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Q1292295 Direito Constitucional

O Tribunal Constitucional Federal da Alemanha julgou em 1973 um caso emblemático, com repercussão mundial (Lebach I / 35 BVerfGE 202 – 1973), em que se proibiu a transmissão televisiva de documentário sobre cidadão preso às vésperas da soltura. O Tribunal ponderou que a transmissão poderia prejudicar a ressocialização do indivíduo e que, pelo decorrer do tempo, não subsistiria interesse público significativo na divulgação do fato.


Considerando-se o caso apresentado e a sua repercussão mundial, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1292294 Direito Constitucional

Veja a charge de Miguel Paiva, publicada no jornal O Estado de São Paulo, em 05/10/1988:


Imagem associada para resolução da questão


Considerando a teoria e efetividade dos direitos e garantias fundamentais no Brasil, bem como a temática da charge, assinale a opção correta:

Alternativas
Q1292293 Português

Analise a tira da cartunista Laerte para responder à questão.



Considere as seguintes afirmações sobre a tira:


I - A polissemia do verbo aspirar e a contraposição entre o aspirador de pó e o diploma nas mãos do personagem da esquerda dão tom de humor à tira.

II - Em “Eu aspirava a um cargo melhor”, o verbo indica uma ação que se repetia com frequência no passado.

III - O uso do imperativo (“capriche”) evidencia que o personagem da direita ocupa um cargo hierarquicamente superior ao outro.

IV - “Então” poderia ser substituído por “Para isso” sem prejuízo de sentido na fala do personagem da direita.


Estão corretas apenas as afirmações:

Alternativas
Q1292292 Português

Analise a tira da cartunista Laerte para responder à questão.



O sentido de aspirar pretendido pelo personagem da tira é:
Alternativas
Q1292291 Português

Leia a coluna do psicanalista Contardo Calligaris, publicada no jornal Folha de S. Paulo em 13/02/2020, e responda à questão.


Segundo o dicionário Houaiss, a anáfora é um “processo pelo qual um termo gramatical (um pronome ou um advérbio de lugar, p. ex.) retoma a referência de um sintagma anteriormente usado na mesma frase ou discurso”.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente as relações anafóricas presentes no texto.

Alternativas
Q1292290 Português

Leia a coluna do psicanalista Contardo Calligaris, publicada no jornal Folha de S. Paulo em 13/02/2020, e responda à questão.


Considere as seguintes afirmações sobre a pontuação do texto:


I - Em “no fim do séc. 19” (linhas 11 e 12) e “em 1440” (linha 27), as vírgulas foram usadas para isolar os adjuntos adverbiais.

II - Em “A Igreja não gostou, e eles foram eliminados” (linha 60) o uso da vírgula antes da conjunção “e” está correto.

III - “David Hilbert” (linha 16) e “filósofo cristão” (linhas 26 e 27) são vocativos, por isso devem vir separados por vírgulas.

IV - A vírgula antes de “longe disso” (linha 34) indica elipse do verbo acreditar.


Estão corretas apenas as afirmações:

Alternativas
Q1292289 Português

Leia a coluna do psicanalista Contardo Calligaris, publicada no jornal Folha de S. Paulo em 13/02/2020, e responda à questão.


Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1292288 Português

Leia a coluna do psicanalista Contardo Calligaris, publicada no jornal Folha de S. Paulo em 13/02/2020, e responda à questão.


Considere o seguinte trecho e assinale a alternativa que apresenta a informação correta sobre os termos destacados.


“Ignorabimus”, em latim, é uma voz verbal, que significa ignoraremos, e que ficou famosa por causa de um fisiologista alemão que, no fim do século 19, escreveu que sempre haveria coisas que a ciência não alcança: ignoramos e ignoraremos, foram as palavras dele.

Alternativas
Q1292287 Português

Leia a coluna do psicanalista Contardo Calligaris, publicada no jornal Folha de S. Paulo em 13/02/2020, e responda à questão.


Considere as seguintes afirmações sobre o texto:


I - O autor menciona o sermão da montanha para endossar a proibição aos livros, filmes e às demais produções culturais.

II - Enquanto os ignorantes valorizam a busca pelo saber, os ignorábimus exaltam a própria ignorância.

III - Os simples de espírito são aqueles que não tiveram a oportunidade de acessar o conhecimento.

IV - Os pobres de espírito da atualidade cultivam os mesmos princípios que seus antepassados dos séculos 12 e 16.


Estão corretas apenas as afirmações:

Alternativas
Q1292286 Português

Leia a coluna do psicanalista Contardo Calligaris, publicada no jornal Folha de S. Paulo em 13/02/2020, e responda à questão.


Em “São os mentecaptos que proíbem livros que nunca leram”, a palavra em destaque poderia ser substituída sem prejuízo de sentido por:
Alternativas
Q1235288 Gastronomia
Em qual método de cocção ocorre a formação do fond, o qual pode ser aproveitado para o preparo de molhos?
Alternativas
Q1235262 Nutrição
O Ponto Crítico de Controle pode ser definido como uma operação prática para prevenção de doenças transmitidas por alimentos, conforme o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (Sistema APPCC). Qual operação tem efeito bactericida para micro-organismos, na sua forma vegetativa?
Alternativas
Q1223053 Português
Assinale a alternativa correta segundo a gramática normativa:
Alternativas
Q1222901 Português
A pontuação é um recurso da língua escrita para, basicamente, organizar o enunciado. Considerando isso, assinale a alternativa em que a pontuação esteja corretamente empregada – todos os excertos foram extraídos de: https://educacao.estadao.com.br/blogs/dreamkids/a- importancia-da-educacao-infantil-3/ (com adaptações):
Alternativas
Q1212401 Português
Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo O jurista francês René Cassin não queria proteger um ou outro grupo específico de pessoas quando disse: “Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo”. Um dos autores do texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, o ganhador do Nobel da Paz de 1968 incluiu todos os homo sapiens naquela frase célebre. Morto em 1976, aos 88 anos, Cassin seria uma ótima pessoa para invocar diante de compreensões equivocadas sobre a expressão “direitos humanos”, quase 70 anos depois da adoção do texto pela comunidade internacional. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afirma que os direitos humanos “são um pré-requisito para uma sociedade pacífica”. Mas a mesma mensagem alerta para desafios no caminho dessa paz, como a desigualdade social, os conflitos gerados pelas mudanças climáticas e as visões extremistas que se espalham pelo mundo. Segundo o coordenador do Setor de Ciências Naturais e Sociais da Unesco no Brasil, Fabio Eon, os direitos humanos estão sendo alvo de uma onda conservadora que trata a expressão como algo politizado. — Existe hoje uma tendência a enxergar direitos humanos como algo ideológico, o que é um equívoco. Os direitos humanos não são algo da esquerda ou da direita. São de todos, independentemente de onde você nasceu ou da sua classe social. É importante enfatizar isso para frear essa onda conservadora — ressalta Eon, que sugere um remédio para o problema: — Precisamos promover uma cultura de direitos humanos. Pouca gente conhece os artigos do texto. O tema poderia, por exemplo, estar dentro das escolas como um assunto transversal. Precisamos romper com esse ranço, essa mentalidade machista e retrógrada que age pela violação dos direitos humanos. Dados divulgados em outubro de 2018 mostram a falta de entendimento sobre o assunto. De acordo com a pesquisa Pulso Brasil, do Instituto Ipsos, seis em cada dez brasileiros se dizem “a favor” dos direitos humanos. Mas, ao mesmo tempo, 63% dos entrevistados acham que os “direitos humanos defendem mais os bandidos que as vítimas”. A percepção chega a 79% na região Norte do Brasil. E alcança 76% entre as pessoas com ensino superior. Além disso, uma em cada cinco pessoas se declarou contra a própria existência dos direitos humanos. Ainda de acordo com a pesquisa, 43% dos brasileiros evitam falar sobre o assunto com outras pessoas, com medo de serem vistas como alguém que defende bandidos. Para o pesquisador Cézar Muñoz, da organização Humans Rights Watch no Brasil, a promoção dos direitos humanos gerou uma série de avanços na sociedade. Mas ele também vê com preocupação a deturpação de sentido que ocorre no Brasil. — A percepção no país está distorcida por causa das pessoas que acham que os direitos humanos só protegem as minorias. Organizações como a nossa se dedicam a monitorar violações dos direitos humanos, o que ocorre frequentemente contra as minorias. Mas o último relatório que escrevi foi sobre violência doméstica, um problema que não afeta um grupo pequeno de pessoas. É generalizado, ocorre em todas as regiões do país — afirma o pesquisador. Adotada na terceira sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, ainda sob o trauma da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é composta por 30 artigos que expressam garantias individuais que devem ser usufruídas por todas pessoas, como o direito à vida, à liberdade e à segurança. Embora não seja vinculante, o documento serviu de inspiração para diferentes constituições federais e também embasou reações da comunidade internacional diante de violações de direitos humanos no mundo, como durante a guerra civil que eclodiu na Bósnia e Herzegovina, em 1992, o genocídio étnico ocorrido em Ruanda, em 1994, e os conflitos que assolam o Sudão do Sul, desde 2013, gerando desabrigados, fome e mortes. A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, disse que a declaração afirma os valores que devem guiar as democracias. “Vamos nos unir para assegurar que a promessa de paz e justiça apoiada pela democracia seja cumprida”. Fonte: com informações do *O Globo. FONTE: https://www.revistaprosaversoearte.com/nao-havera-paz-neste-planeta- enquanto-os-direitos-humanos-forem-violados-em-alguma-parte-do-mundo/
Considerando a passagem “É importante enfatizar isso para frear essa onda conservadora”, o termo em destaque recupera, por coesão:
Alternativas
Q1212317 Português
Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo O jurista francês René Cassin não queria proteger um ou outro grupo específico de pessoas quando disse: “Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo”. Um dos autores do texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, o ganhador do Nobel da Paz de 1968 incluiu todos os homo sapiens naquela frase célebre. Morto em 1976, aos 88 anos, Cassin seria uma ótima pessoa para invocar diante de compreensões equivocadas sobre a expressão “direitos humanos”, quase 70 anos depois da adoção do texto pela comunidade internacional. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afirma que os direitos humanos “são um pré-requisito para uma sociedade pacífica”. Mas a mesma mensagem alerta para desafios no caminho dessa paz, como a desigualdade social, os conflitos gerados pelas mudanças climáticas e as visões extremistas que se espalham pelo mundo. Segundo o coordenador do Setor de Ciências Naturais e Sociais da Unesco no Brasil, Fabio Eon, os direitos humanos estão sendo alvo de uma onda conservadora que trata a expressão como algo politizado. — Existe hoje uma tendência a enxergar direitos humanos como algo ideológico, o que é um equívoco. Os direitos humanos não são algo da esquerda ou da direita. São de todos, independentemente de onde você nasceu ou da sua classe social. É importante enfatizar isso para frear essa onda conservadora — ressalta Eon, que sugere um remédio para o problema: — Precisamos promover uma cultura de direitos humanos. Pouca gente conhece os artigos do texto. O tema poderia, por exemplo, estar dentro das escolas como um assunto transversal. Precisamos romper com esse ranço, essa mentalidade machista e retrógrada que age pela violação dos direitos humanos. Dados divulgados em outubro de 2018 mostram a falta de entendimento sobre o assunto. De acordo com a pesquisa Pulso Brasil, do Instituto Ipsos, seis em cada dez brasileiros se dizem “a favor” dos direitos humanos. Mas, ao mesmo tempo, 63% dos entrevistados acham que os “direitos humanos defendem mais os bandidos que as vítimas”. A percepção chega a 79% na região Norte do Brasil. E alcança 76% entre as pessoas com ensino superior. Além disso, uma em cada cinco pessoas se declarou contra a própria existência dos direitos humanos. Ainda de acordo com a pesquisa, 43% dos brasileiros evitam falar sobre o assunto com outras pessoas, com medo de serem vistas como alguém que defende bandidos. Para o pesquisador Cézar Muñoz, da organização Humans Rights Watch no Brasil, a promoção dos direitos humanos gerou uma série de avanços na sociedade. Mas ele também vê com preocupação a deturpação de sentido que ocorre no Brasil. — A percepção no país está distorcida por causa das pessoas que acham que os direitos humanos só protegem as minorias. Organizações como a nossa se dedicam a monitorar violações dos direitos humanos, o que ocorre frequentemente contra as minorias. Mas o último relatório que escrevi foi sobre violência doméstica, um problema que não afeta um grupo pequeno de pessoas. É generalizado, ocorre em todas as regiões do país — afirma o pesquisador. Adotada na terceira sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, ainda sob o trauma da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é composta por 30 artigos que expressam garantias individuais que devem ser usufruídas por todas pessoas, como o direito à vida, à liberdade e à segurança. Embora não seja vinculante, o documento serviu de inspiração para diferentes constituições federais e também embasou reações da comunidade internacional diante de violações de direitos humanos no mundo, como durante a guerra civil que eclodiu na Bósnia e Herzegovina, em 1992, o genocídio étnico ocorrido em Ruanda, em 1994, e os conflitos que assolam o Sudão do Sul, desde 2013, gerando desabrigados, fome e mortes. A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, disse que a declaração afirma os valores que devem guiar as democracias. “Vamos nos unir para assegurar que a promessa de paz e justiça apoiada pela democracia seja cumprida”. Fonte: com informações do *O Globo. FONTE: https://www.revistaprosaversoearte.com/nao-havera-paz-neste-planeta- enquanto-os-direitos-humanos-forem-violados-em-alguma-parte-do-mundo/
Em “(...) Cassin seria uma ótima pessoa para invocar diante de compreensões equivocadas sobre a expressão “direitos humanos”(...)”, a forma verbal em destaque, no tempo e no modo como foi usada, indica:
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Q1212065 Português
Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo O jurista francês René Cassin não queria proteger um ou outro grupo específico de pessoas quando disse: “Não haverá paz neste planeta enquanto os direitos humanos forem violados em alguma parte do mundo”. Um dos autores do texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948, o ganhador do Nobel da Paz de 1968 incluiu todos os homo sapiens naquela frase célebre. Morto em 1976, aos 88 anos, Cassin seria uma ótima pessoa para invocar diante de compreensões equivocadas sobre a expressão “direitos humanos”, quase 70 anos depois da adoção do texto pela comunidade internacional. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) afirma que os direitos humanos “são um pré-requisito para uma sociedade pacífica”. Mas a mesma mensagem alerta para desafios no caminho dessa paz, como a desigualdade social, os conflitos gerados pelas mudanças climáticas e as visões extremistas que se espalham pelo mundo. Segundo o coordenador do Setor de Ciências Naturais e Sociais da Unesco no Brasil, Fabio Eon, os direitos humanos estão sendo alvo de uma onda conservadora que trata a expressão como algo politizado. — Existe hoje uma tendência a enxergar direitos humanos como algo ideológico, o que é um equívoco. Os direitos humanos não são algo da esquerda ou da direita. São de todos, independentemente de onde você nasceu ou da sua classe social. É importante enfatizar isso para frear essa onda conservadora — ressalta Eon, que sugere um remédio para o problema: — Precisamos promover uma cultura de direitos humanos. Pouca gente conhece os artigos do texto. O tema poderia, por exemplo, estar dentro das escolas como um assunto transversal. Precisamos romper com esse ranço, essa mentalidade machista e retrógrada que age pela violação dos direitos humanos. Dados divulgados em outubro de 2018 mostram a falta de entendimento sobre o assunto. De acordo com a pesquisa Pulso Brasil, do Instituto Ipsos, seis em cada dez brasileiros se dizem “a favor” dos direitos humanos. Mas, ao mesmo tempo, 63% dos entrevistados acham que os “direitos humanos defendem mais os bandidos que as vítimas”. A percepção chega a 79% na região Norte do Brasil. E alcança 76% entre as pessoas com ensino superior. Além disso, uma em cada cinco pessoas se declarou contra a própria existência dos direitos humanos. Ainda de acordo com a pesquisa, 43% dos brasileiros evitam falar sobre o assunto com outras pessoas, com medo de serem vistas como alguém que defende bandidos. Para o pesquisador Cézar Muñoz, da organização Humans Rights Watch no Brasil, a promoção dos direitos humanos gerou uma série de avanços na sociedade. Mas ele também vê com preocupação a deturpação de sentido que ocorre no Brasil. — A percepção no país está distorcida por causa das pessoas que acham que os direitos humanos só protegem as minorias. Organizações como a nossa se dedicam a monitorar violações dos direitos humanos, o que ocorre frequentemente contra as minorias. Mas o último relatório que escrevi foi sobre violência doméstica, um problema que não afeta um grupo pequeno de pessoas. É generalizado, ocorre em todas as regiões do país — afirma o pesquisador. Adotada na terceira sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, ainda sob o trauma da Segunda Guerra Mundial, a Declaração Universal dos Direitos Humanos é composta por 30 artigos que expressam garantias individuais que devem ser usufruídas por todas pessoas, como o direito à vida, à liberdade e à segurança. Embora não seja vinculante, o documento serviu de inspiração para diferentes constituições federais e também embasou reações da comunidade internacional diante de violações de direitos humanos no mundo, como durante a guerra civil que eclodiu na Bósnia e Herzegovina, em 1992, o genocídio étnico ocorrido em Ruanda, em 1994, e os conflitos que assolam o Sudão do Sul, desde 2013, gerando desabrigados, fome e mortes. A diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, disse que a declaração afirma os valores que devem guiar as democracias. “Vamos nos unir para assegurar que a promessa de paz e justiça apoiada pela democracia seja cumprida”. Fonte: com informações do *O Globo. FONTE: https://www.revistaprosaversoearte.com/nao-havera-paz-neste-planeta- enquanto-os-direitos-humanos-forem-violados-em-alguma-parte-do-mundo/
Em “a declaração afirma os valores que devem guiar as democracias”, a ausência da vírgula antes do termo em destaque:
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Q1210789 Matemática
Fátima irá fazer uma receita de bolo simples que rende 12 porções. Porém ela deve produzir bolo suficiente para servir 54 pessoas. Quantas receitas ela deverá fazer?
Alternativas
Q1201876 Nutrição
A ingestão do primeiro leite materno, nos primeiros dias após o parto, auxilia o bebê a eliminar sua primeira matéria fecal, que se forma no intestino do feto ao redor após 36 semanas de gravidez. Esta matéria encontrada no intestino denomina-se:
Alternativas
Q1201458 Matemática
Um programa de desenvolvimento infantil, somente atende crianças com 9 e 10 anos de idade, hoje esse programa conta com um total de 230 crianças. Sabendo que a soma das idades das crianças é de 2220, quantas crianças de 10 anos esse programa serve atualmente ?
Alternativas
Respostas
21: A
22: A
23: C
24: B
25: B
26: C
27: D
28: D
29: B
30: A
31: C
32: B
33: A
34: C
35: C
36: B
37: C
38: C
39: B
40: C