: “mas cujo custo ou benefício não é reconhecido...”
 Aqui, o pronome relativo “cujo” expressa ideia de posse (o custo/benefício é da externalidade). Segue a norma: não se usa artigo após “cujo”, e ele se liga diretamente ao substantivo.

3ª lacuna: “dedicou-se à decifração...”
 Verbo “dedicar-se” pede a preposição “a”; “decifração” é feminino e exige artigo. Somando preposição + artigo, ocorre a crase, formando “à”. Exemplo: “Ela se dedicou à pesquisa”.

4ª lacuna:a emissão de gases...”
 Neste caso, “emissão” está apenas com o artigo definido feminino “a”. Não há verbo que exija preposição, então não há crase.

Alternativa correta: E) que … cujo … à … a

Análise das alternativas incorretas:

A) “a que … que o … a … a”
Erra na 1ª e 2ª lacunas: “a que” é desnecessário (não exige preposição); “que o” é incorreto pois não marca a relação de posse.

B) “que … que o … à … à”
Erra na 2ª lacuna (“que o”) e na 4ª (“à emissão” não pede crase, pois não há preposição exigida).

C) “à que … cujo o … a … à”
“à que” e “cujo o” são formas incorretas; “cujo” nunca admite artigo (“o”) após si.

D) “a que … cujo … à … à”
Erro na 1ª lacuna (“a que” desnecessário) e 4ª (“à emissão” inadequada).

Pegadinha clássica: Usar crase em “à emissão” é um erro comum. Lembre-se: só ocorre crase se houver a fusão de preposição exigida pelo termo regente com artigo feminino.

Referências: Bechara (*Moderna Gramática Portuguesa*) e Cunha & Cintra (*Nova Gramática do Português Contemporâneo*) reforçam essas regras de pronomes relativos e uso da crase.

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Assertiva E

que … cujo … à … a

  A ciência era aquilo___que ____ os economistas chamam de “externalidade”, uma atividade que tem efeito econômico, mas___cujo_____ custo ou benefício não é reconhecido nos preços do mercado. Há externalidades positivas ou negativas.

    Enquanto Paul Romer descobriu como medir o efeito positivo das ideias e invenções dentro da economia, seu co-laureado dedicou-se___à____ decifração da principal externalidade negativa contemporânea:__ a______ emissão de gases responsáveis pelas mudanças climáticas.

gaba E

 A ciência era aquilo QUE os economistas chamam de “externalidade”, uma atividade que tem efeito econômico, mas CUJO custo ou benefício não é reconhecido nos preços do mercado. Há externalidades positivas ou negativas.

    Enquanto Paul Romer descobriu como medir o efeito positivo das ideias e invenções dentro da economia, seu co-laureado dedicou-se À decifração da principal externalidade negativa contemporânea: A emissão de gases responsáveis pelas mudanças climáticas.

uma dica no uso da CRASE é substituir o termo feminino subsequente por masculino. Se aparecer AO vai crase!

 

...dedicou-se À decifração da principal externalidade

...  dedicou-se AO desvio da principal externalidade

pertencelemos!

Não insira nada após seu cujo

O que eu não entendi? CUJO indica posse, mas ele também deve vir IMEDIATAMENTE após o substativo o qual se refere. O gab "E" não está errado?!

GAB. E

que … cujo … à … a

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