Questões de Concurso Para prefeitura de pitangueiras - sp

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Q2042139 Matemática
Rosana deseja colocar um número em sua residência e, para isso, pediu autorização na prefeitura para escolher livremente qual seria a numeração da sua casa. Desse modo, Rosana comprou numa loja de construções os algarismos 3, 4, 5, 7 e 8 e decidiu que iria colocar em sua residência um número par, formado por três algarismos distintos. Com base nos critérios estabelecidos e usando apenas os algarismos comprados na loja, a quantidade de números diferentes que Rosana poderá colocar em sua residência está compreendida entre:
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Q2042138 Matemática
Manoel é um pedreiro que está trabalhando em uma obra onde há uma laje que deve ser construída em concreto com 12 metros de largura, 8 metros de comprimento e 20 centímetros de espessura. Quantos metros cúbicos de concreto Manoel deverá preparar para utilizar nessa laje?
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Q2042137 Matemática

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Q2042136 Matemática
Vinte amigos que jogam futebol aos domingos fizeram um churrasco e consumiram 8 kg de carne. Como o evento foi muito divertido, resolveram marcar um novo churrasco para quarta-feira, mas apenas doze amigos confirmaram presença. Considerando que todos comam a mesma quantidade, quantos quilogramas de carne serão necessários para esse churrasco na quarta-feira? 
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Q2042128 Português
Fazer nada


     Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

        Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se. 
     Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
       Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006. Disponível em http://mdemulher.abril.com.br/revistas/vidasimples/. Edições/037/caminho/conteúdo_237474.shtml. Acesso em: 13/07/2019.)
De acordo com a classe de palavras, assinale a correlação INADEQUADA.
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Q2042127 Português
Fazer nada


     Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

        Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se. 
     Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
       Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006. Disponível em http://mdemulher.abril.com.br/revistas/vidasimples/. Edições/037/caminho/conteúdo_237474.shtml. Acesso em: 13/07/2019.)
Em “Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar?” (2º§), o ponto de interrogação tem como finalidade:
Alternativas
Q2042125 Português
Fazer nada


     Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

        Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se. 
     Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
       Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006. Disponível em http://mdemulher.abril.com.br/revistas/vidasimples/. Edições/037/caminho/conteúdo_237474.shtml. Acesso em: 13/07/2019.)
EmAfinal, nós nunca aceleramos tanto.” (3º§), a expressão “afinal” pode ser substituída, sem alteração semântica, por:
Alternativas
Q2042124 Português
Fazer nada


     Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

        Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se. 
     Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
       Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006. Disponível em http://mdemulher.abril.com.br/revistas/vidasimples/. Edições/037/caminho/conteúdo_237474.shtml. Acesso em: 13/07/2019.)
Considerando que o sujeito é a parte da oração sobre a qual a restante oração se refere, ou seja, de quem ou do que se fala, assinale a afirmativa transcrita do texto que evidencia um sujeito simples.
Alternativas
Q1803121 Fonoaudiologia
A audição é um sentido primordial para o desenvolvimento da linguagem e para a aprendizagem. Portanto, é importante que seja detectada o mais precocemente possível para a indicação dos procedimentos adequados com a finalidade de redimir e/ou minimizar os problemas em sua consequência. Correspondem a fatores de risco para perda auditiva em neonatos e lactentes:

I. Infecções congênitas (toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes, sífilis, HIV). 
II. Apgar neonatal de 0 a 4 no primeiro minuto, ou 0 a 6 no quinto minuto; peso ao nascer inferior a 1.500 gramas. III. Permanência na UTI por mais de 5 dias, ventilação extracorpórea; ventilação assistida; exposição a drogas ototóxicas como antibióticos aminoglicosídeos e/ou diuréticos de alça; hiperbilirrubinemia; anóxia perinatal grave. IV. Infecções bacterianas ou virais pós-natais como: citomegalovírus, herpes, sarampo, varicela e meningite, preocupação dos pais com o desenvolvimento da criança, da audição, da fala ou da linguagem, traumatismo craniano, quimioterapia. V. Antecedente familiar de surdez permanente, com início desde a infância, anomalias craniofaciais envolvendo orelha e osso temporal, síndromes genéticas de fator conhecido para deficiência auditiva (Waardenburg, Alport, Pendred, dentre outras), distúrbios neurodegenerativos (Ataxia de Friedreich, Síndrome de Charcot-Marie-Tooth).
Estão corretas as afirmtivas
Alternativas
Q1803120 Fonoaudiologia
As disfonias funcionais classificam-se em primárias e secundárias. As disfonias primárias são em decorrência do uso inadequado da voz. De acordo com Behlau, Gama e Cielo, o tratamento mais indicado nesses casos é:
Alternativas
Q1803119 Fonoaudiologia
O bom desempenho no âmbito da escolaridade requer o desenvolvimento das seguintes habilidades e competências, EXCETO:
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Q1803118 Fonoaudiologia
Afasia é um distúrbio adquirido em consequência de lesão no sistema nervoso central em áreas da linguagem. Os efeitos dessa condição abrangem déficits na linguagem, na comunicação oral e escrita e podem implicar nas habilidades sociais e a na qualidade de vida. Quanto à reabilitação nos casos de afasia pelos princípios da neuroplasticidade, é correto afirmar que:
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Q1803117 Fonoaudiologia
Observa-se nos estudos sobre disfagia pediátrica que vem ocorrendo um aumento na incidência nos últimos anos. Devido às possíveis graves consequências da disfagia, o seu diagnóstico irá implicar na indicação do plano fonoaudiológico apropriado a cada caso. Assinale a conduta adequada antes à realização da avaliação fonoaudiológica.
Alternativas
Q1803116 Fonoaudiologia
Disartria refere-se a um distúrbio de fala adquirido em consequência de uma lesão do sistema nervoso central ou periférico que compromete o controle dos músculos envolvidos na produção da fala. Há diversos tipos de disartria com características específicas. As principais características em casos de disartria espástica são:
Alternativas
Q1803115 Fonoaudiologia
Para que a deglutição seja adequada é necessária a integridade do controle neurológico central e dos nervos periféricos. São considerados sintomas fonoaudiológicos que, geralmente, ocorrem em casos de pessoas acometidas por Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA):
Alternativas
Q1803114 Fonoaudiologia
A respiração oral impõe uma série de modificações adaptativas nas estruturas do sistema estomatognático e, consequentemente, em suas funções de mastigação, deglutição e fala. Quanto aos procedimentos utilizados na terapia fonoaudiológica, Cunha, Krakauer, Manzi e Frazão, a partir de estudos sobre respiração oral, indicam:
Alternativas
Q1803113 Fonoaudiologia
Um adolescente apresenta no resultado de sua avaliação da fala as seguintes características: imprecisão articulatória, distorções na emissão de fonemas fricativos e líquidos, ausência de alterações linguísticas e/ou lesões neurológicas. Com base nos dados anteriores, qual é o diagnóstico fonoaudiológico?
Alternativas
Q1803109 Saúde Pública
Compete à direção nacional do Sistema Único de Saúde (SUS):
Alternativas
Q1803106 Saúde Pública
Em relação à endemia, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1803104 Saúde Pública
Considerando as doenças raras frente ao SUS, analise as afirmativas a seguir.
I. O custeio dos procedimentos para fins de diagnósticos em doenças raras é efetuado por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC) e é repassado aos Estados, Distrito Federal e Municípios a partir da publicação da Portaria de Habilitação dos Serviços e/ou Serviços e Produção dos respectivos procedimentos no Sistema de Informação Ambulatorial (SIA/SUS). II. As doenças raras não têm cura. Em geral são crônicas, progressivas, degenerativas e podem levar à morte. Portanto, são tratadas apenas na Atenção Básica. III. O SUS não fornece medicamentos para tais doenças, pois o número de fármacos para as doenças raras representam uma pequena fração no mercado.
IV. A Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras foi organizada na forma de eixos estruturantes, que permitem classificar as doenças raras de acordo com suas características comuns, com a finalidade de maximizar os benefícios aos usuários.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Respostas
1321: B
1322: A
1323: B
1324: C
1325: B
1326: A
1327: A
1328: B
1329: D
1330: C
1331: A
1332: C
1333: D
1334: C
1335: D
1336: D
1337: D
1338: D
1339: D
1340: C